O impacto da Marca
Domingo - 31 - Agosto - 2008 at 1:02 am | In Uncategorized | Leave a CommentMuito já se falou sobre como impactar consumidores, mas não custa dar mais uma cutucada no assunto. A propósito: Como anda a relação da sua marca com o seu público-alvo? Ou a relação Consumidor x Marca? Atualmente sua relação está saudável?
Então, raciocina junto comigo: será que hoje vale a pena gastar milhões de reais com ações de merchandising na televisão, inserindo produtos em cenários que são pura ficção para o telespectador? Ou até mesmo continuar com aquele velho formato matutino e vespertino nos programas voltados para as donas de casa e adolescentes, geralmente desrespeitando a inteligência do telespectador, cortando a parte mais legal da matéria no meio para nos impactar e nos vender algo que a gente geralmente não precisa. Mas já parou pra pensar que esse impacto pode ser negativo para sua marca e até mesmo para o seu programa?
Hoje existem ferramentas que permitem que você descubra onde está o seu consumidor ideal. E também conheça seus hábitos de consumo, através do que eles lêem e dos sites que visitam. Tudo muito claro. Quem consome esportes, vai aceitar muito melhor ser impactado pela Nike do que alguém que consome e navega por sites esotéricos ou de receitas culinárias.
Essa verba poderia ser utilizada de maneira mais inteligente e interativa, principalmente se for gasta em web. A web permite um conhecimento mais profundo do perfil dos consumidores além de proporcionar mais interatividade nessa relação tão delicada Marca X Consumidor. Quantas pessoas do seu convívio cotidiano você sabe que compraram algo com esse tipo de impacto televisivo? Eu, particularmente, nenhuma.
E quantas vezes você já se pegou com uma certa antipatia por um determinado produto por causa dessa pratica abusiva? A hora do intervalo é sagrada, foi feita para isso, para nos impactar, para a emissora ganhar por todo aquele conteúdo que foi gerado para você, para mim. Então considero a conta bem paga por nós consumidores durante o intervalo.
Quem nunca se emocionou com uma bela campanha publicitária, como aquela da margarina Mila com crianças nuas em Estocolmo, no início dos anos oitenta? Ou quem não se lembra das “carinhas divertidas” de Doriana ou das campanhas de verão com muito sol e Tom Jobim criadas pela Coca-Cola? Bons tempos da propaganda popular brasileira.
Atualmente, aquela marca “que não tem preço” e que hoje tem uma preocupação com o seu público-alvo que até está convidando a contar o que não tem preço para eles, criando um hotsite para essa integração interativa. E o prêmio? Nada demais, apenas o consumidor ter o prazer de se emocionar e emocionar os outros com suas “histórias reais” que não têm preço. Um belo exemplo de como se comunicar e respeito pelo seu público-alvo.
São marcas que lembramos com carinho, autênticas “brand images”, como aquele belo cãozinho da Cofap, ou que rimos com aqueles desenhos divertidos de Tostines, ou até mesmo brincamos – “ah, seu lobo, faz com Cremogema!”. São marcas que nos remetem ao passado, têm perenidade e cheiro de infância, claro era uma outra forma de se comunicar. A comunicação mundial pode ter mudado na forma, mas não no conteúdo. As pessoas continuam sonhando com valores muito próximos aos da nossa infância, seja a sua infância nos anos cinqüenta, sessenta, noventa ou dois mil.
Hoje os consumidores querem contar suas histórias e a maioria das empresas quer saber. Milhares de hotsites são criados todos os anos em busca de aproximação, dessa intimidade. Afinal, posso dizer que muitas marcas são íntimas do meu cotidiano, como minha pasta de dente, meu shampoo, meu absorvente, meu requeijão, mas hoje fazemos questão de participar se quisermos e na hora que quisermos. A internet possibilitou essa liberdade de escolha para a comunicação e para todos. E então? Sua marca faz e tem um relacionamento saudável?
Adriana Azevedo [mundodomarketing.com.br]iPhone no Brasil em Setembro?
Quinta-feira - 28 - Agosto - 2008 at 12:34 am | In Uncategorized | Leave a CommentTags: 3G, Anatel, Apple, Blackberry, Brasil Telecom, Claro, iPhone, Moto Q, N95, Oi, TIM, Vivo
A operadora de telefonia Claro anunciou nesta quarta-feira (27) que começou a cobrar uma taxa de reserva de R$ 100 dos clientes interessados em comprar o iPhone 3G. A nova versão do aparelho da Apple, cuja venda no Brasil foi autorizada oficialmente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no dia 12, deve chegar oficialmente ao país ainda em setembro, de acordo com as atendentes do serviço de reserva. A Claro não confirma a data oficialmente, e também não divulga o preço final.
Após o anúncio de que a America Móvil, controladora da Claro, traria o telefone para o país, a operadora criou um cadastro de interessados na compra do iPhone em seu site.
“Neste momento a Claro está entrando em contato com essas pessoas para verificar o interesse na aquisição do aparelho, oferecendo a possibilidade de reserva mediante o pagamento de R$ 100,00. Este valor será descontado do preço final”, diz a empresa.
O preço final do aparelho ainda não foi divulgado, mas a Claro afirma que vai devolver o dinheiro a quem pagar a reserva e decidir não adquirir o aparelho.
Outras três operadoras já demonstraram interesse em trazer o aparelho para o país. A Telefônica fechou um acordo com a Apple para vender ainda este ano o celular no Brasil e em outros 11 países latino-americanos. A TIM, cuja controladora vende os aparelhos na Itália, também pretende disponibilizar o iPhone.
A Oi, por sua vez, que espera autorização dos órgãos reguladores para assumir o controle da Brasil Telecom, ainda não tem acertos com a Apple. Ela informou, através de um comunicado, que “a Oi tem interesse em comercializar o iPhone em suas lojas, desde que o modelo de negócio seja adequado a esta estratégia, que é reflexo de um movimento popular”.
Fonte: Portal G1
Os 10 passos que garantem sucesso no CRM
Terça-feira - 26 - Agosto - 2008 at 12:32 am | In Uncategorized | 1 CommentTags: BackOffice, BI, Business Intelligence, consumidor, CRM, Customer Relationship Management, ERP, Software, TI
Você está pensando em adotar uma solução de CRM (Customer Relationship Management) para a sua empresa? Precisa interar-se mais sobre como ganhar dinheiro com CRM? Quer implementar o CRM na sua organização sem correr muito risco? Se você está diante de questões como as acima descritas, sugiro que leia atentamente este artigo até o fim.
A proposta do CRM deve ser aumentar vendas, enquanto reduz custos, otimizando o retorno financeiro para a organização. Porém, para obter retorno no prazo esperado você precisará se preocupar em cobrir uma ampla agenda de implantação. As principais questões a serem abordadas, segundo especialistas em CRM, como, por exemplo, o vice-presidente de uma das principais empresas de pesquisa do mercado norte americano, Sr. Henry Morris, são:
1. Como o CRM causará impacto na experiência do consumidor?
Os projetos do CRM que geram mais retorno são aqueles que usam tecnologia para presentear os consumidores com uma única e unificada visão da firma que os provê. Isso implica pelo menos algum nível de integração entre o sistema CRM e os demais sistemas corporativos da organização.
2. Convém usar um software independente ou adequar sistemas já em uso na empresa?
A escolha de um software que atenda as necessidades e a escolha de uma empresa para implantá-lo é de fundamental importância para o sucesso do projeto. Muitas organizações tentam incrementar o software de BackOffice com soluções de CRM recorrendo à experiência interna. Esse esforço nem sempre é coroado com o sucesso desejado, pois a experiência de uma consultoria que entenda do riscado é fundamental para o sucesso do projeto. Uma outra vantagem em ter um software independente de CRM é evitar colocar todos os ovos em um único cesto. Agindo assim, a sua negociação com os fornecedores de software serão sempre menos desgastantes.
3. Quem deve participar do projeto de CRM?
Poucos são os projetos do CRM que possuem êxito sem a participação ativa de todo grupo interno que o sistema impacta. Os gerentes de vendas, de marketing, de recursos humanos, de tecnologia da informação, administrativo e financeiro, entre outros, devem atuar para ajudar a definir a dimensão, o escopo e o retorno do projeto.
4. Quem pagará pelo sistema?
O projeto financeiro deve ser discutido com todas as áreas envolvidas. Precisa haver acompanhamento por todos os gestores, de forma a evitar o perigo real de que as áreas vejam o sistema como algo que está sendo imposto sobre eles. Todo o grupo que estiver se beneficiando do sistema deverá pagar sua justa parcela.
5. Existem muitas características?
Projetos muito detalhados de CRM estão freqüentemente falhando. Às vezes eles possuem tantas características e vertentes que ninguém consegue descobrir como usá-los. Os projetos do CRM que proporcionam um rápido retorno sobre o investimento são aqueles que sucessivamente e gradualmente simplificam e melhoram as áreas mais “dolorosas” do processo de vendas.
6. Existe uma aproximação incrementada?
Um check-list balanceado ajudará assegurar que ninguém envolvido no projeto do CRM (vendedor, integrador, equipe de vendas, TI, e demais grupos) arcará mais do que pode suportar. Além disso, uma aproximação incrementada permite a você começar sua implementação com 10% de funcionalidade, que fornecerá 90% do benefício, o que significa que você irá alcançar o retorno sobre o investimento com mais rapidez.
7. Você pagou muito pelo sistema?
Alugar um software CRM quase sempre traz um melhor retorno sobre o investimento do que comprar um. Com certeza, o sistema CRM acabará custando o dobro do dispêndio com aluguel por dez anos.
8. As customizações têm preço fixo?
Algumas companhias provedoras de CRM pedem a seus clientes para pagar a customização e apoio usando os contratos de billable hour. Porém, experiências têm mostrado que essa implementação atrasa as implantações, porque está no interesse do integrador prolongar o projeto. Isso terá um impacto negativo no retorno sobre o investimento.
9. Cumpro os prazos estabelecidos no projeto?
É imperioso ter um cronograma bem definido. Cumprir os prazos nele estabelecidos é de fundamental importância para manter a credibilidade no projeto e garantir o retorno do investimento previsto. Não possuir um cronograma detalhado ou mesmo deixar de cumprir os prazos nele estabelecidos poderá significar o fracasso do projeto e muito dinheiro na lata de lixo.
10. Quais os cuidados necessários à escolha do coordenador do projeto?
Dedique-se ao projeto com a mesma garra que você se dedica à principal atividade de sua empresa. Preocupe-se em encontrar alguém capaz para delegar a coordenação do projeto. Saiba que boa parte do sucesso da implantação de um projeto de CRM vai depender do entusiasmo e persistência de seu coordenador. Portanto, não vai querer economizar alguns trocados na contratação de alguém para preencher essa vaga, vai?
Evaldo Costa
Fonte: Portal HSM
A razão de ser de uma empresa: lucro a qualquer preço?
Sábado - 23 - Agosto - 2008 at 12:51 am | In Management, Planejamento Estratégico | 1 CommentTags: Lucro, empresa, acionistas, Kaizen, Iso 9000, RH, Qualidade Total, Empresa Econômica, Jim Collins
De cada 10 restaurantes que abrem as portas em São Paulo, oito fecham em menos de um ano. Por que algumas empresas sobrevivem séculos e a maioria não passa de dois, três anos? Será que elas estão perseguindo a coisa errada?
O que é uma empresa? Por que e para que existe? A visão quase onipresente, nos últimos anos, e não só no Brasil, tem sido de que uma empresa existe para gerar lucro para seus acionistas. Lucro, lucro, lucro… Esta palavra, e tudo o que ela traz consigo, tem causado uma monocoloração absoluta do mundo empresarial, restringindo a visão exclusivamente aos resultados de curto prazo. Vários de meus amigos, presidentes de empresas multinacionais instaladas no Brasil, costumam me dizer: “Longo prazo? Longo prazo, para a matriz, é o quarter. Hoje, o curto prazo são os reports mensais ou quinzenais, meu chapa!”
A perseguição dos resultados de curto prazo, promovida implacavelmente pelo “rebanho eletrônico das velhinhas de Cincinatti”, que apostam compulsivamente na bolsa de valores –como nossas velhinhas aqui correm para os (ex?) bingos– tem pirado a cabeça dos CEOs e em cascata toda a cadeia de comando das empresas. O investidor anônimo, representado principalmente pelos fundos de pensão, só enxerga uma coisa: o tal do famigerado ROI (retorno sobre os investimentos). Para ele não existem clientes, funcionários, fornecedores, meios de produção, fábricas, processos, ISO 9000, RH, qualidade total, Kaizen, Shmaizen e nada disso. Ele só olha qual ação dá mais retorno, em menos tempo e com menos risco.
Isso tem causado, invariavelmente, uma pressão insuportável sobre os executivos, que têm sacrificado o longo prazo em detrimento dos resultados do trimestre. Esta realidade vai de encontro ao real motivo de existir de uma empresa: se perpetuar na sua contribuição para com a comunidade. É claro que nenhuma empresa pode se perpetuar sem gerar lucro. Mas aí o lucro é a conseqüência, não a razão de ser. Essa diferença não é meramente semântica. Ela é essencial. A empresa que raciocina desta forma é a “empresa comunidade”, que diferentemente da “empresa econômica”, coloca o lucro em primeiro lugar. Já a empresa comunidade busca sua perpetuação. Ela é a “empresa-rio”, pode aumentar ou diminuir, conforme a chuva, mas raramente seca. Ela é dinâmica –as gotas não param. Ela visa ao lucro, mas como complemento à otimização das pessoas.
O engraçado é que, conforme estudos profundos feitos por vários estudiosos, como Jim Collins em Feitas para durar e Feitas para vencer, e A empresa viva de Arie de Geus, as empresas que não colocaram o lucro em suas bandeiras corporativas obtiveram, em longo prazo, uma lucratividade média quinze(!) vezes superior à média da bolsa de valores. É como aquela lição que nós, homens, já havíamos aprendido na adolescência: quanto mais as perseguíamos, mais elas fugiam…
Jimmy Cygler
Portal HSM
Quando 2 é melhor que 1
Terça-feira - 19 - Agosto - 2008 at 9:06 am | In Management, Marketing, Planejamento Estratégico | Leave a CommentTags: Accenture, Amazon.com, Borders Teamed, Branding, Cleveland Clinic, Eddie Bauer, Ford, Graves, Groupe Ingenico, Hewlett-Packard, Intel Inside, Jogos Olímpicos, Kyocera Wireless, Marketing, Motorola, NutraSweet, Palm, Pequim 2008, SBC Communications, Starbucks, T-Mobile, Target, United Airlines, VeriFone, Virgin Mobile USA, Visa, Yahoo!
Graças a uma série de inovações, a publicação de livros se transformou radicalmente desde que a Bíblia de Gutenberg foi impressa, há mais de cinco séculos. Entre as mais recentes mudanças estão à venda de livros pela Internet e novos formatos eletrônicos, como o e-book. No entanto, poucas inovações criaram tanto valor para os vendedores e compradores de livros que a parceria entre a marca Oprah (da popular apresentadora de TV norte-americana Oprah Winfrey) e muitas editoras. Esse exemplo de associação de marcas, ou co-branding, foi colocado em prática a partir de recomendações de leitura divulgadas pelo clube do livro da apresentadora.
Embora a parceria entre as marcas significasse um incremento de mais de US$ 100 milhões em vendas apenas para a editora Random House após o lançamento do clube do livro em 1996, o que talvez seja mais digno de nota foi o diferencial que a pequena letra “O” em laranja, impressa nas sobrecapas dos livros, criou. Um trabalho de ficção literária, com boa tiragem, pode vender cerca de 30 mil cópias nos EUA; os que ostentavam o selo Oprah venderam de 500 mil a 1 milhão.
Entretanto, em 2002, Oprah encerrou seu clube do livro e, conseqüentemente, o acordo com as editoras. Isso não surpreendeu os executivos de marketing. Mesmo as iniciativas promocionais mais eficazes costumam ter vida curta em comparação com outras. [Texto completo em PDF]
Fonte: Portal HSM
Concorrência sob controle
Domingo - 17 - Agosto - 2008 at 11:54 am | In Uncategorized | Leave a CommentTags: ação preventiva, concorrência, estratégia, reação atrasada, reação imediata
Quando um concorrente entra no seu mercado, como você reage? Inúmeras empresas respondem iniciando uma luta corpo a corpo, gerando um movimento ou ação similar no mesmo mercado ou equiparando preços. Porém, existem uma série de opções que podem ser levadas adiante para responder aos movimentos da concorrência: no começo você pode brigar no preço, mas em um mercado diferente do seu rival; por outro lado você também pode reagir de forma agressiva e escolher se reposicionar.
Mas, existem outras estratégias
- Ignorar o movimento da concorrência: Embora o primeiro impulso seja responder à concorrência com uma ação similar, é conveniente não cair nessa armadilha que pode levar a uma guerra de ações cada vez maior.
- Adaptar-se: Esta é uma decisão um pouco mais ativa do que a anterior e a recomendo quando há suficiente mercado e possibilidades de negócio para todos os concorrentes, incluindo os mais agressivos, ou quando a concorrência pode ser útil para incrementar o volume do mercado. Ou seja, graças à concorrência o “bolo aumenta”.
- Abandonar: Esta é a estratégia extrema e só deve ser considerada se o mercado é indesejável ou se a concorrência possui uma grande vantagem sobre o produto ou a marca em questão.
- Contestar: Tomar este tipo de decisão é como uma declaração de guerra, na qual a empresa quer “atacar” a sua rival, com a intenção de dar briga. No entanto, esta não é a melhor estratégia porque com o incremento de atividades de marketing, também podem cair os preços e os lucros.
A importância da velocidade
Além de analisar a estratégia e o tipo de resposta que vão dar para a concorrência, os executivos têm de considerar a velocidade de sua reação:
- Reação imediata: a resposta é assim que você sabe do movimento da concorrência.
- Reação retrasada: antes de reagir esperam e observam a atitude, a medida do impacto do movimento e a seriedade da concorrência.
- Ação preventiva: reage antecipadamente; antes do movimento da concorrência.
Fonte: Portal HSM On-line
Competindo pelo Futuro
Quinta-feira - 14 - Agosto - 2008 at 1:16 am | In Carreira, Management | Leave a CommentTags: CK Prahalad, Competindo pelo Futuro, Gary Hamel, Planejamento Estratégico, Realidade competitiva, Thiago Miguel
CK Prahalad e Gary Hamel são dois dos maiores estrategistas do mundo dos negócios, prova disso é o livro “Competindo pelo Futuro”, uma obra de 1995 utilizada como cartilha em grandes corporações. Todo grande empreendedor deve ter esse grande livro.
ThiagoMiguel
Introdução
“Muitas vezes as empresas conseguiram criar formas inteiramente novas de vantagem competitiva e reescreveram drasticamente as regras de engajamento. As vantagens da flexibilidade foram desenvolvidas sobre as vantagens da qualidade.
Observação: Nota-se que o enfoque dado à qualidade é estreito, pressupondo apenas conformidade e confiabilidade.
A meta do livro é compilar o conceito de estratégia, de modo a permitir que ele inclua, de forma mais abrangente, a realidade competitiva emergente – uma realidade na qual a meta é transformar setores, não apenas organizações; uma meta na qual ser cada vez melhor não basta; uma realidade na qual uma empresa incapaz de imaginar o futuro não estará lá para desfrutar dele”.
Clique AQUI e baixe o resumo do livro
O império da Microsoft
Terça-feira - 12 - Agosto - 2008 at 11:16 pm | In Uncategorized | Leave a CommentMesmo em decadência, a Microsoft continua como uma das maiores empresas de software do mundo. São mais de 90.000 funcionários trabalhando em 120 países. A receita anual do grupo é de, aproximadamente, US$ 51 bilhões, de acordo com os dados fiscais da empresa em 2008.
O foco da MS (Microsoft) vai além do seu sistema operacional. Com a entrada de Ballmer no corpo executivo, a empresa começou a atacar outras áreas do mercado. O MP3 player Zune, por exemplo, foi a resposta ao crescente sucesso do iPod da Apple, Mesmo não tendo a mesma penetração, o player ainda é uma das apostas da empresa.
O lançamento do Xbox também foi um passo importante. Para suprir a necessidade de jogos para o console e para os computadores, foi criada a Microsoft Game Studios, que trabalha com outras produtoras do mercado para o desenvolvimento de títulos.
Recentemente, o foco da MS passou a ser a internet. Foram lançadas versões “Live” de seus aplicativos, que não fizeram tanto sucesso por causa das soluções já disponibilizadas pelo Google.
Em uma tentativa de abraçar o mercado on-line, Steve Ballmer sugeriu a compra do Yahoo! por US$ 47,5 bilhões. A negociação não funcionou e as duas partes passaram por um período de atritos, mas já retomaram as negociações.
James Della Valle - Limão.com.brQuatro Paradigmas de Marketing
Segunda-feira - 11 - Agosto - 2008 at 8:41 pm | In Uncategorized | Leave a CommentTags: Marketing, Paradigmas, Philip Kotler
Resumo Executivo
A escolha do paradigma de marketing correto é a base para as estratégias que uma empresa aplicará. Segundo Philip Kotler, existem quatro paradigmas de marketing: marketing de massas, marketing focalizado, o marketing do cliente e o marketing eletrônico. A partir de um paradigma tradicional, como é o caso do marketing de massas e passando por um paradigma de transição, o autor enaltece o modelo do marketing eletrônico e as ferramentas indispensáveis para um futuro delineado com as novas tecnologias.
Em breve, as empresas devem mudar seu marketing de massas, de resultados ineficientes, por um marketing de efeito, com foco no cliente. Concentrar-se nas necessidades individuais dos consumidores e em sua satisfação, sem esquecer um bom manuseio da informação dos clientes, são as chaves desse modelo. Aquelas empresas que não se enquadrarem nessa missão e perderem a noção de que não se trata apenas de conseguir clientes, mas sim segurá-los, encontrarão crescentes dificuldades para sobreviver.
Dominar o marketing de base de dados e de Internet serão também dois elementos de vital importância, dos quais o responsável pelo marketing deverá lançar mão para assegurar a permanência da empresa na economia global. Toda empresa que não aplique um marketing direcionado ao cliente, que não tenha empenho para mantê-lo e que não domine o marketing de base de dados, dificilmente poderá sobreviver na nova economia estabelecida pelo mercado global. Não se trata apenas de captar clientes, e sim mantê-los. Cabe ao responsável pelo marketing da empresa a inclusão e a permanência da mesma no mercado.
Autor: Philip Kotler
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