Executivos de publicidade aprovam acordo da Microsoft com Yahoo

Sexta-Feira - 31 - Julho - 2009 at 7:36 am | In Uncategorized | Leave a Comment
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Os executivos de publicidade aprovaram a parceria entre Yahoo e Microsoft no mercado de buscas, anunciada nesta quarta-feira, esperando que ela ofereça aos anunciantes mais força contra o Google.

Eles afirmam que a parceria criará mais eficiência em atingir e rastrear audiências online no mercado mundial de publicidade vinculada a buscas, que movimenta cerca de US$ 30 bilhões ao ano em todo o mundo, por meio do que na prática representa uma fusão entre o segundo e terceiro colocados no mercado de buscas.

“Trata-se de algo extremamente encorajador e propicia mais equilíbrio nos mercados de publicidade online, tanto convencional quanto vinculada a buscas”, disse Sir Martin Sorrell, presidente-executivo do grupo publicitário britânico WPP. “É bom para os nossos clientes, nossas agências e as autoridades regulatórias.”

Sob o acordo anunciado na quarta-feira, a Microsoft fornecerá tecnologia de buscas aos sites do Yahoo e terá uma licença de 10 anos para integrar as tecnologias do Yahoo, com o objetivo de criar um concorrente mais poderoso para o líder de mercado Google.

Hoje em dia, por exemplo, uma agência de publicidade que trabalhe para, por exemplo, a Toyota Motor, pode procurar o Google, Yahoo ou Microsoft para fazer lances pela veiculação de anúncios em formato texto ao lado dos resultados do termo de busca “veículo híbrido”.

Os executivos publicitários afirmam que a união entre Yahoo e Microsoft oferecerá aos anunciantes uma alternativa mais forte ao Google, capaz de propiciar escala e o benefício de uma plataforma combinada.

De acordo com a comScore, o Google tem participação de 65% no mercado de buscas dos Estados Unidos, ante 19,6% para o Yahoo e 8,4% para a Microsoft.

“A corrida tripla será substituída por uma corrida dupla”, disse Randy Schwartz, diretor nacional de busca da Carat USA, segundo o qual o acordo propiciará concorrência mais forte em algumas categorias publicitárias se os clientes perceberem que agora estão atingindo as audiências de maneira mais efetiva por meio da Microsoft e Yahoo.

“São setores que podem ver valor comparável e encontrar tanto tráfego com uma busca no Yahoo quanto no Google”, disse ele.

Fonte: Reuters Brasil

Anatel autoriza venda do novo iPhone no Brasil

Sexta-Feira - 31 - Julho - 2009 at 12:20 am | In Tecnologia | Leave a Comment
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu, nesta quarta-feira (29), a homologação para a venda do celular iPhone 3GS, da Apple, no Brasil. Segundo a empresa, a nova geração do telefone multimídia – lançada em junho nos EUA — é duas vezes mais rápida que seu antecessor, o iPhone 3G.

Agora, a chegada do modelo ao consumidor brasileiro depende das operadoras. Quando a Apple anunciou a novidade, prometeu o lançamento no Brasil e em outros países para agosto. Procuradas pelo G1, no entanto, Claro, Vivo e Tim não confirmaram a data de lançamento.

Foto: Divulgação/Apple

Operadoras de telefonia móvel não divulgam data de lançamento do novo modelo no país.  (Foto: Divulgação/Apple)

Ainda não se sabe o preço dos novos aparelhos no mercado brasileiro. Nos EUA, o 3GS custa entre US$ 199 e US$ 299 (16 GB e 32 GB, respectivamente). No Brasil, o modelo 3G chegou oficialmente às lojas em setembro do ano passado, formando filas nas portas das lojas.
A capacidade de transmissão de dados do novo aparelho é de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), contra 3,6 Mbps do iPhone 3G. A câmera do aparelho terá 3 megapixels e capacidade para gravar vídeos. O smartphone também ganhou novo processador e é capaz de carregar programas em metade do tempo de seu antecessor.
Além de fazer ligações via comando de voz, os usuários poderão controlar o iTunes apenas com a fala. O aparelho tem uma bússola digital integrada, para facilitar a localização dos usuários em mapas.

Fonte: Globo.com

Novo Twitter pode impactar marketing de busca

Quinta-feira - 30 - Julho - 2009 at 7:22 am | In Tecnologia | 1 Comment
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O Twitter, rede social de microblogs, estreou homepage que privilegia as buscas.

Agora, mesmo quem não é usuário do serviço pode pesquisar seu conteúdo por palavras-chave. O que isso significa para quem trabalha com marketing de busca?

  • O Twitter deixa claro seu desafio ao Google e aos outros serviços de busca,
  • usando um recurso praticamente ignorado pelo Google: a autoridade social.
  • No Google, os links são indicados por um robô matemático;
  • no Twitter, por pessoas, que atuam como filtros dos links mais relevantes.

Vejam, por exemplo, como Twazzup filtra os posts ou tweets dos twitters. O Twazzup é um aplicativo que roda dados extraídos do Twitter.

Notem como ele organiza os links mais citados. O Twazzup indica também twitters que mais contribuem e trendmakers.

Detalhe: a busca do próprio Twitter ainda não tem esses filtros.

Mas logo terá esses e outros mais, tornando sua pesquisa mais relevante. Eis o desafio ao Google: que a busca baseada na opinião das pessoas ganhe seu mercado.

Daí o Google ter tentado comprar o Twitter. Daí o Google estar desenvolvendo o Google Wave.

Logo o Google dará mais importância à opinião das pessoas em seu ranking de links. E então, quem quiser aparecer no Google, terá de fazer mais mídia social.

Héber Sales – Portal UOL

Documento da diretoria do FMI vê ’sinais de melhora’ na economia brasileira

Quarta-feira - 29 - Julho - 2009 at 9:01 am | In Portais de Notícias | Leave a Comment

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça-feira (28) uma nova avaliação da economia brasileira, em que a instituição diz ver “sinais de melhora” na economia nacional depois de fortes declínios no 4º trimestre de 2008 e no 1º trimestre de 2009.

De acordo com o FMI, caso seja necessário dar mais estímulo à economia, o país ainda tem espaço para afrouxar suas políticas fiscal e monetária. Atualmente, o Fundo prevê queda de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009 e crescimento de 2,5% em 2010.

“Os diretores (do Fundo) consideraram que a taxa de câmbio flexível tem feito bem ao país. Isso fez com que as autoridades acumulassem um colchão de reservas internacionais confortável, que ajudou a limitar os impactos adversos da crise financeira internacional”, ressalta o documento.

Outro elogio à política econômica do país foi dado à decisão das autoridades brasileiras em estabelecer um plano de estímulo fiscal, com redução de tributos. A redução do superávit primário também foi uma medida acertada, de acordo com o FMI.

Bancos

 Segundo o documento, o sistema bancário brasileiro se mostrou “resiliente” durante a crise global, embora alguns riscos ainda persistam em casos individuais.

“Por isso, eles (os diretores) encorajaram as autoridades a fortalecer a segurança financeira e a considerar os riscos de contágio entre os intermediários do sistema financeiro”, frisa o texto, que aconselha bancos públicos e privados a evitar “riscos excessivos”.

Fonte: G1

Juros caem, mas inadimplência cresce e retoma nível recorde

Terça-feira - 28 - Julho - 2009 at 7:02 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

Pelo sétimo mês consecutivo, a taxa média de juros praticada pelas instituições financeiras no crédito livre caiu em relação ao mês anterior. Contudo, este cenário não impediu que a taxa de inadimplência registrasse aumento pelo sétimo mês seguido.

Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, em junho o juro médio ficou em 36,7%, menor do que os 37,9% praticados em maio. Boa parte dessa redução das taxas aconteceu pela diminuição de 0,9% do spread bancário, que é a diferença entre o custo da captação e o juro do empréstimo.

No sentido contrário, o BC divulgou que a parcela dos empréstimos com atraso superior a 90 dias atingiu 5,7% das operações no mês passado, ante 5,5% do mês anterior. Com esse aumento, a inadimplência do crédito livre retoma o nível recorde da série histórica, que havia sido observado em setembro de 2000.

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, acredita que a inadimplência deve começar a cair no curto prazo “Os atrasos entre 15 e 90 dias já começaram a cair. Isso mostra a retomada do crédito e cria a expectativa de que a inadimplência deve apresentar estabilidade nos próximos meses”, disse o chefe do Depec.

Volume de crédito aumenta

As operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão de 19,7% entre junho de 2008 e junho de 2009. Na comparação com maio deste ano, o volume cresceu 1,3%. Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, o estoque de todos os empréstimos somava R$ 1,278 trilhão no fim do mês passado.

“O processo de recuperação do mercado de crédito prosseguiu em junho, refletindo, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas”, afirma o documento divulgado nesta terça-feira. Com a expansão observada no mês passado, a participação do crédito no PIB atingiu 43,7%, ante 43,2% em maio deste ano, e 36,3% em junho de 2008.

Fernando Nakagawa – O Estado de S. Paulo

Estratégias Motivacionais

Terça-feira - 28 - Julho - 2009 at 7:23 am | In Carreira | Leave a Comment
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“Prefiro divertir as pessoas, na esperança de que elas aprendam, ao invés de ensinar as pessoas, na esperança de que elas se divirtam”.
Walt Disney

Todas as pessoas têm “programas mentais” ou estratégias para os mais diversos comportamentos. Temos estratégias que nos motivam a realizar tarefas como estudar, trabalhar, divertir e até dormir. A questão é saber distinguir estas estratégias e utilizá-las de maneira útil, para nos ajudar a realizar ações que são importantes em nossa vida pessoal e profissional.

No livro “Introdução à Programação Neurolingüística”, Joseph O”Connor e John Seymour (Summus Editorial, 1990), citam excelentes exemplos de diversas estratégias para realizar tarefas como memorizar palavras ou números, aprender música e até criar histórias. Segundo os autores, as estratégias funcionam como “receitas de bolo”, que devemos aprender para reproduzir comportamentos que sejam úteis.

Eles mostram, por exemplo, que Walt Disney tinha uma boa imaginação, e costumava imaginar suas histórias, primeiramente percorrendo todo o enredo sob o ponto de vista de cada personagem, vivenciando os sentimentos destes, como alegria, medo, espanto, etc. Em seguida, pedia aos desenhistas que criassem os personagens sob o ponto de vista destes sentimentos, e a partir daí escrevia toda a história. Era uma estratégia tão fantástica que foi capaz de influenciar tantas gerações de pessoa até os dias atuais.

Como a capacidade de se motivar é uma das qualidades mais importantes na vida de uma pessoa, tanto do ponto de vista pessoal, quanto nos estudos, ou na gestão de sua carreira, é necessário aprender estratégias que podem nos motivar a realizar as mais diversas tarefas, mesmas que estas sejam difíceis, cansativas ou “chatas” de realizar.

Mas como descobrir os programas motivacionais já instalados em nosso comportamento? E de que forma poderemos utilizá-los de maneira útil em nossa vida pessoal e em nossa carreira profissional? São duas questões fundamentais que procuraremos responder em seguida.

Receita para desenvolver estratégias motivacionais

Uma maneira útil de entender as estratégias motivacionais é imaginá-las como uma receita de bolo, e você como sendo um mestre-cuca. Se você utilizar a receita de um bolo adequadamente, provavelmente conseguirá fazer um bolo tão bom quanto quem criou a receita. Para executar uma receita ou desenvolver uma estratégia com sucesso é preciso saber três coisas básicas:

  • os ingredientes  (representações mentais de coisas que nos motivam)
  • a quantidade destas representações mentais necessárias
  • a seqüência das etapas

Representações mentais (ingredientes)

Existem três conjuntos principais de representações mentais, e cada pessoa consegue se motivar mais por um determinado conjunto de representações.

  • Representações visuais – existem pessoas que são motivadas principalmente quando vêem uma situação ou imaginam visualmente esta situação. Por exemplo, para motivar alguém a comprar um determinado tipo de carro é preciso que o vendedor descreva sua aparência, mostre fotografias, filmes, opções de cores, etc.. Estas pessoas reagem fortemente a apelos visuais.
  • Representações auditivas – algumas pessoas se motivam melhor através de estímulos auditivos. Provavelmente gostam de realizar tarefas escutando música, e necessitam de muita explicação auditiva para se convencerem a realizar alguma tarefa.
  • Representações cinestésicas – outras pessoas têm um sentido tátil, o olfato e o paladar mais apurado. No caso da venda de um automóvel, para motivá-las o vendedor precisaria descrever as qualidades do carro como conforto, maciez, sensação tátil da direção e dos bancos, etc.

Descobrindo nossas estratégias motivacionais

O próximo passo é a pessoa descobrir seu estilo motivacional, ou seja, relacionar as tarefas que realiza de forma motivada na sua vida pessoal e profissional, e descobrir quais os aspectos destas tarefas que fazem com que sua realização seja tão atrativa.

Por exemplo, um vendedor gosta de atender clientes pessoalmente, mas na hora de preencher os relatórios encontra grande dificuldade. Talvez esta pessoa goste muito de se comunicar verbalmente, porém escrever torna-se algo extremamente penoso. Uma boa estratégia seria reproduzir o mesmo comportamento que tem quando está conversando com os clientes na hora de escrever os relatórios. Porque não escrevê-los e ao mesmo tempo manter um diálogo consigo? Pode parecer um comportamento estranho, mas se isto o motiva, vá em frente.

Pessoas visuais adoram visualizar acontecimentos, gostam de ambientes coloridos, preferem “ver para crer”. Uma boa estratégia para estas pessoas seria que pudessem incorporar em suas tarefas e rotinas elementos visuais para ajudá-las a se motivar. Se você é visual, descubra seus “motivadores”, eles serão a base para você realizar as tarefas mais difíceis.

Pessoas cinestésicas precisam do contato físico, de tocar e sentir as coisas, e a presença física das pessoas. Talvez uma conversa ao telefone possa ser estimulante para uma pessoa “auditiva”, mas não é suficiente para a pessoa cinestésica. Esta precisa tocar e vestir uma roupa, caso vá comprá-la. São pessoas que gostam de ambientes confortáveis para se sentirem bem e motivadas. Portanto, se seu estilo é cinestésico, busque reproduzir ambientes em que se sinta bem quando for realizar tarefas difíceis ou desagradáveis.

Utilizando as estratégias motivacionais

A motivação é uma energia poderosa para realização de nossos objetivos e por isto é uma qualidade essencial que deve ser aprendida e praticada. Por esta razão, sugerimos a seguinte seqüência para desenvolver estratégias motivacionais, tanto em nossas atividades pessoais como em nossa carreira profissional.  

  • Descubra que tipo de pessoa você é em relação aos sistemas representacionais: visual, auditiva ou cinestésica.
  • Procure incorporar sempre nas atividades que realizar os “motivadores” visuais, auditivos ou cinestésicos que melhor combinem com você.
  • Relacione diversos comportamentos ou situações que o estimulem em sua vida pessoal e profissional. Como, por exemplo, passeios, hobbes, lazer, alimentos, jogos e outras atividades prazerosas.
  • Escreva estas atividades motivadoras e tente relembrá-las, buscando os aspectos ou a seqüência de cada uma delas que as tornam tão agradáveis. Anote cada um destes aspectos.
  • Busque fazer a adaptação incluindo atividades motivadoras às tarefas que precise executar, mas que tem dificuldade. Por exemplo, se você precisa escrever um relatório, que é uma tarefa que não gosta de jeito nenhum, mas, se percebe que ouvindo música a tarefa se torna agradável, pode ser uma boa idéia juntar estas duas coisas, escrever relatório ouvindo música.
  • Desenvolva uma espécie de “receita de bolo” para cada tarefa difícil ou “chata”, que precise realizar, incluindo nela os elementos motivadores de situações agradáveis.
  • Pense nisso: já que uma tarefa tem de ser realizada, porque não executá-la de bom grado, e transformá-la em uma coisa agradável?

Acreditamos que este conjunto de procedimentos certamente poderá causar um impacto positivo em sua vida. Se conseguir realmente desenvolver estratégias motivacionais no contexto pessoal e profissional transformará as tarefas importantes que precise realizar em situações agradáveis.

Ari Lima – Fonte: Algo Sobre

10 mandamentos para fazer menos com menos

Segunda-feira - 27 - Julho - 2009 at 10:07 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

Durante anos, os profissionais de tecnologia da informação têm ouvido que devem fazer mais com menos. As equipes são encolhidas e terceirizadas, ao mesmo tempo em que cresce a demanda por um atendimento melhor e pela adoção de novas tecnologias. A realidade tem sido assim, mas isso não quer dizer que deverá ser sempre dessa forma.

O site da área de tecnologia da informação InfoWorld decidiu fazer um manifesto pela “desaceleração da TI”. O veículo norte-americano diz que chegamos a um momento de ruptura e é preciso parar esse ciclo. Não existe mais por “mais”, por isso mesmo, daqui para frente, a TI deve aprender a fazer menos com menos. E você já sabe como estabelecer este limite. Faça o negócio escolher suas prioridades, em vez de despejar todas em você e mantenha o foco no que é realmente crítico. Recue quando se deparar com prazos e exigências impraticáveis, sem embasamentos reais que possam trazer benefícios reais para todos no longo prazo.

Em todo o mundo, a desaceleração econômica está sendo usada por executivos para justificar demissões, cortes, fechamentos, atrasos, negociações e toda espécie de triagem. Você pode jogar o mesmo jogo. No fim das contas, você só quer o que é bom para a empresa. E se alguém disser que dói, bem, isso é apenas temporário, certo? Esta é uma emergência! Procure oportunidades na adversidade. Abrace os 10 princípios da “desaceleração da TI”:

1- Pare de tentar ser um super herói: Prazos irreais e sobrecarga de trabalho levam à baixa qualidade. Você é solicitado a gerenciar um conjunto de prioridades. Devolva as solicitações a quem elas pertencem. Seja claro em cada requisição relativa a tempo e dinheiro de cada projeto e deixe que o negócio decida suas prioridades.

Novos projetos significam que alguma coisa terá de descer na lista de prioridades e não é o seu trabalho decidir qual delas se moverá. Na realidade, deixando que a empresa tome a decisão, você reduzirá o número de pedidos inúteis. Mas atenção: isso só funcionará se você entregar o que prometer, caso contrário parecerá que você está fugindo do trabalho.

2- Permita que os usuários gerenciem-se sempre que puderem: Muitos usuários podem instalar software em suas máquinas e gerenciar atualizações. A menos que haja regras específicas, permita que eles instalem o iTunes, o Gmail, e coisas do gênero, deixando claro que se houver algum problema, você vai reinstalar a configuração-padrão.

Por outro lado, torne pública a política de segurança para o caso do uso de aparelhos como o iPhone, contas de e-mail pessoal ou outras tecnologias que não sejam o padrão da corporação. Faça com que todos saibam e entendam porque você está agindo dessa forma. Deixe claro que liberdade exige responsabilidade e que você tem trabalho mais crítico a fazer.

3- Elimine o “fazer por fazer”: Revise suas tarefas rotineiras e defina o real valor que elas trazem. É grande a possibilidade de estar gastando mais tempo do que o necessário no monitoramento de riscos pequenos. Pode parece uma heresia, mas é mais eficiente deixar algumas coisas simplesmente acontecerem, consertando problemas ocasionalmente, do que dedicar um grande esforço na prevenção. Dessa forma, é possível reduzir o “fazer por fazer” e entregar às áreas de negócios os benefícios da tecnologia que elas realmente querem.

4- Automatizar tudo o que puder: Mostre para a companhia o quanto economizou em força de trabalho com processos de automatização. Tenha certeza que seus sistemas de monitoramento abrangem tudo, do nível de uso dos roteadores até as linhas de fax. Apenas certifique-se que todos entendem que o piloto automático só funciona quando o céu está limpo.
 
5- Terceirize os aborrecimentos: Software como serviço e computação em nuvem não são apenas as últimas modas em tendências tecnológicas. Estes conceitos também ajudam a fugir da manutenção e do gerenciamento de servidores, do armazenamento e dos aplicativos. As ferramentas web de escritório do Google (Google Apps) e o Live Workspaces, sistema de compartilhamento online de arquivos da Microsoft e similares são bons substitutos para os repositórios de arquivos departamentais — e essas ferramentas estão disponíveis para qualquer um.

Aplicativos hospedados fora da empresa são um passo maior, mas os mesmos princípios podem ser aplicados. Se está dando suporte a uma grande variedade de sistemas de marketing, vendas, orçamento, cobrança ou projetos para um número tão grande de grupos de trabalho, é hora de racionalizar o ambiente. Comece a desligar servidores e consolide estes aplicativos na nuvem. Os sistemas mais problemáticos e os usuários mais barulhentos devem estar no começo da fila.

6- Concentre-se nas “vacas sagradas”: Procure por qualquer oportunidade de eliminar o que é “legal” em favor do que é realmente importante. É hora de reavaliar valores antigos e matar “vacas sagradas”. Aquele sistema legado é realmente uma necessidade ou um luxo que a empresa não pode mais manter? Os usuários realmente precisam de acesso à rede sem fio em todos os cantos do prédio?

A menos que a gerência esteja dentro de uma caverna, ela já começou a reexaminar novos projetos e compras programadas. Agora, é a chance de colocar os custos e os benefícios de ativos existentes no microscópio também — especialmente aqueles que estão causando problemas.

7- Tempo de descanso é tempo de descansar: Não ligue o notebook quando chegar em casa, desligue o telefone celular e deixa os e-mails indesejáveis se acumularem em sua caixa postal no final de semana. A maneira mais rápida de perder a cabeça é não aprender a relaxar. Crie um hobby, aprecie um uísque puro malte. Já existem problemas demais durante a semana de trabalho. Deixe-os fora do seu domingo — a menos que não haja alternativa.

8- Não case com nada: Hardware, software, escritório, casa, roteadores, computadores; não importa: não é porque você consertou uma vez que é obrigado por contrato a fazer para sempre. Na verdade, não deveria ter consertado da primeira vez. Na próxima vez que alguém trouxer o notebook pessoal para você “só dar uma olhada”, peça algo que seja inaceitável. “Bom, você trabalha na contabilidade, não? Se importaria de rever minhas declarações de imposto de renda dos últimos três anos?”. Dê o troco.

9- Mantenha viva a diversão eletrônica: Sim, tudo é urgente, mas não deixe a diversão e a inovação da tecnologia de fora da sua agenda. Mantenha essa diversão como um motivador. Estar atento a inovações tecnológicas vão ajudar a enxergar soluções mais facilmente, à medida que forem aparecendo. Reserve, ao menos, uma hora por dia para ler sites de tecnologia. Não fique preso ao trabalho.

10- Faça a empresa ouvi-lo: Todo mundo está cansado de ouvir que a área de tecnologia precisa entender de negócios. Bom, a área de negócios precisa entender de tecnologia também. Procure se relacionar com o pessoal de negócios para que conheça suas necessidades, e vice-versa. Quando descobrir que eles não são sanguessugas, e eles descobrirem que você não é um marciano, você vai criar um relacionamento verdadeiro que é crucial durante tempos difíceis.

Fonte: ComputerWorld

Palm disputa direitos de uso do iTunes com a Apple

Segunda-feira - 27 - Julho - 2009 at 12:39 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
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A Palm disparou outro ataque contra a Apple em sua guerra dos celulares inteligentes, em uma disputa entre as duas rivais para determinar se o serviço de música iTunes deveria ser compatível com o novo celular inteligente Palm Pre.

A Palm, cujos executivos incluem antigos líderes da Apple, lançou uma atualização de software na semana passada que permitiu que seus aparelhos voltem a ser sincronizados com o software de administração de mídia iTunes, da Apple.

E mais uma atualização…

A decisão surgiu depois que a Apple, na semana passada, lançou uma atualização de software para fechar uma brecha no iTunes que permitia sincronização com o Pre. A Apple afirma que iTunes foi projetado para trabalhar com os produtos iPod e iPhone.

A Palm anunciou a atualização de software em mensagem que imitava uma das frases características de Steve Jobs, “Ah, e mais uma coisa”, usada muitas vezes pelo presidente-executivo da Apple para anunciar um novo produto.

“Ah, e mais uma coisa: O Palm webOS 1.1 volta a permitir a sincronização de mídia dos aparelhos Palm. É isso mesmo -você uma vez mais ganha acesso livre à sua música, fotos e vídeos na versão atual do iTunes (8.2.1)”, anunciou a Palm em mensagem publicada em seu blog.

Não ficou claro se a Apple lançará uma nova correção de software para bloquear a ação da Palm. Quando convidado a comentar, um porta-voz da Apple declarou que “como já dissemos antes, versões mais novas do software Apple iTunes podem não mais oferecer sincronização com players digitais de mídia incompatíveis”.

A Palm lançou o Pre em junho, atraindo críticas positivas, e seu objetivo é conquistar uma fatia no mercado de celulares inteligentes com telas sensíveis a toques. Antes do lançamento, a Palm havia alardeado que o Pre “propicia sincronização direta com a iTunes”.

Mike Abramsky, analista da RBC Capital markets, estima que a Palm tenha vendido entre 325 mil e 375 mil Pres, até o momento, bem acima das expectativas. Em comparação, a Apple vendeu mais de 1 milhão de unidades do iPhone 3GS nos três primeiros dias do aparelho no mercado.

Reuters – Fonte: Portal G1

Fazendo a Diferença

Domingo - 26 - Julho - 2009 at 11:38 pm | In Uncategorized | Leave a Comment

Um dos maiores benefícios da Internet é, sem dúvida, a troca de conhecimento. Em meus artigos, tenho procurado expor minha experiência e meu ponto de vista e, de forma enriquecedora, tenho recebido e-mails de profissionais que contam sua própria experiência, solicitam esclarecimentos e produzem uma ampla reflexão de minha parte sobre o que realmente está incomodando o mercado.

Quando me perguntam o que pode ser feito para captar novos clientes ou recuperar os clientes inativos, enquanto acreditam estar fazendo tudo certo, minha resposta é sempre a mesma: não há uma solução única para todos.

Procuro ajudar propondo questões que façam as empresas refletirem sobre suas ameaças e suas oportunidades, seus pontos fortes e fracos. A partir do entendimento da situação, do estabelecimento dos objetivos a serem alcançados e do comprometimento da organização com o processo de mudança, torna-se muito mais fácil vislumbrar os caminhos que podem ser seguidos e traçar uma estratégia adequada a cada caso.

Mas há uma sugestão que dou a todos, não importando o ramo de atividade ou para que problemas buscam solução: façam diferente!

A percepção de valor dos clientes em relação a marcas, produtos ou serviços de uma empresa deve ser diferenciada em relação à concorrência. Se sua marca é percebida por seu cliente como tão boa quanto a do concorrente, ofereça motivos para que ele escolha a sua e não migre.

Pergunte-se:
•    Por que meus clientes escolheram minha empresa?
•    Por que meus clientes permanecem com minha empresa?
•    Por que meus clientes abandonaram minha empresa?

Inicialmente você pensará nas respostas mais óbvias: qualidade, preço, atendimento, variedade, comodidade e hábito. Mas os serviços agregados aos produtos têm maior valor percebido do que apenas o produto oferecido. Já não mais se compram produtos na concepção física da palavra. Tudo o que os clientes compram são serviços capazes de atender às suas necessidades, que podem ser entregues por pessoas, empresas ou produtos. Entendendo isso, as empresas podem decidir o foco do seu empreendimento: orientar-se para os clientes, criando vínculos de envolvimento, ou para os produtos.

O que sua empresa faz de diferente?

•    Oferece um serviço que nenhum concorrente oferece? Ou faz exatamente o que todos fazem e fica brigando no quesito preço?
•    Oferece algum benefício extra? Ou acha que seu preço está tão justo que não há margem para inovar?
•    É flexível e passível a mudanças ou os procedimentos são rígidos para todos os clientes?
•    Ouve seu cliente? Você pode transformar um cliente aborrecido em um cliente fiel. E ele pode ser uma fonte de idéias revolucionárias.
•    Está empenhada em resolver os problemas de seus clientes? Ou oferece a eles apenas a solução mais adequada para sua empresa?
•    Surpreende seus clientes? Mais do que atender às necessidades e aos desejos de seus clientes, tente surpreendê-los, satisfazê-los acima de suas expectativas, deixá-los marcados com ótimas impressões sobre sua empresa e sua marca.
•    Já experimentou ser cliente de sua própria empresa? Procure se colocar no lugar do seu cliente, em todas as situações que ele possa passar por um “momento da verdade” com sua empresa. Seja crítico e observador. Acima de tudo, seja honesto consigo mesmo e exija de sua empresa o mesmo que você exige em suas relações comerciais, como cliente.
•    Aprende com seus clientes? Se você investe no conhecimento acerca de seus clientes mas não aprende nada com as informações obtidas, prepare-se para perdê-los para a concorrência. Relacionamentos duradouros são construídos na base do aprendizado, da confiança e do respeito.

Sua empresa se preocupa com o que a concorrência faz de diferente?

Depois de ter uma boa idéia do que sua empresa faz, não faz ou deveria fazer de diferente para conquistar e manter a lealdade de seus clientes, que tal dar uma olhada na concorrência?

•    Quem são seus concorrentes?
•    Seus concorrentes estão com problemas internos? (Em caso afirmativo, provavelmente os clientes estão insatisfeitos. Aproveite!)
•    Sua empresa pode fazer pelos clientes deles mais do que eles fazem?
•    Os clientes dos concorrentes estão predispostos a serem desleais?
•    Estão vulneráveis às ações de sua empresa?
•    O que os clientes deles compram e por quê?
•    Os clientes estão pagando mais ou menos do que deveriam?
•    Estão satisfeitos com o atendimento?
•    Quais os valores percebidos pelos clientes em relação às empresas e às marcas?
•    Os negócios de seus concorrentes estão focados nos clientes ou nos produtos?
•    Quais suas estratégias de fidelização?
•    Quais são as vantagens de sua empresa em relação a cada concorrente?
•    E as desvantagens?
•    Quais são as ameaças e as oportunidades que o mercado apresenta?
•    Seu próprio cliente está na concorrência?

Fazer a diferença é um trabalho permanente de pesquisa, reflexão e criatividade. Não podemos nos deixar iludir por sucessos ocasionais. Algumas ações podem ter surpreendido os clientes e realmente ter feito a diferença – mas por um determinado período de tempo, até que a concorrência resolva copiar ou que deixe de ser uma surpresa. Não deixe seu cliente se cansar de você. E não dê chance à concorrência de surpreender os seus clientes antes de você.

Cristina Moutella – Fonte: Portal do Marketing

Cenário externo leva dólar a menor nível desde setembro

Terça-feira - 21 - Julho - 2009 at 12:58 am | In Uncategorized | Leave a Comment

A melhora do cenário internacional, com redução da aversão ao risco, favoreceu a queda do dólar para o menor nível desde o final de setembro do ano passado. A moeda americana caiu 1,24% nesta segunda-feira, a R$ 1,904.

No mercado externo, o movimento também foi de baixa da divisa, que atingiu o menor patamar em seis semanas frente a uma cesta com as principais divisas mundiais.

“A tendência do dólar é de queda”, afirmou Marcos Forgione, operador de câmbio da ABDO Corretora.

“À medida que a crise vai se dissipando, as atenções vão se voltando para o Brasil. A taxa de juro ainda é alta e a remuneração é boa.”

O principal índice da bolsa brasileira registrou alta pelo quarto dia seguido, acompanhando o movimento positivo em Wall Street.

Ainda na semana passada, a divulgação de alguns balanços corporativos do segundo trimestre melhores que o esperado contribui para reduzir a apreeensão de investidores com o ritmo de recuperação da economia.

Ainda no cenário corporativo, o conselho do CIT Group, que trabalha com empréstimos para pequenas e médias empresas, firmou um acordo com um grupo de detentores de bônus para um financiamento de US$ 3 bilhões, informou uma fonte.

Segundo o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Moura Nehme, outro fato que estaria influenciando a queda do dólar frente ao real é a compra de dólares pelo Banco Central acima do fluxo externo para o País.

“Com isso, os bancos (que vendem dólares para o BC) têm ampliado suas posições vendidas no mercado à vista, e podem estar trabalhando para que a taxa caia para que possam fechar suas posições com lucro”, explicou Nehme.

Desde maio deste ano, a autoridade monetária já comprou US$ 6,167 bilhões no mercado à vista, frente à entrada líquida de US$ 4,646 bilhões no País.

Segundo dados do BC, os bancos estavam no final de junho com US$ 524,4 milhões em posições vendidas no mercado livre. Foi a primeira vez desde julho de 2007 que os bancos encerraram um mês “vendidos”.

Fonte: Agência Reuters

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