Novidades !
Terça-feira - 30 - Setembro - 2008 at 11:16 pm | In Portais de Notícias | Leave a CommentTags: MBA, Posicionamento Estratégico, Thiago Miguel
Tudo começou como passatempo, uma vontade de reunir assuntos de meu interesse, principalmente os relacionados a negócios e tecnologia e para minha grata surpresa, esse passatempo tem se tornado um desafio diário.
Para quem cursou ou cursa um MBA, sabe da importância dos cases durante as aulas. Acredito que não haja cursos sem os nossos amigos cases, apenas por curiosidade, a idéia do nome (do site) veio em uma aula de “Posicionamento Estratégico” no final de 2007.
Eu já comentei em outro post, mas vale relembrar: nem todos os cases do site são de sucesso, inclusive, farei algumas alterações para facilitar a busca por temas.
Quero agradecer a todas as manifestações que venho recebendo, é muito importante receber o feedback dos leitores pois quero sempre melhorar o site em todos os aspectos.
Fiquem atentos, nos próximos dias teremos muitas novidades!
Se você quiser colaborar com artigos, divulgar trabalhos e idéias mande seu e-mail para:
casesdesucesso@live.com
ThiagoMiguel
Administrador – Cases de Sucesso
Os 3 “Is” da Comunicação
Segunda-feira - 29 - Setembro - 2008 at 11:35 pm | In Marketing | Leave a CommentTags: Comunicação, Inconformismo, Informação, Integração
Nestes mais de 25 anos de atuação no mercado, sempre estivemos em crise neste país, a não ser em alguns poucos e curtos períodos, estes sim, verdadeiros e inconsistentes soluços de uma prosperidade “fake”, na maioria das vezes também fruto de canetadas irresponsáveis.
Ao longo de todo estes anos simplesmente temos colhido os frutos de uma histórica incompetência na gestão desta marca chamada Brasil.
No tocante ao mercado publicitário, o fato é que nossa atividade depende visceralmente da conjuntura político-econômica e, quanto mais saudável for a economia do nosso país, mais próspera e pujante será nossa publicidade.
Neste contexto, entendo que as análises sobre crise no mercado publicitário deveriam ser mais abrangentes e menos focadas na primária preocupação com a tal da verba publicitária, se cresceu ou vai crescer, pois, como disse, se o país crescer ela cresce naturalmente.
Além disso, a história nos ensina que a economia é cíclica. Assim sendo, mesmo que o futuro nos reserve um período de crescimento econômico consistente e mais prolongado, no que acredito certamente outras crises e ameaças surgirão, nos obrigando a ser competentes e, acima de tudo, criativos.
O que importa é como fazer nosso negócio continuar rentável mesmo que a verba publicitária não cresça, como continuar sendo indispensáveis para os clientes, que cada vez mais necessitam de soluções de comunicação de Marketing e não apenas de propaganda para fazerem suas marcas vencerem neste cenário tão competitivo e desfavorável.
A comunicação mudou, evoluiu e assim como existem os “Ps” do Marketing, entendo que uma agência de propaganda moderna e bem sucedida deve atuar levando em consideração seus 3 “Is”:
• Informação – a informação, cada vez mais acessível e abundante, tornou-se matéria prima indispensável à nossa atividade. Foi-se o tempo em que apenas o talento era suficiente.
• Integração – a prestação de um serviço pressupõe a capacidade de integrar várias ferramentas de comunicação e Marketing e não apenas a propaganda. Além do que, a integração das equipes da agência e do cliente é fundamental para alcançar os objetivos traçados.
• Inconformismo – não podemos nos conformar nem com verdades absolutas, fórmulas de sucesso ou paradigmas, assim como também não podemos nos conformar com a primeira boa idéia que aparece.
O mercado está em permanente mudança e em velocidade cada vez maior. Cabe às agências se adaptarem a estas mudanças. Buscamos sempre nos questionar, nos reinventar. Nós da Casa da Criação, somos inquietos, inconformados. Felizmente, estamos sempre em crise.
Noel De Simone [mundodomarketing.com.br]
Processo de Mudanças
Segunda-feira - 29 - Setembro - 2008 at 12:30 am | In Carreira, Management | Leave a CommentTags: agentes multiplicadores, ciclo de desenvolvimento, comprometimento com resultados, Desenvolver pessoas, empreendimento de ações, forças inibidoras, forças propulsoras, Liderança, percepção da necessidade, planejamento do fazer, processos de mudança, uso de competências
Facilitar processos de mudança é o grande desafio no século que se inicia.
Mais do que nunca, o momento exige uma prestação de serviços com qualidade e efetividade. A urgência de resultados torna-se uma questão de sobrevivência no mercado.
As lideranças têm um papel de destaque no cenário atual. Delas é exigido o comprometimento com resultados e o uso de competências para resolver problemas antigos dentro de abordagens diversificadas e eficazes.
Desenvolver pessoas e promover mudanças é um processo que ocorre em fases, a saber:
1ª – PERCEPÇÃO DA NECESSIDADE:
Devido aos vários canais de informação disponíveis que variam desde obras científicas publicadas à internet, esta fase é facilmente superável e demanda um curto espaço de tempo. Constitui o primeiro passo no processo.
É aquele momento onde a pessoa toma conhecimento de fatos, dados, conceitos e informações técnicas que ajudam a identificar necessidades de mudanças e melhorias.
2ª – O QUERER:
A segunda etapa passa pelo nível emocional e é uma questão atitudinal. As dificuldades e o tempo para seu processamento são mais prolongados. Dependerá da forma como cada pessoa se posiciona frente ao quadro diagnosticado anteriormente e de seu nível de sensibilidade para a questão.
Características pessoais tais como autoconfiança, flexibilidade, iniciativa, motivação empreendedora e visão de futuro atuam como elementos facilitadores da atitude do QUERER. Ao contrário, a insegurança, o medo, a acomodação e a visão limitada podem predispor a uma atitude de manutenção do “status-quo”. Afinal, permanecer na rotina é menos ameaçador do que arriscar a sair do círculo de influências pessoal.
3ª – PLANEJAMENTO DO FAZER
O novo degrau só é transposto quando está presente a busca de caminhos para o fazer.
Nesta fase as dificuldades aumentam. A pessoa precisa se envolver e atuar com força de vontade na busca de sua capacitação técnica e pessoal. É um momento de decisão, planejamento e preparação para a ação.
4ª – EMPREENDIMENTO DE AÇÕES
Esta etapa pode ser concluída ou não, dependendo do contexto organizacional em que a pessoa atua. Diretrizes superiores, cultura da empresa, sistema de valores vigente, crenças, mitos, clima de trabalho, forma de atuação das equipes e recursos disponíveis são algumas variáveis que atuam como FORÇAS PROPULSORAS ou INIBIDORAS à ação.
O FAZER pode tornar-se realidade ou permanecer na e no DISCURSO.
5ª – FAZER-FAZER
É o grau mais refinado de mudança e o último passo do processo. Novas atitudes, comportamentos e padrões são incorporados naturalmente e passam a fazer parte do cotidiano do envolvido. Nesta etapa a pessoa consegue atuar como AGENTES MULTIPLICADORES e estimulam em seu ambiente o CICLO DE DESENVOLVIMENTO.
E todo processo recomeça, agora, com um número maior de adeptos.
Maria Rita Gramigna
[portaldomarketing.com.br]
Até o final deste ano o mundo terá 4 bilhões de celulares
Sexta-Feira - 26 - Setembro - 2008 at 12:47 am | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Índia, Brasil, China, Claro, Oi, Rússia, Telefonia Móvel, TIM, UIT, União Internacional de Telecomunicações, Vivo
O número de usuários de celular em todo o mundo deve atingir 4 bilhões até o final deste ano, número que, em tese, fará com que a porcentagem de habitantes do planeta com um telefone móvel alcance os 61% ante 12% em 2000, informa a União Internacional de Telecomunicações (UIT), da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela entidade, economias emergentes em rápido crescimento, como Brasil, Rússia, Índia e China são as que mais impulsionam o crescimento da telefonia celular. Juntas, essas nações deverão somar 1,3 bilhão de usuários de celular neste ano, dos quais 600 milhões estarão apenas na China.
Segundo a UIT, o número de usuários de telefone móvel tem crescido 25% ao ano pelos últimos oito exercícios. Em 2007, ele chegava perto de 3 bilhões e atingia 48% da população. A entidade destaca, entretanto, que o número é de linhas, e não de pessoas, e que por isso pode haver duplicidade, na medida em que alguns clientes possuem mais de um celular, enquanto outros podem dividir uma única linha com outro usuário.
“Apesar dos dados sugerirem um crescimento impressionante, a UIT alerta para a necessidade de os dados serem interpretados com cuidado. Apesar de, em teoria, uma penetração de 61% sugerir que pelo menos a cada segundo uma pessoa esteja usando um celular, isso não é necessariamente o caso. De fato, as estatísticas refletem o número de clientes, não de pessoas”, afirma a UIT no levantamento.
Reuters
Mulheres ainda ganham menos
Quinta-feira - 25 - Setembro - 2008 at 7:52 am | In Carreira | Leave a CommentTags: ações trabalhistas, mulheres ganham menos, salários, Watson Wyatt
Por Sylvia Romano
Como mulher e profissional, sou obrigada a ler que nós mulheres, ainda hoje, não atingimos o patamar salarial masculino. Um recente estudo da consultoria Watson Wyatt aponta que nas empresas pesquisadas existe uma diferença média de 5% em favor dos profissionais masculinos. O estudo cita, também, que apenas 16% dos cargos executivos estão em nosso poder e que somente 2% das representantes do sexo feminino ocupam a presidência de alguma instituição. A pesquisa garante que nenhuma das empresas pesquisadas faz distinção de sexo, fornecendo como explicação para esta desigualdade o tempo no mercado de cada profissional: “Potencialmente, homens e mulheres podem ter a mesma faixa salarial, mas na prática, a diferença existe porque as mulheres chegaram mais tarde ao mercado de trabalho e aos cargos de gerência”.
Custo acreditar, que em pleno terceiro milênio, esta mentalidade machista ainda persista em algumas empresas. Nunca fui feminista, acho que homens e mulheres, mesmo com as suas diferenças físicas, são iguais intelectualmente. Vamos fazer um exercício “simplista” de pesquisa, basta só avaliar em nossas vidas a inteligência de nossos pais – na grande maioria, o esteio intelectual de nossa formação veio de nossas mães, indistintamente se formos homens ou mulheres. Grandes escritoras, políticas, educadoras, artistas e profissionais de mercado estão aí para comprovar o que digo. Não sou de levantar bandeiras, nem de propor movimentos reivindicatórios, já que o nosso espaço no mundo moderno já foi conquistado – e atestado que em termos de competência não somos melhores nem piores, somos iguais.
Quanto à afirmação que ganhamos menos só porque chegamos mais tarde ao mercado de trabalho, a mesma não me convence. Está provado e comprovado que desde o início da era industrial a força de trabalho feminina esteve presente. E em relação à nossa capacidade de pensar, os índices da presença feminina nas universidades demonstram que já somos maioria há um longo tempo.
Como advogada, atuando há vários anos no segmento trabalhista, acho que seria bom que os profissionais de RH das empresas soubessem que somos todos iguais perante a Lei e que uma atitude discriminatória e machista, como essa apontada pelo estudo, pode ser passível de ações trabalhistas, ações estas amparadas pela nossa Constituição e com ganho de causa garantida.
Google, Branding e a abundância
Quarta-feira - 24 - Setembro - 2008 at 12:35 am | In Marketing | Leave a CommentTags: Branding, Google, Millward Brown, Plano de Marketing, randz
No fim de Abril desse ano, quando saiu o resultado do estudo Brandz, da Millward Brown, que apontava Google como a marca mais valiosa do mundo (valendo 86 bilhões de dólares) e com um crescimento de 30% contra o ano anterior, em toda parte surgiram comentários e artigos falando mais uma vez sobre essa suposta “anomalia”. A marca mais poderosa do mundo não investe em propaganda.
A anomalia nesse estudo, pelo meu ponto de vista, é uma outra. A categoria que mais investe em propaganda no mundo, dados da Advertising Age, é a categoria automotiva, que investiu 22 Bilhões de dólares globalmente em 2006. No entanto não há nenhuma marca de automóveis entre as top 10 no estudo da Millward Brown. Nenhuma.
Isso não é propriamente uma novidade. Investir em propaganda nunca foi garantia de resultado. Que o digam os Diretores Financeiros que tantas vezes ouvem dos profissionais de Marketing, que não há como esperar retorno desse investimento em mídia, afinal essa é (supostamente) uma ação de “Branding”. Mas vivem frustados porque os investimentos em propaganda crescem na maior parte das vezes à frente do crescimento das marcas e números de crescimento que vem assim em dígitos duplos, como o do Google, são a exceção e não a regra.
Por que o Google consegue construir a marca mais poderosa do mundo sem estar na lista das marcas que mais investem em propaganda no mundo? Porque a marca Google foi e está sendo construída baseada em um benefício relevante e com uma proposta que atrai os consumidores, ao invés da marca ter que caçá-los. E isso é que é “branding”.
A proposta do Google pode ser articulada claramente pela maior parte dos usuários, incluindo minha filha de dez anos que me responde: “O Google me ajuda a encontrar o que eu preciso na internet”. O nome reforça o conceito. A simplicidade da apresentação e do design idem.
Não é uma logomarca excepcional feita pelo designer da moda. Mas é uma proposta que atrai. Algo que se destacou para nos ajudar a “enxergar” nesse mundo de informações da web. E se tornou quase que a única escolha lógica para o consumidor nessa categoria. Prova é a participação do Google no mercado de buscas, consistentemente acima de 60% e quase três vezes maior que o segundo colocado.
Um caso como o do Google nos ajuda a enxergar claramente o valor do Branding, que é justamente o processo de se chegar a essa proposta que atrai os consumidores e torna a marca a única escolha possível para eles. Trabalhar para achar essa proposta e comunicá-la consistentemente em todos os pontos de contato com o consumidor é seguramente o melhor investimento que um gerente de marca pode fazer para a saúde de sua marca. Um investimento em saber o que dizer antes de começar a dizê-lo.
E por que hoje investir em Branding está cada vez mais crítico???
Sob o risco de repetir o que já estamos cansados de saber, primeiro pela abundância. É incomparável a abundância de opções do consumidor. Tanto em termos de bens e serviços, mas também através da praticidade que oferecem os pontos-de-venda virtuais.
Segundo porque encontrar os consumidores, especialmente os mais jovens, tem estado cada vez mais complicado. Os novos hábitos de consumo e a crescente produção de conteúdo pelo próprio consumidor trazem o cenário de abundância também para a mídia. O consumidor não está mais onde costumava estar, e o velho e bom plano de mídia pode não alcançá-lo mais.
Assim, se uma marca quer nos convencer de seu valor, não será apenas com um belo design ou loja, ou com um plano de mídia milionário na TV. Antes de mais nada, a proposta da marca tem que falar conosco, porque opções, francamente, não faltam. Então é crítico, sim, investir em um profundo entendimento de como o consumidor se relaciona com a categoria em questão, como compra, como usa, onde guarda, o que pensa, o que espera… Que necessidades suas ainda não estão satisfeitas, o que ele gostaria que fosse diferente, quando é que o produto não pode falhar de jeito nenhum e por aí vai. Só assim é que se dirá algo que se destacará nesse oceano de abundância.
Branding se constrói na convivência com o consumidor, e não nos escritórios. Se faz na loja, na rua. Porque as marcas não são nossas ou o que queremos que elas sejam, mas são feitas a cada dia, a cada uso pelos seus consumidores. E é por isso que o Google construiu uma marca de 86 bilhões de dólares. Nem todo gerente de marca tem algo com esse potencial na mão, mas sair de sua mesa e ouvir o consumidor, não apenas em grupos de foco ou através de um relatório de muitas páginas, mas em longas conversas é um ótimo começo para se desenhar o primeiro rascunho do plano de Marketing de 2009.
Monica Sabino
Vendas e tecnologia: parceria de sucesso
Segunda-feira - 22 - Setembro - 2008 at 1:48 pm | In Marketing, Tecnologia | Leave a CommentTags: comportamento do consumidor, CRM - Customer Relationship Management, ERP - Enterprise Resource Plannin, evolução do marketing de relacionamento, evolução tecnológica, exigências do mercado, mudanças de mercado, performance, produtos, serviços, Tecnologia
Como qualquer executivo, o profissional de vendas não pode ficar atrelado a dogmas e convenções. Para atender as exigências do mercado, dos clientes e a evolução do marketing de relacionamento, precisa ficar atento à evolução tecnológica e as ferramentas que possam melhorar a performance.
As empresas modernas desejam profissionais versáteis que acompanhem as mudanças de mercado, produtos, serviços, tecnologia e comportamento do consumidor. Para isto já existem várias soluções de negócios que podem auxiliar o vendedor, as mais comuns são os ERP – Enterprise Resource Planning e o CRM – Customer Relationship Management.
O propósito principal dessas soluções é integrar todas as funções e processos da empresa com o cliente. Essas ferramentas auxiliam na captação, no desenvolvimento de carteiras, na fidelização dos clientes; e na rentabilidade da empresa. Todas trabalham com banco de dados, serviços on-line, indicadores de satisfação, canais de comunicação com o cliente, entre outras opções. Ao gestor de vendas cabe envolver toda alta administração da empresa, de modo a optar por estratégias tecnológicas voltadas ao negócio.
São vantajosos os resultados de relacionamentos bem gerenciados por tais ferramentas, desde o incremento das vendas e o conseqüente aumento de receita, até o crescimento acelerado da empresa. A informatização torna-a mais enxuta e preparada para responder aos anseios dos consumidores.
Desde a implementação, as soluções de TI devem ser projetadas para minimizar riscos organizacionais, aumentar as chances de êxito e proporcionar valor agregado e retornos tangíveis a curto, médio e longo prazos. Uma solução eficaz integra processos e dados de diversas áreas da empresa e dá suporte às interações com os clientes. Com ela é possível acessar, a qualquer momento, informações sobre cliente, programar entregas, gerenciar pedidos e pagamentos com agilidade.
Porém, até recentemente, produtos como ERP e CRM eram tidos como sofisticados, válidos apenas para as grandes empresas. Tais soluções normalmente representavam grandes investimentos de tempo e dinheiro, recursos humanos especializados ou muitas horas de treinamento.
Felizmente, com o avanço da Tecnologia da Informação alinhada ao negócio das empresas, até mesmo os pequenos empreendimentos estão percebendo a importância do foco no cliente, como fator determinante do sucesso. Hoje, já existem soluções flexíveis e acessíveis projetadas também para as pequenas e médias empresas.
Quanto melhor for o atendimento e a satisfação do cliente, mais a empresa conseguirá destaque no mercado em que atua, gerando: aumento de produtividade, oportunidades para vendas futuras, aumento do número de negócios fechados, atuação homogênea e previsibilidade da equipe de vendas, informações íntegras e precisas.
O principal problema para os gestores, no entanto, é fazer o profissional de vendas acreditar na tecnologia. Pois, quando ele tira pedido no bloquinho de anotações, não falha, mas se tentar fazê-lo via web pode ficar frustrado se o sistema falhar.
Um dos grandes vícios da TI é a overdose de tecnologia, ou seja, disponibilizar recursos demais. O objetivo de um sistema informatizado é criar soluções eficazes para cada tipo de negócio. O gestor deve ter em mente que a filial é onde o vendedor está, mesmo que seja em sua própria casa. Estar atualizado com as novas tecnologias que surgem a cada dia é primordial para se manter no mercado. Treinar constantemente as equipes de vendas também faz parte do negócio.
Os vendedores, por sua vez, precisam se tornar capazes para lidar corretamente com as novas tecnologias. Com a integração, tanto a equipe de vendas como o call-center podem acessar rapidamente as informações do cliente sem precisar levantá-las novamente.
O acesso a todo o histórico dos clientes e prospects permite ao profissional de vendas antecipar necessidades e decisões, definir estratégias comerciais mais eficientes, diminuir a duração dos seus ciclos de vendas, melhorar sua performance e aumentar a fidelidade dos seus clientes.
Miguel Ruiz
Votação elege iPhone 3G o eletrônico do ano
Quinta-feira - 18 - Setembro - 2008 at 12:31 am | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Asus, B&W, Eee PC, Fraser Macdonald, GTA 4, Iphone 3G, MacBook Air, Nokia, Playstation, PlayStation 3, Sony Reader, Stuff, Wii Fit, Xbox 360
O telefone multimídia iPhone 3G foi eleito na Inglaterra, por uma votação popular dos leitores da revista “Stuff”, o melhor eletrônico do ano. O vencedor foi anunciado nesta terça-feira (16), em um evento realizado em Londres. Nessa mesma categoria competiam o PlayStation 3, o Wii Fit, o Xbox 360 e os alto-falantes B&W Zeppelin.
A revista descreveu o iPhone 3G como uma “versão mais rápida e inteligente de um telefone que já era excelente”. O primeiro modelo do aparelho multifuncional havia faturado, no ano passado, o título de eletrônico “mais descolado”.
Outros vencedores do prêmio foram a Nokia (categoria marca internacional), o leitor eletrônico Sony Reader (inovação), o computador portátil MacBook Air (design), Grand Theft Auto IV (games) e a scooter Ego Electric Street (eletrônico “verde”).
Segundo Fraser Macdonald, editor da “Stuff”, os produtos selecionados para a votação foram avaliados nos quesitos desempenho, design e valor. “É fascinante ter nossos leitores votando. São eles que estão nas ruas, comprando eletrônicos”, afirmou. A escolha da própria revista do melhor eletrônico, feita por sua equipe editorial, foi o computador ultraportátil Eee PC, da Asus.
Fonte: G1
Plano B, carreira e sucesso
Quarta-feira - 17 - Setembro - 2008 at 12:04 am | In Carreira, Management | Leave a CommentTags: Carreira, Country Manager, DQ&A, plano B, profissão, WinnersMap
Abrir o próprio negócio, transformar o dom em uma segunda profissão, aceitar uma nova oferta de trabalho para conciliá-la à carreira. Conheça o sucesso de quem tem declarado e consolidado um plano B.
Fazer da aptidão uma profissão nem sempre é possível, por conta da necessidade de se obter uma remuneração compatível com os custos da vida moderna. Dessa forma, inúmeros profissionais deixam de lado o que sabem fazer “naturalmente” para se focarem em ter uma carreira de sucesso, quase sinônimo de salários altos. Porém, o que a grande maioria dos profissionais não sabe é que ter um plano B paralelo à carreira, desde que as duas atividades tenham a mesma importância, pode ser a saída para casar satisfação pessoal com uma renda adequada.
Há quem se considere realizado somente em conseguir relacionar o trabalho tradicional, aquele focado apenas na remuneração, com a vida pessoal ou familiar. Contudo, quem trabalha com algo relacionado ao dom ou vocação que possui, mesmo que esse seja um plano alternativo à carreira já construída, tem mais chances de se sair bem depois de uma reviravolta na carreira, como uma demissão inesperada, uma falência etc.
Dominic de Souza começou sua carreira como vendedor. Após anos de experiência na área, Souza viu que a arte de vender não era inata; ela seguia alguns passos. Baseado nisso, Dominic desenvolveu uma metodologia de vendas, a WinnersMap. Com ela, o especialista abriu o próprio negócio, escreveu um livro e se tornou palestrante. Em paralelo à vida de metodologista, Dominic se tornou Country Manager da DQ&A, multinacional holandesa especializada em Ad Operations.
Ciente da importância de um plano B, Dominic agregou a nova tarefa à vida pessoal, e hoje é um profissional completo, que tem a experiência e satisfação da carreira de empresário refletida na carreira de executivo. “Assim que a DQ&A me convidou para ser Country Manager, me senti motivado em encarar o desafio. A oportunidade de canalizar o conhecimento que tenho com a experiência de vendas e a WinnersMap para uma carreira paralela me impulsionou. Aceitei o desafio e estou plenamente satisfeito, desempenho os dois papéis com a mesma importância e o mesmo valor”, afirma Dominic.
Para quem acha que o caminho é simples, Dominic alerta: “Passei por muitos processos seletivos antes de me vincular à DQ&A, pois os contratantes questionam a real dedicação do candidato. Existe a insegurança por parte de algumas empresas, que acham que os executivos que investem em projetos paralelos não conseguem manter o foco, porém isso não é uma ameaça na hora da contratação, já que as duas tarefas são perfeitamente conciliáveis, e os resultados apresentados deixam a empresa segura”, fala o Country Manager.
Dominic aponta as características exclusivas desses profissionais, que os tornam destaque no mercado de trabalho. “Os que possuem um plano B têm coragem de tomar decisões e assumir riscos, e essas peculiaridades são necessárias nas grandes corporações”, diz Souza.
Ter outra carreira aliada ao seu próprio negócio transmite a imagem de alguém que não quer apenas trabalhar por dinheiro, e sim por gostar do que faz. Além disso, o cenário atual do mercado mostra que é praticamente impossível prever a própria situação financeira dentro de dez anos, o que aumenta as chances de surgirem novas profissões e carreiras, diferentes das atuais. Um plano B, nessas horas, é fundamental.
Dominic de Souza
O futuro da Inovação
Domingo - 14 - Setembro - 2008 at 9:50 pm | In Management, Marketing, Tecnologia | Leave a CommentTags: Apple, Bridgestone, Driving Cocreated Value, Gestão de Risco, Google, ING, Inovação, McDonalds, Prahalad, Starbucks, The New Age of Innovation, Through Global Networks
Para Prahalad, a verdadeira inovação caracteriza-se por ser um potencial jogo de mudanças. Ele vislumbra um futuro onde empresas de ponta serão inovadoras em duas frentes: a primeira, co-criando valor com seus clientes e tratando cada um deles individualmente. A segunda, utilizando recursos de terceiros, especializados e espalhados pelo mundo, em vez de tentar fazer a maior parte das coisas elas mesmas, este que será o desfecho da verdadeira integração global da cadeia de suprimentos.
A maior parte das empresas multinacionais ampliou sua rede de fornecedores mas fez isso pensando em reduzir custos em vez de agregar valor, diz Prahalad. Ao mesmo tempo, a maior parte das empresas sequer começou a “co-criar” valor com seus clientes. Mesmo empresas como a Dell, empresa considerada número um no modelo de produção sob-medida, encontram-se nessa situação, segundo o consagrado pensador e consultor de negócios.
Para dar exemplos de que uma nova era de inovação está em andamento, Prahalad cita a Bridgestone, que está testando um sistema em que cobra os proprietários de frotas de caminhões de carga por milha utilizada de pneus, em vez da forma tradicional de venda. Contratos de precificação são baseados em fatores tais como a carga, manutenção dos veículos, rotas utilizadas e nível de treinamento dos motoristas. As variáveis, como por exemplo, pressão dos pneus e velocidade podem ser monitoradas através de sensores e reportadas ao Data Center da Bridgestone.
Dessa forma, ela, Bridgestone, está se movendo, do modelo transacional de relacionamento com o cliente para o modelo “feito sob medida”. Os dados que ela acumula são compartilhados com os clientes para melhorar as operações deles e envolvê-los mais ainda no modelo.
Prahalad também cita outras empresas, como a Apple, Google, ING, McDonald’s, e Starbucks, bem como outras empresas de menor porte ou menos conhecidas, como instituições que estão na vanguarda desse modelo de inovação globalizada e personalizada.
É verdade que o sistema é controverso. Um dos exemplos disso é a ICICI Prudential, que introduziu um sistema de seguros de vida na Índia precificado de acordo com a aderência do cliente a um programa de saúde. Ao aplicar o modelo a diabéticos, a ICICI Prudential monitora regularmente os níveis de açúcar no sangue do cliente, além de outras informações estatísticas, praticamente em tempo real, através de diagnósticos realizados remotamente. A ICICI organizou uma rede de fornecedores de serviços médicos, empresas farmacêuticas, empresas de diagnóstico e testes e até mesmo de academias de ginástica, para manter os clientes monitorados. Com isso, ajusta as taxas da apólice de seguro a cada duas semanas ou a cada mês, na medida em que a aderência do cliente ao programa também varia. Clientes que se mantém consistentemente numa faixa “ótima”, obtém as melhores taxas. E tudo isso associado a recomendações médicas, de nutricionistas, especialistas em fitness e outros profissionais dessa rede organizada para ajustar a medicação a níveis precisos e melhorar a qualidade de vida das pessoas.
“A gestão do risco é uma responsabilidade comum dos médicos, da empresa de seguro e do paciente”, diz Prahalad, para quem a ICICI fornece tanto um produto do segmento da saúde quanto do segmento de seguros.
Baseado no livro The New Age of Innovation: Driving Cocreated Value Through Global Networks.
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