Cinco passos para o sucesso em Marketing sexta-feira - 5 - fevereiro - 2010
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1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.
2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.
3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.
4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”
5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.
Por Philip Kotler
Fonte HSM Online
O pior não é falhar, é não tentar quinta-feira - 4 - fevereiro - 2010
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Muito já foi dito e escrito a respeito da importância da ousadia e da persistência para quem quer empreender, seja criando um novo negócio, ou mesmo na empresa onde trabalha. Para provar que vale a pena cultivar essa característica essencial aos empreendedores, conto aqui uma história verdadeira, que já relatei em outras ocasiões, mas acredito que vale a pena repetir, para, quem sabe, servir de inspiração a algum leitor.
Nasci numa família de advogados. A advocacia, para mim, não foi exatamente um caso de vocação: foi mais um Karma. Eu não gostava muito da coisa, mas era bom nela. E, enquanto não descobria outra coisa para fazer, fiz o melhor que podia e procurei me tornar um pouco melhor a cada dia. Aliás, descobri a existência do Franchising – que mudou radicalmente a minha vida - quando cursava o Mestrado em Direito na New York University, nos EUA.
Saí da pacata cidade praiana de Santos direto para Manhattan para fazer um estágio na área internacional de um grande banco e, em seguida, emendar com o tal Mestrado em Direito. E me vi, numa manhã especialmente gelada, escolhendo as poucas matérias eletivas que iria cursar. Desacostumado com aquele frio de matar e com 23 anos de idade, escolhi aquelas que, pelo horário, me permitiriam ficar um pouquinho mais na cama. O Universo conspirou a meu favor: foi numa dessas aulas que tive meu primeiro encontro com o Franchising. E que, sem que eu percebesse, minha vida começou a mudar.
Sabia que precisava encontrar um nicho de mercado, ou seria apenas mais um. E decidi que seria o primeiro advogado brasileiro especializado no tema. Problema: não havia muitos franqueadores atuando no Brasil no final da década de 1970. Isso tornava um bocado difícil a execução do meu plano.
Mas Deus sempre colocou no meu caminho as pessoas certas na hora certa. Tive que esperar alguns anos até surgir a oportunidade de concretizar meu sonho, mas não desisti. Em 1986, me tornei Diretor Jurídico da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes. Um de meus colegas de diretoria era o Prof. Marcos Cobra, da FGV, que na época trabalhava com Milton Mira, então diretor da Editora McGraw-Hill, na criação de uma coleção de livros de Marketing escritos por brasileiros para brasileiros.
Cobra me indicou para redigir o volume sobre os “Aspectos Jurídicos do Marketing no Brasil”. E Milton me pediu que, antes de mais nada, redigisse um dos capítulos do tal livro, para ver se eu levava jeito para a coisa. Escolhi o capítulo que tratava dos Aspectos Jurídicos do Franchising e caprichei. Ao terminá-lo, concluí que não queria escrever a obra que me havia sido encomendada, e tive a ousadia de propor um livro inteiro sobre franquias – tema, àquela altura, praticamente desconhecido por aqui. Milton topou e, em 1988, a McGraw publicou meu primeiro livro: “Franchising – Uma Revolução no Marketing”. O primeiro livro sobre Franquia publicado em língua Portuguesa.
Enquanto trabalhava no livro, comecei a coordenar um grupo de empresários e executivos que se reunia uma vez por mês para trocar idéias. E, em julho de 1987, junto com oito desses parceiros de bate-papo, fundei a ABF – Associação Brasileira de Franchising, a partir da qual o mercado brasileiro de franquias se tornou o que é.
Porém, tivemos que superar alguns obstáculos. E o fizemos graças à nossa persistência e ousadia. Sem que soubéssemos, no Rio de Janeiro, outro grupo, coordenado por uma consultoria que já não existe mais, fundou, poucos meses depois do nascimento da ABF, uma certa AFRAB – Associação dos Franqueadores do Brasil. E, aproveitando-se de um cochilo do nosso, obteve o reconhecimento da IFA, a Associação Internacional de Franchising.
Aquilo foi um golpe na nossa jugular. Naquela altura, era claro que a ABF dificilmente teria futuro sem o reconhecimento da IFA. E esta só reconhecia uma única associação por país. Estávamos fritos. Aí é que entram novamente a persistência e a ousadia: viajei por conta própria até Washington, onde fica a sede da IFA. E lá fiquei sabendo que, além de reconhecer uma “associação-irmã”, os gringos também costumavam nomear um Representante Especial em cada país onde o mercado de franquias o justificasse.
Em cada país, o Representante Especial era um advogado local, cuja principal tarefa consistia em enviar à IFA, mensalmente, um relatório dando conta de qualquer atividade do Legislativo, Executivo ou Judiciário do respectivo país que pudesse, de alguma forma, afetar a prática do Franchising. Me candidatei ao cargo, achando que, se fosse nomeado, isso poderia ser “vendido” ao mercado brasileiro como uma forma de reconhecimento da ABF pela IFA, já que eu era fundador e Vice-Presidente Jurídico daquela.
Só que os americanos já tinham em mãos uma longa lista com nomes de advogados brasileiros, todos integrantes de escritórios de renome, recomendados pela diretoria da tal AFRAB ou por franqueadores americanos com interesses no Brasil. Caso meu nome chegasse a ser incluído nessa lista, estaria em último lugar e com pouquíssima chance de ser o escolhido.
No vôo de volta, resolvi que não adiantava “curtir fossa” e coloquei a cabeça para funcionar na busca de uma saída. Mal desembarquei em São Paulo, elaborei um primeiro relatório sobre a atividade judiciária e legislativa no Brasil nos 30 dias anteriores. Mesmo sem saber qual seria o formato correto, enviei esse relatório à IFA. Por fax, já que naquele tempo ainda não havia e-mail. Dias depois, recebi, também por fax, um agradecimento e um pedido de informações complementares, que coletei e enviei na mesma hora.
No mês seguinte, redigi e enviei à IFA um novo relatório, desta vez um pouco mais completo e mais no jeitão que eles queriam. Um mês depois, a mesma coisa. E assim por diante. Durante uns 6 meses atuei como se já ocupasse o cargo para o qual queria ser nomeado. Sabia que podia não dar em nada. Mas acreditei que valia a pena persistir. Até que, um dia, recebi um documento oficial que me nomeava Special Representative da IFA no Brasil, cargo que fui o único a exercer, enquanto existiu. O que houve com a AFRAB? Há muito tempo foi incorporada pela ABF.
Desse episódio, podemos extrair três lições: (1) há quem diga que sorte é quando a oportunidade bate à sua porta e você abre. Mas a vida me ensinou que muitas vezes é preciso tirar o traseirinho da cadeira e construir a tal porta, para poder sair por ela em busca da oportunidade que, por algum motivo, se esqueceu de vir procurá-lo; (2) nos negócios e na vida, como nos esportes, quem se antecipa e se posiciona em condição legal de marcar o ponto quase sempre tem preferência para receber o passe; e (3) quando quiser muito alguma coisa, use a cabeça, trace um plano ousado e realista e persista, não desistindo enquanto não chegar aonde quer. O pior não é fracassar. O pior é nem tentar.
Autor: Marcelo Cherto
Fonte: Mundo do Marketing
Ser ou Não Ser Empresário terça-feira - 2 - fevereiro - 2010
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A abertura de novos negócios é fundamental para o desenvolvimento do nosso país. No entanto, apenas vontade e coragem não são suficientes para o sucesso empresarial.
O candidato a empresário precisa conhecer os aspectos que envolvem a abertura de um negócio, o tamanho e as características do mercado no qual pretende atuar, a legislação vigente, os padrões de qualidade e, não menos importante, como obter o capital necessário para implantação e operação do negócio. Esses fatores, aliados à afinidade com a atividade a ser desenvolvida e à competência gerencial, são fundamentais para o sucesso.
Os motivos mais citados para deixar de ser empregado e começar um negócio próprio são:
• “Mandar no meu próprio nariz”.
• Ser patrão ao invés de empregado.
• Ganhar mais.
• Dedicar mais tempo à família.
• Sair da rotina.
• Realização pessoal.
• Provar para si mesmo e para os outros sua competência.
• Trabalhar menos e tirar férias quando desejar.
• Percepção de uma oportunidade.
• Por necessidade.
Porém, ser empresário exige sacrifícios que muitos não estão dispostos a fazer. Entre alguns desses estão os seguintes:
1. Trabalhar de 12 a 15 horas diárias ao invés de 8 horas como empregado.
2. Alguns empresários não tiram férias. Quando saem em férias é por poucos dias e mesma assim ligam para a empresa “só para saber como vão as coisas”.
3. Muitas vezes se envolvem tanto com a empresa que diminuem, ao invés de aumentar, o tempo dedicado ao convívio familiar.
4. Sua desejada independência torna-se relativa quando se observa a dependência em relação aos fornecedores, bancos, clientes, funcionários, governo, etc.
5. O Patrimônio Pessoal e familiar muitas vezes corre risco ao ficar em garantia de empréstimos bancários.
6. Sua vontade de ganhar muito dinheiro esbarra muitas vezes nos entraves da falta sua de
competência ou de seus colaboradores.
Vale a pena?
Olhando pelo lado econômico, empreender ainda é um bom negócio. Caso contrário, não teríamos tantas pessoas investindo em negócios próprios, quando bem que poderiam deixar seus recursos rendendo numa segura caderneta de poupança.
Riscos são inerentes aos negócios. Uma vez que dinheiro “não leva desaforo para casa”, mais do que gosto por aventura é preciso ter os pés no chão e correr riscos sim, porém, calculados. Para isso o empreendedor dispõe de uma velha e valiosa ferramenta de administração chamada “Plano de Negócio”, na qual tem inserida uma peça chamada “Viabilidade Econômico-Financeira” que responde às perguntas:
• Quanto dinheiro tenho de investir?
• Quanto terei de lucro?
• Quando acontecerá o retorno dos investimentos?
• Quais serão os impostos a recolher?
• Esse negócio vale a pena?
Planejar o negócio é fundamental para que o sonho de ser empresário não se tranforme em um pesadelo.
Autora: Soeli de Oliveira
Fonte: Marketing.com.br
Determinação e Comprometimento domingo - 31 - janeiro - 2010
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Poucas coisas motivam tanto o ser humano quanto a possibilidade de fazer sucesso e, consequentemente, amealhar uma quantia razoável de dinheiro. É óbvio que existem comportamentos motivados por coisas menos estimulantes como ajudar um parente distante que há anos não aparece, mas lembra de você quando precisa de dinheiro, ou mais preocupantes e, por vezes, intransferíveis como, por exemplo, emprestar dinheiro para os pais ou os filhos em momentos de dificuldade, mesmo sabendo que esse dinheiro nunca volta para as nossas mãos.
Imagine se você recebesse a promessa de ganhar um milhão de reais para realizar um curso superior de suma importância para o seu país desde que você nunca faltasse a uma aula sequer e suas notas fossem superiores a 9.0 durante o tempo em que permanecesse na universidade. Você acredita que conseguiria?
Apesar de você dizer que sim, o fato é que 4 ou 5 anos de espera é muito tempo para alguém manter a disciplina e abrir mão de prazeres imediatos por conta de um futuro distante enquanto a mídia despeja no seu ouvido, de 15 em 15 segundos, que você pode ser feliz agora e a felicidade está ao seu alcance na casa lotérica, no show do milhão ou na concessionária de veículos mais próxima.
Agora, imagine se o seu único filho estivesse acometido de uma doença rara e o tempo de vida dele não fosse superior a 5 ou 6 anos, além de o tratamento ser disponível somente no exterior e custar um fábula de dinheiro. Se a pessoa que você mais ama no mundo estivesse em perigo, você conseguiria manter a disciplina e o esforço necessário para conseguir um milhão de reais?
Se a realidade fosse algo parecido com isso, provavelmente, moveríamos céus e terras para manter a disciplina, seríamos capazes de dormir sobre os livros e, se necessário, acordaríamos cedo todos os dias com aquela vontade inabalável de não chegar atrasado à escola. Possivelmente, faríamos tudo para alcançar a nota recomendada e assim ter direito ao prêmio no final do curso.
Ao reconhecermos o fato de que temos plenas condições de assumir um compromisso, admitimos também a capacidade de cumpri-lo até o fim. É questão de determinação e comprometimento. A grande realidade é que, para conquistar o respeito e a confiança alheia, precisamos encarar os compromissos com extrema seriedade. Em geral, por natureza, o ser humano é o campeão da desistência, da falta de comprometimento, da procrastinação e das justificativas sem fundamento enquanto a vida vai passando furtivamente diante dos seus olhos.
Penso que poucas pessoas ouviram falar de Bill Joy, criador de uma das linguagens mais utilizadas em computação – a Java – e também conhecido como o “Edison da Internet”, uma alusão a Thomas Edison. Seguramente, Joy é uma das personalidades mais influentes do mundo da computação. Foi ele quem escreveu a maior parte do software que nos permite acessar a Internet.
Na década de 1970, aos 17 anos, Bill Joy entrou para a Universidade de Michigan, a única que oferecia um Centro de Computação arrojado para a época, quando foi contagiado pela mania de programação. O centro funcionava 24 horas e Joy ficava por lá durante a noite toda. Voltava para casa a pé nas primeiras horas da manhã. Para se tornar um expert no assunto, estava determinado a aprender e, por conta disso, chegava a passar de 8 a 10 horas programando todos os dias. Às vezes, adormecia sobre o teclado. Durante 5 anos na Universidade foram mais ou menos dez mil horas de programação. Pura determinação. Trinta anos depois, o mundo da Internet continua reverenciando Bill Joy.
De acordo com o psicólogo Michael Howe, as obras iniciais de Mozart não são nada excepcionais. As primeiras peças do músico foram escritas por seu pai e, provavelmente, aperfeiçoadas durante o processo. Muitas composições de Mozart durante a infância são em grande parte arranjos para obras de outros músicos. De todos os concertos mais antigos, apenas um é considerado uma obra-prima e, acredite, foi criado quando Mozart tinha 21 anos, portanto, uma informação muito diferente daquela que retrata o gênio tocando piano aos 5 anos de idade em Amadeus (o filme). Nessa idade, Mozart já vinha compondo concertos há mais de 10 anos.
Segundo Malcolm Gladwell, jornalista norte-americano, Mozart – o maior prodígio musical de todos os tempos – só conseguiu atingir a plena forma com dez mil horas de treinamento. Para Gladwell, a prática não é aquilo que uma pessoa faz quando se torna boa em algo, mas aquilo que ela faz parar se tornar boa em algo. Para Mozart, determinação e comprometimento significavam a perfeição.
O terceiro e último exemplo vem dos (The) Beatles. John Lennon e Paul McCartney começaram a tocar juntos em 1957, portanto, 7 anos antes de pisarem em solo norte-americano e suas maiores realizações artísticas – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) e The White Album (1968) – aconteceram somente 10 anos depois de suas primeiras apresentações.
Em 1960, ainda restritos ao mundo do rock do ensino fundamental, os Beatles foram convidados para se apresentar em Hamburgo, na Alemanha. Muitos grupos de rock que se apresentavam nas boates e casas de show em Hamburgo eram de Liverpool, segundo Philip Norman, biógrafo dos Beatles. O que havia de especial em Hamburgo? Nada, a não ser o fato de que deveriam tocar horas a fio sem parar perante uma platéia indiferente, entretanto, a quantidade de tempo que a banda era forçada a tocar foi determinante para torná-los melhores e mais confiantes. Em Hamburgo, foram oito horas por dia, sete horas por semana e 270 noites em apenas um ano e meio de apresentação. Finalmente, em 1964, quando o mundo se rendeu aos Beatles, eles já haviam se apresentado ao vivo cerca de 1200 vezes. Pura determinação e comprometimento com um objetivo de vida.
O que é que você tem a ver com tudo isso? Não existe esse tal de almoço grátis. A vida é um eterno dar e receber, portanto, a exemplo dos Beatles, Mozart e Bill Joy, além de outras centenas de pessoas ilustres que tanto admiramos, a vida é uma questão de determinação e comprometimento em tudo o que fazemos. Em ação, a lei da compensação. Todo o esforço tende a ser recompensado, de alguma forma. Quando aliado à oportunidade, o êxito é apenas uma questão de tempo.
Lembre-se de que os problemas são comuns a todos os seres humanos na Terra. Um dia da caça, outro do caçador; um dia no topo, outro no vale; a vida é feita de altos e baixos para o nosso próprio crescimento pessoal. Portanto, levante todos os dias querendo ser testado, promovido, convidado para fazer parte de um projeto, de novos desafios, agraciado com novas idéias e realizações.
Viva todos os dias como se fosse o último e faça do dia seguinte um dia sempre melhor do que o dia anterior. Descubra qual é a sua missão de vida e se entregue verdadeiramente naquilo que faz. Coloque o seu coração e a sua alma em todas as suas realizações. Procure promover o bem das pessoas ao seu redor. Seja íntegro, assuma a responsabilidade pelos seus atos, enfrente a realidade e nunca se curve diante das dificuldades. Elas são o caminho para um futuro melhor.
O mundo não é apenas violência, sacanagem, fofoca, televisão, fantasia e consumo exagerado. Somos mais fortes do que a hipocrisia do mundo. As palavras de Ken Blanchard, co-autor de O Gerente Minuto, são apropriadas nesse momento: há uma diferença entre interesse e compromisso. Se você está interessado em fazer alguma coisa, você a faz apenas quando lhe é conveniente. Quando está comprometido com a realização de determinada coisa, você não aceita desculpas, apenas resultados. Pense nisso e seja feliz!
Autor: Jerônimo Mendes
Fonte: Portal do Marketing
Administre seu tempo com paixão quinta-feira - 28 - janeiro - 2010
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A paixão é algo muito interessante. Diferente do amor, mas não há como estar isolada dele. Na verdade, segundo dicionário, ser apaixonado é estar entusiasmado, defender com paixão, enfim, é uma ampliação do amor. Quando estamos apaixonados, transpiramos o amor. Esta transpiração envolve a alegria, realização a satisfação e a motivação.
Se você imagina que estou falando de relacionamento amoroso com outra pessoa, é aí que você se engana. Estou me referindo ao trabalho!
Quando somos apaixonados por nosso trabalho e amamos o que fazemos, somos mais realizados, atingimos melhores resultados, somos mais criativos, nos tornamos referência e nos diferenciamos e ainda possuímos uma melhor qualidade de vida.
Ser apaixonado por sua atividade não significa trabalhar demasiadamente. Ao contrário, significa trabalhar o tempo necessário de forma a não se sentir pressionado, insatisfeito, desgastado ou frustrado. Quando você tem paixão pelo que faz você tem maior foco, logo, aproveita melhor seu tempo pois sabe utilizá-lo adequadamente e produtivamente. Desta forma, você consegue dedicar mais tempo a você e para sua família.
A paixão pelo que se faz tem que estar aliada a paixão por sua família e pelas pessoas que lhe querem bem.
Evite pensar apenas em plantar hoje para colher amanhã. Colha os frutos disponíveis hoje e desfrute dos momentos agradáveis e únicos que foram oferecidos a você.
Assim como a perda de um prazo e atraso no trabalho podem trazer prejuízos irrecuperáveis e talvez fazer com que perca alguns clientes, a perda dos momentos com as pessoas que ama também pode ser irreversível. O primeiro passo dado ou a primeira palavra pronunciada por seu filho, caso você não esteja presente, não contará com sua participação desta vitória. Você poderá desfrutar de novos passos e da repetição das primeiras palavras, mas o momento da maior conquista você terá perdido. Uma viagem de lazer adiada poderá demorar a ocorrer novamente pois sempre ficará em segundo plano.
Administre melhor seu tempo. Programe-se para desenvolver novos projetos, para realizar as ligações necessárias, para conquistar novos clientes, para superar desafios, para praticar um esporte, para ficar com a família, para realizar uma viagem, para passear etc.
Seja apaixonado por todos os momentos de sua vida e por todas as atividades que realiza. Seja grato pelas oportunidades em conquistar novas vitórias e desafios diariamente, bem como ter a oportunidade de jamais desistir das coisas que ama, administrando seu tempo de forma a desfrutar de cada momento com muita alegria, realização e motivação!
Autor: Wagner Campos
Fonte: Administradores
Razão Emocional terça-feira - 26 - janeiro - 2010
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A ciência que sustenta o entendimento do comportamento humano é uma disciplina nova, basicamente 100 anos. Mas graças às contribuições da neurociência, os avanços dos últimos 10 anos são bastante expressivos e até mesmo surpreendentes.
Alguns desses estudos identificam que pessoas com lesões cerebrais em áreas que processam emoções sofrem grandes dificuldades para a tomada de decisões racionais simples.
Um dos casos estudados foi um paciente que sofreu uma cirurgia para a retirada de um tumor nos lobos frontais. Porém, parte do tecido danificado também teve de ser retirado. Após a cirurgia, este paciente começou a mostrar dificuldades para tomar decisões de rotina.
Testes de inteligência, memória e linguagem foram aplicados sem que houvesse quaisquer prejuízos destas funções. No entanto, quando exposto a imagens de forte impacto emocional ele mostrava-se indiferente.
O problema não estava nos aspectos racionais ou intelectuais da tomada de decisão, mas na modificação das estruturas emocionais. Tornara-se insensível e, com esta nova realidade, não conseguia tomar decisões racionais.
Estes estudos demonstram que os dois processos – racional e emocional – são na verdade diferentes etapas de um mesmo mecanismo. Estas constatações têm sido reiteradas por diferentes pesquisadores, em diferentes países, o que nos alerta para a necessidade de desaprender o que sabemos. Desaprender que a tomada de decisão racional não envolve emoção. Desaprender que apenas preço é o que motiva as pessoas. Afinal, conhecimento científico é a base da modernidade.
Autora: Beth Furtado
Fonte: Mundo do Marketing
Governo pode prorrogar estímulos para construção civil terça-feira - 26 - janeiro - 2010
Posted by Cases de Sucesso in Portais de Notícias.Tags: banco Central, Copom, IPI, PAC, PIB
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O governo avalia que o aumento de consumo nos últimos meses não está provocando inflação e estuda a possibilidade de manter os estímulos à construção civil, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Em 30 de março do ano passado, o governo reduziu as alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 30 itens de material de construção, com queda de 6% a 7% no preço final dos produtos.
A medida, que inicialmente deveria durar três meses, foi prorrogada até 30 de junho do próximo ano. Bernardo informou que, no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cerca de 30 milhões de pessoas passaram a consumir mais, o que, ao contrário, não gerou inflação e sim maior investimento no País.
Sem arriscar prever a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne hoje e amanhã para definir a nova Selic (a taxa básica de juros da economia), atualmente em 8,75% ao ano, Bernardo concorda com a atuação preventiva do Banco Central, mas não com o ritmo “das especulações do mercado”. “O BC sempre procura agir preventivamente. E tem sido bem-sucedido. A inflação de 2009 foi de 4,31%.”
Bernardo garantiu que, além do controle da inflação, também será cumprida a meta de superávit primário de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, se possível, sem utilizar os mecanismos de redução do esforço fiscal. “Na largada, estamos fazendo as contas sem esses mecanismos.” Ele relatou que “dia desses” conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concordou com a tese de adotar uma gestão “dura” do orçamento para cumprir os 3,3% do PIB.
Essa “gestão dura”, segundo Bernardo, não afeta os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A programação do governo é inaugurar essas obras no período eleitoral.
Fonte: Administradores
Valor de mercado do Facebook já beira os US$ 14 bilhões segunda-feira - 25 - janeiro - 2010
Posted by Cases de Sucesso in Tecnologia.Tags: Facebook, Mark Zuckerberg
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As ofertas para compra de ações do Facebook no mercado americano chegou a 32 dólares, o que permite atribuir à rede social o valor aproximado de 14 bilhões, informou nesta quarta-feira (20/1) o TechCrunch.
O valor de 32 dólares foi constatado na bolsa SecondMarket, voltada ao comércio de ações de empresas de capital fechado. Há 20 mil ações ordinárias oferecidas a 40 dólares por ação; 32 dólares é a melhor oferta. Até o momento o negócio não foi fechado.
As ações ordinárias são oferecidas pelas empresas de capital fechado aos empregados, como bônus. Ações preferenciais, por sua vez, dão direitos adicionais e são preferidas pelos investidores.
Em comunicado ao mercado divulgado em 24/11, o Facebook afirmou ter criado dois tipos de ações, como preparação para o lançamento em bolsa de valores – e para que, no caso de um IPO, o controle da empresa permaneça com o fundador e CEO Mark Zuckerberg.
Fonte: IDG Now!
A Teoria Comportamental domingo - 24 - janeiro - 2010
Posted by Cases de Sucesso in Management.Tags: Teoria Comportamental
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A Teoria Comportamental marca a mais profunda influência das ciências do comportamento na administração. Para muitos, representa a aplicação da Psicologia Organizacional à Administração. Surgiu em 1947 nos Estados Unidos, dentro de uma fundamentação amplamente democrática.
Esta teoria se assenta em novas proposições acerca da motivação humana, notadamente as contribuições de McGregor, Maslow e Herzberg. O administrador precisa conhecer os mecanismos motivacionais para poder dirigir adequadamente as pessoas.
Um dos assuntos prediletos dos behavioristas é o que trata dos estilos da administração. McGregor traça dois extremos: a teoria X e a Teoria Y.
Outro aspecto importante da Teoria Comportamental é o Processo Decisorial. Todo indivíduo é um tomador de decisão, baseando-se nas informações que recebe do seu ambiente, processando-as de acordo com suas convicções e assumindo atitudes, opiniões e pontos de vista em todas as circunstâncias. A organização neste sentido é vista como um sistema de decisões.
A idéia de um tomador de decisões, dentro de uma racionalidade limitada pela escassez de informações que pode obter e se processar, conduz ao conceito do homem administrativo, que se comporta buscando soluções satisfatórias e não soluções ótimas.
Nas organizações existem sempre conflitos entre os objetivos individuais e os objetivos organizacionais. Na medida em que as organizações pressionam para alcançar os seus objetivos, elas privam os indivíduos da satisfação de seus objetivos pessoais, e vice-versa.
O comportamento organizacional é o tema preferido pelos behavioristas na teoria administrativa. A reciprocidade entre os indivíduos e organizações e suas relações de intercâmbio são importantes para o estudo das organizações.
O administrador precisa conhecer os mecanismos motivacionais para poder dirigir adequadamente as pessoas. Maslow apresentou a teoria da motivação, segundo a qual as necessidades humanas estao organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência:
- Necessidades Fisiológicos
- Necessidades de Segurança
- Necessidades Sociais (afeto)
- Necessidades de Estima (status)
- Necessidades de Auto-realização
Por fim, uma extensa apreciação crítica a respeito da Teoria Comportamental na Administração como uma tentativa de balanço de suas contribuições e suas limitações mostra sua profunda influência na teoria administrativa.
Fonte: Wikipédia
As 5 inovações que mudarão as cidades sábado - 23 - janeiro - 2010
Posted by Cases de Sucesso in Tecnologia.Tags: H1N1, IBM, Tecnologia
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A IBM anunciou, no início deste ano, a nova edição da lista anual “IBM Next 5 in 5“, que em 2010 traz as cidades como foco. O mundo vive um processo de urbanização sem precedentes – estima-se que 60 milhões de pessoas mudam para os grandes centros a cada ano, cerca de um milhão por semana. No último ano, pela primeira vez na história, a maior parte da população mundial estava concentrada nas cidades. Especialistas estimam que a população mundial vá dobrar até 2050.
Para ajudar o mundo a se adaptar a esse crescimento veloz, com base em tendências de mercado e tecnologias emergentes de Laboratórios IBM do mundo inteiro, a companhia elaborou uma lista com cinco inovações que poderão impactar as cidades do mundo inteiro, nos próximos cinco anos. A 4ª edição do estudo aponta as transformações que podem ajudar a melhorar significativamente o destino dos grandes centros urbanos. São elas:
- Cidades terão sistemas imunológicos mais saudáveis – “A internet da saúde”;
- Construções urbanas serão capazes de responder como se fossem “organismos vivos”;
- Carros e ônibus urbanos vão operar sem combustível;
- Sistemas inteligentes atenderão à demanda das cidades por água e economizarão energia;
- Cidades “responderão” a uma crise mesmo antes de receber uma chamada de emergência.
“A IBM está atenta às mudanças pelas quais o mundo está passando e trabalha para antecipar tendências e propor soluções que economizem recursos e beneficiem a população mundial. Acreditamos que para construir um planeta sustentável, as cidades precisam ter infra-estruturas mais inteligentes e eficientes. E a tecnologia é ferramenta fundamental para isso”, reforça Cezar Taurion, gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil.
As cidades terão sistemas imunológicos mais saudáveis
Dada a sua densidade populacional, as cidades continuarão a ser foco de doenças transmissíveis. Mas, no futuro, autoridades de saúde saberão precisamente onde, quando e como as doenças estarão se espalhando – inclusive as áreas a serem afetadas. Cientistas oferecerão às autoridades municipais, hospitais, escolas e locais de trabalho as ferramentas necessárias a fim de aprimorar a detecção, monitoramento e prevenção de infecções como o vírus H1N1 ou gripes sazonais.
Veremos uma “Internet da saúde” emergir, onde informações médicas anônimas, contidas em registros de saúde eletrônicos, serão compartilhadas com segurança para impedir a disseminação de doenças e manter as pessoas saudáveis. A IBM já trabalha com organizações do mundo inteiro como, por exemplo, o projeto de segurança e saúde global da Iniciativa de Ameaça Nuclear (NTI) e o Consórcio do Oriente Médio de Vigilância de Doenças Contagiosas (MECIDS) para padronizar métodos de compartilhamento de informações de saúde e análise de epidemias de doenças contagiosas.
Construções urbanas serão capazes de responder como se fossem “organismos vivos”
Como as pessoas migram para prédios urbanos a taxas recordes, as construções serão feitas de forma inteligente. Hoje, muitos dos sistemas que formam um prédio – aquecimento, água, esgoto, eletricidade etc – são gerenciados de forma independente. No futuro, a tecnologia que gerencia instalações irá operar como um organismo vivo capaz de perceber e responder rapidamente, de modo a proteger cidadãos, economizar recursos e reduzir emissões de carbono. Milhares de sensores dentro das construções irão monitorar desde o movimento e temperatura até umidade, ocupação e luz. O prédio não apenas coexistirá com a natureza – ele fará uso dela. Esse sistema permitirá reparos antes que alguma coisa quebre, com unidades de emergência respondendo rapidamente com os recursos necessários.
Além disso, consumidores e proprietários irão monitorar seu consumo de energia e emissão de carbono em tempo real, tomando medidas para reduzi-lo. Algumas construções já dão sinais de inteligência ao reduzir o uso de energia, melhorando a eficiência operacional e aprimorando o conforto e a segurança para os ocupantes. O Hotel China Hangzhou Dragon, por exemplo, escolheu a IBM para construir um sistema de gerenciamento de hotel inteligente, instrumentado tecnologicamente e interconectado.
Carros e ônibus urbanos vão operar sem combustível
Cada vez mais, carros e ônibus urbanos deixarão de depender de combustíveis fósseis. Os veículos começarão a utilizar novas baterias que serão recarregadas de acordo com a freqüência de uso. Cientistas e parceiros da IBM estão trabalhando para desenvolver baterias que tornarão possível para veículos elétricos viajarem até 800 Km com uma única carga. Além disso, redes inteligentes em cidades podem permitir que carros sejam recarregados em locais públicos e usem energia renovável, como a eólica, para recargas, evitando a dependência de usinas a carvão. Isso reduzirá emissões e ainda minimizará a poluição sonora. A IBM e o consórcio de pesquisa EDISON, da Dinamarca, estão desenvolvendo uma infraestrutura inteligente para permitir a adoção em larga escala de veículos elétricos alimentados por energia sustentável.
Sistemas inteligentes atenderão à demanda das cidades por água e economizarão energia
As cidades perdem um volume alarmante de água – até 50% – devido à infraestruturas com vazamentos. Para piorar ainda mais a situação, a demanda humana por água deve crescer seis vezes ao longo dos próximos 50 anos – atualmente, uma em cada cinco pessoas não tem acesso à água potável.
Tecnologias avançadas de purificação ajudarão cidades a reciclar e reutilizar água localmente, reduzindo a energia usada para transportá-la em até 20%. Medidores e sensores inteligentes serão integrados em sistemas de água, energia e esgoto, fornecendo informações precisas e em tempo real sobre o consumo, permitindo tomar melhores decisões sobre como e quando usar esse recurso e evitar a contaminação de rios e lagos.
As cidades serão capazes de prever situações de emergência – “responderão” a uma crise mesmo antes de receber uma chamada de emergência
As cidades serão capazes de prever, reduzir e até impedir situações de emergência, como crimes e desastres. A IBM já atua junto a organizações policiais para analisar a informação correta no momento certo e assim permitir que tomem medidas proativas para evitar o crime. O Departamento de Combate a Incêndio da Cidade de Nova Iorque escolheu a IBM para construir um sistema para coleta e compartilhamento de dados em tempo real, a fim de evitar incêndios enquanto protege os bombeiros. A companhia também está desenvolvendo sistemas inteligentes de barragens para proteger cidades de inundações devastadoras



