Na guerra dos navegadores, quem ganha é você!
Terça-feira - 31 - Março - 2009 at 12:47 pm | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Apple, Cover Flow, Firefox, Google, Google Chrome, Internet Explorer 8, iPod, Microsoft, NY Times, Safari, Wikipedia, YouTube

Se você anda procurando por uma boa guerra entre produtos, está com sorte: a guerra dos navegadores voltou a ser travada. Na semana passada, a Microsoft lançou a muito esperada nova versão do Internet Explorer. Enquanto isso, a Apple, Mozilla e Google lançaram recentemente versões de pré-lançamento de seus futuros navegadores.
Eu abri todos os quatro browsers e os submeti à minha rigorosa rotina diária na web. A boa notícia é que todos eles são maravilhosos. Se você ainda sofre um com navegador velho, lento e cheio de bugs, baixa qualquer um dos quatro agora. Mas qual deles? Veja a seguir minha opinião, na ordem do “não tão bom assim” para o melhor:
Internet Explorer 8 – Depois de anos atrás dos outros inovadores, a Microsoft finalmente lançou um navegador que dá gosto de usar. Versões anteriores do IE eram lentas, propensas a quedas e travamentos, repletas de furos de segurança e não tinham muitos dos recursos úteis encontrados nos outros principais navegadores. E enquanto você as aturava, não podia deixar de pensar que a Microsoft estava contando com sua ignorância para sobreviver, rezando para que você não descobrisse que a vida poderia ser melhor se você se desfizesse do navegador integrado ao Windows.
Mas a nova versão dá a qualquer um que abandonou o IE ao longo dos anos um motivo para voltar e dar uma olhada. Ela é rápida, parece resistente a quedas e travamentos e não só iguala os recursos de seus rivais, como alguns casos os supera. Sua lista de abas — o “menu” no topo da tela que cataloga as páginas abertas — demonstra excelência na organização. Digamos que você abra uma aba com o Google e outra com a Amazon, e então abra várias novas abas a partir de links em cada um destes sites. O IE é esperto o suficiente para saber quais abas foram abertas a partir do Google e quais vieram da Amazon, e mostra os diferentes grupos em cores diferentes na lista de abas. Isto me permite simplesmente passar os olhos sobre ela e encontrar a aba que eu preciso mais rapidamente do que eu conseguiria em outros navegadores.
Mas o IE não é perfeito: ele fica bem lento depois que você abre uma dúzia ou mais abas, e também não é tão rápido que os rivais na hora de carregar as páginas complexas da “Web 2.0″, como o GMail e Google Maps. Por fim, o IE só está disponível em versão Windows.
Safari 4 Beta – Como era de se esperar, o navegador mais recente a Apple chama a atenção pelo estilo. Entre seus vários requintes visuais, gostei da forma como ele mostra seu histórico de navegação – como uma série de imagens de cada site , as quais você pode “folhear” usando o Cover Flow, mesmo recurso usado para ver as capas de discos em seu iPod. O melhor recurso do Safari é a velocidade: ele briga com o Chrome pelo título de “navegador mais rápido no Windows”, e certamente é o mais rápido no Mac. Mas várias falhas na interface com o usuário ainda me incomodam.
Como o Chrome, o Safari não tem uma “barra de abas”. Em vez disso, ele coloca as abas abertas na barra de menu, o painel mais externo na janela do navegador (a maioria dos outros navegadores usa este espaço para mostrar o título da página atual). Isto deixa mais espaço na tela livre para seus documentos, mas torna as abas do Safari mais difíceis de mover e organizar.
A barra de endereços do Safari – o lugar onde você digita a URL – também fica atrás da de seus rivais. Outros navegadores permitem que você use este espaço como um “site de busca” rápido: digite uma frase, tecle enter e você é levado para a página de resultados. Irritantemente, tudo o que o Safari faz é mostrar uma mensagem de erro quando você tenta fazer isto.
Chrome 2.0 Beta – Quando o Chrome foi lançado em setembro passado, fiquei embasbacado. Desde então, ele só fez melhorar. O que eu mais gosto é a filosofia por trás do seu projeto. O programa parece ter sido feito para um tipo específico de usuário — os “power users”, pessoas que passam o dia todo na web e mantém um número enorme de abas abertas rodando vários sites complexos.
Ao contrário de outros navegadores, o Chrome não vira uma carroça quando está sobrecarregado. Se você tiver dúzias de abas abertas e tentar carregar um video do YouTube, ele será reproduzido perfeitamente. No Firefox 3.0, a mesma situação faria o filme “engasgar”, o que não é nada bom. O Chrome também é muito seguro: em uma conferência recente no Canadá, hackers foram convidados a derrubar todos os principais navegadores. Eles foram capazes de comprometer o Firefox, Safari e IE, mas não conseguiram sequer arranhar o Chrome.
Meu recurso favorito no Chrome é sua barra de endereços, combinada com a barra de busca encontrada no topo da janela da maioria dos navegadores. Nos rivais do Chrome, digitar uma frase na barra de endereços resulta em uma busca em seu histórico de navegação. Digite “new york times” e o navegador vai mostrar uma lista das páginas do jornal que você já visitou.
Outros navegadores podem também sugerir buscas. Digite “new york times” no campo de busca e ele pode sugerir uma pesquisa por “palavras cruzadas do new york times”. O Chrome também faz tudo isso, mas vai além: ele lista resultados de busca no Google. Digite “thomas jefferson” e o Chrome mostra o endereço para o primeiro resultado de busca no Google para esta frase. Você pode até ir direto para a página sobre Thomas Jefferson na Wikipedia sem sequer passar pelo Google.
Mas há algumas desvantagens no Chrome. Em primeiro lugar, por enquanto ele só tem versão para Windows. Em segundo, ele não tem um sistema de complementos, para permitir que terceiros agreguem funções ao navegador. Felizmente, o Google acabou de indicar aos programadores uma forma de criar tais “plug-ins”. Se os programadores começarem a produzí-los em larga escala, o Chrome pode se tornar imbatível.
Firefox 3.1 Beta – Vários anos atrás comecei a usar o Firefox como meu navegador principal. Ele era mais rápido, mais estável e oferecia mais inovação que seus rivais. Com o tempo, entretanto, muitas de suas vantagens se perderam. Esta versão beta corrige alguns dos problemas que haviam se tornado quase intoleráveis no Firefox, entre eles a propensão a consumir memória demais e se tornar insuportavelmente lento se ficasse aberto o dia todo. Descobri que o beta é muito mais rápido e estável que as versões anteriores.
Mas o principal motivo para eu continuar com o Firefox é a enorme quantidade de complementos. Eles me permitem personalizar o navegador exatamente do jeito que eu quero, um feito que nenhum outro programa consegue igualar. Meu plug-in favorito é o Tab Mix Plus, que me dá ferramentas poderosas para salvar e organizar as muitas abas que acumulo durante um duro dia de trabalho na web.
Se eu abro uma dúzia de páginas relacionadas ao meu mais novo plano para a dominação mundial, por exemplo, posso agrupar todas elas e salvá-las sob um único nome no Tab Mix Plus. Quando eu quiser retomar meus planos maléficos, posso abrir toda a minha velha sessão de navegação de uma vez só. Eu uso o Tab Mix Plus em conjunto com o Foxmarks, que me permite compartilhar favoritos do Firefox entre múltiplos computadores.
Posso criar um favorito para algo em meu laptop e abri-lo no meu desktop. Também não saberia viver sem os “Mouse Gestures” (gestos com o mouse), um plugin que me permite navegar na web com movimentos do pulso. Uma mexidinha rápida do mouse para a esquerda, por exemplo, e o navegador volta à página anterior. É uma forma maravilhosamente preguiçosa de ler as coisas online.
Tanto o Safari quanto o Chrome permitem complementos, então é certamente possível que o Firefox perca esta vantagem. Mas esta é a graça na guerra dos navegadores. Enquanto os rivais se estapeiam em busca de uma maior participação no mercado, vão adicionando recursos melhores a cada nova versão. Seja lá quem for o vencedor, quem fica com todos os benefícios somos nós.
Farhad Manjoo / NY Times
Skype planeja liberar versão para iPhone nesta terça
Segunda-feira - 30 - Março - 2009 at 7:30 pm | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Android, Apple, Blackberry, CTIA, eBay, Google, iPhone, Nokia, Research in Motion, RIM, Skype, VoIP, Windows Mobile
A empresa de telefonia via internet Skype, pertencente ao eBay, planeja lançar nesta terça-feira (31) uma versão de seu programa para os usuários do telefone multimídia iPhone, da Apple. Outra versão, para os aparelhos Blackberry, deve sair em maio. A iniciativa marca um esforço do Skype para levar seus serviços além dos computadores.
Segundo a agência de notícias Reuters, o software para iPhone permitirá ligações gratuitas entre usuários do aparelho da Apple que utilizarem o Skype. Já do iPhone com o software para outros telefones, será cobrada uma taxa menor do que as praticadas pelas operadoras.
Com a tecnologia chamada voz sobre IP (VoIP), oferecida pelo Skype, o internauta consegue fazer chamadas gratuitas via computador para outros usuários do serviço. Outra alternativa é pagar tarifas mais baixas que as tradicionais para fazer ligações do PC para telefones fixos e portáteis de todo o mundo.
Scott Durchslag, vice-presidente de operações da Skype, disse ter grandes esperanças para o sucesso do software no iPhone. “O pedido número um que recebemos dos usuários era tornar o Skype disponível no iPhone. Existe uma demanda reprimida”, disse Durchslag em entrevista antes da feira de tecnologia móvel CTIA, em Las Vegas, onde a Skype planeja lançar o serviço.
Em maio, será lançado o Skype para os aparelhos BlackBerry, da Research in Motion, que popularizaram o uso de e-mail em celulares. A empresa também já anunciou o Skype para celulares da Nokia e para os aparelhos que utilizam o Android, o sistema operacional do Google para celulares, e o Windows Mobile.
Fonte: g1.com.br / Reuters
‘Aperto’ financeiro faz brasileiro abandonar marcas ‘premium’, diz estudo
Domingo - 29 - Março - 2009 at 2:50 pm | In Portais de Notícias | Leave a CommentTags: consumidor, Marcas Premium
Por cautela, já que os efeitos ainda não aparecem na renda, os brasileiros estão migrando das marcas mais caras para as mais baratas. Artigos de limpeza são os campeões na perda de consumidores que não estão mais dispostos a pagar por marcas premium.
No geral, os produtos de custo baixo e intermediário já predominam na cesta de compras, conforme estudo da empresa de pesquisas LatinPanel que compara o consumo residencial em 2008 com o de 2007.
No segmento de limpeza, a movimentação foi mais sentida, com aumento de 6 pontos porcentuais entre os consumidores que trocaram as marcas por oferta de preço no ano passado.
Essa migração representou queda de 21% em valor no segmento, mesmo sem ter ocorrido redução do volume de compras. Itens como água sanitária e detergente em pó estão entre os que mais perderam compradores de marcas mais caras.
Fonte: g1.com.br
Guerra de Preços
Sexta-Feira - 27 - Março - 2009 at 12:59 pm | In Planejamento Estratégico | Leave a CommentA concorrência mais acirrada, os gostos e preferências mutantes e cada vez mais refinados dos consumidores, as margens de lucro diminuindo e os custos crescentes entre muitos outros fatores levam os empresários a tomar uma série de medidas no intuito de manter ou conquistar clientes.
A guerra pelos consumidores apresenta muitas complexidades e muita incerteza ao nosso dia-a-dia, muitas vezes na intenção de estarmos adequados aos nossos clientes buscamos meios de tornar a nossa empresa, produto ou serviço os mais atraentes possíveis. Esta busca sem limites traz na outra ponta os concorrentes com suas ações de busca pelo mesmo cliente que nós.
Para comprovar basta relembrar o começo dos anos 90 e perceber que a gestão amadora, o relativo pouco conflito direto entre rivais e o consumidor mais pacífico, não exigiam tanto esforço quanto hoje por parte das empresas e profissionais no sentido da entrega de maior valor agregado para os consumidor. Estar no mercado antes não era tão complexo como hoje.
Pois bem, dentro deste panorama acirrado e dinâmico surgem as tentativas de captar e manter consumidores.
Uma das primeiras ações, em geral, é promoção de nossa empresa ou serviços ou produtos. Há uma intensa divulgação de promoções, descontos, barbadas, cuponagem entre muitos outros. Em especial há uma tendência de ‘chamar” os consumidores através de descontos, de reduções de preço, de maiores prazos e assim por diante.
Um alerta muito importante deve ser dado, pois, reduzir preços, dar descontos ou qualquer outra vantagem que se queira dar aos clientes é uma estratégia para se conseguir vendas, mas existe um grande perigo, pois em geral, as empresas não tem um controle de custos e margens de lucro bem definida. Apenas para exemplificar suponha que se compre um produto por 10 reais e se queira ganhar em cima dele 35%, pois bem o preço final será de 13,50. A empresa em suas promoções pode resolver conceder ao cliente um desconto para tornar o produto mais atrativo e gerar trafego na loja e resolve vender este produto a 11,50, a princípio a análise que se faz é a seguinte: vai-se aumentar o número de pessoas comprando, a margem de lucro ainda é de 15% e a empresa está ganhando dinheiro certo…errado.
O problema é que muitas empresas não consideram sua estrutura de custos, pois, primeiro não define a margem de lucro com base em nenhum critério, em geral, definem com base no que acha que deve ser ou com base na concorrência ou com base em porcentagens fixas sem considerar o custo com funcionários, de manutenção, de estoque, de emprego do dinheiro entre vários outras possibilidades.
Assim o primeiro ponto é definir uma estrutura coerente de custos e lucros, para saber que se for conceder X% de desconto ainda vai lhe restar Y% no final, mas sabendo claramente qual vai ser o valor final que ficara com a empresa.
Um outro ponto a ser destacado é em relação a guerra de preços em si, os consumidores podem ganhar com tal ação, mas as empresas em geral só tendem a diminuir sua lucratividade, incentivar consumidores altamente voltados a preço, aumentar os custos operacionais e financeiros e diminuir seu poder de persuasão e a “fidelidade” de certos públicos alvo.
Deve-se ao invés de travar uma guerra de preços, primeiro definir uma faixa justa de preço e oferecer aos consumidores outros benefícios agregados como garantias, qualidade superior dos produtos e serviços, atividades de pós-venda, atendimento diferenciado, maior variedade ou opções, horários e prazos convenientes, apresentação física da loja agradável, benefícios aos consumidores habituais entre várias outras alternativas que permitem que a empresa seja competitiva, interessante aos olhos do consumidor e principalmente lucrativa.
Travar guerra de preços exige um grande “poder de fogo” e “fôlego” para ir até o final da batalha, antes de entrar em uma guerra direta, busque meios de entender o que os consumidores ressaltam como importante, o que valorizam na empresa e no concorrente, só então, decida por estratégias que venham a trazer novos consumidores e manter os antigos satisfeitos.
Definitivamente entrar em uma guerra de preços pode ser bastante prejudicial…para a empresa logicamente.
Fábio Luciano Violin – portaldomarketing.com.br
O que é Marketing?
Quinta-feira - 26 - Março - 2009 at 12:29 pm | In Marketing | Leave a CommentTags: Armstrong, Dicionário Houaiss, Dicionário Melhoramentos, Dicionário Michaelis, Dicionário Novo Aurélio, Economia, Keller, Kotler, Marketing, O que é Marketing, Peter Drucker, Philip Kotler, Psicologia, Sebrae, Sociologia, Técnicas de Marketing
A Definição do termo Marketing nunca obteve uma explicação definitiva.
É comum, ao iniciar um curso ou uma palestra, o professor soltar a clássica pergunta: O que é Marketing?
Após 20 definições devidamente transcritas no quadro, se chega a uma das 3 conclusões:
a) Todas estão corretas
b) Todas estão erradas
c) Algumas estão mais ou menos certas.
A verdade é que não existe uma definição correta. Cada autor descreve Marketing conforme o seu próprio entendimento. Dessa forma, transcrevemos aqui diversas definições de Marketing, de autores, empresas e instituições brasileiras e estrangeiras:
Marketing é o conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Michaelis).
Marketing é o estudo do mercado que visa a planejar possíveis lançamentos de produtos em um futuro próximo ou distante (prospectivos), e que leva em consideração as necessidades existentes ou possíveis, e as perspectivas de pesquisa e de adaptação da empresa. (Sebrae - www.sebrae.com.br/br/npublish/glossario_creditom.asp)
Neologismo norte-americano usado internacionalmente, para designar a moderna técnica de comercialização. Complexo de estudos, técnicas e atividades com o objetivo de promover, divulgar e sustentar um produto ou serviço no mercado de consumo, e/ou assegurar o sucesso comercial de um empreendimento. (www.ajudabancaria.com/termos_mercado_m.html)
Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício (KOTLER e ARMSTRONG, 1999).
Marketing conjunto de operações executadas por uma empresa envolvendo a venda de um produto, desde a planificação de sua produção até o momento que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Melhoramentos).
Desenvolvimento das atividades comerciais, desde a produção até o consumo final. (www.formosaonline.com.br)
Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado. (AMA – American Marketing Association – Nova definição de 2005).
Marketing ou Mercadologia é a atividade de ligar os produtores (ou produtores potenciais) de um produto ou serviço com clientes, quer existentes ou potenciais. Técnicas de Marketing são aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida. Métodos de Marketing são objeto do estudo de várias ciências sociais, particularmente Psicologia, Sociologia, e Economia. A pesquisa de Marketing fundamenta estas atividades. (Wikipedia – pt.wikipedia.org/wiki/Marketing)
Marketing é tudo o que uma empresa faz; o que não é, é decorrência. (MADIAMUNDOMARKETING )
Marketing é um processo social por meio do qual, pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros (KOTLER e KELLER, 2006).
Marketing são as atividades sistemáticas de uma organização humana voltadas à busca e realização de trocas para com o seu meio ambiente, visando benefícios específicos (RICHERS, 1986).
Marketing é a estratégia empresarial de otimização de lucros através da adequação da produção e oferta de suas mercadorias ou serviços às necessidades e preferências dos consumidores, para isso recorrendo a pesquisas de mercado, design de produtos, campanhas publicitárias, atendimentos pós-venda etc. (Dicionário Houaiss)
Marketing é o conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor (Dicionário Novo Aurélio).
Marketing é toda atividade dirigida para a satisfação das necessidades e desejos do cliente; tais necessidades e desejos são satisfeitos mediante a compra de produtos ou serviços; esta compra pode ser impulsionada por uma necessidade fisiológica (alimentação, abrigo, frio) ou psicológica (status, segurança, diversão etc); conhecendo e estudando estas motivações ao consumo, as empresas procuram produzir bens e serviços que atendam ao público alvo. (Sebrae-http://www.sebrae.com.br/br/parasuaempresa/conhecaomercado_820.asp)
Marketing é um processo que objetiva a construção de relações duradouras (Jay Conrad Levinson)
Marketing é o conjunto das atividades empresariais destinadas à descoberta, conquista, manutenção e expansão de mercados para as empresas e suas marcas. 2. Área da empresa encarregada de planejar e administrar as tarefas de marketing. (Dicionário Publicitário (d2dbr.free.fr/dicionariopublicitario/m.htm)
Marketing é função única da empresa moderna, e que tem por objetivo conquistar e preservar clientes. (Peter Drucker – 1954).
Daniel Portillo Serrano – portaldomarketing.com.br
Saber ouvir
Quarta-feira - 25 - Março - 2009 at 7:46 pm | In Carreira | Leave a CommentTags: Alberto Caeiro, escutar, James C. Hunter, O Monge e o Executivo, Ruben Alves, saber ouvir
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Mas ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular, diz o escritor mineiro Rubem Alves.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo somos todos os donos da verdade. Escutar é complicado e sutil. Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito, é preciso também que haja silêncio dentro da alma, reforça Alberto Caeiro, outro escritor mineiro.
Devemos seguir os exemplos dos índios. Eles quando reunidos, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Todos em silêncio à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria considerado desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos – pensamentos que ele julgava essenciais. Merece respeito.
Não basta o silêncio de fora. É preciso o silêncio de dentro. Quando se faz o silêncio dentro, começamos a ouvir coisas que não ouvíamos. É como quem pratica mergulho. No fundo do mar a boca fica fechada. Somos todos os olhos e ouvidos, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia. Ouvimos a melodia que não havíamos percebido.
Se você interrompe é porque não está prestando muita atenção ao que a outra pessoa diz, já que a sua cabeça está ocupada com a resposta. Se você se recusa a ouvir não está valorizando a opinião de quem está lhe falando. Você deve acreditar que, o que você tem a dizer é muito mais importante do que a outra pessoa quer transmitir. Por isso, deve ouvi-la primeiro, revela James C. Hunter, no livro O Monge e o Executivo.
Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir.
Amazildo de Medeiros – administradores.com.br
Pare de perseguir seus objetivos e comece a atraí-los
Quarta-feira - 25 - Março - 2009 at 7:39 am | In Carreira | Leave a CommentTags: Aristóteles, George Bernard, Gustavo Kuerten, Kaizen, melhoria contínua, Norman Vincent Peale, Ralph Marston
Ralph Marston diz que se você está perseguindo uma coisa, isso significa que ela está fugindo de você. Ao invés de ficar perseguindo e correndo atrás de algo, considere o contrário: pense em como atraí-la.
E como atrair algo que está fora do seu alcance? “Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo”, escreveu Norman Vincent Peale. A melhor forma é sempre transformar-se na pessoa que atrairia o que você quer, seja dinheiro, sucesso, admiração dos outros ou um grande amor.
Enquanto você insistir em seguir as velhas rotinas, vendo as mesmas pessoas todos os dias, lendo sempre as mesmas revistas e jornais, assistindo os mesmos programas de TV, visitando os mesmos sites, nunca se aventurando além da sua zona de conforto, você não vai se desenvolver. Vai continuar preso no mesmo círculo vicioso. É uma forma de desperdiçar lentamente a vida, e o pior de tudo é que você sabe disso. Você sente isso!
George Bernard Shaw disse: “Quando era jovem, descobri que nove de cada dez coisas que eu fazia eram um fracasso. Eu não queria ser um fracasso. Então passei a trabalhar 10 vezes mais”.
A preparação nunca é chique ou cheia de glamour. Ela é difícil. É chata e cansativa. Mas é absolutamente essencial. Todo mundo vê o Gustavo Kuerten ganhando campeonatos e milhões de dólares, mas ninguém vê as centenas de horas que ele já passou em quadras, batendo em bolinhas ou sozinho num quarto de hotel. O preço do sucesso é a preparação. Citando Aristóteles: “Somos o que fazemos repetidamente. Logo, a excelência não é um ato, mas um hábito”.
Se a sua vida não está do jeito que você queria que ela estivesse, pare de pensar em como perseguir seus objetivos, e mude o raciocínio: como atraí-los?
Encontre alguma coisa que esteja dando certo na sua vida e tente melhorá-la só um pouquinho. Não é necessário fazer algo grandioso ou revolucionário basta um simples detalhe, algo que você pode fazer agora mesmo. É o que os japoneses chamam de Kaizen – a melhora contínua, passo a passo.
Torne-se uma pessoa mais atraente todos os dias – intelectualmente, culturalmente, fisicamente, espiritualmente e, talvez o principal, pessoalmente e com certeza você vai conseguir atingir coisas que parecem estar sempre fugindo, simplesmente porque elas vão parar de fugir, vindo até você. Mude seus pensamentos, e certamente você mudará seus resultados.
Raúl Candeloro – Portal do Administrador – htmlstaff.org/xkurt/projetos/portaldoadmin
Equipes de Marketing
Terça-feira - 24 - Março - 2009 at 1:05 pm | In Marketing | Leave a CommentTags: ética, Feedback, habilidade, Liderança, Marketing, organização, pesquisa, Planejamento, Talento humano
Toda organização, ainda, está dividida em departamentos, não apenas em equipes distintas que realizam tarefas distintas, mas em blocos que não conseguem se comunicar.
Um dos grandes pontos abordados pelo profissional de Marketing é unir a organização, tornar cada departamento parte da empresa, unir pessoas para que tudo seja feito em equipe.
Uma equipe sempre deve ser composta por Talentos Humanos com habilidades diferentes, logicamente todos têm excelência ao realizar determinada tarefa, possuem pontos medianos e outros pouco bons.
As organizações pecam ao realizar treinamentos para melhorar os pontos onde uma pessoa não têm condição de tornar-se excelente, mas é tudo sempre feito dessa forma, ou seja dinheiro jogado fora e um auto-engano para a empresa e o colaborador.
Com os departamentos conectados realmente, é fácil definir objetivos, metas a serem alcançadas e estratégias que englobem a organização, sem dar preferência para este ou aquele departamento.
Quando Alexandre Las Casas fez uma comparação entre o Marketing e o futebol, foi observado que cada uma das regras também aplicava-se ao mercado, à organização e aos profissionais que ali estão.
A melhor equipe não é composta por uma pessoa, nem duas, mas é aquela que consegue unir todas as pessoas da forma correta, exatamente com em um time de futebol, em que cada jogador trabalha de acordo com o exercício da excelência a favor do time, cumprindo suas funções com suas melhores qualidades.
Para formar uma equipe são necessários alguns pontos, como:
- Ética: este é um dos pontos que irá unir todos os departamentos em uma grande equipe, trará o melhor de cada uma para fazer a empresa conquistar o que foi visto no planejamento, também é a base para formar uma equipe altamente qualificada e preparada para o mercado;
- Planejamento: o planejamento, elaborado por um profissional de Marketing, visa unir a organização, todos os departamentos têm um objetivo comum perante o mercado, satisfazer as necessidades e desejos do consumidor;
- Liderança: aqui não é necessário poder, dar ordens é fácil, unir uma organização completamente não, por isso é necessário que este líder tenha como objetivo principal garantir que cada departamento trabalhe em conjunto com os demais;
- Feedback: saber ouvir é a melhor arma do profissional de Marketing, seja para atender aos departamentos, evitar conflitos desnecessários ou abrir Canais para contato direto com o consumidor, quem não se preocupa em ouvir não sabe o que fazer;
- Pesquisa: é necessário sempre estar avaliando todo o processo, cada decisão, verificando o que não está muito bom na organização, assim como também é vital saber quais são os desejos e necessidades do consumidor e o que o mercado oferta a ele.
Formar uma equipe excelente é um dos desejos de muitas organizações, mas também deve-se saber que muitas vezes as grandes estrelas, quando em grande número, podem não trazer o resultado necessário, simplesmente porque possuem as mesmas características e não querem ser tratadas como os demais, isso é facilmente percebido em times de futebol.
A organização pode ser comparada a um time de futebol, cada posição em campo é fundamental para o sucesso do conjunto, e o que pode unir a empresa é o compromisso com o atendimento dos desejos e necessidades do consumidor, algo que muitas delas ainda não conhecem ou não se preocupam.
Rafael Menshhein – portaldomarketing.com.br
Brasil tem quase 8 celulares para cada dez habitantes
Segunda-feira - 23 - Março - 2009 at 10:11 pm | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel, CDMA, Claro, GSM, IBGE, TIM, Vivo
País encerrou fevereiro com 152,36 milhões de linhas de celulares ativas. Teledensidade cresceu 22,82% em 12 meses.
O Brasil registrou 152,36 milhões de assinantes de celulares em fevereiro deste ano, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Foram 415.909 novas habilitações no segundo mês de 2009, um crescimento de 0,27% em relação à base de usuários de janeiro do mesmo ano. Segundo a Anatel, 124,3 milhões das pessoas (81,59%) têm celulares pré-pagos, enquanto 28,05 milhões têm telefones móveis pós-pagos.
O destaque deste mês foi a teledensidade, que registrou crescimento de 22,82% e saltou de 65,09%, em fevereiro de 2008, para 79.94 em fevereiro deste ano – ou quase oito celulares para cada grupo de dez habitantes.
A teledensidade é o índice que mostra o número de telefones móveis para cada grupo de 100 habitantes. O crescimento reflete, principalmente, uma revisão da projeção mensal da população pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Estado do Amazonas, por exemplo, houve um crescimento de 12,04% – o que quer dizer que para cada 100 habitantes, 63,68 têm celular,
O Distrito Federal lidera a teledensidade móvel brasileira, com 1,44 celular para cada habitante. O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, tem 0,97 celular por habitante. Em terceiro lugar fica o Mato Grosso do Sul, com 0.96 celular por habitante.
A liderança da telefonia celular continua com a Vivo, que registra participação de 29,8% e 45,4 milhões de assinantes. A Claro fica em segundo lugar, com 25,84% de participação e 39,36 milhões de clientes, enquanto a TIM fica na terceira posição (23,45% de participação, com 35,73 milhões de clientes). A tecnologia GSM é usada por 89,45% das pessoas, enquanto o CDMA é usado por apenas 7,7% dos clientes da telefonia móvel celular.
Fonte: IDGNow.uol.com.br
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