54 Idéias de Sucesso

Segunda-feira - 26 - Maio - 2008 at 11:35 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

Domenico. Cortella. Mussak. Max…Você vai ler a seguir extratos das palestras que esses quatro gurus e mais 21 professores de MBA, empreendedores e consultores fizeram durante a Career Fair 2005, nos dias 2 e 3 de junho, em São Paulo. Setecentos profissionais de várias partes do país acompanharam o evento dedicado a liderança, criatividade, inovação e empreendedorismo. São ensinamentos como os

cinco passos para a liderança apresentados pelo filósofo Mario Sergio

Cortella:

 

1. Liberte sua mente: seja flexível, preste atenção no outro, no que ele

tem de melhor;

 

2. Torne sua equipe uma comunidade de trabalho, e não um

agrupamento de pessoas;

 

3. Produza o ócio recreativo, aquele tempo para estimular a

criatividade na equipe;

 

4. Inove: construa o que não existe, ultrapasse o óbvio;

 

5. Sonhe: não desista, inspire as pessoas.

 

As 54 dicas estão divididas em três grupos: Construa seu Futuro,

Lidere com Alma e Vá Além do Trabalho.

Clique aqui para baixar o arquivo completo

Segundo diretor da Microsoft Compra do Yahoo nunca foi estratégica

Domingo - 25 - Maio - 2008 at 12:43 am | In Uncategorized | Leave a Comment

O diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, declarou na última sexta-feira (23) que sua empresa jamais viu a aquisição do Yahoo como estratégica. Além disso, afirmou que abandonar a oferta significa que agora o grupo tem US$ 50 bilhões em caixa para despender em outras aquisições.

“O Yahoo jamais foi a estratégia que estávamos seguindo”, disse em uma conferência de tecnologia em Moscou. “Nós gastaremos dinheiro em algumas aquisições. Há muito que se pode fazer com US$ 50 bilhões”, acrescentou.

A Microsoft decidiu retirar uma proposta de aquisição do grupo de Internet Yahoo por US$ 47,5 bilhões, ou US$ 33 por ação, depois que a empresa rejeitou a oferta no começo do mês, afirmando que não aceitaria menos de US$ 37 por ação.

Ballmer afirmou nesta semana em Israel que a Microsoft não estava mais negociando para adquirir o Yahoo, mas que estava interessada em outros tipos de acordo com o segundo maior serviço de buscas on-line dos Estados Unidos.

A Microsoft já apresentou uma oferta de aquisição do serviço de busca no Yahoo e de compra de uma participação minoritária na empresa, disse à Reuters uma fonte familiarizada com as conversações recentes.

Ballmer também descartou sugestões de que a tecnologia Silverlight, da Microsoft, seria combinada à tecnologia Flash, da rival Adobe System, a fim de combater a concorrência que poderia surgir de uma fusão entre a Adobe e a Apple, uma das mais antigas rivais da Microsoft. “Nós concorremos com a tecnologia Flash. Estou aberto a opções, mas não houve discussão de uma fusão com a Adobe. Os desenvolvedores de software deveriam aprender a usar a Silverlight”, disse.

Questionado sobre o tipo de companhia que a Microsoft avalia para uma possível aquisição, Ballmer afirmou que “há muitas empresas que, de certa maneira, são subestimadas pelo mercado”, disse ele, especialmente no setor de tecnologia da informação para a saúde. “Temos uma população que está envelhecendo e ela é uma das partes que mais cresce na economia mundial”, acrescentou.

Fonte: Portal G1

Marketing Esportivo

Segunda-feira - 19 - Maio - 2008 at 6:35 pm | In Uncategorized | 2 Comments
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Este é um tema pelo qual me interesso muito. Ele une duas grandes paixões, o Marketing  e os Esportes.

O artigo abaixo foi escrito por Rafael Niro da agência Atena Marketing Esportivo.

Thiago Miguel

Já faz algum tempo que o discurso se repete: o Marketing Esportivo cresce a passos largos e os investidores estão atentos e em busca de resultados ora através de uma melhor exposição de marca, relacionamento, ora através de vendas ou promoções.

Mas, não é somente o discurso acima que insiste em prevalecer. Há também os que acreditam que o Marketing Esportivo é similar a qualquer outra derivação do legado de Kotler. E é aí que detalhes que podem fazer toda diferença comprometem o sucesso de ações ou promoções realizadas.

No segmento do Marketing Esportivo há três aspectos que são imprescindíveis para o início de qualquer trabalho: o profissionalismo, o pioneirismo e o conhecimento do público-alvo que se deseja atingir.

A primeira característica diz respeito à capacidade de planejar, coordenar e produzir as ações pretendidas, com credibilidade, agilidade, de forma a assegurar o mais expressivo retorno frente ao investimento realizado.

O profissionalismo certamente é o que possibilita a identificação de uma oportunidade de um negócio pioneiro. Afinal, ações e eventos inéditos despertarão a curiosidade do público-alvo, da mídia e dos investidores, gerando mídia espontânea, comentários positivos no trade e – dependendo do caso – lucro.

A terceira característica nos remete a necessidade de conhecer o público que se deseja atingir. Somente conhecendo a fundo com quem se está falando é que atingimos as expectativas de todos os envolvidos no evento esportivo ou os que forem alvo da campanha criada.

Um exemplo de ação que reúne essas três particularidades é o “Golf Health”, o primeiro evento de golfe exclusivo para o mercado de saúde, que será realizado no dia 27 de junho deste ano, em São Paulo. Neste caso, o profissionalismo fica por conta das agências ATENA e ReUnion, que em parceria estão conduzindo a produção do evento. O pioneirismo é a garantia de estar oferecendo a médicos, diretores e presidentes de grandes grupos hospitalares, uma oportunidade de relacionamento, lazer e esporte, com requinte, conforto e muito golfe. 

O público-alvo é mais do que conhecido, tanto que já consta no próprio nome do evento: Golf Health.

Assim, não é difícil concluir que se tivermos profissionais habilitados e competentes para atender os investidores da maneira correta, ou seja, com profissionalismo, pioneirismo e conhecimento do público-alvo, o discurso deixará de ser uma constante e passará a ser uma realidade.

Motivação

Quinta-feira - 15 - Maio - 2008 at 9:39 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

Talvez o primeiro ponto que há de se entender em relação ao consumidor seja a motivação. Com raras exceções, um ser humano não consumirá nada se não estiver motivado a comprar.

A motivação envolve atividades as quais nos levam a um determinado objetivo. Podemos nos tornar motivados ou estimulados por meio de necessidades internas ou externas que podem ser de caráter fisiológico ou psicológico.

Se por algum motivo, ficarmos sem tomar água por algum tempo, o nosso organismo reagirá de uma forma tal que constantemente nos sentiremos compelidos a buscar nosso objetivo, ou seja, saciar a sede. O comportamento motivado tenderá a prosseguir até que nosso objetivo seja alcançado, de forma a reduzir a tensão que estamos sentindo. Muitas vezes conseguimos driblar a necessidade com outro aspecto. Se estamos com sono, por exemplo, todo o nosso comportamento se voltará a perseguir o objetivo de acabar com o sono, ou seja dormir. Se, no entanto alguma outra coisa nos motivar, um filme na televisão, por exemplo, ou uma reunião de amigos, o nosso comportamento fará com que os sintomas de sono sejam temporariamente esquecidos.

A estimulação interna, no entanto, pode não ser de ordem fisiológica, remetendo o indivíduo à fantasia. Mesmo sem estar com sede, ao imaginar uma garrafa de Coca-Cola, gelada pode me fazer sentir todos os sintomas da sede, desta vez não porque o meu organismo necessita de água, mas porque a minha imaginação pôs em funcionamento os mecanismos do corpo que me fariam sentir a mesma sede.

Da mesma forma, um estímulo externo, como a visão de um grupo de amigos tomando uma cerveja, pode ocasionar os mesmos sintomas.

Nos três casos sempre haverá uma espécie de aprendizado adequado à satisfação de saciar a sede. Haverá então uma vontade que se manifestará de forma física, o que nos fará ir ao bar ou supermercado mais próximo e comprar um refrigerante ou cerveja.

Estes exemplos se baseiam em impulsos que se manifestam de forma fisiológica. Grande parte dos nossos impulsos nos remetem, na sua origem, a saciar as necessidades básicas, como a sede, sono, fome, proteção do corpo contra frio, calor e outros.

Poucos estudos se fizeram em relação ao consumidor sobre estas necessidades, que são consideradas básicas. Sabe-se muito sobre as necessidades de comer, beber, dormir, mas, na realidade não interessa à sociedade de consumo que um ser humano tem que comer, beber ou vestir algo. O que interessa na realidade, ao mercado, é o estudo do que comer, o que vestir e o que beber, ou quando uma pessoa escolhe determinado alimento ou bebida para saciar a sua fome e sede, entender quais foram os motivos que levaram a pessoa àquela escolha. Estas são as necessidades secundárias, que englobam hábitos alimentares orientados por normas, princípios e valores de uma determinada sociedade ou grupo social.

Estas necessidades são de origem psicológica ou social. Sentir sede, por exemplo, é uma necessidade biológica, é uma necessidade básica. Não tomar refrigerantes para poder emagrecer, no entanto, é uma necessidade de cunho social.

Usar um casaco no frio é necessidade básica. Usar um casaco Pierre Cardin de 3.000 Reais é uma necessidade de aceitação social, ou secundária.

O mais interessante é que as necessidades primárias não interferem na escolha ou determinação de um produto. As secundárias, sim. Todos sabem que antes de morrer de fome, um ser humano se submete a comer coisas que não comeria em sua sã consciência, quando houvesse outras opções. No dia a dia entretanto as necessidades secundárias agem de forma inesperada no indivíduo fazendo escolher determinada marca de alimento, bebida ou roupa, sem ao menos saber porque.

 Autor: Daniel Portillo Serrano

Fonte: www.portaldomarketing.com.br

Ponto de Vista

Segunda-feira - 12 - Maio - 2008 at 7:26 am | In Uncategorized | 1 Comment
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Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que se aproveitando das políticas de incentivo do governo ao comércio exterior decidiu desenvolver um projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Como se sabe, o consumidor é um dos principais fatores a serem analisados por uma empresa em fase de expansão a novos mercados. Assim, a presidência da empresa decidiu enviar dois de seus principais executivos a dois grandes centros comerciais, Nova Deli e Bophal, para análise do potencial de consumo. 

Após alguns dias de pesquisa, um dos executivos enviou um e-mail para a Diretoria no Brasil com suas impressões, dizendo: “Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.” 

Sem ter conhecimento dos termos da mensagem enviada por seu colega, o segundo executivo encaminhou, poucos dias depois, a seguinte mensagem: “Senhores, tripliquem o volume exportável previsto em nosso projeto de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda….”. 

Esta parábola é exemplar para demonstrar como tudo, em nossas vidas, é uma questão de prisma, de ponto de vista. Possivelmente você já deve ter sido perguntado sobre como enxerga um copo com água pela metade: encontra-se ele meio cheio ou meio vazio? 

Obstáculos surgem para todos, a todo o momento. E muitas pessoas devem a grandeza de seu caráter aos obstáculos que tiveram que enfrentar e vencer. Fluindo como a água, que contorna lentamente as condições desfavoráveis e que se move vigorosamente tão logo o curso certo se apresenta. 

A adversidade é necessária. Sem a oposição do vento, a pipa não consegue subir…

Autor: Tom Coelho 

“Cases” é Sucesso

Quinta-feira - 8 - Maio - 2008 at 10:06 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
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Nesta quinta-feira atingimos 16.000 visitas e um arquivo com 34 Cases.

Também contamos com mais de 30 Artigos de diversos temas: Branding, Tecnologia, Planejamento estratégico entre outros.

A participação de vocês leitores é de fundamental importância para mantermos o nível das publicações.

Se você tem interesse em publicar um artigo ou um case, entre em contato com o site: casesdesucesso@hotmail.com

ThiagoMiguel – Administrador

Microsoft desiste de comprar Yahoo

Segunda-feira - 5 - Maio - 2008 at 9:08 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
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A Microsoft anunciou neste sábado (3) a retirada da oferta de compra do Yahoo, encerrando uma negociação iniciada em 31 de janeiro, quando a empresa de Bill Gates ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo ex-gigante da internet.

Com as sucessivas negativas do Yahoo, a gigante do software aumentou a oferta para US$ 47,5 bilhões, o equivalente a US$ 33 por título. O Yahoo, porém, exigia um valor de US$ 37 por ação, o que elevaria o preço final a US$ 53 bilhões.

Em comunicado, o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, lamentou que as duas partes não tenham entrado em acordo. “Apesar dos nosso esforços, incluindo o aumento de US$ 5 bilhões na oferta, o Yahoo não demonstrou interesse na negociação. Depois de uma análise cuidadosa, nós acreditamos que as exigências do Yahoo não fazem sentido para nós”, disse.

Recentemente, a oferta da empresa de Bill Gates havia caído para US$ 42,4 bilhões, devido à queda de cerca de 10% nas ações. O objetivo da reunião deste sábado era negociar uma possível fusão amistosa, depois que a Microsoft chegou a considerar a proposta de uma Operação Pública de Aquisição (OPA) hostil.

Competição com o Google

Os diretores da Microsoft afirmavam que a fusão poderia “revitalizar” seus negócios de internet, que se encontram imersos em perdas, assim como roubar uma fração de mercado do atual líder, o Google.

No entanto, a operação colocaria um ponto final na história do Yahoo como empresa independente, o que desagrada boa parte de seus empregados, além de seu fundador, Jerry Yang.

Fonte: Portal G1

Atitudes Inteligentes

Domingo - 4 - Maio - 2008 at 10:10 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

A vida tem a cor que você pinta. Pensando bem, cada um de nós, ao fazermos nossas opções, escolhemos caminhos, desenhamos de certa forma o futuro.

A idéia é de que se viva o presente da maneira que melhor lhe aprouver, contudo, se vá pavimentando as trilhas do amanhã.

Perder tempo com coisas fúteis é problemático. Recompor o que passou faz um diferencial significativo, daí a sentença “podemos matar o tempo, mas ele também nos enterrará.

Pensando bem estes cuidados são necessários porque o amanhã chega, quer estejamos preparados ou não. A sabedoria popular inclusive ensina “quem não quiser quando pode, quando quiser poderá não poder”.

Os cenários, portanto, precisam de observação continuada. Não adianta ignorar variações. Nada deixa de existir pelo simples fato do desconhecimento. Fatos há quem diga serem até teimosos, repercutem mesmo quando se tenta ocultá-los. Petrônio Portella dizia “ninguém briga com fatos”. Fato é realidade, aconteceu.

A civilização chinesa ensina que semear é decisão e responsabilidade de cada um, todavia a colheita é conseqüência, só se colhe o que se plantou.

O novo dia amanhece para quem está desperto, atento, procurando descortinar o que é melhor, buscando um posicionamento ideal. A falta de interesse, a decisão que se arrasta, mata qualquer negócio.

As chances nem sempre se renovam. A história é rica de perdas importantes, de desperdício de oportunidades, pessoais ou empresariais por falta de vibração.

A competição acontece em todos os momentos, em circunstâncias às vezes nunca imaginadas, numa diversidade de argumentos que impressionam, porém que definem a opção.

Ser perdedor é muito ruim, deprecia, a recuperação bastante custosa. O insucesso impregna e sua repercussão negativa se alonga. Recompor uma imagem proativa cobra intenso trabalho.

Matar um elefante é fácil, difícil é remover o cadáver. Muitas vezes incomoda o resto da vida.

Autor: Aucélio Gusmão

Para Wall Street, Brasil não deve relaxar após grau de investimento

Quinta-feira - 1 - Maio - 2008 at 12:26 am | In Uncategorized | Leave a Comment
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O Brasil precisa tirar proveito do título de grau de investimento concedido pela agência de riscos Standard & Poor’s, mas não pode relaxar no que diz respeito a reduzir sua dívida interna, afirmaram representantes do mercado financeiro ouvidos pela BBC Brasil. Ao adquirir a nota ”investment grade” – dada pela agência a países considerados pouco propícios à inadimplência -, o Brasil passa a ser capaz de atrair grandes fundos de investimento internacionais que, por conta das regras de suas instituições, só podem investir em países julgados de baixo risco.

Para Nilson Strazzi, diretor de mercados emergentes do banco Barclays Capital, a avaliação da S&P é algo ‘’superpositivo”, porque ”abre as portas do Brasil para uma série de novos investimentos” e ”dá uma solidez maior à balança de pagamentos”.

Mas Strazzi afirma que o Brasil deve aproveitar agora para ”tirar vantagem de sua credibilidade” e procurar reduzir a carga representada por sua dívida.

”Em relação ao PIB, a dívida interna não está numa porcentagem muito elevada, está abaixo de 50%, mas o problema é que as taxas de juros são muito elevadas”, diz Strazzi.

“Então, é preciso aproveitar esse ‘investiment grade’ para alongar essa dívida, aumentar a duração da dívida interna para um longo prazo.”


Vulnerabilidades
Felipe Illanes, economista-chefe para a América Latina do banco Merrill Lynch, afirma que a avaliação da agência de risco ”não reflete nada de novo, mas reflete uma coisa boa: o resultado de anos administrando uma política econômica adequada”.

”Mas isso não quer dizer que se pode relaxar, porque o contexto externo é difícil. É preciso seguir reduzindo as vulnerabilidades”, diz Illanes.

Entre elas, o economista cita a dívida pública do país. ”Quando você compara o Brasil com outros países na categoria BBB- (o primeiro nível da categoria grau de investimento), um fator diferenciador é que a dívida pública do Brasil continua sendo muito alta.”
Illanes afirma que o Brasil também precisa amenizar a sua pesada carga tributária, a fim de atrair mais investimentos.

”É preciso reduzir a carga tributária e sua estrutura não muito eficiente. Mas essa redução da carga tributária é difícil de ser feita se o gasto corrente do governo continua elevado da maneira em que está”, diz.

A Standard & Poor’s advertiu que o Brasil deveria buscar uma redução mais significativa de sua dívida pública e um maior equilíbrio de sua balança fiscal.

”Políticas capazes de reduzir o nível e a rigidez dos atuais gastos governamentais fortaleceriam a situação fiscal do Brasil e facilitariam um declínio dos juros reais, com implicações positivas para o crescimento e um maior declínio do fardo representado pela dívida”, afirma a analista da S&P Lisa Schineller.

Fonte: BBC Brasil

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