O potencial da marca Brasil
Sábado - 29 - Novembro - 2008 at 11:00 am | In Marketing, Portais de Notícias | Leave a CommentTags: Turismo, Branding, Brasil, Country Brand Index, FutureBrand
O estudo anual Country Brand Index (CBI) 2008, divulgado na semana passada em Londres, mostra que o Brasil tem muito potencial de evolução de sua marca: aparece em primeiro lugar entre os países que ainda não estão entre os “Top 10”.
O CBI é produzido há quatro anos pela consultoria global em branding FutureBrand em parceria com a empresa de relações públicas Weber Shandwick.
O estudo contém rankings que avaliam as marcas dos países sob critérios importantes para a indústria do turismo e identifica tendências globais relevantes para este setor, que é o que mais cresce no planeta. Por três anos consecutivos, a Austrália tem a marca mais bem conceituada entre todos os países do mundo. No ranking 2008, o país é seguido pelo Canadá e pelos EUA.
As avaliações são resultado de uma metodologia que mescla opinião de especialistas em diversas áreas, entrevistas com turistas, pesquisa quantitativa e referências estatísticas que relacionam brand equity de cada país a investimentos, crescimento e expansão. Foram ouvidas 2.700 pessoas em nove países, incluindo o Brasil.
No quesito “Vida Noturna”, o Brasil é o segundo país mais bem identificado na pesquisa, atrás apenas do Japão. O Brasil aparece pela primeira vez no ranking do quesito “Praias”, na décima posição. Entre os países considerados inseguros, o Brasil apresenta um dado interessante: o desejo de visitar o país é três vezes maior que a percepção do seu nível de segurança.
O CBI aponta ainda o crescimento do turismo para destinos marcados por cenários de pobreza ou de degradação ambiental. São turistas que desejam fazer de suas viagens uma experiência de vida. O Rio de Janeiro é um dos destinos apontados por esses viajantes – entre Soweto, na África do Sul, e Mumbai, na Índia.
Fonte: Tree Comunicação
O impacto da marca
Sexta-Feira - 28 - Novembro - 2008 at 8:43 pm | In Marketing | Leave a CommentMuito já se falou sobre como impactar consumidores, mas não custa dar mais uma cutucada no assunto. A propósito: Como anda a relação da sua marca com o seu público-alvo? Ou a relação Consumidor x Marca? Atualmente sua relação está saudável?
Então, raciocina junto comigo: será que hoje vale a pena gastar milhões de reais com ações de merchandising na televisão, inserindo produtos em cenários que são pura ficção para o telespectador? Ou até mesmo continuar com aquele velho formato matutino e vespertino nos programas voltados para as donas de casa e adolescentes, geralmente desrespeitando a inteligência do telespectador, cortando a parte mais legal da matéria no meio para nos impactar e nos vender algo que a gente geralmente não precisa. Mas já parou pra pensar que esse impacto pode ser negativo para sua marca e até mesmo para o seu programa?
Hoje existem ferramentas que permitem que você descubra onde está o seu consumidor ideal. E também conheça seus hábitos de consumo, através do que eles lêem e dos sites que visitam. Tudo muito claro. Quem consome esportes, vai aceitar muito melhor ser impactado pela Nike do que alguém que consome e navega por sites esotéricos ou de receitas culinárias.
Essa verba poderia ser utilizada de maneira mais inteligente e interativa, principalmente se for gasta em web. A web permite um conhecimento mais profundo do perfil dos consumidores além de proporcionar mais interatividade nessa relação tão delicada Marca X Consumidor. Quantas pessoas do seu convívio cotidiano você sabe que compraram algo com esse tipo de impacto televisivo? Eu, particularmente, nenhuma.
E quantas vezes você já se pegou com uma certa antipatia por um determinado produto por causa dessa pratica abusiva? A hora do intervalo é sagrada, foi feita para isso, para nos impactar, para a emissora ganhar por todo aquele conteúdo que foi gerado para você, para mim. Então considero a conta bem paga por nós consumidores durante o intervalo.
Quem nunca se emocionou com uma bela campanha publicitária, como aquela da margarina Mila com crianças nuas em Estocolmo, no início dos anos oitenta? Ou quem não se lembra das “carinhas divertidas” de Doriana ou das campanhas de verão com muito sol e Tom Jobim criadas pela Coca-Cola? Bons tempos da propaganda popular brasileira.
Atualmente, aquela marca “que não tem preço” e que hoje tem uma preocupação com o seu público-alvo que até está convidando a contar o que não tem preço para eles, criando um hotsite para essa integração interativa. E o prêmio? Nada demais, apenas o consumidor ter o prazer de se emocionar e emocionar os outros com suas “histórias reais” que não têm preço. Um belo exemplo de como se comunicar e respeito pelo seu público-alvo.
São marcas que lembramos com carinho, autênticas “brand images”, como aquele belo cãozinho da Cofap, ou que rimos com aqueles desenhos divertidos de Tostines, ou até mesmo brincamos – “ah, seu lobo, faz com Cremogema!”. São marcas que nos remetem ao passado, têm perenidade e cheiro de infância, claro era uma outra forma de se comunicar. A comunicação mundial pode ter mudado na forma, mas não no conteúdo. As pessoas continuam sonhando com valores muito próximos aos da nossa infância, seja a sua infância nos anos cinqüenta, sessenta, noventa ou dois mil.
Hoje os consumidores querem contar suas histórias e a maioria das empresas quer saber. Milhares de hotsites são criados todos os anos em busca de aproximação, dessa intimidade. Afinal, posso dizer que muitas marcas são íntimas do meu cotidiano, como minha pasta de dente, meu shampoo, meu absorvente, meu requeijão, mas hoje fazemos questão de participar se quisermos e na hora que quisermos. A internet possibilitou essa liberdade de escolha para a comunicação e para todos. E então? Sua marca faz e tem um relacionamento saudável?
Adriana Azevedo [www.mundodomarketing.com.br]
Sony Ericsson ultrapassa Motorola no mercado de celulares
Quarta-feira - 26 - Novembro - 2008 at 6:32 am | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Crise econômica, LG, Market share, Motorola, Nokia, Samsung, Sony Ericsson, Telefonia Celular
As vendas mundiais de telefones celulares atingiram 309 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2008, segundo o Gartner. O número representa um aumento de 6% em comparação ao mesmo período do ano passado. O crescimento, por outro lado, foi menor do que os 16% registrados no terceiro trimestre de 2007.
Segundo Carolina Milanesi, diretora de pesquisas do instituto, a crise econômica mundial desencadeou uma batalha entre Sony Ericsson, Motorola e LG pela terceira posição do mercado. No período, a Sony Ericsson foi a vencedora.
“A crise afetou as vendas tanto nos mercados maduros, quanto nos emergentes. As trocas de aparelhos sofreram maior impacto, enquanto os usuários iniciantes continuam a enxergar o valor de se comprar um telefone móvel”, afirmou Carolina.
Pelo primeiro trimestre no ano, a Nokia sentiu os impactos da atual situação do mercado. As vendas da fabricante alcançaram 118 milhões de unidades no período, o que fez a empresa crescer menos de um ponto porcentual em market share, para 38,2%.
A Samsung foi bem no trimestre, aumentando sua participação no mercado para 17,1%, ante 14,4% no mesmo período do ano passado. As vendas da empresa totalizaram cerca de 53 milhões de unidades. A Sony Ericsson, apesar de ver seu market share diminuir no período, vendeu 24,8 milhõesde celulares e ficou na terceira posição com 8,1% do mercado.
Logo atrás, seguem a Motorola, que vendeu mais de 10 milhões de unidades a menos do que em 2007 e caiu de 13% para 8% em participação, e a LG, que entregou 24 milhões de unidades e subiu de 7% para 7,8% em participação de mercado.
Fonte: [http://pcworld.uol.com.br]
Como se relacionar com seus líderes
Segunda-feira - 24 - Novembro - 2008 at 11:14 pm | In Carreira | Leave a CommentTags: autocratas, bom, comportamento, líderes, Liderança, negligentes, nervoso, organização, personalidade, vaidoso
- Autocratas: O fundamental, para eles, é cumprir as ordens sem discuti-las ou alterá-las. Na falta de instruções claras, devemos consultá-los sempre e não fazer as coisas por conta própria assumindo riscos.
- Negligentes: É bom sermos precavidos, não confiando na liberdade usufruída e nos policiando para não nos excedermos em certas funções, a fim de que, depois, não sejamos responsabilizados por erros que não cometemos.
- Nervoso: Com esse tipo de pessoa, a solução é procurar ser ágil nas ocasiões em que ele estiver calmo e ser calmo quando ele estiver agitado. Deve-se fazer o possível para relevar os seus “estouros”, recordando que são frutos do temperamento e não do caráter. (Às vezes, cinco minutos depois de “estourar” ele “esfria a cabeça” e procede de maneira oposta, com extrema magnanimidade). É bom, também, evitar interrompê-lo quando estiver ocupado e não lhe pedir favores quando se encontrar de mau humor.
- Vaidosos: Para estes, infelizmente, o que funciona são os elogios, faça-os se quiser ou puder, isso é questão da sua consciência. Precisamos ser cautelosos para nunca criticá-los por trás, pois, cedo ou tarde, tal crítica chegará ao seu conhecimento e isso jamais será perdoado.
- Bons: Devemos ter o cuidado de não abusar, tropeçando na ilusão de que toda pessoa boa é boba.
- Respeite os seus líderes de acordo com as normas disciplinares. Porém, faça um pouco mais: estime-os se puder e, provavelmente, eles também o estimarão.
- Quando se lembrar dos defeitos de seu líder, não se esqueça de suas qualidades.
- Não faça comentários sobre a vida particular do líder: ele presumivelmente não costuma esmiuçar a sua.
- Quando conquistar a amizade pessoal dos líderes, não busque tirar proveito dela no trabalho; saiba que os colegas o estarão vigiando nessa expectativa.
- Antes de condenar uma decisão, do líder, que não lhe agradou, pense naquilo que faria se estivesse no lugar dele.
- Compreenda que a maior homenagem que se pode prestar a um líder é o fiel cumprimento do dever, sem que para isso a sua cordialidade se transforme em bajulação.
- Se você supõe que o serviço anda desorganizado, apresente diretamente ao líder as teorias que tem para melhorá-lo. Se elas não forem aproveitadas, pelo menos você lucrará o tempo que perderia levando o assunto a outras pessoas.
- Antes de dizer um desabafo a seu líder, conte até dez ou mil, se for preciso. Com qualquer ofensa endereçada a ele, você não alcançará nenhuma vantagem, mas, certamente, algum prejuízo acabará tendo.
- Entenda que os líderes, possivelmente, terão mais atribuições e maiores responsabilidades que você, e menos possibilidades de serem gentis.
- Convença-se de que o líder quase sempre toma ciência dos fatos delicados ocorridos na ausência dele. Quanto a isso seja previdente, pois, geralmente, o líder é o primeiro a saber.
Autora: Sonia Jordão [www.administradores.com.br]
FAÇA AMIGOS! PRATIQUE NETWORKING!
Sexta-Feira - 21 - Novembro - 2008 at 12:00 pm | In Carreira | Leave a CommentTags: disciplina, estratégia, networking, rede de relacionamento
Inúmeras pessoas têm me perguntado a respeito do que realmente é Networking, então vamos lá! Costumo ministrar muitas palestras sobre este assunto, e também incluo este tema como ponto obrigatório em meus cursos e treinamentos. Construir redes de relacionamento não é tarefa fácil, exige disciplina, dedicação e estratégia; é um trabalho árduo mas extremamente prazeroso, principalmente quando se pensa em acumular amigos, e não simplesmente favores! Tenho debatido muito esta questão, vários escritores renomados afirmam que Networking não possui nada a ver com amizade, e que tudo não passa de uma relação temporária e unicamente profissional, e por meio de minhas experiências, é aí que eu discordo veementemente! Quando praticamos o Networking, é notório que não conseguiremos ficar amigos de cem por cento dos nossos contatos, mas pelo menos podemos tentar, pois construir relacionamentos não se resume apenas a uma troca constante de favores. O conceito de Networking está ampliando seu significado, principalmente no Brasil.
O brasileiro é um povo cordial, afável e comunicativo por natureza, mas as atribulações e a correria dos dias atuais estão nos afastando do meio em que vivemos, e é necessário quebrarmos este círculo de isolamento interpessoal, precisamos conversar, conviver e cultivar relacionamentos. Quantos utilizam diariamente os elevadores de prédios residenciais e comerciais, entram mudos e saem calados; outros chegam a fazer o mesmo caminho para o trabalho diariamente mas não cumprimentam ninguém, e ainda existem aqueles que freqüentam igrejas, academias, clubes e não se relacionam com praticamente nenhuma das pessoas destes locais.
Faça um teste agora! Qual o nome da diretora do colégio dos seus filhos? E o nome do porteiro do prédio em que você mora ou trabalha? Ah sim! Me diga o nome do dono da padaria perto da sua casa, ou do jornaleiro da banca em que compra jornais e revistas semanalmente! Será que você conseguiu responder algumas destas perguntas?! Não se espante se não lembrar de nenhuma, pois isto acontece com quase todo mundo. Ontem, enquanto assistia o telejornal, em uma matéria que falava a respeito dos problemas causados pelo excesso de barulho no dia-a-dia, uma menina que aparentava ter por volta dos 19 anos, achava uma chateação quando pessoas mais velhas puxavam assunto, pois ela preferia ficar com seu Mp3 no último volume, isolada, totalmente fechada em seu mundo particular.
Este comportamento é extremamente normal, tão comum que nem percebemos mais a quantidade de pessoas isoladas em seus mundos particulares, estamos sempre sozinhos, mas ao mesmo tempo cercados de pessoas por todos os lados. No shopping, no parque, no clube, na academia, cada vez mais, as pessoas preferem se isolar a se relacionar.
Quando falo de Networking, sempre digo que ele é o principal caminho para o sucesso, um caminho sólido, que trará além de muitos benefícios comerciais e profissionais, também muitas amizades que poderão perdurar por anos a fio, só depende de nós!
Imagine-se na fila do check-in do aeroporto, veja agora quantas pessoas desconhecidas existem em sua volta, quantas vidas diferentes da suas, quantos trabalhos diferentes do seu, e principalmente, tente imaginar quantas pessoas elas conhecem que você talvez nunca conhecerá em toda a sua existência. Agora perceba quantas experiências você está deixando de ter, quantos negócios está deixando de fazer, e principalmente, quantos amigos está deixando de ter.
Construir uma rede de relacionamentos sólida ajuda muito nos negócios, mas não é só isso, se fossemos pensar assim, estaríamos acreditando que os relacionamentos e as pessoas são descartáveis, que podemos usá-las duas ou três vezes, e depois de obtermos o que queremos, descartamos tudo no lixo mais próximo.
Respeito a visão dos que acham que Networking nada mais é do que um simples “Toma lá, dá cá”, mas sinceramente, eu ainda acredito muito nas pessoas, creio que todo ser humano nasceu para viver em comunidade, somos assim desde que o mundo é mundo, precisamos do meio e somos fruto dele, desta forma, pessoas ajudam pessoas, os negócios são apenas conseqüências, eles acontecem, pois todos nós temos que fazer algo para sobreviver, somos muitas vezes a imagem crua de nossa profissão, por isso, é de suma importância que ao viver em comunidade, estabeleçamos uma rede de contatos ativa e pujante.
Quando fazemos amigos, não precisaremos cobrar favores, eles naturalmente lembrarão de nós nos momentos em que fizerem algo que esteja ligado a nossa imagem pessoal e ou profissional.
Construir redes de relacionamento é um exercício gratificante, uma atividade que ser torna tão ou mais prazerosa do que o nosso próprio trabalho, pois quando se aprende os caminhos corretos do Networking, todo o dia é dia de se conquistar um novo amigo.
Faça amigos por onde passar, deixe que todos conheçam quais são os seus objetivos, busque estar perto daqueles que gostam de estar perto de você, pois na maioria das vezes, estas pessoas sentem afinidade por você, porque lhe admiram por alguma de suas qualidades.
Definitivamente, vivemos em um mundo globalizado, no qual tudo se inter-relaciona, desta forma, quanto mais conexões você tiver, mais possibilidades surgirão na sua vida e mais amigos lembrarão quem você é, e o que você faz! Torne-se lembrado por seus valores, por seu caráter, por sua simpatia e cordialidade, por sua amizade.
O Networking do mundo globalizado é uma arte mutante, que transforma simples cartões de visitas em amigos de longa data.
Lembre-se, não busque relacionamentos apenas pelos negócios que eles podem lhe render, busque amigos que lhe ajudarão a fazer novos negócios, este é o espírito!
Pratique Networking! Faça amigos! E eles o ajudarão a construir os degraus de sua escada para sucesso!
Autor: Fábio Azevedo [www.administradores.com.br]
Marketing baseado em inteligência de mercado
Quinta-feira - 20 - Novembro - 2008 at 10:39 pm | In Marketing | Leave a CommentBuscar a diferenciação é o objetivo de empresas que oferecem tanto produtos quanto serviços. Por menor que seja esta diferença, certamente ela é percebida pelo consumidor final e traz para a marca vantagens competitivas em relação à concorrência. Para que estratégias e ações de Marketing gerem resultados significativos para as empresas, é cada vez mais comum trabalhar com inteligência de mercado.
Táticas, planos de ação e informações preciosas sobre o que o inimigo está desenvolvendo são comuns nos campos de batalha do mercado atual. Por isso, o Marketing ganha responsabilidade sobre o monitoramento da concorrência para traçar a estratégia baseada nas ações feitas por empresas do mesmo setor. A inteligência de mercado aparece como ferramenta para a diferenciação tanto no ponto-de-venda como na Internet.
Além dos planos que são traçados para ir a campo, a inteligência de mercado já foi tema de um Fórum em junho deste ano em São Paulo e chegou também no mundo virtual. A Internet, que já é usada frequentemente para monitorar ações e posicionamentos de empresas do mesmo segmento, ganha outra funcionalidade através de programas desenvolvidos exclusivamente para informar o que o concorrente e o cliente estão procurando.
Inteligência para tomar decisões
Apesar da dinâmica que acelera as decisões das estratégias de inteligência de mercado, o resultado para as empresas é de longo prazo e, para alguns profissionais, trata-se de um investimento. A inteligência de mercado passa por um processo desde a construção de uma equipe de negócios que traz as informações relevantes para a empresa até uma mudança de atitude e posicionamento.
Atualmente o processo de decisão de uma estratégia de inteligência de mercado é baseado em informações cada vez mais fundamentadas. “Ao longo dos anos a área de inteligência de mercado vai gerar lucro, mas não espere que seja no dia seguinte”, diz Ana Leite, Gerente de Marketing Estratégico da Rhodia, empresa especializada nas áreas de polímeros, química orgânica e inorgânica e em formulações.
A inteligência de mercado é uma unidade de negócios da Rhodia, denominado “Projeto Decathlon” porque trabalha diversas competências diferentes. “A inteligência de mercado está presente em áreas de informações de interesse da empresa como produtos concorrentes, informações sobre o Trade, estudo de mercado e base de dados de preços locais e internacionais”, explica Ana em entrevista ao Mundo do Marketing.
Análises cada vez mais globais diminuem o foco específico em um produto ou serviço concorrente e revelam para a empresa quais são os produtos concorrentes relevantes. Na Rhodia o mapeamento inicial é desenvolvido para gerar análises cruzadas com bases qualitativas e quantitativas. “Disponibilizamos estas informações para toda a equipe e servem como base para tomada de decisão”, conta a gerente de Marketing Estratégico da Rhodia no Brasil.
Soluções virtuais
No mundo virtual é comum pesquisar e espionar o que as empresas concorrentes fazem para atrair novos clientes e, assim, buscar uma resposta rápida para não perder ou até conquistar novos clientes. Visando antecipar a ação do “inimigo”, a MagoWeb, empresa de Marketing Digital e soluções para a Internet, desenvolveu o Combo de Inteligência Competitiva Digital, uma ferramenta que engloba quatro soluções: análise da concorrência direta, posicionamento da empresa na busca natural, campanhas de mídia on-line e estratégias de usabilidade.
A análise da concorrência direta é um relatório que o cliente da Magoweb recebe todo mês e monitora os concorrentes da empresa buscando saber qual o movimento digital que a companhia está fazendo. “A ferramenta permite saber qual a palavra-chave que a concorrência está usando em sites de busca. Além disso o relatório aponta para as palavras-chave ideais para cada negócio”, explica Átila Generh, Diretor da Magoweb.
Já o posicionamento da empresa na busca é uma forma de verificar se a palavra-chave usada por uma empresa é a mais buscada realmente pelo usuário. A ferramenta também revela que outras palavras estão sendo procuradas. A mais popular ferramenta do Combo da Magoweb talvez seja a campanha de mídia on-line através de links patrocinados, que são mais baratas, de acordo com Generh.
Outra solução da Magoweb para oferecer estratégia de inteligência é a usabilidade focada em gerar tráfego qualificado na página da empresa na Internet. “Verificamos qual o diferencial em relação ao concorrente e montamos um site baseado em uma estratégia de resultado, verificando qual a página que mais gerou contato com o usuário”, diz o Diretor da Magoweb ao site.
Diferenciação no PDV com ajuda dos vendedores
No ponto-de-venda também é possível aplicar uma estratégia baseada em análises de inteligência de mercado, basta ter intensidade de comunicação junto com a força de vendas do PDV. Neste processo, é preciso garantir que cada vendedor esteja atualizado e municiado com informações que permitam tomar atitudes ou contra-argumentar com o cliente sobre os benefícios e vantagens de um produto.
Para manter o funcionário integrado com a estratégia de inteligência da empresa, é necessário oferecer constantemente reciclagem e treinamento dos colaboradores, além de criar canais de comunicação com os vendedores. “Fazemos o gerenciamento de pedidos de veículos com uma ferramenta que fornece informações importantes do mercado, além de uma agenda on-line para os vendedores com estas informações”, conta Fernando Ribeiro, Gerente de Marketing da Iveco no Brasil
De acordo com Ribeiro, a Iveco fornece boletins de Marketing via web com detalhes sobre os benefícios de comprar o produto da empresa baseados em informações concretas sobre o seu concorrente, criando assim uma munição valiosa para o vendedor argumentar de forma técnica.
Opiniões, investimento e ferramentas apontam o caminho
A busca por conhecimento sobre os próximos passos da concorrência não tem limites. Com informações públicas cada vez mais relevantes sobre o mercado através da mídia, as empresas conseguem adquirir boas pistas sobre as ações de empresas do mesmo segmento. “Dependendo do setor em que a empresa atua, comprar estudos feitos por terceiros é um bom caminho. Outra fonte importante para monitorar a concorrência são seminários e eventos, através da opinião de formadores de opinião”, avalia Ana Leite.
Para evitar errar no cálculo mercadológico, as empresas investem no monitoramento do mercado para adquirir informações cada vez mais claras sobre ações e estratégias de outras empresas. “Sem estas informações, a empresa estará dando tiro no escuro. Quanto mais conhecimento sobre a concorrência, mais a empresa evolui, assim como a equipe e as estratégias de branding, além de dar segurança maior do que apenas navegar sem enxergar o que está sendo feito pelos concorrentes”, afirma Átila Generh.
Assim como uma análise mercadológica da concorrência, a área da inteligência da Iveco capta informações e disponibiliza para a diretoria comercial que desenvolverá a estratégia de Marketing, baseada em uma ferramenta de abrangência nacional. “Possuímos uma ferramenta que nos permite saber qual veículo foi emplacado, qual o modelo e em que cidade do Brasil ocorreu. Montamos nossa estratégia de contra-ataque a partir daí”, conclui Fernando Ribeiro.
Autor: Thiago Terra [www.mundodomarketing.com.br]
Teoria do Desenvolvimento Organizacional
Quinta-feira - 20 - Novembro - 2008 at 2:46 pm | In Management | Leave a CommentTags: Desenvolvimento Organizacional, Mudanças na organização, Mudanças no ambiente de trabalho, Mudanças nos métodos de operação, Mudanças nos produtos
O desenvolvimento organizacional nada mais é que as mudanças que ocorrem dentro de uma organização. Segundo essa teoria aberta, democrática e participativa, as organizações devem se voltar mais às pessoas do que às técnicas e recursos para conseguir uma maior capacidade de realizar as mudanças necessárias ao desenvolvimento organizacional.
Cultura organizacional ou Teoria do Desenvolvimento Organizacional (D.O.)
O Desenvolvimento Organizacional é um desdobramento prático e operacional da Teoria Comportamental a caminho da abordagem sistêmica. Consideramos como precursor deste movimento teórico Leland Bradford, autor do livro “T-Group Theory and laboratory methods” (Nova York, 1964). Essa teoria representa a fusão de duas tendências no estudo das organizações: o estudo da estrutura de um lado, e o estudo do comportamento humano nas organizações de outro, integrados através de um tratamento sistêmico. Os diversos modelos de D.O. consideram basicamente quatro variáveis: 1) o meio ambiente, focalizando aspectos como a turbulência ambiental, a explosão do conhecimento, a explosão tecnológica, a explosão das comunicações, o impacto dessas mudanças sobre as instituições e valores sociais, etc.; 2) a organização, abordando o impacto sofrido em decorrência da turbulência ambiental e as características necessárias de dinamismo e flexibilidade organizacional para sobreviver nesse ambiente; 3) o grupo social, considerando aspectos de liderança, comunicação, relações interpessoais, conflitos, etc.; e 4) o indivíduo ressaltando as motivações, atitudes necessidades, etc. Os autores salientam essas variáveis básicas de maneira a poderem explorar sua interdependência, diagnosticar a situação e intervir em variáveis estruturais e em variáveis comportamentais, para que uma mudança permita a consecução tanto dos objetivos organizacionais quanto individuais. Portanto, a ênfase é dada na gestão de pessoas e processos.
A cultura é o que dá identidade ao homem, interfere em seu caráter, molda suas crenças e explica o mundo. Empresa é uma organização baseada em normas, visa a dominação do mercado por meio de vendas de bens e serviços, para esse fim é necessário ajustar-se aos stakholders, ou seja; as pessoas mais envolvidas ou interessadas na organização: clientes, acionistas, governo, funcionários, fornecedores, associações, concorrência, sindicatos, etc. Em toda organização existem códigos informais que ratificam ou anulam os regulamentos, algumas leis são burladas, e isso pode comprometer o andamento da própria empresa. Criou-se então a cultura organizacional que tenta ajustar as manifestações de cultura, já que é difícil modificar o núcleo de crenças e pressupostos básicos, dentro das organizações. Os problemas importantes são:
1-NÍVEIS: a cultura organizacional existe em uma variedade de níveis diferentes, refere-se tanto às crenças e pressupostos, ao funcionar interno, quanto à forma como a organização encara os problemas do ambiente externo.
2-INFILTRAÇÃO: relacionamentos, crenças, ponto de vista sobre os produto, as estruturas, os sistemas, a meta, formas de recrutamento, socialização e recompensas.
3-IMPLÍCITO: modificar coisas implícitas do pensamento e do comportamento das pessoas.
4-IMPRESSO: raízes históricas têm grande peso na administração presente e futura das organizações.
5- POLÍTICO: conexão entre cultura organizacional e a distribuição de poder na empresa. Grupos que têm seu poder relacionado à creças e pressupostos.
6-PLURALIDADE: diferentes subculturas, mais de uma cultura organizacional dentro da mesma empresa.
7-INTERDEPENDÊNCIA: a cultura está conectada a: política, estrutura, sistemas, pessoas e prioridades.
As Mudanças e a Organização
O conceito de Desenvolvimento Organizacional está intimamente ligado aos conceitos de mudança e de capacidade adaptativa da organização à mudança. O D.O. parte de conceitos dinâmicos como estes apresentados abaixo:
• Conceito de Organização
Uma organização é a coordenação de diferentes atividades de contribuintes individuais com a finalidade de efetuar transações planejadas com o ambiente. Toda organização atua em determinado meio ambiente e sua existência e sobrevivência dependem da maneira como ela se relaciona com esse meio. Assim, ela deve ser estruturada e dinamizada em função das condições e circunstâncias que caracterizam o meio em que ela opera.Os autores do D.O. adotam uma posição antagônica ao conceito tradicional de organização, salientando as diferenças fundamentais existentes entre os Sistemas Mecânicos (típicos do conceito tradicional) e os Sistemas Orgânicos (abordagem do D.O.). Vejamos o quadro abaixo:
Sistemas Mecânicos (Abordagem Tradicional)
• A ênfase é exclusivamente individual e nos cargos 2x2
• Relacionamento do tipo autoridade e obediência
• Rígida adesão à delegação e à responsabilidade dividida
• Divisão do trabalho e supervisão hierárquica rígidas
• Tomada de decisões centralizada
• Controle rigidamente centralizado
• Solução de conflitos por meio de repressão, arbitragem e/ou hostilidade
Sistemas Orgânicos (Abordagem do D.O.)
• A ênfase é nos relacionamentos entre e dentro dos grupos
• Confiança e crença recíprocas
• Interdependência e responsabilidade compartilhada
• Participação e responsabilidade multigrupal
• A tomada de decisões é descentralizada
• Amplo compartilhamento de responsabilidade e de controle
• Solução de conflitos através de negociação ou de solução de problemas
• Conceito de Cultura Organizacional
A Cultura Organizacional repousa sobre um sistema de crenças e valores, tradições e hábitos, uma forma aceita e estável de interações e de relacionamentos sociais típicos de cada organização. A cultura de uma organização não é estática e permanente, mas sofre alterações ao longo do tempo, dependendo de condições internas ou externas. Algumas organizações conseguem renovar constantemente sua cultura mantendo a sua integridade e personalidade, enquanto outras permanecem com sua cultura amarrada a padrões antigos e ultrapassados.A única maneira viável de mudar uma organização é mudar a sua cultura, isto é, os sistemas dentro dos quais as pessoas vivem e trabalham.Além da cultura organizacional, os autores do D.O. põem ênfase no clima organizacional, que constitui o meio interno de uma organização, a atmosfera psicológica característica em cada organização. O clima organizacional está intimamente ligado ao moral e à satisfação das necessidades humanas dos participantes. O clima pode ser saudável ou doentio, pode ser quente ou frio, pode ser negativo ou positivo, satisfatório ou insatisfatório, dependendo de como os participantes se sentem em relação à sua organização.
• Conceito de Mudança
O mundo de hoje caracteriza-se por um ambiente em constante mudança. O ambiente que envolve as organizações é extremamente dinâmico, exigindo delas uma elevada capacidade de adaptação como condição básica de sobrevivência. O processo de mudança organizacional começa com o aparecimento de forças que vêm de fora ou de algumas partes da organização. Essas forças podem ser endógenas ou exógenas à organização:
1. As forças exógenas provêm do ambiente, como as novas tecnologias, mudanças em valores da sociedade e novas oportunidades ou limitações do ambiente (econômico, político, legal e social).
2. As forças endógenas que criam a necessidade de mudança estrutural e comportamental provêm da tensão organizacional: tensão nas atividades, interações, sentimentos ou resultados de desempenho no trabalho.
O Desenvolvimento Organizacional é necessário sempre que a organização concorra e lute pela sobrevivência em condições de mudança.
• Conceito de Desenvolvimento
A tendência natural de toda organização é crescer e desenvolver-se. O desenvolvimento é um processo lento e gradativo que conduz ao exato conhecimento de si próprio e à plena realização de suas potencialidades. A eficiência da organização relaciona-se indiretamente com sua capacidade de sobreviver, de adaptar-se, de manter sua estrutura e tornar-se independente da função particular que preenche. A fim de que uma organização possa alcançar um certo nível de desenvolvimento, ela pode utilizar diferentes estratégias de mudança:
1. Mudança evolucionária: quando a mudança de uma ação para outra que a substitui é pequena e dentro dos limites das expectativas e dos arranjos do status quo (lenta, suave)
2. Mudança revolucionária: quando a mudança de uma ação para a ação que a substitui contradiz ou destrói os arranjos do status quo (rápida, intensa, brutal)
3. Desenvolvimento sistemático: os responsáveis pela mudança delineiam modelos explícitos do que a organização deveria ser em comparação com o que é, enquanto aqueles cujas ações serão afetadas pelo desenvolvimento sistemático estudam, avaliam, e criticam o modelo de mudança, para recomendar alterações nele, baseados em seu próprio discernimento e compreensão. Assim as mudanças resultantes traduzem-se por apoio e não por resistências ou ressentimentos.
Fases da Organização
As organizações assumem diferentes formas organizacionais em diferentes ambientes e em diferentes épocas. Mais do que isso, as organizações, durante sua existência, percorrem cinco fases distintas:
Fase Pioneira: é a fase inicial da organização pelos seus fundadores ou empresários. Com os poucos procedimentos estabelecidos, a capacidade de empresa para realizar inovações é bastante elevada.
Fase de Expansão: é a fase em que a organização cresce e expande suas atividades, intensificando suas operações e aumentando o número de seus participantes. A preocupação básica é o aproveitamento das oportunidades que surgem e o nivelamento entre a produção da organização e as necessidades ambientais.
Fase de Regulamentação: com o crescimento das atividades da organização, esta é obrigada a estabelecer normas de coordenação entre os diversos departamentos ou setores que vão surgindo, bem como definir rotinas e processos de trabalho.
Fase de Burocratização: com o desenvolvimento das operações e de acordo com a sua dimensão, a organização passa a necessitar de uma verdadeira rede de regulamentação burocrática, preestabelecendo todo o comportamento organizacional dentro de padrões rígidos e de um sistema de regras e procedimentos para lidar com todas as contingências possíveis relacionadas com as atividades do trabalho.
Fase de Reflexibilização : é uma fase de readaptação à flexibilidade, de reencontro com a capacidade inovadora perdida, através da introdução consciente de sistemas organizacionais flexíveis. O Desenvolvimento Organizacional é exatamente um esforço de reflexibilização.
• Críticas as estruturas convencionais
Os especialistas do D.O. salientam que as estruturas convencionais de organização não têm condições de estimular a atividade inovadora nem de se adaptarem a circunstâncias em mudança. As principais críticas que fazem às estruturas convencionais de organização são as seguintes:
1. O poder da administração frustra e aliena o empregado.
2. A divisão do trabalho e fragmentação de funções impedem o compromisso emocional do empregado.
3. A autoridade única ou unidade de comando restringe a comunicação do empregado, afetando negativamente o comprometimento deste para com a organização.
4. As funções permanentes, uma vez designadas, tornam-se fixas e imutáveis.
Desenvolvimento Organizacional
O que é Desenvolvimento Organizacional
O Desenvolvimento Organizacional é uma resposta da organização às mudanças. É um esforço educacional muito complexo, destinado a mudar atitudes, valores, comportamentos e a estrutura da organização, de tal maneira que esta possa se adaptar melhor às novas conjunturas, mercados, tecnologias, problemas e desafios que estão surgindo em uma crescente progressão. O Desenvolvimento Organizacional visa a clara percepção do que está ocorrendo nos ambientes interno e externo da organização, a análise e decisão do que precisa ser mudado e a intervenção necessária para provocar a mudança, tornando a organização mais eficaz, perfeitamente adaptável às mudanças e conciliando as necessidades humanas fundamentais com os objetivos e metas da organização. O D.O. exige a participação ativa, aberta e não-manipulada de todos os elementos que serão sujeitos ao seu processo e, mais do que tudo, uma profundo respeito pela pessoa humana.
• Pressupostos Básicos do D.O.
A maioria dos autores especialistas em D.O., conquanto tenham idéias e abordagens bastante diversificadas, apresentam muitos pontos de concordância, principalmente no que se refere aos pressupostos básicos que fundamentam o D.O. Vejamos abaixo:
1. A constante e rápida mutação do ambiente – O mundo moderno caracteriza-se por mudanças rápidas constantes e numa progressão explosiva.
2. A necessidade de contínua adaptação – O indivíduo, o grupo, a organização e a comunidade são sistemas dinâmicos e vivos de adaptação, ajustamento e reorganização, como condição básica de sobrevivência em um ambiente em constante mudança.
3. A interação entre a organização e o ambiente – As qualidades mais importantes da organização são sua sensibilidade e sua adaptabilidade: sua capacidade de percepção e de mudança adaptativa ante a mudança de estímulos externos.
4. A interação entre indivíduo e organização – Toda organização é um sistema social.
5. Os objetivos individuais e os objetivos organizacionais – É plenamente possível o esforço no sentido de se conseguir que as metas dos indivíduos se integrem com os objetivos da organização.
6. A mudança organizacional deve ser planejada – A mudança planejada é um processo contínuo, e que leva anos.
7. A necessidade de participação e comprometimento – A mudança planejada é uma conquista coletiva e não o resultado do esforço de algumas pessoas. O aprendizado de novos comportamentos através de variadas técnicas introduz, além da competência interpessoal (relacionamento humano isento de bloqueios e preconceitos), maior adaptabilidade às mudanças.
8. O incremento da eficácia organizacional e do bem-estar da organização dependem de uma correta compreensão e aplicação dos conhecimentos acerca da natureza humana – As ciências do comportamento buscam localizar e criar nas organizações o ambiente de trabalho ótimo, em que cada indivíduo possa dar sua melhor contribuição e, ao mesmo tempo, ter consciência do seu potencial.
9. A variedade de modelos e estratégias de D.O. – Não há uma estratégia ideal nem ótima para o D.O. Existem, isto sim, modelos e estratégias mais ou menos adequados para determinadas situações ou problemas, em face das variáveis envolvidas e do diagnóstico efetuado.
10. O D.O. é uma resposta às mudanças – É um esforço educacional muito complexo, destinado a mudar atitudes, valores comportamentos e estrutura da organização, de tal maneira que esta possa se adaptar melhor às demandas ambientais, caracterizadas por novas tecnologias, novos mercados, novos problemas e desafios.
11. Um objetivo essencial das organizações é o de melhorar a qualidade de vida – As meras alterações estruturais (rearranjos no organograma, mudanças na hierarquia etc.) ou funcionais (alterações de rotinas e procedimentos), bem como os métodos científicos que visam melhorar a eficiência organizacional podem desenvolver estratégias de forma paralela às intervenções mais amplas para melhorar o processo de relações entre indivíduos, entre grupos, organização e seu ambiente, etc.
12. As organizações são sistemas abertos – A organização em si consiste em um número de subsistemas dinamicamente interdependentes, e mudanças em alguns deles podem afetar os outros subsistemas. Da mesma forma, a organização é em si um subsistema em um ambiente que consiste em muitos outros sistemas, todos dinamicamente interdependentes.
Modelos de D.O.
O D.O. exige alterações estruturais na organização formal e alterações comportamentais, conjuntamente. Dessa forma, existem modelos de D.O. relacionados com alterações estruturais, comportamentais.
1. Modelos de D.O. relacionados com alterações estruturais – incidem sobre a situação ou ambiente de trabalho de um indivíduo, ou sobre a estrutura ou tecnologia adotada pela organização. Os principais tipos de alterações estruturais são:
• Mudanças nos métodos de operação
• Mudanças nos produtos
• Mudanças na organização
• Mudanças no ambiente de trabalho
2. Modelos de D.O. relacionados com alterações comportamentais – a maior parte dos modelos destina-se a encorajar uma maior participação e comunicação dentro da organização. Os modelos de D.O. voltados exclusivamente para as variáveis comportamentais são os seguintes:
• Desenvolvimento de Equipes
• Suprimento de Informações Adicionais
• Reuniões de Confrontação
• Tratamento de Conflito Grupal
• Laboratório de Sensitividades
3. Modelos de D.O. relacionados com o enorme crescimento global alterações estruturais e comportamentais – os modelos de D.O. que introduzem simultaneamente alterações estruturais e comportamentais são modelos integrados e mais complexos. Constituem uma variedade de abordagens, cada qual envolvendo conceitos, estratégias, sequências esquemas que variam enormemente.
Fonte: Wikipédia
Recursos Humanos, Negócios e Empreendedores
Terça-feira - 18 - Novembro - 2008 at 9:53 pm | In Carreira, Management | Leave a CommentTags: empreendedores, negócios, Recursos Humanos
É preciso lembrar que a competitividade destaca somente os negócios e profissionais que estejam conectados com um profundo conhecimento operacional, que identifiquem formulas provocando o desvio e a atenção do mercado que objetivamos. Desta maneira quanto maior a aceitação e participação dos grupos em relação à direção adotada, maior serão a coerência e frutos para garantir resultados.
Um bom trabalho nos negócios é medido pela satisfação e segurança de quem está comprando. Assim os melhores termômetros disponíveis para a medição do que fazemos estão na analise dos índices de entradas versus soluções das reclamações. Não se garante vendas por pedidos, mas por soluções prolongadas dos atendimentos para que continuem provando o merecimento dos retornos e adesões.
Antes mesmo de analisar o volume do feito, é preciso garantir que os meios permitam eliminar ao máximo as possibilidades de acidentes no percurso. Assim como os processos de seguranças são estabelecidos por normas nos chãos das fabricas, as organizações necessitam de critérios que garantam mais regularidade e continuidade naquilo que chamamos de comportamento variável do negócio.
O termômetro da qualidade e resultado está na garantia de um sistema que atenda cada vez mais os seus consumidores, trabalhando com foco no inesperado junto com equipes de conhecimentos versáteis, e potencialmente decisórias em relação à velocidade e equação das respostas ao solicitante.
A palavra negócio nasceu para aprimorar a frase vencer obstáculos e, portanto sempre ficará pela dependência da sustentabilidade dos seus executores em criar necessidade e interesse pela sua oferta, bem antes do produto ou da consumação fiscal e bem depois do consumo efetivo do que foi oferecido.
A grande diferença dos mercados é conseguir decifrar a formula para ser entendido, é fazer com que sua mensagem comece a ser lida, escutada e procurada. Tudo é muito simples, desde que tenhamos objetivos claros para gerar uma vontade seqüencial pelo trabalho frente à fabricação de chaves de êxitos para que as portas se abram.
O que faz um profissional superar as adversidades dos mercados é a praticidade do como consegue transpor conhecimento para a criação de possibilidades que cerquem em utilidade o dia seguinte de quem pretendemos envolver.
No limite temos que trabalhar para ir além do que os outros solicitam, nossa expansão dependerá da visão de um crescimento integrado, antes das analises isoladas, envolvendo ponta a ponta da cadeia que nos servimos.
Neste caso o envolvimento extra-óbvio da operacionalização, será responsável pela liderança frente à utilidade do que representamos. Tal esforço ampliadamente deslocará o seu futuro que sempre será determinado por aqueles que sabem da onde vem e mais do que isso para aonde deve ir.
Autor: Sérgio Dal Sasso [www.administradores.com.br]
Telefone celular aumenta renda de profissionais autônomos no Brasil
Domingo - 16 - Novembro - 2008 at 12:32 pm | In Portais de Notícias, Tecnologia | Leave a CommentTags: aumento de renda, telefone celular, trabalho autônomo
Muitos brasileiros usam o celular como uma ferramenta para aumentar a renda. Segundo uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o profissional autônomo fatura quase 20% a mais quando tem um aparelho de telefone móvel.
Esse é o caso do mestre de obras Luiz Alberto Nunes não sabe mais como trabalhar sem o celular. “As decisões são tomadas no mesmo momento. Tenho uma dúvida, imediatamente falo com ele [o cliente], pode quebrar a parede?”.
O celular quebrou a barreira que separava quem ganha pouco da comunicação por telefone. O economista Luiz Octávio Casarin usou dados do IBGE para descobrir qual foi o impacto do celular na vida de profissionais em que a renda mensal da casa entre R$ 88 e R$ 175 por pessoa.
Em 2001, 65% dessas pessoas não tinham acesso a qualquer tipo de telefonia. Quatro anos depois, a porcentagem caiu para 47%. Neste mesmo período, 25 milhões de brasileiros com rendimento de até R$ 350 por mês tiveram um telefone pela primeira vez, quando compraram um celular. “A renda do trabalhador autônomo que usa celular é cerca de 17% maior”, diz o economista.
As vantagens do telefone celular influenciaram a cabeleireira Iolanda Dantas a tomar a decisão de fechar o salão de beleza que ela tinha e partir para um novo esquema de trabalho. Todo o material que ela precisa agora fica no carro e vai à casa das clientes.
Sem o aluguel e as contas de um imóvel, sobrou mais dinheiro no fim do mês. E as chamadas deixam a agenda de Iolanda sempre lotada. “Eu tenho dois celulares, funciona dia e noite, sem parar. Não tenho horário. Eu fico flexível a qualquer horário das minhas clientes”, conta a cabeleireira.
Fonte: [www.g1.com.br]
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