Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento
Segunda-feira - 31 - Agosto - 2009 at 8:07 am | In Uncategorized | Leave a CommentA internet permitiu que, pela primeira vez na história, se tornasse possível manter um arquivo universal do conhecimento e da produção cultural de nossa espécie. Mas para o filósofo francês Pierre Lévy, esse poder já começa a mostrar limitações, e é hora de promover uma “recauchutagem” na estrutura da rede.
Mas para transformar a web em uma máquina capaz de identificar a verdadeira inteligência coletiva, no entanto, Lévy prevê dois grandes desafios: a ausência de profissionais habilitados para trabalharem na organização das informações, e a necessidade da adoção de um padrão para a chamada “web semântica” – que permitirá que todo o conhecimento seja coordenado automaticamente por conceitos, e não mais simplesmente pelos links entre documentos.
A evolução proposta por Lévy – dono de uma bibliografia extensa sobre cibercultura e sobre a relação entre o virtual e o real – passa pela criação de regras para a organização das informações. Para isso, o filósofo desenvolveu uma linguagem universal capaz de compreender as ideias expressas em qualquer idioma e que, ao mesmo tempo, pode ser processada por computadores.
“Isso significaria o fim da fragmentação da informação, atualmente dividida por conta de barreiras de linguagem e escolhas diversas de sistemas de organização”, afirma Lévy, em entrevista ao G1. O projeto coordenado pelo francês é desenvolvido por um grupo de pesquisadores na Universidade de Ottawa, no Canadá.
Leopoldo Godoy – G1
Operadoras lançam iPhone 3GS no Brasil nesta sexta
Sexta-Feira - 28 - Agosto - 2009 at 12:12 pm | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Apple, Claro, Iphone 3G, iPhone 3GS, Oi, TIM, Vivo
As operadoras de telefonia móvel Claro, TIM e Vivo vão iniciar, nesta sexta-feira (28), a venda do iPhone 3GS no Brasil. Os preços dos aparelhos variam muito: dependem do plano selecionado pelo cliente e também da capacidade de armazenamento do aparelho, que pode ser de 16 GB ou de 32 GB.

(Foto: Divulgação/Apple)
A TIM foi a primeira a revelar os valores do produto, na noite de quinta-feira (27): se o usuário optar por um modelo pré-pago de 32 GB, ele terá de desembolsar, por exemplo, R$ 2.249.
Entre os pós-pagos, o preço mais baixo (R$ 999) refere-se ao aparelho de 16 GB, dentro do plano TIM iPhone 500, que sai por R$ 299 mensais. Esse valor dá direito a 400 minutos de ligações para qualquer TIM, cem minutos para demais operadoras móveis ou fixas, 200 torpedos para qualquer TIM, 50 para demais operadoras e pacote de dados com 1 GB. Já o valor de R$ 1.899 é cobrado pelo modelo de 32 GB dentro do plano TIM iPhone 100, que custa R$ 93 mensais.
Já pela Vivo, o modelo de 32 GB sai R$ 999, enquanto o de 16 GB custa R$ 749. Os preços menores são compensados pelo valor do plano Vivo iPhone Completo, que está atrelado aos valores. Por R$ 585 mensais, o cliente tem direito a 1.400 minutos locais para celular e fixo, acesso ilimitado à internet e 150 torpedos, entre outras vantagens por tempo limitado de seis meses (1.400 minutos locais para vivo e 1.400 torpedos para Vivo).
Apesar do lançamento, até a manhã de sexta-feira a Claro ainda não havia anunciado os preços de comercialização do iPhone 3GS. Nos EUA, o aparelho custa entre US$ 199 e US$ 299 (16 GB e 32 GB, respectivamente), dependendo do plano de assinatura.
Segundo a Apple, a nova geração do telefone multimídia – lançada em junho nos EUA — é duas vezes mais rápida que seu antecessor, o iPhone 3G.
A capacidade de transmissão de dados do novo aparelho é de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), contra 3,6 Mbps do iPhone 3G. A câmera do aparelho terá 3 megapixels e capacidade para gravar vídeos. O smartphone também ganhou novo processador e é capaz de carregar programas em metade do tempo de seu antecessor.
Além de fazer ligações via comando de voz, os usuários poderão controlar o iTunes apenas com a fala. O aparelho tem uma bússola digital integrada, para facilitar a localização dos usuários em mapas.
Fonte: G1
Administradores X Gerentes
Quarta-feira - 26 - Agosto - 2009 at 7:48 am | In Carreira, Management | Leave a CommentTags: administradores, gerentes
Comenta-se, com uma razoável freqüência, que os donos de empresa (ou gerentes) pagam salários muito bons para quem cuida de máquinas, mas não pagam salários condizentes para os administradores.
O mercado tem bastante gente que acha que entende de pessoas e poucas pessoas que entendem e resolvem problemas em máquinas. Desta constatação sai, rápido, o seguinte: o que é raro é caro! Logo, pessoas que acham que entendem de pessoas são “baratas”, e pessoas que resolvem problemas de máquinas são caras!
Complementando:
a) o dono da empresa, pelo menos uma parte, não entende de computadores, então contrata aquele que melhor se apresenta, e paga por isso;
b) o jeito de administrar a empresa tem a cara do dono. De repente, na visão do dono, chega lá um administrador, que saiu da faculdade agora, querendo mostrar como se faz isso e aquilo.
- “Mudar a minha empresa é o mesmo que falar que eu estou errado!”
Então esta postura facilita a existência de consultores, pessoas que pela sua credibilidade e conhecimento do processo de mudança organizacional e, principalmente, pessoal, propõe melhorias contínuas que conduzem, ao longo de um tempo, a uma mudança maior.
O grande problema existente é que se a pessoa não mudar (o dono ou o gerente), nada muda.
A empresa só muda se o dono mudar! Uma empresa só muda se uma ou mais pessoas na empresa mudarem. Mudança organizacional quer dizer um conjunto de mudanças pessoais.
O trabalho do administrador, neste caso, não é mudar a empresa, é mudar o dono. Devagar, Paulatinamente. E ir implantando as idéias do dono, que passou a enxergar aquilo que você, administrador novo, o conduziu a vislumbrar.
Esse trabalho exige uma maturidade emocional que a maioria dos formandos em administração não possui. Creio que seja uma característica de falta de maturidade emocional bastante comum aos formandos em qualquer especialidade.
Ou seja, temos especialistas em máquinas, mas faltam especialistas na condução de mudanças pessoais, que conduzem e acabam produzindo as mudanças organizacionais necessárias.
A conclusão é que o mercado tem poucas pessoas que entendem de pessoas e de máquinas. Por isso é que elas custam “caro”.
O que fazer, então, com o dono da empresa?
Permita-me dar um pulo, sem conexão aparente, para podermos cair novamente no mesmo ponto.
Eu diria que a nossa sociedade costuma separar algo que não pode, nem deve ser separado: emoção e razão.
Antonio Damásio, neurocirurgião português, chefe do departamento de neurocirurgia da Universidade de Yowa, escreveu uma série de 3 livros sobre o assunto.
Em suma, na estrita visão da minha leitura, ele diz o seguinte: a razão, sem a emoção, não serve para nada.
O nome do primeiro livro dele é “O Erro de Descartes”, pois a frase correta de Descartes, à luz da ciência, hoje, seria:
EXISTO E SINTO, LOGO PENSO.
Por incrível que pareça a emoção é a base da lógica! E sem a emoção a lógica é estéril!
Sem emoção não há escolha, não há a vida, tal como a conhecemos e valorizamos.
O que fazer com este dono de empresa, com esse gerente?
Ensiná-lo!
Ensinar é a única resposta possível. Bater de frente com ele, falar que “isto e aquilo” deve ser mudado pode ser o mesmo que dizer que ele está fazendo estas “coisas” erradas. E ninguém gosta de estar errado, não é mesmo?
Como ensinar?
Para ensinar é necessário a humildade da compreensão do outro, da percepção do outro. É necessário estabelecer um vínculo, ter empatia.
A postura de servir, a junção da lógica da necessidade empresarial, com a percepção das pessoas envolvidas no processo, facilita e dá o primeiro passo no sentido da mudança pessoal e, depois, organizacional.
Ajudar o gerente a conduzir a empresa, na medida da capacidade dele, na medida da evolução do seu conhecimento (dele), patrocinada por você, recém-formado, é o seu caminho.
Basta ter a humildade, a maturidade de perceber o outro como ele é, e não como a sua necessidade gostaria que ele estivesse para a sua mudança: pronto!
Cabe a você torná-lo pronto, este é o primeiro passo.
Neste processo de ensinar, você notará que vai aprender e muito, pois você se deu a oportunidade!
Isto, em outras palavras, é comprometimento com o gerente e suas capacidades e limitações; enfim, algo que esperamos que os outros tenham conosco, mas nem sempre, neste mundo de soluções rápidas, temos com os outros.
A minha recomendação sempre é: agregue valor ao seu chefe, SEMPRE! Ele define a sua avaliação hoje, e tem possibilidade de definir o seu emprego de amanhã, quando, se for o caso, for consultado como foi o seu desempenho quando trabalhava com ele.
Você não consegue perceber como ele é, e não conseguindo perceber o jeito de ser dele, não consegue transmitir a sua visão para que ele o compreenda:
- “Ele está errado!”
Ele nunca está errado!
Ao invés de focar a sua dificuldade de se comunicar com ele, é mais fácil para você julgar o outro. E você, glorioso, sobre o conhecimento adquirido na faculdade, redondamente certo! Aparentemente, somente aparentemente…
E ai nada mais resta do que pedir demissão, porque este pessoal é burro mesmo!
Ou não?
Eu sugiro, que nestes tempos de mudanças, mudanças rápidas, os administradores, todos os administradores, independentemente de sua formação, reflitam e ajam definindo que serviços prestam e a quem? Ou seja, pensem:
- “Quem são os meus clientes! Os meus esforços são dirigidos para o que e para quem?”
Carlos Alberto de Faria – Portal do Marketing
O conflito de gerações e a web
Terça-feira - 25 - Agosto - 2009 at 9:05 pm | In Carreira, Tecnologia | Leave a CommentTags: Buscapé, e-commerce, Facebook, Games, Google, iPhone, myspace, Orkut, Twitter, Yahoo!, YouTube
Muito já se viu e ouviu sobre como os pais reclamam do tempo gasto por seus filhos navegando na internet, da “alienação” (na visão dos pais…) causada pela imersão dos jogos online e, mesmo do exagero de acessos à mídia, que hoje os jovens têm, utilizando-se de diversos canais simultaneamente, como rádio, TV, computador, celular, etc.
É difícil para as pessoas mais maduras acompanharem a velocidade das inovações trazidas pelo universo digital, e ainda mais difícil é compartilharem dessas atividades todas: redes sociais como Orkut, Facebook, Myspace, etc, buscadores como Google, Yahoo, YouTube, Buscapé, entre outros, além de Twitter, Iphone, Games, e-commerce e uma infinidade de outras possibilidades.
Eu ouvi há algum tempo um alto executivo, relativamente jovem, dizer que tinha a expectativa de que ele conseguiria chegar à aposentadoria sem ter que conhecer isso tudo, mas não deu tempo! As inovações foram mais rápidas e ele ainda está tentando correr atrás do prejuízo.
Porém, o mais complicado a meu ver reside nas corporações, pois quem as lidera hoje ainda são os profissionais maduros, que nasceram bem antes desse boom, ou seja, eles não pertencem à geração chamada “web native” e, portanto, as mudanças nas empresas ainda estão em suas mãos, ou nas suas cabeças, que como o executivo citado acima, talvez eles ainda estivessem esperando sair ilesos, sem ter que se aprofundar nesse novo mundo.
Infelizmente, assim como para esse executivo, as empresas também não têm essa opção. É imprescindível entender como funciona e como se utilizar dessas ferramentas inovadoras para que não percam o bonde da história.
Alguns setores mais conservadores poderão sofrer muito se continuarem resistindo, pois os novos consumidores, a famosa geração Y está chegando, não só para comprar seus produtos ou serviços, mas para trabalhar nas suas empresas. Então como você acha que vai atrair e manter os novos talentos? Com velhos paradigmas?
Imagine, se hoje o seu filho só utiliza o MSN, SMS e o Twitter para se comunicar com os amigos e com a namorada (e faria o mesmo com você, se você estivesse lá!), se ele já acha e-mail coisa do passado, se ele utiliza os blogs ou então a Wikipedia para se informar de quaisquer assuntos, se só vê filmes no YouTube, se só compra depois de fazer, no mínimo, três buscas e se não vai a lugar algum sem antes consultar o Google Maps, como você acha que será quando ele entrar no mercado de trabalho?
Pense nisso, e não perca mais tempo, permita-se conhecer de perto a web e renda-se às suas infinitas possibilidades. Ah, e compre logo um notebook para que os seus pais também possam navegar!
Sandra Turchi – Mundo do Marketing
Companhia aérea de baixo custo vai oferecer Wi-Fi a bordo em 2010
Domingo - 23 - Agosto - 2009 at 11:54 pm | In Portais de Notícias, Tecnologia | Leave a CommentA Southwest Airlines se prepara para oferecer em todas as suas aeronaves acesso Wi-Fi durante o voo. Em parceria com o provedor Row 44, a companhia tem planos para lançar o programa no primeiro trimestre de 2010.
A companhia aérea de baixo custo vem testando o acesso Wi-Fi durante voos de quatro de suas aeronaves, desde fevereiro. “Durante a fase de testes, os passageiros têm usado o serviço para várias aplicações, de e-mails a streaming de vídeo”, informou a Southwest em seu blog oficial nesta sexta-feira (21).
As companhias aéreas norte-americanas American Airlines e Delta Airlines já oferecem serviços do gênero em seus voos, enquanto a Tempe Airways também avisa que vai começar a oferecer o serviço no próximo ano.
Fonte: G1
O que motiva você na vida?
Sexta-Feira - 21 - Agosto - 2009 at 12:24 am | In Carreira | 2 CommentsTags: Motivação, Psicologia Organizacional
Alguns anos atrás, quando lecionava a disciplina de Psicologia Organizacional em uma Faculdade da Grande São Paulo, passei a meus alunos uma atividade para desenvolverem em casa e entregar na aula seguinte. A tarefa era simples. Deveriam redigir um texto respondendo a seguinte pergunta: O que motiva você na vida?
A idéia era que eles descrevessem suas motivações, suas necessidades, desejos, anseios, vontades etc. Todos entregaram respondendo desta forma. Uns comentando sobre a conclusão do curso, um emprego melhor, sucesso profissional, construção de uma família, conquistar a casa própria, viagem e tudo mais.
Porém, uma aluna me surpreendeu. Ela apontou em seu texto apenas duas coisas, disse ela: “Deus e meu namorado”. Ao longo do texto ela explicava estas duas únicas motivações que tinha na vida.
Ao ler aquilo fiquei chocado. Como pode uma pessoa de vinte e poucos anos restringir toda sua vida a apenas dois fatores. É certo que a fé não se discute, mas sua outra motivação ser o namorado… isso me preocupou e fui falar com ela.
Na conversa que tivemos, ela confessou que somente iniciou o curso porque o namorado também o fazia, e como ele viajava muito acabava perdendo algumas aulas. Desta forma ela poderia repassar a ele o que perdesse da matéria. Detalhe: ambos estavam matriculados na mesma sala.
Bem, este fato me fez refletir ainda mais sobre os motivos que fazem com que as pessoas alcancem uma vida mais rica e plena. É comprovado que aqueles que conseguem ter vários motivos na vida conseguem ser mais felizes. Pois há um fator simples, porém essencial para a conquista da felicidade: se algum dos objetivos não acontecer ou não for do jeito sonhado há outros para se amparar. Ou seja, quanto mais motivos, mais possibilidades de viver feliz.
Por isso, é fundamental termos muitos motivos para viver. Sejam eles pessoais, profissionais, sociais, financeiros, lúdicos, de lazer, etc. Quanto mais amplio minhas opções de realização, maiores são as chances delas ocorrerem.
Quando direciono meus objetivos a poucos motivos, acabo criando expectativas enormes sobre eles. Caso aconteçam como esperado a frustração é muito maior. Como agir quando o único sonho que se tem na vida, por alguma razão, não é realizado? A decepção e sentimento de derrota podem ser aniquilantes.
Por isso, faça sua lista. Elabore agora mesmo uma lista de motivos que fazem você se sentir vivo. O que motiva você na vida? Quais são seus sonhos? Quais são seus desejos? Quais são suas necessidades e vontades? Escreva, mesmo que neste momento pareçam inalcançáveis. Mesmo que você não consiga enxergar que possa realizá-los agora. Escreva mesmo assim.
Só o fato de ter isso em mente já um grande progresso. O primeiro passo para a realização de um objetivo é ter esta meta em mente. Já que é para sonhar, sonhe alto. Pense grande. Pense longe. Pense em motivos de longo prazo e mais estruturados, como uma viagem a algum país, por exemplo. Mas também pense em sonhos menores, de curto prazo, de rápida resolução. Estes servem como estímulos constantes para que os mais complexos sejam atingidos. Precisamos de pequenos e grandes motivos para viver com mais felicidade. Uns complementam os outros.
Agora, comemore sempre. Cada objetivo alcançado é motivo de celebração. Se não tiver ninguém para celebrar com você, comemore sozinho mesmo. Afinal, lembre-se que você deve ser sua melhor companhia.
Como última dica, recomendo rever sua lista de motivos constantemente. Isso serve para analisar o progresso até o momento e também para saber o quanto falta para que determinados objetivos sejam alcançados. É como um medidor de conquistas e realizações. Com isso, você pode se sentir estimulado a buscar novos objetivos e superar as possíveis frustrações do que não conseguiu realizar.
A felicidade está sempre dentro de nós. Basta procurarmos com cuidado e atenção que encontraremos diversos objetivos, motivos, metas, desejos e necessidades pelos quais valem a pena viver. Sucesso!
Rogério Martins – Portal do Marketing
Angola, um país de contrastes
Quinta-feira - 20 - Agosto - 2009 at 1:15 pm | In Planejamento Estratégico | 1 CommentTags: 4 C´s, Angola, Luanda, walt disney
Ritmo acelerado. Poeira. Gruas. Crescimento vigoroso. Frustrações. Custo de vida muito alto. Curiosidade. Carros. Filas em postos de gasolina. Sim, muitas filas. Inacreditáveis filas. Gasolina barata? Não. Volume de carros. Angola. Nem mesmo completou sete anos desde o fim da Guerra e Luanda já surpreende. Como é possível manter um sorriso nos rostos diante de tantos obstáculos e tanto que precisa ser desenvolvido? Não há duvida alguma que a explicação para isso é que além da esperança, existe uma tensão de curiosidade. Já dizia o Sr. Walt Disney na teoria dos 4 C´s: sejamos curiosos!
A alegria nos serviços e a cordialidade do atendimento suplantam e muito as limitações técnicas que demandam evidentemente treinamento e capacitação. São novos passos que precisam ser dados nesta direção. O conceito “comprometimento profissional” na prestação de serviços ainda está em sua fase inicial e básica. Estes obstáculos perdem a importância e relevância diante do sorriso que encanta e emociona. Em todos os lugares que se olha, tem movimento acelerado de mudança e transformação.
A teoria de Maslow ensina que o consumo acontece somente em quatro níveis de necessidades: segurança, fisiológica, indulgência e status. Angola passa pelos quatro simultaneamente. E não há nada de errado nisso. Tudo que o mundo de alguma forma tem percebido sobre o homem que assume cada vez mais um novo papel no contexto do consumo, é devidamente percebido em Angola.
O homem angolano tem estilo, elegância e é vaidoso; carrega referências mundiais mantendo um estilo muito próprio e entende de marcas de prestígio sejam elas francesas, italianas ou brasileiras. Qual o próximo passo? Garanto: Spas, resorts, hotéis, cafeterias, modelos privates dos Bancos, clínicas nas mais diversas áreas, principalmente as estéticas, moda, decoração de interiores.
A explosão de serviços especiais virá antes do varejo de luxo. Será difícil e lento o processo de ruas e centros de comércio para abrigarem as principais marcas de Luxo do mundo, mas não impossível. Apenas o tempo será outro. Mas os Angolanos não deixarão de comprar ou acessar produtos e serviços de Luxo ou Premium seja localmente ou internacionalmente.
A era da “premiumzação” também já chegou a Angola e lentamente entrará no cotidiano das diversas camadas sociais. O termo Luxo já vem sendo inclusive utilizado principalmente pelas construtoras na apresentação dos surpreendentes condomínios residenciais. Em um País onde praticamente tudo é importado, a tarefa da diferenciação não é tão simples; afinal não basta ser importado – em Angola, isso é comum.
No negócio do Luxo é fundamental que no consumo o desejo prevaleça em relação à razão. O filósofo francês Bertrand Russel afirmava que “toda atividade humana nasce do desejo”. Os Angolanos desejam e isto fará com que os hábitos de consumo sejam alterados. E junte a isso o fato de serem alegres, simpáticos, amigos, de terem o conceito família, a crença de que o amanhã será melhor do que hoje e definitivamente de ontem.
O grande desafio de Países como o Brasil e a Angola, é receber a modernidade de braços abertos sem esquecer as tradições, as origens, o passado que formou o presente e que criou lastros para o futuro. Luanda, sinceramente, OBRIGADO pelo seu carinho! Angolanos tenham a persistência de seguirem em frente, não desviem. Volto de Angola me sentindo mais brasileiro, mas, me sentindo também um pouco angolano.
Carlos Ferreirinha – Presidente da MCF Consultoria & Conhecimento
Fonte: Mundo do Marketing
Três estados do Brasil rompem barreira de um celular por pessoa
Quinta-feira - 20 - Agosto - 2009 at 1:57 am | In Tecnologia | Leave a CommentUm estudo divulgado pela Anatel nesta quarta-feira (19) indica que Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro romperam, em julho, a barreira de mais de um celular por habitante.
No mês passado, cada estado teve, respectivamente, índices de 100,61 (crescimento de 0,98% em relação a junho), 100,09 (1,48% de aumento) e 100,62 (0,65% a mais, em relação ao mês anterior).
Até então, somente o Distrito Federal tinha mais de um telefone celular por habitante: em maio de 2005, essa barreira foi rompida com índice de 103,83. Em julho de 2009, o Distrito Federal registrou 153,43, um crescimento de 1,01% na quantidade de celulares em uso em comparação ao mês anterior.
Segundo a Anatel, o índice de teledensidade (100,09 no caso de São Paulo, por exemplo) é o indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de cem habitantes.
Brasil
Considerando todo o país, no mês passado o Brasil chegou ao índice de teledensidade de 84,61, com um total de 161.922.375 acessos ao serviço móvel pessoal. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada em todo o país é de 191.480.630 pessoas.
Em julho, foram habilitadas 2.308.868 novas linhas em todo o país. Isso indica crescimento de 1,45% em comparação a junho e de 19,65%, se considerados os últimos 12 meses. Do total, 132.625.256 (81,91%) são pré-pagos e 29.297.119 (18,09%) são pós-pagos.
Entre as empresas do setor de telefonia móvel, a Vivo é que tem a maior participação: 29,38% em julho. Na sequência vem a Claro, com 25,35%, seguida por Tim (23,75%), Oi (21,15%), CTBC (0,30%), Sercomtel (0,06%) e Unicel (0,01%).
Executivos estão insatisfeitos com cargo atual
Quarta-feira - 19 - Agosto - 2009 at 12:29 am | In Carreira | Leave a CommentEstar no comando não é garantia de satisfação no trabalho. É isso que prova estudo Executive Quiz, feito pelo Korn/Ferry Institute entre os meses de maio e junho deste ano. Em entrevistas com altos executivos de 70 países, viu-se que 47% deles estão pouco ou muito insatisfeitos com a atual posição. Considerando só o Brasil, a taxa de insatisfação é de 42%.
Boa parte dos profissionais consultados reclamam da falta de motivação: 35% deles se consideram pouco motivados e 12% se dizem muito pouco motivados. No outro extremo, a taxa dos que afirmam estar bem motivados é de 43%.
Para o Korn/Ferry Institute, a máxima de tempos de crise, de fazer “mais com menos” e o elevado grau de stress é o ponto que mais compromete a motivação dos profissionais das empresas.
A pesquisa sugere ainda que a baixa taxa de motivação reflete o menor grau de confiança desses executivos com seus líderes. Um número significativo – 31% – declarou não confiar em seu chefe direto. E cerca 36% dos participantes dizem não confiar no CEO de suas empresas.
O estudo questionou também se o atual CEO é o melhor profissional para o trabalho e apenas 29% disseram ter certeza, enquanto outros 21% responderam que não. A taxa foi bem mais positiva em território brasileiro: aqui 67% dos executivos dizem confiar em seu CEO.
A maioria dos executivos (56%) tem aspirações de tornar-se CEO. No Brasil este percentual é de 57%. Apenas 14% dos profissionais consultados afirmaram não ter essa intenção, enquanto que 10% já ocupam, ou ocuparam a posição.
Época NEGÓCIOS Online
Operadoras são prejudicadas ao vender iPhone, diz pesquisa
Segunda-feira - 17 - Agosto - 2009 at 11:27 pm | In Tecnologia | Leave a CommentTags: Apple, iPhone
Os grandes volumes investidos pelas operadoras de telecomunicações para seduzir consumidores para comprar o iPhone da Apple não ajudaram em nada a aumentar seus lucros, e até as prejudicaram em alguns casos, mostrou um relatório de pesquisa desta segunda-feira (17).
“Segundo a pesquisa que conduzimos sobre as operadoras, nenhuma delas aumentou sua participação de mercado, sua receita ou seus lucros como resultado da inclusão do iPhone”, diz a Stand Consult no relatório.
“Pelo contrário, algumas operadoras emitiram alertas sobre seus lucros por causa do iPhone”, afirmou a consultoria de serviços wireless dinamarquesa no relatório, que será divulgado nesta semana.
A norte-americana Apple lançou o primeiro iPhone em meados de 2007 e o aparelho rapidamente se tornou um fenômeno de consumo graças ao seu design único e facilidade de uso.
No trimestre fechado em junho, a Apple vendeu 5,2 milhões de iPhones. Isso se compara aos 268 milhões de aparelhos celulares vendidos globalmente por todas as fabricantes.
Mas nem todo mundo ganhou com isso. “Não encontramos nenhuma operadora que conseguiu gerar lucro para seus acionistas com o iPhone”, disse a Stand. “Quando olhamos os números, não vemos o efeito iPhone — muitas concorrentes, na verdade, estão se saindo melhor”.
Reuters – Fonte G1
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