Inovação não é brainstorming

Sexta-Feira - 31 - Outubro - 2008 at 11:31 am | In Management, Planejamento Estratégico | Leave a Comment
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A inovação não está relacionada simplesmente a um permanente brainstorming (técnica de dinâmica de grupo). Pelo contrário, “deve-se conscientizar pessoas de que podem e devem ajudar a olhar a empresa, seus processos e produtos, com olhos criativos e livres”, afirma Luis Felipe Cortoni, sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações.

Segundo os especialistas em criatividade, é melhor incentivar as “sinapses livres” que possam produzir idéias factíveis. É muito mais uma postura, uma prontidão para criar e ajudar a empresa a se desenvolver, do que simplesmente liberar a imaginação criativa das pessoas. Passa-se, portanto, do campo da tecnologia para o da utilização do potencial humano no trabalho.

“Para proporcionar um ambiente de sinapses livres, as empresas precisam investir nas pessoas e nas suas relações internas”, explica Cortoni. “O clima aberto onde todos possam contribuir com criatividade e comprometimento com os resultados”, completa.

Mas como ser criativo trabalhando, em média, 12 horas por dia? Em situações de estresse, pressão por resultados, contenção drástica de custos, mudanças contínuas, entre outras, certamente, os profissionais não produzem idéias diferenciadas.

Os gestores e as áreas de Recursos Humanos das instituições são fundamentais para inverter a situação. Os gestores devem reconhecer e incentivar os talentos. Enquanto que o RH: “desempenha um papel estratégico para apoiar a empresa e gestores no desenvolvimento da competência e da consciência para a inovação. Incentivando um ambiente de trabalho mais favorável à manifestação humana”, finaliza Cortoni.

 

Fonte: Portal HSM On-line

Endomarketing: muito mais do que incentivo

Quinta-feira - 30 - Outubro - 2008 at 8:40 pm | In Marketing | 3 Comments
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Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing. O que estas companhias não sabem é que o Endomarketing não se resume a ações isoladas, de emergência, motivacionais e para ser usada apenas em momentos de dificuldades.

De acordo com especialistas no assunto, o Endomarketing não é motivação. Para Cláudio Tomanini, professor da FGV, a empresa pode – e deve – estimular os funcionários e aqueles que acreditarem no programa estarão realmente motivados. Mas não é o bastante.

Empresas como Google, Microsoft, Apple e Toyota, são conhecidas por possuir o Endomarketing em seu DNA. Estas companhias estimulam seus funcionários através de ações focadas no bem-estar deles o que, conseqüentemente, melhora a produção e a capacidade intelectual das equipes. Para as empresas, o perigo das ações motivacionais é a autonomia dada a um funcionário incompetente. Quanto mais motivado ele estiver, mas besteiras ele será capaz de fazer, aponta Cláudio Tomanini, da FGV.

Motivação como estratégia
O planejamento, portanto, é um dos princípios do Endomarketing. Não basta desenvolver ações para remediar um problema interno ou para aumentar a vendas temporariamente. “Isto é perda de tempo”, afirma Cláudio Tomanini (foto), professor da FGV e palestrante da área de negócios e vendas. Identificar os pontos fortes e fracos dos funcionários é um começo para as empresas que buscam implantar este sistema.

Para identificar virtudes e dificuldades entre os colaboradores ou serviços de uma empresa, basta usar ferramentas específicas que apontam o problema através de metas e resultados. “Precisamos desmistificar o conceito de que o Endomarketing é um evento de integração ou uma ginástica laboral”, diz Tomanini em entrevista ao Mundo do Marketing.

Na Fiat, o Endomarketing faz parte da vida não só do funcionário, como de sua família também. A montadora oferece festas de debutantes para as filhas de seus colaboradores e festas de bodas para aniversários de casamento. Além disso, a empresa oferece test-drive aos funcionários. Afinal, o colaborador é o primeiro cliente da montadora. “É responsabilidade das empresas responder às necessidades e estar preocupada com qualidade de vida dos seus colaboradores”, conta Tomanini.

Tecnologias ajudam
Um aliado importante do Endomarketing é a tecnologia. É inegável que as ferramentas que ela oferece ajudam a permear melhor a comunicação de uma companhia e, logo, a comunicação interna. Apesar do tradicional mural informativo ser válido, a intranet é a evolução desta comunicação.

A tecnologia facilita e dá mais liberdade ao processo de comunicação e é disso que as empresas precisam, da conversa mais rápida entre as equipes e seus gestores. Para que a tecnologia facilite o processo de comunicação, é necessário que antes dela chegar seja planejado o que será feito com ela. “Não adianta fazer um café da manhã em apenas um dia. Planeje e saiba o que você quer. A ferramenta vem depois”, aponta Tomanini em entrevista ao site.

Comunicação integrada e treinamento
A grande responsável pela integração dos setores da Fiat com a comunicação da marca é a Intranet. De acordo com Marco Antonio Lage (foto), diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis, 95% dos funcionários estão conectados nesta plataforma, incluindo os oito escritórios da companhia no país. Esta ferramenta agrega as funções de lista telefônica, promoções, vagas internas, além do link “Fale com o Presidente”, onde qualquer funcionário pode se comunicar com o chefe.

A comunicação da Fiat é baseada na comunicação integrada e na fusão de ações de responsabilidade social com os funcionários. O conceito e as ações de comunicação da companhia são discutidos por um comitê formado pela união de diversas áreas da empresa.

O treinamento do funcionário também é essencial para uma boa estratégia de Endomarketing. Este ano, a Contém 1g, marca de maquiagem feminina, preparou uma ação para melhorar a comunicação com o consumidor final. A empresa investiu na capacitação das vendedoras e dos franqueados de todo o Brasil, com maquiadoras profissionais que dão treinamento a estes profissionais para melhorar o conhecimento deles sobre os produtos da marca. Em 2007, o projeto capacitou mais de cem vendedoras e quatro franqueados. Para este ano a empresa espera atingir cerca de setecentas pessoas.

Parceiros e terceirizados integram o Endomarekting
Não são apenas funcionários que podem ser integrados ao Endomarketing. Esta estratégia pode ser integrada com as ações de junto ao trade de cada mercado. A Golden Cross, por exemplo, desenvolveu uma ação para os parceiros comerciais e prestadores de serviço. A empresa lançará o Golden Care, um plano de saúde empresarial que terá um programa PhD de relacionamento com os médicos que fizerem atendimento aos pacientes deste plano.

Médicos e corretores precisaram saber os detalhes do plano para passar com clareza aos clientes. Por isso, a Golden Cross desenvolveu ações para integrar os terceirizados e parceiros da empresa, com shows de artistas famosos. “É necessária a ação de Endomarketing porque o produto tem muitas informações que devem ser passadas de forma clara aos parceiros da empresa”, explica Marcio Victer (foto), gerente de comunicação e marketing da Golden Cross.

O programa PhD será permanente na Golden Cross e deve ganhar novos atributos ao longo dos anos. A Golden Cross pretende atingir um crescimento de 30% nas vendas só em São Paulo, e para isso a empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão neste programa.

DNA compatível como em uma família
Projetos como o da Fiat e da Golden Cross mostram que a motivação depende das características dos funcionários e não do Endomarketing. “Tem empresas que acham que uma estratégia de motivação é Endomarketing, mas não é. O Endomarketing é uma ferramenta que precisa de estudo antes de ser aplicada e de tempo para ser assimilada pelos funcionários”, aponta.

Segundo Tomanini, na Disney os funcionários assinam contrato que atesta que o sorriso deles é natural. “A motivação depende se o DNA do funcionário está compatível com o da empresa. Os valores e princípios devem ser parecidos”, diz.

Adepto a analogias, Tomanini compara um projeto de Endomarketing com filhos. Segundo ele, ser totalmente flexível transmite uma falsa liberdade que pode ser perigosa. É preciso impor regras e atribuir valores para os filhos assim como para os funcionários. “Tirar dez na escola é obrigação, por isso não se pode presentear. A mesma coisa vale também para os colaboradores”, completa.

Autor: Thiago Terra [www.mundodomarketing.com.br]

Gestão por processos: 5 passos para o sucesso e algumas armadilhas!

Quarta-feira - 29 - Outubro - 2008 at 11:26 am | In Management, Planejamento Estratégico | Leave a Comment
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Falar em processos é quase sinônimo de falar em eficiência, redução de custos e qualidade, por isso é o assunto é recorrente na agenda de qualquer executivo. O atual dinamismo das organizações, aliado ao peso cada vez maior que a tecnologia exerce nos negócios, vem fazendo com que o tema processos e, mais recentemente, gestão por processos (Business Process Management, ou BPM) seja discutido e estudado com crescente interesse pelas empresas. Os principais fatores que têm contribuído para essa tendência são:

- o aumento da demanda de mercado vem exigindo desenvolvimento e lançamento de novos produtos e serviços de forma mais ágil e rápida;


- com a implantação de sistemas integrados de gestão, os chamados ERPs, existe a necessidade prévia de mapeamento dos processos. Entretanto é muito comum a falta de alinhamento entre processos, mesmo depois da implantação sistema;
- as regras e procedimentos organizacionais se mostram cada vez mais desatualizados, devido ao ambiente de constante mudança. Em tal situação, erros são cometidos ou decisões são postergadas por falta de uma orientação clara;
- a maior freqüência de entrada e saída de profissionais (turnover) tem dificultado a gestão do conhecimento e a documentação das regras do negócio, gerando maior dificuldade como na integração e no treinamento de novos colaboradores.

Os efeitos dessas e outras situações têm levado um número crescente de empresas a buscar uma nova forma de gerenciar seus processos. Muitas começam pelo desenvolvimento e revisão das normas da organização ou ainda pelo mapeamento de processos. Entretanto, fazer isso de imediato é “colocar o carro na frente dos bois”.

Em vez disso, o ponto de partida inicial é identificar os processos relevantes e como devem ser operacionalizados com eficiência. Questões que podem ajudar nesta análise são:

- qual a dimensão ideal da equipe para a execução e o controle dos processos?
- qual o suporte adequado de ferramentas tecnológicas?
- quais os métodos de monitoramento e controle do desempenho a serem utilizados?
- qual é o nível de integração e interdependência entre processos?

A resposta a essas questões representa a adoção de uma visão abrangente por parte da organização sobre os seus processos e sobre como estão relacionados. Essa visão é o que chama de uma abordagem de BPM. Sua implantação deve considerar no mínimo cinco diferentes passos fundamentais:

- tradução do negócio em processos: é importante definir quais são os processos mais relevantes para a organização e aqueles que os apóiam. Isso é possível a partir do entendimento da visão estratégica, de como se pretende atuar e quais os diferenciais atuais e desejados. Com isso, é possível construir o mapa geral de processos da organização;
- mapeamento e detalhando os processos: a partir da definição do mapa geral de processos, inicia-se a priorização dos processos que serão detalhados. O mapeamento estruturado, com a definição de padrões de documentação, permite uma análise de todo o potencial de integração e automação possível. De forma complementar, são identificados os atributos dos processos, o que permite, por exemplo, realizar estudos de custeio das atividades que compõe o processo ou, ainda, dimensionar o tamanho da equipe que deverá realizá-lo;
- definição de indicadores de desempenho: o objetivo do BPM é permitir a gestão dos processos, o que significa medir, atuar e melhorar! Assim, tão importante quanto mapear os processos é definir os indicadores de desempenho, além dos modelos de controle a serem utilizados;
- geração de oportunidades de melhoria: a intenção é garantir um modelo de operação que não leve ao retrabalho, perda de esforço e de eficiência, ou que gere altos custos ou ofereça riscos ao negócio. Para tal, é necessário identificar as oportunidades de melhoria, que, por sua vez, seguem quatro alternativas básicas: incrementar, simplificar, automatizar ou eliminar. Enquanto na primeira se busca o ganho de escala, na última busca-se a simples exclusão da atividade ou a sua transferência para terceiros;
- implantação de um novo modelo de gestão: o BPM não deve ser entendido como uma revisão de processos. A preocupação maior é assegurar melhores resultados e, nesse caminho, trata-se de uma mudança cultural. É necessária maior percepção das relações entre processos. Nesse sentido, não basta controlar os resultados dos processos, é preciso treinar e integrar as pessoas visando gerar fluxo de atividades mais equilibrado e de controles mais robustos.

É por causa desse último passo que a implantação de BPM deve ser tratada de maneira planejada e orientada a resultados de curto, médio e longo prazos.

Como já dissemos, o BPM representa uma visão bem mais abrangente, na qual a busca por ganhos está vinculada a um novo modelo de gestão. Colocar tal modelo em prática requer uma nova forma de analisar e decidir como será o dia-a-dia da organização de hoje, amanhã, na semana que vem, no próximo ano e assim por diante

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Fonte: [www.grupomlg.com.br]

Teoria da Motivação e sua Utilização no Marketing

Terça-feira - 28 - Outubro - 2008 at 11:40 am | In Management, Marketing | Leave a Comment
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A teoria da motivação é bastante conhecida e utilizada pelos profissionais de marketing para o conhecimento do comportamento do consumidor. Conforme exemplificam Churchill & Peter (2000), os fabricantes de roupas devem estar atentos, não só para atender a necessidade de vestir-se dos consumidores, mas também às suas necessidades sociais, poderíamos acrescentar também o atendimento da necessidade de estima. Assim, quando os profissionais de marketing utilizam a imagem da apresentadora de televisão Angélica em roupas e calçados infantis estariam, não só atendendo a uma necessidade mais básica de vestir-se, mas também a uma necessidade social (pertencer e ser aceita pelo grupo) e, na medida em que é aceita pelo grupo a criança sente elevada sua auto-estima. Portanto, através de um único produto se atenderia a três necessidades da criança (e/ou de seus pais).

As necessidades fisiológicas e de segurança são consideradas mais básicas (biológicas e instintivas), sendo as mais primitivas do ser humano. São essenciais para a sobrevivência de qualquer indivíduo ou organismos, mas fatores psicológicos e inconscientes interferem no modo como cada indivíduo irá buscar a satisfação dessas necessidades. Podemos pensar em uma necessidade exagerada por mecanismos de segurança (cadeados, alarmes contra roubos etc.), uma pessoa pode estar sendo motivada a adquiri-los por fatores psíquicos como uma neurose. Uma pessoa também é muitas vezes levada a alimentar-se exageradamente por compulsão por comida (há pessoas que também aumentam o apetite quando ansiosas), ou ser levada a matar sua fome com um Big Mac por necessidade de prestígio social, que se relaciona-se com a auto-estima, conforme salientamos acima.

Podemos afirmar então que mesmo necessidades mais básicas como as fisiológicas, as de segurança e também as necessidades sociais são influenciadas por fatores psíquicos e não podem ser dissociados na compreensão do comportamento do consumidor.

São esses fatores que explicam, principalmente, a procura por determinadas marcas (Zoomp ou Coca-Cola pelos jovens, BMW por um executivo ou uma roupa do Digimon pelas crianças).

As necessidades de auto-estima e de auto-realização são consideradas mais elevadas, relacionadas a fatores psicológicos e não biológicos ou instintivos. Churchill & Peter (2000) consideram que tais necessidades são buscadas pelos consumidores através da compra de marcas que oferecem prestígio, da busca de cursos universitários, da participação em organizações beneficientes dentre outros.

Acreditamos, no entanto, que a teoria de Maslow nos possibilita compreender os fatores psicológicos que interferem em todo processo de compra desde o reconhecimento de uma necessidade até a decisão e avaliação no pós compra e, não só no reconhecimento de necessidades, conforme analisaram Churchill & Peter (2000).


Fonte: [MarketBiz.com.br]

Gestão de Mudanças

Segunda-feira - 27 - Outubro - 2008 at 11:44 am | In Carreira, Management | Leave a Comment
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“Mudar significa evoluir, transformar, deixar um patamar para alcançar outro.”

Em uma organização, as mudanças podem ser impulsionadas por fatores externos, como adesão às novas tecnologias para acompanhar a demanda, ou ainda, por almejar crescimento em relação aos seus concorrentes. Há ainda diversos outros impulsos para mudanças, como a inserção de novos produtos e serviços, a conquista de novos clientes ou manutenção dos que detém – cada vez mais exigentes -, inserção de programas de responsabilidade social e ainda a transformação da imagem empresarial com os públicos os quais ela se relaciona.

Sabemos que tudo é passível de mudanças, e normalmente quando essas ocorrem trazem expectativas de compensadores novos tempos. Governos mudam de tempos em tempos; em nossas vidas pessoais também há mudanças, seja de emprego, de casa ou de vida. Dessa forma, podemos considerar as mudanças como um processo natural. Já para uma empresa quando resolve mudar é sinônimo de modernidade e flexibilidade. Mudar significa evoluir, transformar, deixar um patamar para alcançar outro.

Num primeiro momento, qualquer mudança requer o desejo para que ela aconteça e, para tanto, precisa existir o conhecimento profundo da organização e de seus negócios, chamado de diagnóstico organizacional. Nessa hora é preciso buscar a visão macro da empresa, e quando são levantados os dados de como está ela está em relação à concorrência e seus clientes, os seus problemas e causas geradoras de tais, análises das situações atuais, seus pontos fortes, onde se almeja chegar, e também se existe e quem são as pessoas capazes de tal feito.

É o “raio X” de coisas que nem sempre gostaríamos de ver ou saber, mas que são extremamente necessárias para que as mudanças sejam positivas e tragam melhorias para a organização, causando o menor ônus material e o menor trauma humano possível. A partir desse momento é que começa a transformação. É quando passamos a enxergar nossos erros e acertos e ver também o que pode ser melhorado. Daí traça-se o futuro desejado para a empresa.

Quando pensamos saber tudo sobre o nosso negócio é que estamos prontos para qualquer alteração no percurso. E o ponto crucial é como gerenciar essas mudanças sem trazer problemas ou rupturas? Como podemos mudar uma empresa, um departamento, uma área de atendimento ou qualquer outro setor?

Trabalhamos agora com fatos. Se uma organização, de qualquer tamanho ou ramo, decide mudar e aperfeiçoar seus departamentos e divisões, entre elas, a sua área de Tecnologia da Informação, conseqüentemente, a empresa e os seus colaboradores irão modernizar seus métodos de trabalho, muitas vezes, tornando-os mais simples e diretos. Mas ter a certeza dos benefícios dessa nova gestão de tecnologia da informação à empresa cabe um estudo profundo das reais necessidades e de como ficará a companhia após a implantação.

Se relembrarmos da industrialização do País, os empregados que resistiram as demissões em massa tiveram que se adaptar e deixar de fazer tudo manualmente e passaram a contar com a ajuda das máquinas. Da mesma forma, quando deixamos a nossa máquina de escrever para utilizarmos os nossos modernos computadores ou quando trocamos nossos laptops pelos i-phones houve também um processo de mudança, da relação com o trabalho, da forma de contratação etc. Tudo muda, tudo evolui, tudo se transforma! É um processo natural do ser humano e da sociedade.

Quando há pouco questionamos se existem e quem são as pessoas capazes de tal feito, falamos sobre a expertise dos gestores na condução dessas alterações, pois tal processo quase sempre é visto, pela própria empresa ou pelos seus funcionários, como uma ameaça ao que se já tem estabelecido e, portanto, reconhecido por nós como algo seguro e imutável, nossa zona de conforto. Com todos os horizontes estabelecidos, cabe agora o envolvimento do corpo funcional com a transformação que virá.

Prepare e alerte a sua equipe, todos devem estar envolvidos, pois terão o impacto, de uma forma ou de outra, das mudanças. Num primeiro momento todos devem estar esclarecidos sobre as novas diretrizes da empresa, pois são os principais reflexos dos novos direcionamentos, seja no trato com os clientes ou ainda nos relacionamentos internos. Mudar agora significa transformar também a cabeça das pessoas.

Temos que orientá-las de acordo com o que almeja a empresa. Se desejarmos crescer, o nosso foco está em trabalhar para que isso ocorra, todos juntos, em uma só direção.

Um atributo básico e fundamental é a qualidade, quando se muda de um patamar para outro, deve-se manter o que já existe, criá-la se ainda não a detém e preparar-se para aprimorá-la no novo processo. Qualidade no atual mercado corporativo é o que garantirá a sua sobrevivência, pois quantos concorrentes existem no setor, então priorize isso para manter e conquistar clientes pela excelência.

Se estivermos com horizontes e com o planejamento estratégico definido, as novas práticas bem estabelecidas, o resultado de todas as mudanças, independente de qual instância ocorrer, conseqüentemente, será o sucesso.

Autor: Ricardo Aun [www.portaldomarketing.com.br]

Microsoft prevê perda de US$ 2 bilhões no ano com crise mundial

Sexta-Feira - 24 - Outubro - 2008 at 11:20 am | In Portais de Notícias, Tecnologia | Leave a Comment
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A Microsoft Corp. divulgou uma alta de 2% no lucro trimestral, motivado por vendas de novos softwares, mas reduziu suas previsões para todo o ano diante das dificuldades econômicas.

 A empresa teve um lucro líquido de US$ 4,37 bilhões, ou US$ 0,48 por ação, no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, enquanto um ano antes teve um lucro de US$ 4,29 bilhões, ou US$ 0,45 por ação.
As receitas líquidas subiram 9%, para US$ 15,06 bilhões, no trimestre. Os analistas ouvidos pela Reuters estimavam, em média, ganhos de US$ 0,47 por ação e receita de US$ 14,8 bilhões.
A Microsoft, maior fabricante mundial de softwares, creditou os resultados às novas versões de sistemas como o sistema operacional para servidores Windows Server 2008 e o sistema de banco de dados SQL Server 2008.

 Para todo o exercício fiscal que se encerra em junho de 2009, a Microsoft projeta ganhos por ação entre US$ 2 e US$ 2,10, com uma receita entre US$ 64,9 bilhões e US$ 66,4 bilhões.

A estimativa anterior da companhia era de lucro entre US$ 2,12 e US$ 2,18 por ação e receita entre US$ 67,3 e US$ 68,1 bilhões

Fonte: [www.g1.com.br]

O iPhone, o 3G e o mobile marketing

Quinta-feira - 23 - Outubro - 2008 at 11:33 am | In Marketing, Tecnologia | Leave a Comment
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Com o lançamento oficial do iPhone pelas bandas de cá, tenho observado um movimento muito forte de agências e anunciantes: surgiu instantaneamente uma enorme preocupação em oferecer versões otimizadas de seus sites para o aparelho da Apple, bem como uma corrida pela oferta de aplicativos.

Tudo isso já deveria estar na pauta do mercado há muito mais tempo. Afinal, nunca é demais lembrar que os celulares com acesso à internet já representam cerca de 65% da base no pais e que há mais de 16 milhões de pessoas que utilizam esse recurso para acessar emails, ler notícias e baixar conteúdos.

No entanto, só com a vinda do iPhone, a internet móvel voltou a ter ares de urgência. Euforia só vista no longínquo ano de 2000, em que o WAP 1.0 era vendido como a “internet de bolso” e em alguns meses se mostrara um fiasco.

Lançado num beco escuro desde então, a web móvel ressurgirá para o mercado publicitário neste Natal, com o 3G e o iPhone. Veremos milhões de pessoas com celulares poderosos e acesso bem mais razoável à internet. Como isso, dois movimentos há muito esperados acontecerão: explosão de mobile web e florescimento da mobile TV. Afinal, é exatamente isso que o consumidor com um celular com acesso rápido à web em mãos fará.

Nesse novo cenário, será imperativo para as marcas repensarem seu posicionamento. Basta imaginar o seguinte: o que acontecerá se o consumidor resolver digitar www.minhamarca.com.br no browser do celular? Resposta rápida: na grande maioria dos casos, um desastre. Afinal, são raros os sites otimizados para dispositivos móveis.

Contudo, mesmo com uma versão pensada para o iPhone, não podemos cair na armadilha de acreditar que um site otimizado para o celular de Jobs resolverá a presença da marca no ambiente mobile.

Portanto, toda discussão trazida pelo iPhone será extremamente importante para o mercado, pois as marcas começarão a se preocupar em entregar uma experiência agradável na quarta tela.

Outro ponto de destaque com o 3G será o acesso em alta velocidade a diversos conteúdos audiovisuais, notadamente TV no celular.

Aqui as possibilidades são enormes. Além, obviamente, dos aparelhos que captam o sinal da TV digital, já há oferta consistente por parte das operadoras para TV no celular. Num formato similar à TV a cabo, milhares de pessoas já pagam para assistir em “live streaming” a dezenas de canais de TV. 

Entretanto, pouco se comentou de uma terceira via para TV no celular, que a meu ver será o grande driver desse mercado: a webTV acessada diretamente em celulares.

Terra, Globo, UOL, iG, enfim, todos grandes portais têm investido massivamente na construção de uma grande oferta de conteúdo de vídeo na internet-PC (ou não-móvel). O conteúdo é rico e tem três características muito importantes: está (re)editado para visualização em computadores, tem duração menor que na TV e está catalogado. Perfeito, portanto, para acesso também em celulares.

Acredito que esses players exercerão papel fundamental na popularização da TV móvel. Basta uma adequação mais razoável de seus portais para os diversos celulares e, pode apostar, o acesso vai deslanchar. O que virá a seguir é simples e soa bem para os veículos: mais acesso, mais audiência e mais receita com publicidade.

Demorou, mas o iPhone provocou a retomada da necessidade e da vontade de se olhar com mais atenção para os dispositivos móveis. O mobile marketing nacional agradece.

Leonardo Xavier [www.mundodomarketing.com.br]

Linhas de Produto em Marketing

Quarta-feira - 22 - Outubro - 2008 at 11:36 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
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As organizações tendem a expandir suas linhas de produto por diversos motivos, trazendo uma fatia maior de consumidores, permitindo reduzir custos, fortalecer o portfólio, fixar a Marca na mente do consumidor etc., para isso são necessárias estratégias bem fundamentadas e um estudo de mercado bem elaborado.
Para que o mercado aceite uma linha de produtos, alguns aspectos são fundamentais, como:

  • Pesquisa de mercado: para lançar um produto novo no mercado, ter em mãos os dados que irão permitir as estratégias e conhecimento necessários são vitais, um estudo muito bem feito permite que o nível de acerto seja muito maior;
  • Coerência: as empresas não podem fugir ao seu foco de produtos na hora de ampliar sua linha, pois as pessoas têm uma Marca ficada na mente e relacionada com uma linha, como cosméticos, vestuário, alimentação etc., misturar a Marca com outros Segmentos não dá um resultado muito positivo;
  • Posicionamento: ampliar a linha de produtos é um passo importante e traz um retorno positivo quando bem feita, então deve-se manter um mesmo nível ao lançar produtos novos, deixando-os como complementos dos produtos já conhecidos pelo consumidor;
  • Distribuição: deve-se elaborar uma rede que suporte a inserção de um novo produto, não há empresas que optem por ofertar um produto durante toda a sua existência, então o consumidor deve encontrar os produtos no local de costume, facilitando a fixação da Marca relacionada àquele produto e permitindo a aquisição do mesmo;
  • Comunicação: toda a estratégia deve estar sincronizada com a dos produtos lançados anteriormente, para que o consumidor possa assimilar mais facilmente o produto e relacionar com a Marca já conhecida e consumida;
  • Cadeia e Valor: deve-se manter o mesmo nível de produtos, as características devem estar representadas da forma em que facilite ao consumidor associar os produtos a mesma empresa, por isso é importante que toda a rede envolvida seja bem estruturada e permita essa percepção;
  • Feedback: um dos pontos que permite a cada organização avaliar seu desempenho inicial com o novo produto, trazendo Informações altamente relevantes e permitindo melhorar constantemente as estratégias, produtos, serviços etc.

Complementar uma linha de produtos requer muito conhecimento, em determinados Segmentos de mercado não há espaço, seja pela concorrência ou aceitação do consumidor, então deve-se estar atento a necessidade real do novo produto.
Atender aos desejos e necessidades do consumidor é fundamental, manter uma linha estratégica é importante, ampliar a linha de produtos é uma oportunidade percebida e traz aprendizado e conhecimento para a empresa.
Há casos em que aumentar a linha de produtos pode ser um erro, especialmente quando feito somente com base em fatores como:

  • Marca: uma Marca forte não é garantia de sucesso, o consumidor deve perceber a necessidade do produto ou associá-lo diretamente com o Segmento de mercado já Posicionado na sua mente;
  • Produtos de qualidade: a excelência de uma empresa em um produto não é base para lançar um novo produto, antes deve ser estudado o mercado, a concorrência e conhecer a necessidade real do produto;
  • Composto mercadológico: o equilíbrio dos 4 P´s dos produtos ofertados são vitais para o sucesso no mercado, mas apoiar-se neste composto para lançar um novo produto não é correto, há muitos fatores que influenciam, iniciando na aceitação do mercado, o que leva a elaborar um novo composto para cada produto, alinhando-o com o porte da empresa e com as características do público-alvo.

A família de produtos criada deve ser estudada constantemente, a associação da Marca, empresa, características dos produtos etc., sempre será feita pelo consumidor, deixando claro que uma empresa do ramo cosmético não poderá lançar um produto do Segmento de alimentos com a mesma Marca e obter sucesso.

Rafael Menshhein [www.portaldomarketing.com.br]

As atitudes básicas do empreendedor

Quarta-feira - 22 - Outubro - 2008 at 11:26 am | In Carreira, Management | Leave a Comment
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As atitudes básicas do empreendedor estão nas respostas, e na consistência entre essas mesmas respostas, a estas perguntas:

1. Você sabe quem você é?
Conhecer quem você é conhecer a si e respeitar o seu eu, suas emoções e seus sentimentos, sua postura frente à vida, é assim que se inicia uma boa pessoa e, conseqüentemente, um bom empreendedor. Para tratar bem o próximo e entender bem o próximo, o primeiro passo é entender bem de você e tratar bem você.

2. Você sabe onde você está?
Conhecer o terreno onde você pisa, as pessoas com as quais você trabalha e depende, o ambiente competitivo onde você está se estabelecendo.

3. Você sabe aonde você quer ir?
Ter claro o ponto de chegada, o objetivo e a visão do futuro que você quer alcançar.

4. Você planeja a sua caminhada?
Sabendo quem você é, onde você está e com quem você está, e onde quer ir, só resta planejar a caminhada, juntar os recursos humanos, materiais e financeiros para empreender a jornada, com o tempero da sua vontade e da sua determinação de percorrer este caminho.

5. Você vai à luta?
É necessário, a cada momento, dar um passo à frente e, na soma dos passos, dirigir os seus esforços para a concretização do seu objetivo, da sua visão.

6. Você aprende caminhando?
Nesse percurso você há de ter a humildade de aprender com os fatos, e de se adaptar àquilo que não pode vencer, pois o seu objetivo não é ganhar batalhas, mas vencer a sua guerra. O empreendedor sabe que a guerra não tem fim, todo o dia é dia de aprender e se reformular para atender o mercado em mutação cada vez mais acelerada.

Todas estas características são básicas para todos e quaisquer empreendedores. Mas você só encontra gente falando de Planos de Negócios, Planos de Marketing, foco no mercado, fluxo de caixa, etc.

Fala-se, preponderantemente, da área cognitiva (conhecimento), esquecendo-se da área afetiva (atitude), que dá a base e suporte à primeira. Esta base é essencial e esquecida.

Carlos Alberto de Faria [www.merkatus.com.br]

Endomarketing: motivação e integração por resultados

Terça-feira - 21 - Outubro - 2008 at 11:40 am | In Marketing, Planejamento Estratégico | Leave a Comment
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Antes de implementar o endomarketing, empresas apuram desafios e resultados que podem ser obtidos em curto, médio e longo prazo. Adotar esta prática de forma eficiente, e como medir seus resultados, são questões existentes na elaboração de campanhas e ações cujo objetivo é envolver o funcionário com missão e marca.

Um dos desafios enfrentados por Carla Costa, Gerente de Planejamento da agência Fábrica Comunicação Dirigida, estava em motivar funcionários da Telefônica, que sentiam vergonha por trabalhar na empresa líder em reclamações no mercado. O desafio era fazer com que essa atitude virasse orgulho. Foi preciso padronizar setores e manter funcionários informados sobre a estratégia. “A idéia era de que o colaborador deveria ter vontade de trabalhar, gostar da empresa, sentir-se bem em estar ali apesar de saber que havia reclamação dos consumidores”, diz Carla. “O endomarketing é hoje uma nova parte do sistema de comunicação das empresas, deixando de ser específico, sazonal, e passando a ter grande importância para o retorno planejado”.

A gerente alerta também para as mudanças ocorridas nesta área, lembrando que hoje o endomarketing é mais estratégico por estar dentro de um mix de ações. Empregados mais confiantes crescem profissionalmente e se mantêm integrados a todos os grupos em seu local de trabalho. A partir do desenvolvimento da campanha “Operação Sorriso”, há 7 anos, a Fábrica não parou mais. A agência também realizou projetos de sucesso junto ao setor de seguros, ações para operadoras de callcenter e para o Hospital Albert Einstein, que inclui uma série de ações tanto para o corpo clínico quanto para a área administrativa, até o pessoal da limpeza.

Colhendo os frutos
Elisa Grabski, supervisora de marketing da Yaskawa Elétrico do Brasil, garante que um funcionário satisfeito gera um retorno admirável. “A primeira ação que deu origem ao programa foi o aniversário de um funcionário”, diz Elisa. “Baixaram os índices de atrasos e faltas”. Quanto ao relacionamento entre os setores, a supervisora completa: “Melhorou o dia-a-dia e o ambiente é muito bom entre nós”.

É sabido que, às vezes, o problema de muitas empresas pode estar na falta de comunicação entre setores. Para Elisa, o endomarketing é fundamental na recuperação de situações como esta. Atividades com grupos, competições e eventos internos são formas de unir todas as áreas e grupos de setores diferentes em torno de um objetivo comum. Assim, a integração ocorre naturalmente e estimula a procura de soluções em conjunto.

Consumidor e empresa
O consultor Paulo Mendonça, da Ponto de Referência, salienta que a aplicação deste sistema baseado em transferência de informação, integração de áreas e compartilhamento de idéias gera fluxo contínuo de informações e pode ser feita de acordo com a necessidade de cada empresa. O trabalho, quando feito de forma pontual, esporadicamente, pode ser comparado à campanha de melhorias e assim perder o foco de atingir todos os setores.

O consultor diz ainda que, para o consumidor, a empresa deve oferecer o máximo em cordialidade, objetividade e segurança. “Empresas que implementaram o endomarketing ao dia-a-dia sabem que o funcionário em sintonia com os objetivos e metas, gera retorno rápido com relação ao público-alvo. Ele se torna mais importante que o cliente a partir do momento em que é o contato direto entre a empresa e o consumidor final”. 

Mãos à obra
O que mais acontece em campanhas de endomarketing é desafios de vendas. Porém, só isso não é suficiente para o Beleza Natural. “Nós oferecemos experiência e isso só vai acontecer se o profissional estiver conectado com a cultura da empresa. Por isso, o treinamento é fundamental”, afirma Leila Vélez – Sócia do Beleza Natural e coordenadora de marketing da emprensa.

Todo mês tem uma ação diferente de Endomarketing e incentivo. “Temos o Show Mais que é inspirado no Show do Milhão. Montamos um grande auditório, eu sou o Silvio Santos, tem diretor que são os universitários e os colaboradores, a placa. É exatamente um jogo de perguntas e respostas sobre nossos produtos e serviços, um evento maravilhoso porque todos se divertem e aprendem de forma lúdica”, explica Leila Vélez em entrevista ao Mundo do Marketing.

Thiago Terra [www.mundodomarketing.com.br]

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