O que a geração Y espera?
Quinta-feira - 10 - Dezembro - 2009 at 4:15 pm | In Uncategorized | Leave a CommentTags: CONFRONTAMENTOS, CQC, Custe o que custar, Geração Y, LIBERDADE, NOVAÇÃO, QUESTIONAMENTOS
Existem muitos artigos publicados atualmente que buscam identificar com precisão, as características da geração Y, eu mesmo já publiquei alguns e acredito que ainda surgirão outros tantos.
Nesta altura dos acontecimentos, algumas informações já estão bastante divulgadas e se tornam, muitas vezes, repetitivas e sem novidades para quem já acompanha e estuda o tema com um pouco mais de interesse.
Certamente este não é o caso de quem toma contato com o assunto pela primeira vez. As reações que observo com maior frequência são da constatação de que realmente, há uma diferença muito grande entre a geração que chega de forma intensa ao mercado de trabalho, chamada de geração Y, e as demais gerações.
Diante de tantas mudanças comportamentais é comum que surjam teorias que tentem explicar as atitudes dos jovens. Já estão aparecendo também as primeiras pesquisas traçando perfis e comportamentos comuns entre eles. Tudo isso é bem apropriado e necessário, contudo observo também algumas coisas bizarras.
Uma das mais surpreendentes é a quantidade de especialistas e experts apresentando teorias sobre a geração Y, sem nem ao menos estabelecer qualquer relacionamento mais profundo com estes jovens.
Estes especialistas baseiam-se em pesquisas que usam como referência, os jovens de outras gerações, e portanto estabelecem conclusões equivocadas, levando lideres e gestores a adiarem algumas decisões necessárias , como a adequada transformação de suas realidades às expectativas dos jovens da geração Y.
A falta de modelos adaptados para a geração atual, inevitavelmente provoca especulações, lendas e mitos, o que tornam ainda mais complexo o relacionamento entre as gerações.
Recentemente li algumas destas teorias com afirmações do tipo:
- Os jovens da geração Y não gostam de trabalho rotineiro
- Eles só gostam de trabalhar em ambientes alegres e divertidos
- Eles querem ser promovidos na primeira semana de trabalho
- Eles não respeitam pessoas mais velhas
- Eles são leais apenas a seus próprios objetivos
- Eles nunca trabalharam em projetos de longo prazo
- Eles não se preocupam em desenvolver uma carreira profissional
Percebo que afirmações desta natureza, contribuem apenas para aprofundar o abismo existente entre as expectativas dos jovens e de seus lideres, provocando um efeito negativo com as premissas que surgem.
A geração Y não tem dificuldades em apresentar suas expectativas, mas a falta de referenciais mais comprometidos, estabelece atitudes e comportamentos que precisam de um novo foco.
Avaliando algumas destas expectativas, podemos observar aspectos que podem ser verdadeiras armadilhas no desenvolvimento desta geração:
RECONHECIMENTO ? o jovem deseja e pede feedback de todas as suas ações, contudo esta busca de reconhecimento constante, afeta seu desempenho e seu foco nos objetivos, principalmente quando ele desenvolve com IMPACIÊNCIA.
INOVAÇÃO ? buscar a mudança é uma característica desta geração e um de seus principais instrumentos são os QUESTIONAMENTOS, conduto se isso ocorre sem uma estratégia na forma de apresentar suas perguntas, é possível que os questionamentos sejam confundidos comCONFRONTAMENTOS, que bloqueiam qualquer possibilidade de mudanças e inovações.
LIBERDADE ? muitas vezes considerada destrutiva nas organizações, uma vez que coloca dúvidas sobre modelos e padrões estabelecidos. Esta expectativa precisa ser entendida, não como uma liberação insana e irresponsável , mas sim, como uma busca de flexibilização, cuja melhor manifestação é a INFORMALIDADE.
RESULTADOS? esta geração tem foco em resultados desde a primeira vez que aprendeu a brincar com videogames. Os jovens gostam de saber seus resultados e gostam de compartilhar. A armadilha se instala quando a COMPETITIVIDADE destrói os valores e os resultados são alcançados no melhor estilo CQC ( custe o que custar).
Cabe as demais gerações assumirem cada vez mais, o papel de educadores e não mais executores, permitindo que a geração Y tenha seus próprios erros e fracassos, promovendo assim o desenvolvimento destes jovens, pois caso contrário, teremos muito brevemente um apagão de lideres em nossa sociedade.
Autor: Sidnei Oliveira
Brasil recebe conferência sobre padronização na web
Quarta-feira - 2 - Setembro - 2009 at 9:05 pm | In Uncategorized | Leave a CommentO W3C (Consórcio World Wide Web), entidade com escritório brasileiro baseado na sede do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizará em 23 e 24 de novembro deste ano, em São Paulo, a 1ª Conferência Web W3C Brasil. O evento, que deve receber 400 profissionais da área e ainda trazer convidados brasileiros e internacionais, promoverá debates e discussões sobre a evolução da web, a padronização de suas tecnologias e seu impacto na sociedade e cultura.
Diversos temas relacionados a tendências da web estarão presentes no evento. A programação incluirá abordagens sobre o benefício imediato e futuro do uso de padrões; acessibilidade e usabilidade; web semântica; mecanismos de busca; mobilidade; governo eletrônico; segurança e privacidade; modelos de negócios; redes sociais e computação em nuvem – cloud computing.
“Queremos reunir a comunidade atuante em tecnologias web para discutir como torná-la universal conforme o princípio do W3C: web para todos, em qualquer dispositivo, lugar, língua e cultura. Será ainda uma oportunidade para mostrar às organizações os benefícios do uso de padrões e apresentar os mais recentes como o HTML 5 e CSS 3″, disse Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil.
Pesquisadores, desenvolvedores, usuários, empresas, agências digitais e mídias farão parte do público participante da conferência e podem submeter ao W3C temas e trabalhos para serem inclusos na programação do evento.
Fonte: Terra
Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento
Segunda-feira - 31 - Agosto - 2009 at 8:07 am | In Uncategorized | Leave a CommentA internet permitiu que, pela primeira vez na história, se tornasse possível manter um arquivo universal do conhecimento e da produção cultural de nossa espécie. Mas para o filósofo francês Pierre Lévy, esse poder já começa a mostrar limitações, e é hora de promover uma “recauchutagem” na estrutura da rede.
Mas para transformar a web em uma máquina capaz de identificar a verdadeira inteligência coletiva, no entanto, Lévy prevê dois grandes desafios: a ausência de profissionais habilitados para trabalharem na organização das informações, e a necessidade da adoção de um padrão para a chamada “web semântica” – que permitirá que todo o conhecimento seja coordenado automaticamente por conceitos, e não mais simplesmente pelos links entre documentos.
A evolução proposta por Lévy – dono de uma bibliografia extensa sobre cibercultura e sobre a relação entre o virtual e o real – passa pela criação de regras para a organização das informações. Para isso, o filósofo desenvolveu uma linguagem universal capaz de compreender as ideias expressas em qualquer idioma e que, ao mesmo tempo, pode ser processada por computadores.
“Isso significaria o fim da fragmentação da informação, atualmente dividida por conta de barreiras de linguagem e escolhas diversas de sistemas de organização”, afirma Lévy, em entrevista ao G1. O projeto coordenado pelo francês é desenvolvido por um grupo de pesquisadores na Universidade de Ottawa, no Canadá.
Leopoldo Godoy – G1
Executivos de publicidade aprovam acordo da Microsoft com Yahoo
Sexta-Feira - 31 - Julho - 2009 at 7:36 am | In Uncategorized | Leave a CommentTags: Google, Microsoft, Yahoo!
Os executivos de publicidade aprovaram a parceria entre Yahoo e Microsoft no mercado de buscas, anunciada nesta quarta-feira, esperando que ela ofereça aos anunciantes mais força contra o Google.
Eles afirmam que a parceria criará mais eficiência em atingir e rastrear audiências online no mercado mundial de publicidade vinculada a buscas, que movimenta cerca de US$ 30 bilhões ao ano em todo o mundo, por meio do que na prática representa uma fusão entre o segundo e terceiro colocados no mercado de buscas.
“Trata-se de algo extremamente encorajador e propicia mais equilíbrio nos mercados de publicidade online, tanto convencional quanto vinculada a buscas”, disse Sir Martin Sorrell, presidente-executivo do grupo publicitário britânico WPP. “É bom para os nossos clientes, nossas agências e as autoridades regulatórias.”
Sob o acordo anunciado na quarta-feira, a Microsoft fornecerá tecnologia de buscas aos sites do Yahoo e terá uma licença de 10 anos para integrar as tecnologias do Yahoo, com o objetivo de criar um concorrente mais poderoso para o líder de mercado Google.
Hoje em dia, por exemplo, uma agência de publicidade que trabalhe para, por exemplo, a Toyota Motor, pode procurar o Google, Yahoo ou Microsoft para fazer lances pela veiculação de anúncios em formato texto ao lado dos resultados do termo de busca “veículo híbrido”.
Os executivos publicitários afirmam que a união entre Yahoo e Microsoft oferecerá aos anunciantes uma alternativa mais forte ao Google, capaz de propiciar escala e o benefício de uma plataforma combinada.
De acordo com a comScore, o Google tem participação de 65% no mercado de buscas dos Estados Unidos, ante 19,6% para o Yahoo e 8,4% para a Microsoft.
“A corrida tripla será substituída por uma corrida dupla”, disse Randy Schwartz, diretor nacional de busca da Carat USA, segundo o qual o acordo propiciará concorrência mais forte em algumas categorias publicitárias se os clientes perceberem que agora estão atingindo as audiências de maneira mais efetiva por meio da Microsoft e Yahoo.
“São setores que podem ver valor comparável e encontrar tanto tráfego com uma busca no Yahoo quanto no Google”, disse ele.
Fonte: Reuters Brasil
Juros caem, mas inadimplência cresce e retoma nível recorde
Terça-feira - 28 - Julho - 2009 at 7:02 pm | In Uncategorized | Leave a CommentPelo sétimo mês consecutivo, a taxa média de juros praticada pelas instituições financeiras no crédito livre caiu em relação ao mês anterior. Contudo, este cenário não impediu que a taxa de inadimplência registrasse aumento pelo sétimo mês seguido.
Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, em junho o juro médio ficou em 36,7%, menor do que os 37,9% praticados em maio. Boa parte dessa redução das taxas aconteceu pela diminuição de 0,9% do spread bancário, que é a diferença entre o custo da captação e o juro do empréstimo.
No sentido contrário, o BC divulgou que a parcela dos empréstimos com atraso superior a 90 dias atingiu 5,7% das operações no mês passado, ante 5,5% do mês anterior. Com esse aumento, a inadimplência do crédito livre retoma o nível recorde da série histórica, que havia sido observado em setembro de 2000.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, acredita que a inadimplência deve começar a cair no curto prazo “Os atrasos entre 15 e 90 dias já começaram a cair. Isso mostra a retomada do crédito e cria a expectativa de que a inadimplência deve apresentar estabilidade nos próximos meses”, disse o chefe do Depec.
Volume de crédito aumenta
As operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão de 19,7% entre junho de 2008 e junho de 2009. Na comparação com maio deste ano, o volume cresceu 1,3%. Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, o estoque de todos os empréstimos somava R$ 1,278 trilhão no fim do mês passado.
“O processo de recuperação do mercado de crédito prosseguiu em junho, refletindo, principalmente, expansões nas operações realizadas pelo BNDES e nas principais modalidades destinadas a pessoas físicas”, afirma o documento divulgado nesta terça-feira. Com a expansão observada no mês passado, a participação do crédito no PIB atingiu 43,7%, ante 43,2% em maio deste ano, e 36,3% em junho de 2008.
Fernando Nakagawa – O Estado de S. Paulo
10 mandamentos para fazer menos com menos
Segunda-feira - 27 - Julho - 2009 at 10:07 pm | In Uncategorized | Leave a CommentDurante anos, os profissionais de tecnologia da informação têm ouvido que devem fazer mais com menos. As equipes são encolhidas e terceirizadas, ao mesmo tempo em que cresce a demanda por um atendimento melhor e pela adoção de novas tecnologias. A realidade tem sido assim, mas isso não quer dizer que deverá ser sempre dessa forma.
O site da área de tecnologia da informação InfoWorld decidiu fazer um manifesto pela “desaceleração da TI”. O veículo norte-americano diz que chegamos a um momento de ruptura e é preciso parar esse ciclo. Não existe mais por “mais”, por isso mesmo, daqui para frente, a TI deve aprender a fazer menos com menos. E você já sabe como estabelecer este limite. Faça o negócio escolher suas prioridades, em vez de despejar todas em você e mantenha o foco no que é realmente crítico. Recue quando se deparar com prazos e exigências impraticáveis, sem embasamentos reais que possam trazer benefícios reais para todos no longo prazo.
Em todo o mundo, a desaceleração econômica está sendo usada por executivos para justificar demissões, cortes, fechamentos, atrasos, negociações e toda espécie de triagem. Você pode jogar o mesmo jogo. No fim das contas, você só quer o que é bom para a empresa. E se alguém disser que dói, bem, isso é apenas temporário, certo? Esta é uma emergência! Procure oportunidades na adversidade. Abrace os 10 princípios da “desaceleração da TI”:
1- Pare de tentar ser um super herói: Prazos irreais e sobrecarga de trabalho levam à baixa qualidade. Você é solicitado a gerenciar um conjunto de prioridades. Devolva as solicitações a quem elas pertencem. Seja claro em cada requisição relativa a tempo e dinheiro de cada projeto e deixe que o negócio decida suas prioridades.
Novos projetos significam que alguma coisa terá de descer na lista de prioridades e não é o seu trabalho decidir qual delas se moverá. Na realidade, deixando que a empresa tome a decisão, você reduzirá o número de pedidos inúteis. Mas atenção: isso só funcionará se você entregar o que prometer, caso contrário parecerá que você está fugindo do trabalho.
2- Permita que os usuários gerenciem-se sempre que puderem: Muitos usuários podem instalar software em suas máquinas e gerenciar atualizações. A menos que haja regras específicas, permita que eles instalem o iTunes, o Gmail, e coisas do gênero, deixando claro que se houver algum problema, você vai reinstalar a configuração-padrão.
Por outro lado, torne pública a política de segurança para o caso do uso de aparelhos como o iPhone, contas de e-mail pessoal ou outras tecnologias que não sejam o padrão da corporação. Faça com que todos saibam e entendam porque você está agindo dessa forma. Deixe claro que liberdade exige responsabilidade e que você tem trabalho mais crítico a fazer.
3- Elimine o “fazer por fazer”: Revise suas tarefas rotineiras e defina o real valor que elas trazem. É grande a possibilidade de estar gastando mais tempo do que o necessário no monitoramento de riscos pequenos. Pode parece uma heresia, mas é mais eficiente deixar algumas coisas simplesmente acontecerem, consertando problemas ocasionalmente, do que dedicar um grande esforço na prevenção. Dessa forma, é possível reduzir o “fazer por fazer” e entregar às áreas de negócios os benefícios da tecnologia que elas realmente querem.
4- Automatizar tudo o que puder: Mostre para a companhia o quanto economizou em força de trabalho com processos de automatização. Tenha certeza que seus sistemas de monitoramento abrangem tudo, do nível de uso dos roteadores até as linhas de fax. Apenas certifique-se que todos entendem que o piloto automático só funciona quando o céu está limpo.
5- Terceirize os aborrecimentos: Software como serviço e computação em nuvem não são apenas as últimas modas em tendências tecnológicas. Estes conceitos também ajudam a fugir da manutenção e do gerenciamento de servidores, do armazenamento e dos aplicativos. As ferramentas web de escritório do Google (Google Apps) e o Live Workspaces, sistema de compartilhamento online de arquivos da Microsoft e similares são bons substitutos para os repositórios de arquivos departamentais — e essas ferramentas estão disponíveis para qualquer um.
Aplicativos hospedados fora da empresa são um passo maior, mas os mesmos princípios podem ser aplicados. Se está dando suporte a uma grande variedade de sistemas de marketing, vendas, orçamento, cobrança ou projetos para um número tão grande de grupos de trabalho, é hora de racionalizar o ambiente. Comece a desligar servidores e consolide estes aplicativos na nuvem. Os sistemas mais problemáticos e os usuários mais barulhentos devem estar no começo da fila.
6- Concentre-se nas “vacas sagradas”: Procure por qualquer oportunidade de eliminar o que é “legal” em favor do que é realmente importante. É hora de reavaliar valores antigos e matar “vacas sagradas”. Aquele sistema legado é realmente uma necessidade ou um luxo que a empresa não pode mais manter? Os usuários realmente precisam de acesso à rede sem fio em todos os cantos do prédio?
A menos que a gerência esteja dentro de uma caverna, ela já começou a reexaminar novos projetos e compras programadas. Agora, é a chance de colocar os custos e os benefícios de ativos existentes no microscópio também — especialmente aqueles que estão causando problemas.
7- Tempo de descanso é tempo de descansar: Não ligue o notebook quando chegar em casa, desligue o telefone celular e deixa os e-mails indesejáveis se acumularem em sua caixa postal no final de semana. A maneira mais rápida de perder a cabeça é não aprender a relaxar. Crie um hobby, aprecie um uísque puro malte. Já existem problemas demais durante a semana de trabalho. Deixe-os fora do seu domingo — a menos que não haja alternativa.
8- Não case com nada: Hardware, software, escritório, casa, roteadores, computadores; não importa: não é porque você consertou uma vez que é obrigado por contrato a fazer para sempre. Na verdade, não deveria ter consertado da primeira vez. Na próxima vez que alguém trouxer o notebook pessoal para você “só dar uma olhada”, peça algo que seja inaceitável. “Bom, você trabalha na contabilidade, não? Se importaria de rever minhas declarações de imposto de renda dos últimos três anos?”. Dê o troco.
9- Mantenha viva a diversão eletrônica: Sim, tudo é urgente, mas não deixe a diversão e a inovação da tecnologia de fora da sua agenda. Mantenha essa diversão como um motivador. Estar atento a inovações tecnológicas vão ajudar a enxergar soluções mais facilmente, à medida que forem aparecendo. Reserve, ao menos, uma hora por dia para ler sites de tecnologia. Não fique preso ao trabalho.
10- Faça a empresa ouvi-lo: Todo mundo está cansado de ouvir que a área de tecnologia precisa entender de negócios. Bom, a área de negócios precisa entender de tecnologia também. Procure se relacionar com o pessoal de negócios para que conheça suas necessidades, e vice-versa. Quando descobrir que eles não são sanguessugas, e eles descobrirem que você não é um marciano, você vai criar um relacionamento verdadeiro que é crucial durante tempos difíceis.
Fonte: ComputerWorld
Palm disputa direitos de uso do iTunes com a Apple
Segunda-feira - 27 - Julho - 2009 at 12:39 pm | In Uncategorized | Leave a CommentTags: Apple, iPhone, iPod, iTunes, Palm, Palm Pre, PalmOS
A Palm disparou outro ataque contra a Apple em sua guerra dos celulares inteligentes, em uma disputa entre as duas rivais para determinar se o serviço de música iTunes deveria ser compatível com o novo celular inteligente Palm Pre.
A Palm, cujos executivos incluem antigos líderes da Apple, lançou uma atualização de software na semana passada que permitiu que seus aparelhos voltem a ser sincronizados com o software de administração de mídia iTunes, da Apple.
E mais uma atualização…
A decisão surgiu depois que a Apple, na semana passada, lançou uma atualização de software para fechar uma brecha no iTunes que permitia sincronização com o Pre. A Apple afirma que iTunes foi projetado para trabalhar com os produtos iPod e iPhone.
A Palm anunciou a atualização de software em mensagem que imitava uma das frases características de Steve Jobs, “Ah, e mais uma coisa”, usada muitas vezes pelo presidente-executivo da Apple para anunciar um novo produto.
“Ah, e mais uma coisa: O Palm webOS 1.1 volta a permitir a sincronização de mídia dos aparelhos Palm. É isso mesmo -você uma vez mais ganha acesso livre à sua música, fotos e vídeos na versão atual do iTunes (8.2.1)”, anunciou a Palm em mensagem publicada em seu blog.
Não ficou claro se a Apple lançará uma nova correção de software para bloquear a ação da Palm. Quando convidado a comentar, um porta-voz da Apple declarou que “como já dissemos antes, versões mais novas do software Apple iTunes podem não mais oferecer sincronização com players digitais de mídia incompatíveis”.
A Palm lançou o Pre em junho, atraindo críticas positivas, e seu objetivo é conquistar uma fatia no mercado de celulares inteligentes com telas sensíveis a toques. Antes do lançamento, a Palm havia alardeado que o Pre “propicia sincronização direta com a iTunes”.
Mike Abramsky, analista da RBC Capital markets, estima que a Palm tenha vendido entre 325 mil e 375 mil Pres, até o momento, bem acima das expectativas. Em comparação, a Apple vendeu mais de 1 milhão de unidades do iPhone 3GS nos três primeiros dias do aparelho no mercado.
Reuters – Fonte: Portal G1
Fazendo a Diferença
Domingo - 26 - Julho - 2009 at 11:38 pm | In Uncategorized | Leave a CommentUm dos maiores benefícios da Internet é, sem dúvida, a troca de conhecimento. Em meus artigos, tenho procurado expor minha experiência e meu ponto de vista e, de forma enriquecedora, tenho recebido e-mails de profissionais que contam sua própria experiência, solicitam esclarecimentos e produzem uma ampla reflexão de minha parte sobre o que realmente está incomodando o mercado.
Quando me perguntam o que pode ser feito para captar novos clientes ou recuperar os clientes inativos, enquanto acreditam estar fazendo tudo certo, minha resposta é sempre a mesma: não há uma solução única para todos.
Procuro ajudar propondo questões que façam as empresas refletirem sobre suas ameaças e suas oportunidades, seus pontos fortes e fracos. A partir do entendimento da situação, do estabelecimento dos objetivos a serem alcançados e do comprometimento da organização com o processo de mudança, torna-se muito mais fácil vislumbrar os caminhos que podem ser seguidos e traçar uma estratégia adequada a cada caso.
Mas há uma sugestão que dou a todos, não importando o ramo de atividade ou para que problemas buscam solução: façam diferente!
A percepção de valor dos clientes em relação a marcas, produtos ou serviços de uma empresa deve ser diferenciada em relação à concorrência. Se sua marca é percebida por seu cliente como tão boa quanto a do concorrente, ofereça motivos para que ele escolha a sua e não migre.
Pergunte-se:
• Por que meus clientes escolheram minha empresa?
• Por que meus clientes permanecem com minha empresa?
• Por que meus clientes abandonaram minha empresa?
Inicialmente você pensará nas respostas mais óbvias: qualidade, preço, atendimento, variedade, comodidade e hábito. Mas os serviços agregados aos produtos têm maior valor percebido do que apenas o produto oferecido. Já não mais se compram produtos na concepção física da palavra. Tudo o que os clientes compram são serviços capazes de atender às suas necessidades, que podem ser entregues por pessoas, empresas ou produtos. Entendendo isso, as empresas podem decidir o foco do seu empreendimento: orientar-se para os clientes, criando vínculos de envolvimento, ou para os produtos.
O que sua empresa faz de diferente?
• Oferece um serviço que nenhum concorrente oferece? Ou faz exatamente o que todos fazem e fica brigando no quesito preço?
• Oferece algum benefício extra? Ou acha que seu preço está tão justo que não há margem para inovar?
• É flexível e passível a mudanças ou os procedimentos são rígidos para todos os clientes?
• Ouve seu cliente? Você pode transformar um cliente aborrecido em um cliente fiel. E ele pode ser uma fonte de idéias revolucionárias.
• Está empenhada em resolver os problemas de seus clientes? Ou oferece a eles apenas a solução mais adequada para sua empresa?
• Surpreende seus clientes? Mais do que atender às necessidades e aos desejos de seus clientes, tente surpreendê-los, satisfazê-los acima de suas expectativas, deixá-los marcados com ótimas impressões sobre sua empresa e sua marca.
• Já experimentou ser cliente de sua própria empresa? Procure se colocar no lugar do seu cliente, em todas as situações que ele possa passar por um “momento da verdade” com sua empresa. Seja crítico e observador. Acima de tudo, seja honesto consigo mesmo e exija de sua empresa o mesmo que você exige em suas relações comerciais, como cliente.
• Aprende com seus clientes? Se você investe no conhecimento acerca de seus clientes mas não aprende nada com as informações obtidas, prepare-se para perdê-los para a concorrência. Relacionamentos duradouros são construídos na base do aprendizado, da confiança e do respeito.
Sua empresa se preocupa com o que a concorrência faz de diferente?
Depois de ter uma boa idéia do que sua empresa faz, não faz ou deveria fazer de diferente para conquistar e manter a lealdade de seus clientes, que tal dar uma olhada na concorrência?
• Quem são seus concorrentes?
• Seus concorrentes estão com problemas internos? (Em caso afirmativo, provavelmente os clientes estão insatisfeitos. Aproveite!)
• Sua empresa pode fazer pelos clientes deles mais do que eles fazem?
• Os clientes dos concorrentes estão predispostos a serem desleais?
• Estão vulneráveis às ações de sua empresa?
• O que os clientes deles compram e por quê?
• Os clientes estão pagando mais ou menos do que deveriam?
• Estão satisfeitos com o atendimento?
• Quais os valores percebidos pelos clientes em relação às empresas e às marcas?
• Os negócios de seus concorrentes estão focados nos clientes ou nos produtos?
• Quais suas estratégias de fidelização?
• Quais são as vantagens de sua empresa em relação a cada concorrente?
• E as desvantagens?
• Quais são as ameaças e as oportunidades que o mercado apresenta?
• Seu próprio cliente está na concorrência?
Fazer a diferença é um trabalho permanente de pesquisa, reflexão e criatividade. Não podemos nos deixar iludir por sucessos ocasionais. Algumas ações podem ter surpreendido os clientes e realmente ter feito a diferença – mas por um determinado período de tempo, até que a concorrência resolva copiar ou que deixe de ser uma surpresa. Não deixe seu cliente se cansar de você. E não dê chance à concorrência de surpreender os seus clientes antes de você.
Cristina Moutella – Fonte: Portal do Marketing
Cenário externo leva dólar a menor nível desde setembro
Terça-feira - 21 - Julho - 2009 at 12:58 am | In Uncategorized | Leave a CommentA melhora do cenário internacional, com redução da aversão ao risco, favoreceu a queda do dólar para o menor nível desde o final de setembro do ano passado. A moeda americana caiu 1,24% nesta segunda-feira, a R$ 1,904.
No mercado externo, o movimento também foi de baixa da divisa, que atingiu o menor patamar em seis semanas frente a uma cesta com as principais divisas mundiais.
“A tendência do dólar é de queda”, afirmou Marcos Forgione, operador de câmbio da ABDO Corretora.
“À medida que a crise vai se dissipando, as atenções vão se voltando para o Brasil. A taxa de juro ainda é alta e a remuneração é boa.”
O principal índice da bolsa brasileira registrou alta pelo quarto dia seguido, acompanhando o movimento positivo em Wall Street.
Ainda na semana passada, a divulgação de alguns balanços corporativos do segundo trimestre melhores que o esperado contribui para reduzir a apreeensão de investidores com o ritmo de recuperação da economia.
Ainda no cenário corporativo, o conselho do CIT Group, que trabalha com empréstimos para pequenas e médias empresas, firmou um acordo com um grupo de detentores de bônus para um financiamento de US$ 3 bilhões, informou uma fonte.
Segundo o diretor-executivo da NGO Corretora, Sidnei Moura Nehme, outro fato que estaria influenciando a queda do dólar frente ao real é a compra de dólares pelo Banco Central acima do fluxo externo para o País.
“Com isso, os bancos (que vendem dólares para o BC) têm ampliado suas posições vendidas no mercado à vista, e podem estar trabalhando para que a taxa caia para que possam fechar suas posições com lucro”, explicou Nehme.
Desde maio deste ano, a autoridade monetária já comprou US$ 6,167 bilhões no mercado à vista, frente à entrada líquida de US$ 4,646 bilhões no País.
Segundo dados do BC, os bancos estavam no final de junho com US$ 524,4 milhões em posições vendidas no mercado livre. Foi a primeira vez desde julho de 2007 que os bancos encerraram um mês “vendidos”.
Fonte: Agência Reuters
Não menospreze o poder da rede!
Terça-feira - 23 - Junho - 2009 at 12:13 am | In Uncategorized | Leave a CommentTags: centauro, domino´s pizza, Facebook, myspace, nike, Orkut, second life, Twitter, web 2.0, YouTube
Não há a menor dúvida que a “bola da vez”, na internet são as “redes sociais”. Só se fala nisso. É a tal web 2.0 com seus ícones de sucesso como o MySpace, o Facebook, o Orkut, e agora, mais do que nunca, o Twitter. Ainda é difícil dizer o que é moda e o que realmente deverá permanecer por algum tempo. Por falar nisso, lembram-se daquele site, como é mesmo o nome dele? Aquele jogo, ahh… o Second Life? Pois é, esse é um exemplo de que algumas febres passam logo.
Sobre o Twitter – serviço que permite que as pessoas acompanhem mensagens de no máximo 140 caracteres, ou “tweets”, de amigos ou celebridades – uma recente pesquisa da Nielsen Online indica que aproximadamente 60% dos usuários declinam após o primeiro mês de uso, o que torna o crescimento dessa rede bastante limitado. Existe há mais de três anos e hoje ele tem por volta de 10 milhões de usuários no mundo todo, mas pode-se dizer que só cresceu depois que celebridades começaram a utilizá-lo e divulgá-lo, como o então candidato Barak Obama e a apresentadora americana Oprah Winfrey.
Além dessa questão do modismo, há outro ponto a ser analisado com muito cuidado pelas empresas que se preocupam em aprender a utilizar as redes sociais. É importante identificar a melhor forma de fazê-lo, por exemplo, buscando estar próximas dos seus consumidores e do seu público formador de opinião, mas por outro lado, também é fundamental orientar sua própria equipe acerca dos perigos que a rede pode causar quando utilizada de forma ingênua ou por má fé, pelos próprios funcionários, ou, quem sabe, por seus concorrentes…
Vejam o exemplo de uma ocorrência recente com a rede americana Domino’s Pizza, quando dois de seus funcionários foram filmados produzindo sanduíches de forma pouco higiênica e o vídeo foi postado no YouTube. Após poucos dias o mesmo já havia sido visto por mais de um milhão de pessoas e embora esses dois funcionários tenham sido demitidos dessa loja, toda a rede foi seriamente afetada, perdendo clientes que eram fiéis há mais de 10 anos! Ou seja, o prejuízo foi enorme e será muito difícil revertê-lo, mesmo que a empresa invista milhares de dólares com renomadas assessorias em relações públicas. Isso tudo porque o alcance da rede é I M P R E V I S Í V E L!
Há empresas que fizeram sua incursão de forma bastante saudável, como o exemplo da Nike, com o lançamento do Nike Plus que, embora não seja um fato novo, é sempre bom citá-lo como caso, bem-sucedido, de criação de comunidade. Há ainda exemplos mais próximos, como a loja de esportes Centauro, que recentemente lançou sua comunidade oficial no MySpace como plataforma para divulgar seu projeto “Ritmos”, e quem sabe, fortalecer sua marca.
Estudos apontam que 57% dos varejistas listados na ‘Top 500 Internet Retailer’ estão no Facebook e que 41% desses estão presentes, ou foram pesquisados, no YouTube, além de centenas deles no MySpace, entre outros.. Enfim, mesmo que a empresa prefira não se manifestar sobre o assunto é importante que ela saiba que algo já deve estar acontecendo com sua marca na rede, independentemente da sua vontade. É como aquela história: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!
Autora: Sandra Turchi – www.mundodomarketing.com.br
Blog no WordPress.com. | Theme: Pool by Borja Fernandez.
Entries and comments feeds.



