Tire sua carreira da vala comum
Quinta-feira - 31 - Julho - 2008 at 12:14 am | In Carreira | Leave a CommentTags: Arrisque, Audácia, Carreira, Mudança
Mudar é difícil. E mudar o rumo de uma carreira parece ser ainda mais. Há tanta coisa em jogo que o risco da mudança pode, em tese, colocar tudo a perder. “O ideal é sair do terreno do possível e partir para o que é melhor”, diz o filósofo e professor Mario Sérgio Cortella. Como fazer isso? “Arriscando com audácia”, afirma Cortella. Na prática funciona assim:
- Há uma vaga para ganhar o mesmo que você ganha na empresa dos seus sonhos? Vá. No mínimo, você vai conhecer outras pessoas e derrubar ou reforçar um mito
- Pintou a chance de dar uma palestra em uma universidade? Vá. Lembre-se que uma coisa puxa a outra. O coordenador do curso pode lembrar do seu nome em uma próxima vez e assim vai
- Ouça as críticas feitas a você. Essa é uma ótima chance para saber o que os outros pensam a seu respeito e tentar arrumar sua imagem — ou reforçá-la
- Você teve uma idéia para escrever um livro? Desenvolva um pouco mais o assunto, veja nas grandes livrarias se este tema já não foi abordado e converse com alguns editores. Pode nascer daí um best-seller
São idéias simples que podem tirar sua carreira da vala comum do mercado de trabalho. “Mudar é estar em desequilíbrio momentaneamente. Ninguém disse que seria fácil, mas muitas vezes mudar é a única saída”, afirma Cortella. Portanto, mãos à obra.
Informar-se, conhecer, querer e poder: uma expansão gradual das competências em busca do saber
Quarta-feira - 30 - Julho - 2008 at 9:21 am | In Carreira, Management | Leave a Comment
Ciência, religião, arte, filosofia: são muitas as possibilidades de desenvolvermos nossa sabedoria, cada uma com a sua riqueza, suas verdades. Nessa diversidade, o homem tem a possibilidade de sempre encontrar alguma peça do seu quebra-cabeças interior e, assim, abandonar a ignorância que leva aos maus pensamentos, sentimentos e comportamentos.
Ignorar é não saber que algo existe, e muitas vezes, um algo melhor. E essa premissa me leva a respeitar cada ser humano, pois é possível a qualquer pessoa, no seu tempo, passar a reconhecer um contexto expandido da realidade. Percebo nessa expansão a importância de um caminho gradativo que passe pelo informar-se, depois pelo conhecer, em seguida pelo querer, e, finalmente, pelo poder.
O informar-se é um ato quase passivo de capturar fatos e dados com algum significado, sem necessariamente processá-los, compará-los e adequá-los. É o que fazemos no consumismo intelectual, muito semelhante ao afã do comprar mais. O conhecer já é mais elaborado, por ser o ato de processar informações através da reflexão e da síntese feita em um determinado contexto.
O querer é um propósito gerado a partir da motivação, visando atender a alguma necessidade. Para que haja esse querer, é importante que tenha ocorrido primeiramente o (re) conhecimento de uma necessidade. Entendo que só podemos querer algo, de verdade, quando acessamos e processamos o mínimo de informação necessária, gerando conhecimento. Geralmente, quando não fazemos algo dito necessário, é porque não o queremos de verdade e, para tanto, está faltando informar-se mais, analisar a situação e verificar se é aquilo que queremos realmente.
Finalmente, o poder é o conhecimento incorporado em seu estágio mais elevado, no qual se conhece um tema (o que fazer), se quer utilizar esse conhecimento (por que fazer) e, a partir daí, buscar os meios necessários para tal (como fazer).
Nunca possuímos a total sabedoria para lidar com os desafios diários que surgem na Vida. Entretanto, entendo que, mais importante do que entender detalhadamente como fazer algo, é entender bem seu por que.
Essa é a base para realmente se querer fazer qualquer coisa na vida. Sendo assim, defronte os desafios que surgem, sejam eles pessoais ou profissionais, é recomendado acessar um nível suficiente de informações para gerar um conhecimento inicial, para estimular a geração da atitude de realmente querer lidar com estes desafios e, aí sim, desenvolver as habilidades necessárias, os meios de aplicar o conhecimento. E esse aprendizado é constante, pois sempre podemos conhecer querer e poder em níveis mais refinados. Este é o caminho da sabedoria, traçado pelos verdadeiros mestres, que admitem que, quanto mais sabem, menos sabem.
Na prática, o que tudo isto significa? Um termo recorrentemente utilizado nas empresas e escolas é a competência, que aqui classifico como o arcabouço que integra os conhecimentos, atitudes e habilidades em um determinado tema. A competência Liderança, por exemplo, associa conhecimentos técnicos de Liderança Situacional, atitudes de altruísmo e habilidade de dar feedback.
As competências são os recursos que as pessoas detêm para gerar resultados em suas vivências pessoais e profissionais. Resultado não alcançado é falta de competência para tal. Sendo assim, para promover o alcance de melhores de resultados, as pessoas necessitam desenvolver suas competências em determinado campo.
A partir desta explanação, defendo que as competências sejam desenvolvidas na seqüência:
O QUE PRECISO APRENDER -> POR QUE PRECISO APRENDER -> COMO POSSO APLICAR.
Minhas experiências mostram que as melhores formas de desenvolver o “o quê?” são aquelas em que há transferência de informações, de preferência por um líder (ou mestre), realmente comprometido, para um colaborador (ou discípulo) realmente disposto a aprender. Dentre as maneiras de transferir informação e gerar conhecimento inicial em um tema, destacam-se as bibliografias, as palestras e os diagnósticos que expõem o problema existente e um caminho para resolvê-lo.Para desenvolver o “por quê?”, é importante um equilíbrio entre a exposição do líder e o entendimento do liderado, o qual é mais bem obtido por ações de desenvolvimento, como os treinamentos, o mentoring e a comunicação direta no dia-a-dia. Defendo que a verdadeira importância de um treinamento não é transmitir ao treinando como fazer, mas sim o que e por que fazer.
O “como” as pessoas buscam, ou melhor, criam, estimulando assim a espiral da inovação, que faz pessoas e empresas evoluírem. Nesse momento, o “protagonismo” das pessoas é fundamental e, para apoiá-las no desenvolvimento dos métodos de como aplicar as novas habilidades, é importante que haja reuniões de trocas de boas práticas, trabalhos de consultoria em que especialistas mostrem, na prática, modos melhores de se alcançar um resultado, além dos trabalhos de coaching, em que o “protagonismo” do coach é o ingrediente principal para o desenvolvimento de novas habilidades.
As empresas, escolas e universidades são fontes inesgotáveis de informação, porém a prática mostra que a responsabilidade integral deste movimento é de cada indivíduo. As intempéries do cotidiano tanto podem nos derrubar quanto nos alavancar, simplesmente nos colocando a seguinte questão: o que estamos fazendo é realmente o que queremos e devemos fazer? É por isso que os agentes externos podem nos incentivar a aprender e gerar melhores resultados, mas cabe a cada indivíduo informar-se sobre o que quer e motivar-se para, assim, e somente assim, desenvolver os meios para gerar melhores resultados.
Autor: André Dametto – HSM [www.hsm.com.br]
Novo serviço de buscas quer superar o Google
Terça-feira - 29 - Julho - 2008 at 12:09 am | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Brambles, Cuil, Google, IBM, Microsoft, Search Engine Land, Serviço de Buscas, TeraGoogle, Web, Wikipedia, Yahoo!
O Cuil (pronunciado como a palavra inglesa cool) está oferecendo um novo serviço de buscas, em www.cuil.com. Desenvolvido por uma empresa iniciante criada por antigos engenheiros do Google, o objetivo do Cuil é superar em tamanho o líder do setor.
A empresa, que enfrentará uma difícil batalha para mudar os hábitos de navegação dos internautas, afirma ser capaz de indexar mais rápido e mais barato uma porção da web bem maior que a do Google, o serviço de buscas que hoje oferece o maior índice online.
O novo rival do Google afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.
“Nossos significativos avanços em tecnologia de busca permitiram que indexássemos parte muito maior da Internet, colocando quase toda a Web ao alcance de todos os usuários”, afirmou Tom Costello, co-fundador e presidente-executivo da Cuil, em comunicado.
Danny Sullivan, analista de buscas na web e editor-chefe do site Search Engine Land, disse que o Cuil pode tentar explorar queixas que os consumidores têm sobre o Google – a saber, o fato de que o serviço tenta fazer coisas demais, seus resultados favorecem os sites já populares e ele favorece demais certos sites de referência, como a Wikipedia.
“O momento pode ser propício ao surgimento de um desafiante”, disse Sullivan, acrescentando rapidamente que “concorrer com o Google continua a ser uma tarefa desafiadora, como a Microsoft dirá”.
A Microsoft, terceira maior empresa norte-americana no mercado de buscas na web, vem procurando – em vão até o momento -, unir forças com o segundo colocado do setor, o Yahoo, a fim de competir com o Google.
O Cuil foi fundado por um grupo de pioneiros das buscas, entre os quais Costello, que criou um protótipo da Web Fountain, a ferramenta de análise de buscas da IBM, e sua mulher Anna Patterson, arquiteta do imenso índice TeraGoogle de páginas da web, operado pelo Google.
Patterson também criou o sistema de buscas para uma empresa mundial de armazenagem de informações empresariais, a Recall, subsidiária do grupo australiano Brambles.
Fonte: Tecnologia Terra [tecnologia.terra.com.br]
Fatores Críticos do Sucesso
Domingo - 27 - Julho - 2008 at 10:49 pm | In Planejamento Estratégico | Leave a CommentTags: Fatores Críticos do Sucesso
O bom desempenho destas áreas resulta em competitividade para as organizações.Para Bullen, “fatores críticos de sucesso são entendidos como um número limitado de áreas nas quais um resultado satisfatório assegura um bom desempenho competitivo aos indivíduos, departamentos e organizações”. Fatores críticos são, portanto, as variáveis e áreas da empresa que possuem maior prevalência no atingimento dos resultados desejados.
• Ajudar os gerentes individuais na identificação das informações que eles necessitam;
• Auxiliar a organização no processo de planejamento estratégico, no planejamento de longo prazo e anual;
• Auxiliar a organização no processo de planejamento dos sistemas de informação.
O que se deduz do exposto acima é que os FCS são “pressupostos essenciais para o atingimento dos objetivos que contribuem para o sucesso do empreendimento” e devem ser traduzidos em indicadores que monitorem esses desempenhos críticos, pois sem eles, o desempenho dos recursos, competências organizacionais e processos levam a comprometer os resultados almejados.
Esses fatores-chave em algumas áreas críticas são definidos na análise estratégica global da organização decorrente do estudo dos macro-ambientes, da atratividade do mercado de inserção e das forças estruturais (capital humano, processos, tecnologias…), enfim, dos cenários construídos.
Segundo Day e Wensley e Porter a causa de diferenças no desempenho de empresas dentro de um mesmo negócio pode ser analisadas em diversos níveis, entretanto, os autores entendem que de forma geral, a causa dessas diferenças podem ser reduzidas a dois fatores básicos: o valor percebido pelos clientes nos produtos e serviços e o custo para criar estes valores.
Na definição por Grunert e Ellegard (1992) “Fatores críticos de sucesso são as habilidades e recursos que explicam os valores percebidos pelos clientes”. Essas habilidades e recursos transcendem dos pré-requisitos para se estar no mercado, são fatores que diferenciam organizações de um mesmo mercado, também para Shultz ( 1994), “Para o consumidor, a percepção é a verdade. A percepção pode não estar correta, mas é o que ele conhece, e o que ele conhece é tudo o que ele precisa conhecer.”
Autor: Wagner Herrera [www.portaldomarketing.com.br]
As 25 Leis do Endomarketing
Quinta-feira - 24 - Julho - 2008 at 12:33 pm | In Marketing | Leave a CommentTags: Endomarketing
Como qualquer processo multidisciplinar complexo, o Endomarketing possui premissas constantes e imutáveis que o fundamentam, independente do tamanho, perfil, ou área de atuação que uma organização possa ter. Após anos de investigação e atuação prática, foram elaboradas as 25 Leis do Endomarketing, que de forma direta e clara, apresentam e consolidam conceitos, desmistificam visões, e acima de tudo, facilitam a compreensão sobre este tema cada vez mais presente em nossas empresas.
1. Lei do Diferencial Humano: As pessoas são a base de tudo. Saiba que não importa qual o valor que pretende agregar ao seu negócio, sempre serão as pessoas que o farão tornar-se realidade perante o seu cliente, quer seja de forma direta ou indireta. Aceite isso e aprenda a utilizar toda essa força de trabalho ao seu favor.
2. Lei da Tomada de Decisão: As pessoas são contratadas para tomarem decisões em seu quotidiano de trabalho. Da mais simples função operacional até o mais alto executivo, todos estão sempre a tomar decisões que estão interligadas entre si e influenciam no seu negócio como um todo.
3. Lei do Sentido: As pessoas precisam compreender o sentido daquilo que estão envolvidas para poderem dar mais de si. E no mundo do trabalho isso ainda é mais latente. Sem perceberem a razão ( o lado pragmático) e a emoção (o lado subjetivo) do que estão fazendo em seu quotidiano de trabalho, para além de entenderem a sua conexão prática e a sua posição no conjunto estrutural de sua empresa, jamais poderão dar tudo de si.
4. Lei do Reflexo: Simples assim: a qualidade da relação da empresa com o seu mercado é um reflexo direto do relacionamento que ela tem com os seus colaboradores. Tanto melhor for esta relação, mais respaldo competitivo e legitimidade a organização terá em seu campo de atuação.
5. Lei do Desempenho Esperado: Quanto menos a empresa oferece em troca do trabalho (e aqui não falamos apenas de dinheiro), maior será a diferença entre o desempenho que ela espera e o desempenho que efetivamente recebe do colaborador, pois a percepção deste quanto aquilo que provém da empresa tende, na média (coletiva) e no longo prazo, a se configurar em injustiça quanto à sua recompensa.
6. Lei da Motivação: A motivação é um bem exclusivo do indivíduo e que não está de maneira alguma sob o controle da empresa. Uma vez que não pode ser espontaneamente gerada ou atribuída somente à realização no trabalho, a motivação pode apenas ser estimulada por uma série de fatores específicos que irão aumentar a percepção do colaborador acerca do que o motiva no trabalho.
7. Lei do Composto de Endomarketing: Endomarketing não é o mesmo que Comunicação Interna. É um processo gerencial, cíclico e continuado, formado por um composto de quatro variáveis: a Empresa (o que entregamos aos colaboradores), o Ambiente (tangível e intangível), o Trabalho (a moeda de troca do colaborador), e por fim a Comunicação.
8. Lei da Escada Limpa: Em uma organização o Endomarketing sempre deve começar de cima para baixo: se o corpo diretivo não comprar a idéia, nada irá mudar. Tente limpar uma escada começando pelo degrau mais abaixo e perceberá que nunca sairá do mesmo lugar. O mesmo ocorre em uma empresa: procure implantar qualquer iniciativa em sua empresa sem o apoio das chefias ou de sua diretorias e perceberá que dificilmente conseguirá alcançar resultados satisfatórios.
9. Lei do Fluxo de Benefícios: A percepção da empresa ante o seu colaborador é o fruto do conjunto dos fatores entregues em troca de seu trabalho, e que é dado por um fluxo de benefícios específico, que resultará num valor percebido da organização. O fluxo de benefícios engloba desde a remuneração financeira fixa e variável, passando pelos benefícios tradicionais, até itens como acesso a desafios, responsabilidade social, status, entre tantos outros possíveis. Este fluxo determinará a solidez e o senso de justiça do colaborador para com a empresa.
10. Lei do Ambiente: Todas as trocas entre colaborador e empresa ocorrem dentro de um ambiente, formado por uma parte tangível (as repartições, móveis, equipamentos, etc.) e outra intangível (cultura e clima organizacional). Controlar este ambiente em suas duas variáveis e saber torná-lo um fator motivacional é um espaço de atuação que deve ser ocupado pela sua empresa.
11. Lei do Trabalho: Quanto maior for o valor percebido pelo colaborador em relação ao Fluxo de Benefícios da empresa, maior será o seu desempenho em troca. O trabalho é o valor “pago” pelo indivíduo por aquilo que recebe da empresa, e cabe a esta saber claramente o que espera das pessoas a partir daquilo que oferece, e isso deve ser transparente às pessoas.
12. Lei da Constante da Comunicação: Mesmo que a empresa não possua formalmente um processo de comunicação interna, ela sempre irá existir e ser praticada pelos seus colaboradores por meio de canais informais, a famosa “rádio corredor” ou “rede boato”. A empresa que não pratica a comunicação interna está apenas deixando de participar de um processo que irá ocorrer da mesma maneira, mas sem o controle ou a direção favoráveis.
13. Lei da Gestão do Endomarketing: O endomarketing é um processo gerencial, cíclico, contínuo, e baseado em ferramentas multidisciplinares de ativação, com o objetivo de promover a motivação das pessoas com o seu trabalho e garantir o seu compromisso com os objetivos estratégicos, contribuindo assim à obtenção de melhores resultados a partir de desempenhos superiores.
14. Lei do Discurso Contraditório: A variação de desempenho de um colaborador é o resultado direto da diferença entre o volume de comunicação que orienta a sua tomada de decisão, normalmente gerada pela empresa, e o volume de comunicação contraditória, que na maioria das vezes é gerada pela sua chefia direta.
15. Lei dos Pontos de Pressão: Numa organização sempre existem duas concentrações de público interno que funcionam como grandes pontos de pressão positiva e negativa, diametralmente opostos, e que agem sobre a massa de pessoas em geral. Identificar estes públicos e promover o controle positivo sobre ambos é um espaço de atuação que deve ser ocupado pela empresa.
16. Lei dos Cenários de Representação: As pessoas tendem a resumir a empresa e o seu universo de existência e relações com base apenas nos cenários onde atuam. Os colaboradores que trabalham em um sector desorganizado vêem toda a sua empresa em estado de desordem geral. Cabe a empresa perceber estes cenários e atuar sobre eles, o que reduz custos e otimiza investimentos.
17. Lei das Fases de Implantação: Todo processo de endomarketing deve respeitar quatro fases distintas de implantação, e que estão determinadas de acordo com a capacidade dos colaboradores de cada empresa em assimilarem os conceitos (Fase do Despertar), saírem de suas zonas de conforto (Fase do Envolver), e partirem para a ação (Fase do Construir) em busca de metas elevadas (Fase do Superar).
18. Lei do Discurso Único: Toda empresa deve ter apenas um discurso a ser comunicado aos seus colaboradores, forte o bastante para se manter vivo ao longo do tempo, e com volume de conteúdo capaz de permitir desdobramentos e co-relações com os demais temas que permeiam a organização.
19. Lei da Capacidade dos Canais Internos: O número de canais existentes e de diferentes formatos em uma empresa não está directamente relacionado a qualidade da comunicação interna da organização. Cada canal interno de comunicação possui uma capacidade limitada e específica de gerar relevância, transmitir informações e promover conteúdos, devendo a empresa perceber a sua demanda ideal de canais.
20. Lei dos Tipos de Conteúdos Editoriais: o conteúdo presente em um canal interno de comunicação sempre deverá possuir pelo menos um dos quatro tipos de linha editorial interna (Estratégica, Informativa, de Serviço, Humana), ou ainda a combinação entre elas de forma a complementarem-se e favorecerem a relevância do canal de comunicação.
21. Lei da Estética e do Discurso: A estética e o discurso praticados pela comunicação interna devem estar alinhados para o público interno ao qual se destinam, e não para a instituição e a forma como esta e seus produtos se reportam externamente. A exceção a esta Lei está nas áreas comerciais que tendem a reproduzir os padrões e estilos dos clientes com os quais relacionam-se.
22. Lei do Referencial Externo: As pessoas trazem de fora da empresa os seus referenciais de boa comunicação, e baseiam-se em suas experiências com as mídias externas para relacionarem-se com os canais internos da organização. A empresa, quando utilizar de canais e ações internas que possuem análogos externos, deve seguir o formato já consagrado e consolidado pela comunicação social.
23. Lei da Segmentação Interna: Uma única estratégia de endomarketing e comunicação interna não é capaz de atingir plenamente a todas as pessoas de uma organização. Cada empresa possui um número próprio de segmentos de público que devem receber a mesma mensagem que o restante da organização, mas através de estratégias específicas de ativação, quer na sua forma, estética ou discurso.
24. Lei do Retorno: O aumento do desejo dos colaboradores em possuir meios de dar retorno à empresa é diretamente proporcional ao volume de comunicação interna praticada pela organização. Deve a empresa prever este cenário inevitável, estando preparada para gerar um canal interno de comunicação específico para tal, e principalmente possuir lideranças formados para o momento.
25. Lei da Oralidade: As pessoas preferem à comunicação oral e esperam isso de seus lideres diretos. A evolução eficiente de um programa de endomarketing está presente na diminuição gradual de material impresso ou que utilize de outros meios de comunicação que não sejam a oralidade, em especial a praticada por multiplicadores legitimados ou líderes diretos.
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Fonte: [www.administradores.com.br]
Princípios da Motivação
Quarta-feira - 23 - Julho - 2008 at 7:37 am | In Carreira | Leave a CommentEm recentes pesquisas e apresentações sobre motivação uma pergunta tem sido recorrente: o que nos motiva na vida? Desde que iniciei meus estudos sobre motivação humana descobri diversas explicações, conceitos, teorias e experiências que às vezes me confundiram sobre o verdadeiro princípio da motivação. Porém, isto me estimulou a procurar no convívio diário com profissionais, executivos, alunos e amigos o verdadeiro sentido do que nos motiva na vida.De certo que não encontrei uma explicação definitiva sobre o assunto, mas percebi uma linha de conduta comum a todas as pessoas bem sucedidas que mantive e mantenho contato até hoje. O traço comum de comportamento que coloco como um dos princípios da motivação humana é a capacidade de pensar positivamente sobre seu futuro.
O fator “visão positiva do futuro” faz com que as pessoas tragam algum significado para suas vidas. Quando pensamos sobre nossos futuros estamos criando uma ponte para o sucesso. Nossas ações passam a ter um sentido à medida que organizamos os sonhos e ambições. É fundamental ter sonhos para que encontremos motivos em nossas vidas. O sonho é o primeiro passo para a concretização dos objetivos. Para alguns o sonho é casar e ter filhos, para outros é ser bem sucedido profissionalmente, em outros casos é ter mais tempo para si mesmo, e assim por diante. À medida que projetamos estes sonhos em nossas mentes criamos condições favoráveis para vivermos motivados para alcançá-los.
Em função disso, afirmo que para encontrar a motivação para o dia-a-dia é preciso primeiramente ter sonhos, projetos sobre o futuro, uma visão clara e significativa de onde se quer chegar ou o que se quer fazer com a própria vida. É preciso ter um sentido maior e que faça a diferença para si mesmo.
Há um caso real que reforça esta idéia: a do psiquiatra judeu Viktor Frankl que, preso no campo de concentração de Auschwitz, em plena Segunda Guerra Mundial, traçou três metas ao chegar naquele local deplorável: manter-se vivo, ajudar as pessoas com seus conhecimentos médicos e aprender alguma coisa com aquela situação. Ele conseguiu! No livro “Em busca de sentido”, Viktor Frankl descreve os horrores daqueles momentos quando foi quase vítima do extermínio, mas por definir claramente seu futuro agiu diariamente motivado para cumprir suas três metas.
No mundo corporativo também encontramos casos semelhantes de determinação, motivação e foco no sucesso. O exemplo mais recente é da empresa japonesa Toyota. Há alguns anos seus executivos traçaram a meta de ser não somente a melhor empresa de fabricação de automóveis, mas a maior. Este plano está se tornando realidade porque seus funcionários, clientes e fornecedores compartilham este futuro. Um executivo da indústria de autopeças contou-me, certa vez, um fato interessante sobre o relacionamento e visão compartilhada relativo a montadoras, na qual a Toyota foi citada. Segundo ele, quando havia algum problema no material entregue, as montadoras costumavam chamar para uma conversa e apontar “o erro do fornecedor”, enquanto que a Toyota chamava para a reunião abordando “a resolução de um problema nosso”. Os profissionais da Toyota colocavam a situação como algo a ser resolvido em conjunto e o ônus era partilhado entre as partes. Isso fez e faz toda a diferença.
Voltando aos sonhos, é preciso ter cuidado com o tamanho deles. Algumas vezes o sonho é tão grande que, para ser alcançado com sucesso, deve ser dividido em pequenas partes. Caso contrário, a frustração de não atingir aquele objetivo é um fator de desmotivação tão poderoso que poderá ocasionar a sensação de derrota. Para se chegar à vitória é preciso pensar nela primeiro. Vários esportistas e executivos de sucesso já apontaram que o fator determinante de suas conquistas foi a associação de uma visão positiva de seu futuro, com a determinação para alcançar a vitória. É preciso sonhar e agir. Planejar e realizar. Conquistar e comemorar.
Como sabemos, a motivação é um fator intrínseco ao ser humano e influenciado por fatores externos (pelo meio em que vivemos e pelas pessoas que convivemos). Por isso, nada mais natural que o princípio da motivação se encontre em nossos sonhos, desejos e ambições que, aliados a um sentido de ação, tornam-se a visão de futuro que nos impulsiona a realizar, agir, fazer, trabalhar, namorar, crescer e, enfim, viver. Motivos não faltam; basta dar um sentido a eles.
Autor: Rogério Martins [www.portaldomarketing.com.br]
Seja estratégico com seu tempo
Segunda-feira - 21 - Julho - 2008 at 10:54 pm | In Carreira, Planejamento Estratégico | 1 CommentTags: Blackberrys, Harvard Business School, Steven Wheelwright e Kim Clark
Por Rita Gunther McGrath
No agitado mundo dos negócios, vejo pessoas correndo de um lugar para outro, saindo e entrando em reuniões, consultando seus Blackberrys como fanáticos religiosos, trabalhando madrugadas afora para lidar com a grande quantidade de e-mails recebidos, enfim, vejo esses profissionais ocupados, ocupados, ocupados e ocupados.
O grande dilema de todas essas atividades, no entanto, é que elas representam a maior parte daquilo que os acadêmicos chamam de “tempo que não agrega valor”.
Há alguns anos, os professores Steven Wheelwright e Kim Clark, da Harvard Business School documentaram um declínio catastrófico na quantidade de tempo, com valor agregado, que as pessoas utilizavam no trabalho, quando assumiam mais de dois projetos concomitantemente. Na ocasião da pesquisa, os participantes responderam que estavam trabalhando, em média, em sete projetos ao mesmo tempo. Concomitantemente a isso, a produtividade no trabalho tinha caído 15%. Ironicamente, quanto mais tarefas assumiam, menos as realizavam.
O que você pode fazer para obter produtividade com valor agregado nos dias de hoje? Seguem aqui algumas sugestões:
- desenvolva um conjunto de painéis ou scorecards que possam ajudá-lo a, sistematicamente, separar as oportunidades atrativas das não atrativas.
- tente dar aos projetos mais antigos o status de “em fechamento”, antes de assumir outros.
- assegure-se de reservar algum tempo para as atividades estratégicas não urgentes (como refletir ou redigir), que tendem a ser ofuscadas por outras demandas, supostamente imprescindíveis.
- verifique se há e-mails em sua caixa postal apenas duas vezes por dia (isso não vai machucar, garanto!)
- tente deixar claro àqueles com quem se relaciona (como chefes e colegas) quem talvez esteja gerando excesso de trabalho para você.
- ajuste suas prioridades estratégicas e coloque em questão as atividades que não o levam em direção delas.
- questione o valor de cada atividade – se ela não for finalizada, o que ocorrerá?
Comunicação e Marketing Pessoal
Quinta-feira - 17 - Julho - 2008 at 12:06 am | In Carreira, Marketing | Leave a CommentTags: Aparência, Atitudes Positivas e Pró-ativas, Comunicação, Expressão Corporal, Marketing Pessoal, Network, Postura e Compostura, Relacionar-se com pessoas e sentir prazer nisso, Saber falar em público, Voz
Marketing pessoal não é criar uma imagem falsa, mostrando aquilo que você na verdade não é, mascarando uma limitação ou maquiando uma qualidade.
Por Reinaldo Passadori
Não adianta ser um bom profissional, com boa formação e bem intencionado. Se você deseja ser percebido e valorizado pelos outros, precisa mostrar quem você é, o que pensa, o que sente e como se comporta nas mais diversas situações. Em poucas palavras, não basta ser bom, competente, capaz, habilidoso e experiente; é preciso mostrar tudo isso!
Curiosamente, ao fazer uma breve pesquisa sobre marketing pessoal, ouvi diversas opiniões sobre o que isso significava. Para alguns significava criar uma rede de relacionamentos, o famoso network, para outros uma boa e bem cuidada aparência. Obviamente todas essas opiniões falam um pouco desse precioso e poderoso recurso que, conscientemente você precisa, pode e deve desenvolver que é o seu marketing pessoal.
Como, então, fazer um planejamento e desenvolver práticas para oferecer e mostrar o seu potencial, suas habilidades e atitudes, e assim possam ser conhecidas e valorizadas?
Sem a pretensão de esgotar o assunto, mas com o intuito de ajudá-lo nessa direção, apresento algumas considerações que julgo oportunas para que você cresça e evolua em um mercado que se torna cada vez mais exigente e competitivo.
• Postura e Compostura
Enquanto a postura trata de aspectos corporais, tais como: maneira de andar, sentar, portar-se nas mais variadas situações, a compostura é o conjunto de ações que denotam boa educação. É preciso zelar por boa postura e também a compostura gera boa impressão.
• Aparência
Lembre-se que você é percebido, observado e analisado também pela aparência, por isso, vestir-se bem (não significa com roupas caras e de grifes famosas), mas limpas, ajustadas e bem passadas. Pequenos detalhes de asseio corporal, unhas cortadas e limpas, sapatos engraxados, cores de roupas combinando e indumentária adequada ao contexto também merecem sua atenção.
• Voz e Expressão Corporal
Curiosamente, um estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia, do que comunicamos o conteúdo representa 7%, a voz e suas qualidades 38% e o corpo 55%. Só por esse estudo, perceba o quanto é importante cuidar da sua voz, aprimorando a dicção, variações de volume, tonalidade e velocidade, expressando conjuntamente as emoções, bem como desenvolvendo a expressão corporal, através de gestos adequados, olhar, expressão corporal, causando boa impressão nos interlocutores.
• Atitudes Positivas e Pro-ativas
De nada adianta boa aparência e gestos adequados em uma pessoa pessimista e maledicente. É fundamental que você saiba se cuidar, adotar e cultuar atitudes e valores positivos, tais como: otimismo, entusiasmo, integridade, bondade, paciência, tolerância e flexibilidade.
• Relacionar-se com pessoas e sentir prazer nisso
Gostar de conversar e relacionar-se com pessoas é imprescindível. Certos cuidados, tais como: cumprimentá-las em seu aniversário, festas de final de ano, desejando um feliz Natal e um bom Ano Novo, ou na eventualidade de uma conquista (livro escrito, nascimento de um filho, recuperação de uma cirurgia, compra de um bem, um novo emprego ou pelo simples fato de ter participado de uma entrevista em uma revista formal ou programa de TV. Lembre-se que agradecer presentes e convites também contam pontos).
• Saber falar em público
Pouco importa saber muito, ter experiência, se na hora que você mais precisa mostrar o seu potencial, há timidez ou outros bloqueios que o impedem de falar em público, quer seja em uma reunião, aula, palestras ou um simples discurso. Lembre-se de que não somos valorizados pelo que sabemos, mas por aquilo que fazemos do que sabemos.
É claro que muitas outras possibilidades poderiam ser sugeridas: ter sempre o seu cartão de visitas à mão, fazer visitas, receber pessoas, marcar um almoço ou jantar de vez em quando. Mas lembre-se que marketing pessoal não é uma ação isolada ou artificial, mas sim o conjunto de ações e atitudes que mostram, na essência, quem você realmente é.
Liderança, equipe e comunicação fazem a diferença
Quarta-feira - 16 - Julho - 2008 at 10:19 pm | In Carreira, Management, Marketing | Leave a CommentTags: Capital Humano, Comunicação, Counseling, Investimentos, Liderança
Andando por este Brasil afora em tantas e diferentes empresas, encontro um denominador comum: um enorme potencial de melhoras no tripé liderança, equipe e comunicações. E quando há carências numa das “pernas” do tripé, usualmente as outras dimensões também se apresentam como área de dificuldade, comprometendo o processo de gerenciamento de pessoas.
A chave do sucesso e competência das empresas, hoje mais do que nunca, está nesta nova fronteira, que é o comportamento humano. Tecnologia, patrimônio, informações, tudo isto pode ser adquirido; mas uma equipe competente, alinhada e motivada leva seu tempo para ser formada. As empresas que sabem lidar bem com pessoas e equipes, que resgatam esta dimensão de “pessoalidade” nas suas relações conseguem atingir excelentes resultados de negócio, integrados com um clima interno onde as pessoas curtem trabalhar, onde a motivação, o trabalho em equipe, a flexibilidade, a inovação, o “ousar”estão presentes em alto grau. A publicação das “100 Melhores Empresas para se Trabalhar”, da editora Abril, demonstra que tratar bem as pessoas é um inteligente negócio. Basta folhear a revista para se perceber que são empresas bem-sucedidas, e não apenas gigantes multinacionais. Isto quer dizer que um clima saudável pode e deve ser buscado em qualquer empresa, independentemente do tamanho ou setor de atividades.
E aí é que o tripé liderança, equipe e comunicação se manifesta com toda a força! É aí que as empresas devem focar a sua atenção. O que encontro em muitas empresas são pessoas que exercem sua liderança mais como chefes que como líderes. No seu histórico de carreira, são excelentes técnicos, que sabem resolver bem questões técnicas, que foram conduzidos a papéis de chefia, ocupando “caixinhas” nos organogramas e progredindo em suas trajetórias profissionais sem buscarem um embasamento para lidar com pessoas e com equipes. Nem sempre o bom técnico é um bom líder. Aí usualmente vem a conseqüência de autoritarismo ou de omissão. É o chefe que é “linha dura” em excesso e que com isto massacra seu pessoal, ou o chefe que “deixa rolar solto”, não tendo uma contribuição efetiva a fazer pelo seu grupo.
Quando falta uma visão mais convergente nas diversas áreas da empresa, quando falta a conexão da minha identidade com a identidade coletiva da empresa, ocorrem as dificuldades de trabalhar em equipe. O que prevalece é o “cada macaco em seu galho”, o “não é de meu departamento” e os feudos acabam prevalecendo na organização. O primeiro a se prejudicar com a falta de visão de equipe é o cliente, que fica invariavelmente mal atendido (e não retorna mais). Como próximo (e imediato) passo, isto se reverte contra a empresa, que rapidamente perde seu lugar no mercado.
A carência nas comunicações é quase endêmica nas empresas. O medo de falar em público (mesmo que seja apenas meu pequeno grupo de subordinados), o temor de represálias se “eu falar a verdade”, as dificuldades nas relações entre áreas ou ainda as reuniões improdutivas onde nada se decide são apenas alguns dos exemplos práticos dessa dificuldade.
Se você identificou alguma destas situações na realidade de sua empresa, está na hora de agir. O capital humano pode se desgastar, e é muito importante fazer algo antes que os prejuízos se tornem irreparáveis.
Se você ocupa um cargo de liderança na empresa, e há pouco investimento nas áreas de liderança, equipe e comunicação, está na hora de sugerir e de influenciar a direção e as áreas de RH para que isto aconteça. Comece a prestar atenção nos seus comportamentos e no das pessoas ao seu redor. Como está a sua qualidade de vida, profissional e pessoal?
No mínimo há muitos livros que podem ajudá-lo a crescer e se desenvolver, pois assim com certeza seus papéis de liderança serão melhores desempenhados. Procure apoio profissional se você achar que não pode lidar sozinho com certas situações. Serviços de counseling ou até de apoio terapêutico são possibilidades a serem exploradas.
Se você tem cargo de direção de empresas ou é responsável pelo desenvolvimento de competências em sua empresa, tenha conta que esta área comportamental apresenta elevadas taxas de retorno dos investimentos. A experiência mostra que melhorar a liderança, a equipe e a comunicação é o caminho mais curto para o desenvolvimento da empresa, de seus negócios e das pessoas que partilham o mesmo caminho.
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