Apple bate recorde de 1 bilhão de downloads de aplicativos para iPhone

Segunda-feira - 27 - Abril - 2009 at 12:25 am | In Tecnologia | Leave a Comment
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A Apple anunciou na última sexta-feira (24) ter batido a marca de um bilhão de downloads de aplicativos para o iPhone no iTunes, sua loja on-line, nove meses após estes programas terem sido lançados.

 

Foto: Divulgação

Aplicativos oferecidos pela Apple dão novas funções ao celular multimídia iPhone. (Foto: Divulgação )

O recorde, segundo fontes da companhia, foi alcançada na noite de quinta-feira (23), e o aplicativo baixado que bateu a marca de um bilhão foi o Bump, um programa desenvolvido pela Bump Technologies que permite tramitar a informação dos contatos. 

O programa foi baixado por Connor Mulcahey, um adolescente de 13 anos de Connecticut, que receberá como prêmio US$ 10 mil para gastar no iTunes, um reprodutor iPod Touch e um computador MacBook, entre outras coisas.

 

Novas funções

Os aplicativos para o iPhone, a maior parte gratuita ou custando menos que US$ 3, transformaram o telefone celular em um aparelho muito parecido com um computador portátil. 

Na maioria, estes programas foram criados por programadores autônomos de fora da Apple que retêm 70% do lucro obtido com as vendas. 

A lista dos aplicativos pagos mais comprados tem jogos como “Crash Bandicoot nitro kart 3D”, em primeiro, ou “Enigmo”, em terceiro. 

Entre os aplicativos mais baixados está um para usar o Facebook no iPhone, o serviço Google Earth ou um curioso programa chamado Shazam, que “escuta” pelo microfone do telefone a música que toca no ambiente e dá o nome da canção e o autor em segundos. 

Atualmente, o iTunes oferece 35 mil aplicativos diferentes, em 77 países.

 Fonte: g1.com.br

Reflexões sobre a vida e carreira

Quinta-feira - 23 - Abril - 2009 at 12:38 am | In Carreira | Leave a Comment

Todas as situações em nossas vidas têm no mínimo dois lados. Um positivo e outro negativo. Como percebemos, e mais do que isso, de que maneira lidamos com elas é que fará toda a diferença.
Pensemos então na crise, qualquer natureza de crise, financeira, familiar, pessoal, social. Todo momento de crise é uma oportunidade, uma ocasião favorável para o aprendizado.  Em relação ao mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que desaparecem produtos e serviços, surgem novos ou se renovam.

Crises representam momentos especiais para renovação, para se desfazer do velho que não funciona mais e para que surja o novo. Podemos olhar a situação sendo vítima das circunstâncias, com um olhar pessimista e achar que estamos acabados liquidados, que é o fim, ou entender que podemos ser agentes e que podemos agir e tirar o melhor proveito da situação.

É a oportunidade que temos de refletir, repensar, agir e reposicionar. Muita gente só tem esse tipo de atitude em situações como essa, quando são arremessados da sua zona de conforto para a zona de pânico. Crises são ótimas oportunidades para se descobrir coisas novas. A crise tira as pessoas necessariamente da zona de conforto, e isso não é ruim!

A questão não é a crise, senão o que fazemos com ela. Que aprendizado podemos tirar desses momentos.

Comparo crises com as dores de cólicas. São cíclicas e fazem parte da vida. A pior é sempre aquela que a gente está vivendo agora. As que já passaram já foram superadas, bem ou mal. Se o problema não tem solução, já está solucionado. Agora, se tem, vamos arregaçar as mangas e começar a fazer. Ficar sentado, reclamando da vida e não fazer nada, não vai mudar nada mesmo! É preciso ter coragem e agir.

Você poderá se sentir refém e imaginar que não pode fazer nada. Mas pode! Todos nós podemos fazer alguma coisa, por mínima que seja para reduzir custos, melhorar o ambiente de trabalho, propor melhorias, encontrar alternativas. A necessidade é mãe da criatividade.

Outro dia mesmo, conversando com colegas, profissionais liberais, discutia-se a troca de serviços entre eles. A ideia, nem é nova, pois isso é escambo, e já era praticado na idade média, mas era interessante para ambas as parte.

Outra situação que vi, foi reduzir o tempo de trabalho, sem demitir, o que permite à pessoa se dedicar a outras atividades no tempo que sobra e às vezes até melhora a qualidade de vida, aumentar o convívio com a família e os amigos, geralmente prejudicado pela alta carga de trabalho. Há muitas outras possibilidades surgindo. Negociações que antes pareciam pouco prováveis de acontecer são boas saídas agora. Estamos falando de adaptação, seleção natural. Viva Darwin!

Trabalho com pessoas há mais de 20 anos e posso garantir que as pessoas são capazes de fazer coisas extraordinárias. Quando definem seus objetivos,  investem suas energias nesse propósito e acreditam que conseguirão, perseguem seus objetivos obstinadamente. A paralisia acontece diante do medo. O medo, portanto, é seu maior inimigo, não a crise. A crise está fora e o medo dentro.

Momentos de crise nos permitem:
• a possibilidade de rever processos e procedimentos;
• adaptar aos novos tempos e as necessidades;
• flexibilizar. Abandonar posições para buscar interesses;
• refletir que na maioria do tempo ‘estamos’ e não ‘Somos’ (estamos gerente, estamos diretores, estamos supervisores). Rever a questão do ser/estar, pois as pessoas costumam se esconder sob seus papéis sociais e muitas vezes transformam o papel profissional no único papel a ser desempenhado na vida;
• entrar em contato com a humildade para reconhecer que novas oportunidades, mesmo que muito diferentes das que já foram vividas são chances para aprender e conhecer coisas e pessoas novas;
• estar mais aberto a rever paradigmas. Problemas novos ou antigos, hoje, exigem soluções novas e isso implica em sair da zona de conforto.

Por isso, pense em que lugar você deseja estar nessa hora de grandes chances. Se como vítima reclamando que o mundo está difícil e que o melhor é esperar para ver como fica, ou ser agente e participar desse grande movimento de transformação e de revisão da nossa sociedade contribuindo com o melhor que você tem para tornar nosso mundo e o seu cada vez melhor. Não esqueça, depois de pensar, comece a agir. Pensar sem agir é devaneio, não muda nada!

Adriana Gomes – HSM Online

Economia brasileira deve sofrer pior retração desde 1990, prevê FMI

Quarta-feira - 22 - Abril - 2009 at 1:09 pm | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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A economia brasileira deve sofrer uma contração de 1,3% este ano, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgada nesta quarta-feira (22). Se os dados foram confirmados, será o pior ano para a economia brasileira desde 1990, quando o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 4,2%. A previsão anterior do órgão era de crescimento de 1,8%. Para 2010, o FMI prevê um crescimento de 2,2% no PIB do país.

 

A previsão do FMI é mais pessimista que a feita pelo mercado brasileiro. Segundo o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a expectativa é de contração de 0,5%. Já o próprio BC projeta um crescimento de 1,2%.

 

Veja as previsões do FMI para o PIB (em %)

  

2009

2010

Mundo

 -1,3

 1,9

Economias avançadas

 -3,8

 0,0

Estados Unidos

 -2,8

 0,0

Zona do euro

 -4,2

 -0,4

Alemanha

 -5,6

 -1,0

França

 -3,0

 0,4

Itália

 -4,4

 -0,4

Espanha

 -3,0

 -0,7

Japão

 -6,2

 0,5

Reino Unido

 -4,1

 -0,4

Canadá

 -2,5

 1,2

Outras economias avançadas

 -4,1

 0,6

Economias asiáticas recém-industrializadas

 -5,6

 0,8

Emergentes

 1,6

 4,0

África

 2,0

 3,9

África subsaariana

 1,7

 3,8

Europa central e oriental

 -3,7

 0,8

Comunidade dos Estados Independentes

 -5,1

 1,2

Rússia

 -6,0

 0,5

Comunidade dos Estados Independentes – sem Rússia

-2,9

 3,1

Ásia em desenvolvimento

4,8

 6,1

China

6,5

 7,5

Índia

4,5

 5,6

Asean-5

0,0

 2,3

Oriente Médio

2,5

 3,5

Hemisfério ocidental

-1,5

 1,6

Brasil

-1,3

 2,2

México

-3,7

 1,0

 
A revisão sobre as perspectivas feita pelo FMI também apontou que a economia mundial terá retração de 1,3% em 2009, marcando a mais profunda recessão desde a Segunda Guerra. O número para a economia global foi reduzido em comparação à projeção anterior, feita em janeiro, que indicava leve crescimento de 0,5% do PIB mundial para o ano. Para 2010, a economia mundial deve avançar 1,9%, abaixo da previsão anterior de 3%.

No relatório, o Fundo estima que a contração mundial deve ter abrandamento a partir do segundo trimestre deste ano. “O crescimento deverá voltar a emergir em 2010, mas seria letárgico em relação a recuperações passadas”. Assim, o FMI avalia que a recuperação em 2010 será “gradual”. 

Fonte: g1.com.br

Responsabilidade: essencial às empresas

Domingo - 19 - Abril - 2009 at 7:32 pm | In Management | Leave a Comment

Crises, em geral, nos oferecem importantes lições de como se comportar de forma adequada para evitar novos problemas. O atual momento econômico e as dificuldades dele advindas são um bom exemplo dessa verdade. Afinal, é certo que muitas coisas irão mudar em razão da crise pela qual o mundo vem passando.

É essencial, portanto, que aproveitemos as melhores lições e as coloquemos em prática, em especial no mundo empresarial, para que não seja necessário enfrentar turbulências tão drásticas no futuro. As empresas e seus gestores devem adotar e tornar rotineiras as práticas responsáveis de gestão para garantir uma melhor saúde financeira.

A atenção a cinco importantes elementos serve de base para uma administração bem-sucedida: controle; caixa; corporação; processo; e risco. Trata-se aqui daquilo que a empresa não pode abrir mão em todos os momentos, mas em especial durante as crises.

A partir de agora, a governança corporativa deixa de ser uma teoria distante para muitos e passa a existir como prática exigível de todas as empresas que pretendem sobreviver. A concorrência pode deixar de ser uma entidade a ser simplesmente combatida, pois o espaço para as parcerias e a valorização de sinergias, e seus consequentes ganhos produtivos e administrativos, foi ampliado de forma notável em razão da derrocada de diversos mercados.

As parcerias devem passar a ser entendidas também como elementos de base para a consolidação das cadeias produtivas. O diálogo e o entendimento se tornaram indispensáveis entre as empresas e seus funcionários, fornecedores, agentes financeiros e, especialmente, clientes. Empresas que conseguirem desenvolver o melhor entendimento com estas instâncias serão as mais bem-sucedidas de seus mercados.

Vale ressaltar que as oportunidades têm surgido constantemente e devem ser percebidas e aproveitadas no momento em que se apresentarem. Para isso, empresários e gestores precisam manter-se antenados e atentos, buscando se abastecer de informações, estar cercados de colaboradores bem situados e envolver-se com agentes que fazem os mercados se moverem.

Manter as contas empresariais em dia será outro importante desafio. É, portanto, necessário planejar adequadamente e colocar em prática iniciativas que visam a redução constante de custos e a equalização das contas. Além disso, focar esforços na atividade-fim do empreendimento é, mais do que nunca, uma obrigação dos gestores. A qualidade de produtos e serviços também será um valorizado diferencial competitivo.

Eventualmente será interessante às empresas investir em assessoramento adequado, com a busca de especialistas que possam contribuir nas diversas etapas produtivas ou prestativas e na organização ou reorganização empresarial. No entanto, a base de tudo é garantir o planejamento e fazer com que os planos traçados sejam efetivamente colocados em prática, com as adequações que as variações do mercado venham a exigir ao longo dos processos.

Como já indicamos, o mundo corporativo e a economia serão diferentes do que eram após a atual crise. As empresas que estiverem preparadas para encarar essa nova realidade serão as mais aptas ao sucesso. É tempo, portanto, de reforçar princípios e atitudes que serão a garantia de sobrevivência das corporações.

Marcelo Gonçalves – HSM Online

Apesar de afastado, Steve Jobs continua tomando decisões na Apple

Quinta-feira - 16 - Abril - 2009 at 12:40 am | In Management | Leave a Comment
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Steve Jobs já está afastado há mais de três meses do dia-a-dia da Apple, mas nem por isso está longe do comando da companhia, conforme uma reportagem publicada pelo “Wall Street Journal”. Segundo o diário norte-americano, Jobs continua envolvido em aspectos importantes da companhia.

Fontes ouvidas pelo “WSJ” disseram que o co-fundador da Apple revisa a estratégia da empresa e outros de casa. Ele esteve envolvido, por exemplo, na nova versão do iPhone OS, o sistema operacional usado no smartphone sensível ao toque, e também está a par do desenvolvimento de novos produtos – supostamente, novos modelos de iPhone e um netbook – latpop ultraportátil. Ambos os eletrônicos podem ser lançados ainda no meio deste ano.

Procurada pela reportagem do WSJ, a Apple disse que “Steve (Jobs) continua esperando retornar ao trabalho no fim de junho”. 

As informações sobre a saúde de Jobs são escassas desde que ele anunciou seu afastamento da empresa no começo deste ano. Em janeiro, ele disse estar passando por um desequilíbrio hormonal, que se mostrou mais grave do que o esperado, resultando em seu afastamento. Ele não deu mais detalhes sobre seus problemas de saúde.

Desde então, os investidores temem pelo estado de saúde de Jobs, que é considerado a mente criativa por trás do sucesso da companhia nos últimos anos.

IDG Now!

Google insiste que é amigo, e não inimigo dos jornais

Segunda-feira - 13 - Abril - 2009 at 11:59 pm | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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Havia todos os ingredientes para um grande confronto: Eric E. Schmidt, presidente do Google, falou na semana passada numa convenção de executivos de jornais num momento em que um coro crescente do setor acusa o Google de obter sucesso, em parte, às custas dos jornais.

Porém, qualquer controvérsia aberta reverberou pouco mais que um jornal encharcado batendo na soleira de uma porta. O discurso de Schmidt encerrando a reunião anual da Newspaper Association of America foi uma fala prolongada sobre a importância dos jornais e os desafios e oportunidades trazidas por tecnologias como o celular.

Seu discurso foi seguido por perguntas polidas de executivos do setor que só tocaram superficialmente no ponto dolorido: se o uso de manchetes e fragmentos de matérias de jornais no Google News é um “uso justo”, segundo a lei de direitos autorais, ou uma apropriação indevida de conteúdo.

“Fiquei surpreso pelo fato de as editoras de jornais terem deixado o Google se safar”, disse Jim Chisholm, consultor da iMedia Advisory que assessora companhias jornalísticas. “Embora o Google News crie muito público, a questão será, em última instância, quem vai ganhar dinheiro com isso: o Google ou as empresas jornalísticas?” 

Na segunda-feira da semana passada, a agência de notícias Associated Press anunciou que vai exigir que sites que usam o trabalho de organizações noticiosas, incluindo a AP e seus jornais associados, obtenham permissão e dividam a receita com eles. “A resolução final disso tudo será determinada por como se interpreta uso justo”, afirmou Schmidt. Mas ele disse estar “um pouco confuso” por notícias que identificavam o Google como alvo da iniciativa da AP, uma vez que sua empresa atualmente licencia e abriga matérias noticiosas da AP. 

Há muito que o Google insiste em que o uso de fragmentos e manchetes no Google News é legal. O Google News, lembrou Schmidt, direciona um grande volume de tráfego para sites de jornais, que capitalizam via publicidade.

É tecnologicamente simples para qualquer site de jornal manter seu conteúdo fora do Google e do Google News, mas poucos jornais – se é que há algum – escolheram esse caminho. Mas os jornais se ressentem do fato de a companhia, que recentemente começou a exibir anúncios no Google News, lucrar em cima do seu conteúdo.

A AP não deu detalhes sobre como exatamente pretende lidar com a questão. Pouco antes do discurso de Schmidt, William Dean Singleton, presidente do conselho da AP e presidente executivo do MediaNews Group, disse: “Não produzimos para alguém usar nosso conteúdo, a menos que pague por ele. As licenças que daremos no futuro limitarão onde e quanto de nosso conteúdo poderá ser usado.” Nas próximas semanas, executivos da AP devem oferecer recomendações sobre como proceder. As companhias jornalísticas não têm se mostrado dispostas a testar a questão nos tribunais, nos quais os argumentos de uso justo do Google poderia se impor. 

Em seu discurso, Schmidt encorajou os jornais a criar produtos noticiosos mais personalizados que pudessem ser distribuídos com eficácia na internet, em telefones celulares e outros dispositivos. “Achamos que podemos construir um negócio – de novo, com vocês – com recursos publicitários significativos, em que a publicidade é visada para o conteúdo”, disse.

Miguel Helft – estadao.com.br

Anatel investiga falhas em serviços da Telefônica, VIVO e TIM

Domingo - 12 - Abril - 2009 at 7:12 pm | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta quinta-feira que abriu investigações sobre três falhas de prestação de serviços de telecomunicações que afetaram os consumidores nos últimos dias. 

O órgão regulador investiga problemas nos serviços de banda larga da Telefônica no Estado de São Paulo, uma falha em equipamento da Vivo, em Belo Horizonte (MG), e outra ocorrência com equipamento da TIM, que teria afetado várias regiões do país. 

A agência explica, em comunicado à imprensa, que as operadoras já foram notificadas e, “caso comprovadas as responsabilidades, haverá a exigência de ressarcimento dos danos causados aos consumidores prejudicados pelas falhas”. 

No caso do serviço Speedy da Telefônica, o atendimento aos usuários sofreu quedas de qualidade entre os dias 6 e 9 de abril, segundo a Anatel. “A falha do serviço de comunicação multimídia da Telesp, causada aparentemente por sobrecarga anormal, afetou todos os cerca de 4 milhões de usuários do Speedy”, diz a agência. 

Em nota mais cedo, a própria Telefônica informou que “parte da infraestrutura que dá suporte ao acesso à Internet tem sido alvo de ações deliberadas e de origem externa que acarretaram dificuldades de navegação em páginas da Internet aos seus clientes”. 

A operadora disse que está comunicando formalmente os fatos às autoridades para investigar a autoria e motivação das ações e “tomar as medidas que forem cabíveis”. 

No caso da Vivo, a agência apura um problema ocorrido nesta quarta-feira, em Belo Horizonte (MG). De acordo com a Anatel, uma falha no PTS (elemento de rede responsável pela sinalização de tráfego) da Vivo prejudicou a prestação do serviço de 1,8 milhão dos 45 milhões de usuários da companhia. 

A falha detectada na rede da TIM foi anterior aos problemas de Vivo e Telefônica. A agência investiga uma anormalidade de hardware no dia 27 de março que gerou indisponibilidade nos sinais de voz, mensagens de texto e mensagens multimídia para usuários no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Goiás e nas regiões Norte e Nordeste do país. 

Segundo os cálculos da Anatel, o número de usuários afetados é de aproximadamente 1,6 milhão, de um total de 36 milhões de usuários da TIM. 

“Após a análise das ocorrências, a agência procederá às devidas autuações e, se for o caso, aplicar as sanções regulamentares”, diz a nota da Anatel. 

Reuters (Reportagem de Taís Fuoco, Edição de Eduardo Simões)

Princípios e Valores

Quarta-feira - 8 - Abril - 2009 at 12:08 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Hoje quero convidá-los a participar da discussão de um tema controverso, talvez filosófico, um tanto difuso. Certamente o artigo mais pretensioso que já redigi! A proposta é achar um foco para estes conceitos em questão. As acepções dos vocábulos nos dicionários não trazem luz à confusão genericamente instalada: estou me referindo às declarações que encontramos sobre Princípios e Valores institucionais das organizações.

Hoje, dois de novembro, um feriado chuvoso, decidi investir o tempo em pesquisa no “Google” sobre o tema! Poderia, não fosse precioso este espaço de mídia, listar algumas declarações de organizações famosas pesquisadas, porém isso pode ser consultado por qualquer dos leitores interessados no aprofundamento da matéria.
A confusão é geral! Uns declaram princípios e valores conjuntamente (o que talvez seja melhor, dada a dificuldade da divisão), outros separam sem a devida clareza e há os que qualificam um ou outro conceito de forma equivocada, enfim tem de tudo! Quero aqui, deixar uma noção de princípios e de valores (não me atrevo a definir) por tudo que li e entendi e que sirva de orientação para uma conceituação mais técnica.

Princípios
Atitude compromissada da organização com o seu modo “ser”; imutável e inflexível; reflete o “caráter”* da organização; um conjunto de posturas inegociáveis, inalheável que independem do meio de atuação; inexiste o implemento ou descarte de novos princípios independente do cenário; pertencem à dimensão permanente da empresa; um posicionamento entre o “certo” e o “errado”, sem meio termo; uma indicação do que é devido.
Não são princípios: objetivos, missão, costumes, caprichos, hábitos, políticas, interesses, obrigações, conveniências…
* A firmeza moral, o sinal visível de sua natureza interior. É o que somos por baixo de nossa personalidade (máscara), a nossa marca.

Acepções do termo (Houaiss)
ditame moral; regra, lei, preceito; dito ou provérbio que estabelece norma ou regra; proposição elementar e fundamental que serve de base a uma ordem de conhecimentos; proposição lógica fundamental sobre a qual se apóia o raciocínio.
Exemplos de Princípios organizacionais:
Austeridade, Probidade, Trabalho, Equidade, Impessoalidade, Legalidade, Imparcialidade, Moralidade, Transparência, Flexibilidade, Disciplina, Eficácia, Efetividade, Eficiência, Perseverança, Justiça, Humildade, Disciplina, Perseverança, Persistência, Temperança, Coragem, Integridade, Sustentabilidade, Visão Holística, Respeitabilidade, Indiscriminação, Respeito ao Indivíduo (Diversidade), Comprometimento, Autonomia, Confiabilidade, Presteza…

Valores
Atitude compromissada da organização com seu modo de “estar”; uma dimensão situacional porém não volúvel, função da interação com o meio ambiente; uma escala de referência para as políticas de ações que podem ser aferidas numa escala de limites entre bom e mau sendo um guia “externo” de sua atuação; permite à sociedade identificar as atitudes da organização ante suas clientelas (em sentido figurado – a personalidade*); novos valores podem ser adquiridos e outros descartados, na adequação às variâncias sociais do ambiente. Por exemplo, a Responsabilidade Social é um valor novo para algumas empresas e outras, ainda virão a adotá-lo. O portfólio de valores: ditames morais, regras, leis, preceitos da organização orientam seu comportamento em relação às suas clientelas não podendo serem confundidos com objetivos ou interesses.
Não são Valores: costumes, objetivos, interesses, obrigações, políticas, missão…
* Personalidade: “aspecto visível que compõe o caráter individual e moral de um ser, segundo a percepção alheia”. (Houaiss)

Acepções do termo (etimologia – Houaiss)
Conjunto de traços culturais, ideológicos ou institucionais, definidos de maneira sistemática ou em sua coerência interna; no pensamento moderno de tendência relativista, cada um dos preceitos igualmente passíveis de guiar a ação humana, na suposição da existência de uma pluralidade incontornável de padrões éticos e da ausência de um Bem absoluto ou universalmente válido; qualidade do que alcança a excelência, do que obtém primazia ou dignidade superior.
Exemplos de Valores praticados nas empresas:
Inovação, Pioneirismo, Competitividade, Comprometimento, Integridade, Transparência, Ética, Política conservadora de preços (ou de crédito), Interdependência, Motivação, Responsabilidade Social e/ou Ambiental, Lucratividade, Rentabilidade, Consciência Ecológica, Educação Continuada, Empowerment, Compromisso com (Prazo, Qualidade, Contratos, Negociação, Imagem), Encantamento do Cliente’, Busca da Excelência, Felicidade Pessoal, Inteligência Competitiva’, Liderança Participativa, Administração de Conflitos, Níveis mínimos de Burocracia, Sociabilização, Inserção Social, Respeito à Clientela, Melhoria Contínua’, Cooperação, Delegação, Empreendedorismo, Construção do Bem-estar.

Os exemplos citados acima dos Princípios e dos Valores foram colhidos nas empresas pesquisadas (Bancos, Indústrias, ONG´s) e triados, porém os limites dos conceitos são estreitos e as fronteiras, tênues, levando por vezes ao equivoco no que peço desculpas e coloco-me à disposição para o debate aceitando prontamente críticas e sugestões.
A definição criteriosa dos Princípios e Valores assume particular importância, uma vez que podem fazer parte do texto da Missão da organização.

Wagner Herrera

Agência mantém classificação do Brasil como grau de investimento

Segunda-feira - 6 - Abril - 2009 at 11:15 pm | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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A agência de classificação de risco Standard & Poor’s manteve nesta segunda-feira (6) as “notas” (ratings) do Brasil na categoria grau de investimento, que significa que o país é considerado um local securo para investir.

Os ratings de crédito de longo prazo em moeda estrangeira foram mantidos como “BBB-/A-3″. Também foram mantidos os ratings de crédito soberano de longo e curto prazos em moeda local “BBB+/A-2″, que estão no patamar de grau de de investimento.

A perspectiva também foi mantida estável para todas as classificações de longo prazo. Também foram reafirmadas a avaliação de transferência e conversibilidade “BBB+”, e a classificação “‘brAAA’ atribuído ao país.

 Prudência

Segundo avaliação da S & P, as notas de grau de investimento do país continuam sendo “suportadas”, por práticas “prudentes” de política macroeconômica neste momento de crise de crédito e de desaceleração econômica.

 

“A reafirmação desse compromisso mantém-se crítica para que o Brasil possa preservar a recente melhora em seus fundamentos e recuperar sua trajetória de crescimento sustentável quando a economia global se estabilizar”, avalia o analista de crédito da agência, Sebastián Briozzo.

 

O relatório menciona ainda que “a forte popularidade do presidente Lula” deverá facilitar a implementação de medidas que enfrente os “grandes desafios” deste ano. O analista ressalta, entretanto, que os desafios econômicos devem se estender até 2010, ano de eleições em que a recuperação da economia será apenas “gradual”

 Efeitos da crise

Os comentários não deixam de reforçar o efeito “significativo” da crise externa sobre a atividade econômica, o que levou a S & P a reduzir a estimativa de PIB do país para este ano para 1%. Ainda assim, a agência manteve “estável” as perspectivas dos rating brasileiros devido ao “maior grau de flexibilidade macroeconômica” adquirido nos últimos cinco anos, sobretudo nas contas externa, para lidar com os efeitos da crise.

 

Sobre o superávit primário, a agência avalia que ainda que seja difícil o comprimento da meta, devido à baixa nas receitas, são limitadas as “implicações de longo prazo sobre a sustentabilidade da dívida”. A previsão da S & P para o superávit primário é de 2% neste ano, menor do que a meta de 3,8% do PIB proposto pelo governo (que na verdade é de 3,3%, se excluídos projetos de investimento de capital do cálculo da meta).

 

Como “pontos fracos”, a agência menciona o alto endividamento do governo e o elevado nível de juros do país. “Esses dois fatores exigirão responsabilidade fiscal no médio prazo”, disse Briozzo, reforçando que principalmente no âmbito fiscal o governo brasileiro precisa manter “forte compromisso com políticas macroeconômicas prudentes” para evitar deterioração da qualidade de crédito do Brasil.

Valor OnLine

Google pode estar em conversas para aquisição do Twitter

Sábado - 4 - Abril - 2009 at 6:56 pm | In Tecnologia | Leave a Comment
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Blogs especializados em tecnologia nos Estados Unidos especulam sobre uma possível compra ou parceria do serviço de mensagens Twitter pelo gigante de buscas Google Inc. Enquanto um deles diz que um acordo de compra pode sair por US$ 250 milhões, outro afirma que ambos os serviços estariam apenas negociando uma parceria em “produtos relacionados”.

Tudo começou com o TechCrunch citando duas fontes que dizem que o Google estaria em negociações para comprar por mais de US$ 250 milhões uma das mais recentes sensações da internet. O valor, segundo o blog, seria menor que os US$ 500 milhões oferecidos ao Facebook alguns meses atrás. “Por quê o Google iria querer o Twitter? Temos argumentado há algum tempo que o que vale a pena no Twitter é o serviço de busca”, afirmou Michael Harrington, dono do blog, que é parceiro do site do jornal Washington Post.

Uma terceira fonte disse ao TechCrunch que as discussões para aquisição ainda estão em estágio inicial e que ambas as companhias estudam trabalhar juntas em um mecanismo de buscas em tempo real.

Horas depois, o blog BoomTown, disse que a informação não procedia de acordo com “uma série de fontes”. “Twitter e Google estão simplesmente engajados em discussões sobre uma parceria em serviços relacionados”, disse o blog, citando uma fonte, que se referia a buscas em tempo real e o serviço de “microblog”. Segundo o BoomTown haveria outras companhias interessadas na compra ou parceria com o Twitter, como a Microsoft, o Yahoo, News Corp., Time Warner, AOL, Cisco, Comcast, etc.

A popularidade do Twitter, que permite que os usuários mandem mensagens gratuitas aos amigos de até 140 caracteres, tem crescido vertiginosamente desde seu lançamento, em agosto de 2006. Até agora, contudo, o serviço não conseguiu gerar receita. Seu co-fundador, Biz Stone, disse na semana passada que espera encontrar meios de gerar caixa, incluindo a cobrança para contas comerciais, usadas por empresas. Ele afirmou que o Twitter continua focado no crescimento. Até agora, tem seis milhões de usuários. Apenas em 2008, sua taxa de crescimento foi de 900%.

Harrington, do TechCrunch, disse que se o negócio prosseguir, seria a segunda venda que os fundadores do Twitter fariam ao Google. Cinco anos atrás eles venderam o “Blogger” ao gigante de buscas. As informações são da Dow Jones.

Ana Conceição - Agência Estado

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