Estratégias Motivacionais

Terça-feira - 28 - Julho - 2009 at 7:23 am | In Carreira | Leave a Comment
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“Prefiro divertir as pessoas, na esperança de que elas aprendam, ao invés de ensinar as pessoas, na esperança de que elas se divirtam”.
Walt Disney

Todas as pessoas têm “programas mentais” ou estratégias para os mais diversos comportamentos. Temos estratégias que nos motivam a realizar tarefas como estudar, trabalhar, divertir e até dormir. A questão é saber distinguir estas estratégias e utilizá-las de maneira útil, para nos ajudar a realizar ações que são importantes em nossa vida pessoal e profissional.

No livro “Introdução à Programação Neurolingüística”, Joseph O”Connor e John Seymour (Summus Editorial, 1990), citam excelentes exemplos de diversas estratégias para realizar tarefas como memorizar palavras ou números, aprender música e até criar histórias. Segundo os autores, as estratégias funcionam como “receitas de bolo”, que devemos aprender para reproduzir comportamentos que sejam úteis.

Eles mostram, por exemplo, que Walt Disney tinha uma boa imaginação, e costumava imaginar suas histórias, primeiramente percorrendo todo o enredo sob o ponto de vista de cada personagem, vivenciando os sentimentos destes, como alegria, medo, espanto, etc. Em seguida, pedia aos desenhistas que criassem os personagens sob o ponto de vista destes sentimentos, e a partir daí escrevia toda a história. Era uma estratégia tão fantástica que foi capaz de influenciar tantas gerações de pessoa até os dias atuais.

Como a capacidade de se motivar é uma das qualidades mais importantes na vida de uma pessoa, tanto do ponto de vista pessoal, quanto nos estudos, ou na gestão de sua carreira, é necessário aprender estratégias que podem nos motivar a realizar as mais diversas tarefas, mesmas que estas sejam difíceis, cansativas ou “chatas” de realizar.

Mas como descobrir os programas motivacionais já instalados em nosso comportamento? E de que forma poderemos utilizá-los de maneira útil em nossa vida pessoal e em nossa carreira profissional? São duas questões fundamentais que procuraremos responder em seguida.

Receita para desenvolver estratégias motivacionais

Uma maneira útil de entender as estratégias motivacionais é imaginá-las como uma receita de bolo, e você como sendo um mestre-cuca. Se você utilizar a receita de um bolo adequadamente, provavelmente conseguirá fazer um bolo tão bom quanto quem criou a receita. Para executar uma receita ou desenvolver uma estratégia com sucesso é preciso saber três coisas básicas:

  • os ingredientes  (representações mentais de coisas que nos motivam)
  • a quantidade destas representações mentais necessárias
  • a seqüência das etapas

Representações mentais (ingredientes)

Existem três conjuntos principais de representações mentais, e cada pessoa consegue se motivar mais por um determinado conjunto de representações.

  • Representações visuais – existem pessoas que são motivadas principalmente quando vêem uma situação ou imaginam visualmente esta situação. Por exemplo, para motivar alguém a comprar um determinado tipo de carro é preciso que o vendedor descreva sua aparência, mostre fotografias, filmes, opções de cores, etc.. Estas pessoas reagem fortemente a apelos visuais.
  • Representações auditivas – algumas pessoas se motivam melhor através de estímulos auditivos. Provavelmente gostam de realizar tarefas escutando música, e necessitam de muita explicação auditiva para se convencerem a realizar alguma tarefa.
  • Representações cinestésicas – outras pessoas têm um sentido tátil, o olfato e o paladar mais apurado. No caso da venda de um automóvel, para motivá-las o vendedor precisaria descrever as qualidades do carro como conforto, maciez, sensação tátil da direção e dos bancos, etc.

Descobrindo nossas estratégias motivacionais

O próximo passo é a pessoa descobrir seu estilo motivacional, ou seja, relacionar as tarefas que realiza de forma motivada na sua vida pessoal e profissional, e descobrir quais os aspectos destas tarefas que fazem com que sua realização seja tão atrativa.

Por exemplo, um vendedor gosta de atender clientes pessoalmente, mas na hora de preencher os relatórios encontra grande dificuldade. Talvez esta pessoa goste muito de se comunicar verbalmente, porém escrever torna-se algo extremamente penoso. Uma boa estratégia seria reproduzir o mesmo comportamento que tem quando está conversando com os clientes na hora de escrever os relatórios. Porque não escrevê-los e ao mesmo tempo manter um diálogo consigo? Pode parecer um comportamento estranho, mas se isto o motiva, vá em frente.

Pessoas visuais adoram visualizar acontecimentos, gostam de ambientes coloridos, preferem “ver para crer”. Uma boa estratégia para estas pessoas seria que pudessem incorporar em suas tarefas e rotinas elementos visuais para ajudá-las a se motivar. Se você é visual, descubra seus “motivadores”, eles serão a base para você realizar as tarefas mais difíceis.

Pessoas cinestésicas precisam do contato físico, de tocar e sentir as coisas, e a presença física das pessoas. Talvez uma conversa ao telefone possa ser estimulante para uma pessoa “auditiva”, mas não é suficiente para a pessoa cinestésica. Esta precisa tocar e vestir uma roupa, caso vá comprá-la. São pessoas que gostam de ambientes confortáveis para se sentirem bem e motivadas. Portanto, se seu estilo é cinestésico, busque reproduzir ambientes em que se sinta bem quando for realizar tarefas difíceis ou desagradáveis.

Utilizando as estratégias motivacionais

A motivação é uma energia poderosa para realização de nossos objetivos e por isto é uma qualidade essencial que deve ser aprendida e praticada. Por esta razão, sugerimos a seguinte seqüência para desenvolver estratégias motivacionais, tanto em nossas atividades pessoais como em nossa carreira profissional.  

  • Descubra que tipo de pessoa você é em relação aos sistemas representacionais: visual, auditiva ou cinestésica.
  • Procure incorporar sempre nas atividades que realizar os “motivadores” visuais, auditivos ou cinestésicos que melhor combinem com você.
  • Relacione diversos comportamentos ou situações que o estimulem em sua vida pessoal e profissional. Como, por exemplo, passeios, hobbes, lazer, alimentos, jogos e outras atividades prazerosas.
  • Escreva estas atividades motivadoras e tente relembrá-las, buscando os aspectos ou a seqüência de cada uma delas que as tornam tão agradáveis. Anote cada um destes aspectos.
  • Busque fazer a adaptação incluindo atividades motivadoras às tarefas que precise executar, mas que tem dificuldade. Por exemplo, se você precisa escrever um relatório, que é uma tarefa que não gosta de jeito nenhum, mas, se percebe que ouvindo música a tarefa se torna agradável, pode ser uma boa idéia juntar estas duas coisas, escrever relatório ouvindo música.
  • Desenvolva uma espécie de “receita de bolo” para cada tarefa difícil ou “chata”, que precise realizar, incluindo nela os elementos motivadores de situações agradáveis.
  • Pense nisso: já que uma tarefa tem de ser realizada, porque não executá-la de bom grado, e transformá-la em uma coisa agradável?

Acreditamos que este conjunto de procedimentos certamente poderá causar um impacto positivo em sua vida. Se conseguir realmente desenvolver estratégias motivacionais no contexto pessoal e profissional transformará as tarefas importantes que precise realizar em situações agradáveis.

Ari Lima – Fonte: Algo Sobre

Stress diminui a produtividade do profissional

Quinta-feira - 7 - Maio - 2009 at 3:48 pm | In Uncategorized | Leave a Comment
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Segundo pesquisa realizada em mais de quatro mil postos de trabalho pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), 73% dos profissionais sofrem de stress. Doença que, na maioria das vezes, é causada pelo acúmulo de muitas tarefas e a transformação de simples ações em urgências, conseqüência da má organização do tempo pelas pessoas.

O atraso, a pressão e o adiamento de tarefas desenvolve nos trabalhadores a preocupação. Uma das causadoras do temido stress, que pode ser percebida pela manifestação de alguns sintomas como fadiga, dor no pescoço e na cabeça, irritabilidade, sensação de angústia, insônia, falta de concentração e dificuldades da visão.

Além de afetar a saúde do profissional, a doença interfere também nas relações sociais, importantíssimas em um ambiente de trabalho. É possível perceber que muitas equipes executam suas atividades estressadas e com falta de foco nos resultados. Tais atitudes, na maioria das vezes, são reflexo de um líder estressado, que não sabe organizar o tempo e nem disseminar as tarefas entre sua equipe.

Todos esses fatores interferem diretamente na produtividade do profissional e da equipe. Afinal, como cobrar produtividade de um grupo desfocado, cansado e talvez até desanimado? Moral da história: a doença vem a ser uma das vilãs da falta de produtividade de um profissional ou equipe. Nada bom para a carreira e muito menos para o desempenho da empresa.

Dentro da mesma questão, não podemos esquecer de ressaltar também a perda de qualidade de vida ocasionada pela doença. Muitos profissionais não sabem separar sua vida profissional da pessoal e acabam levando para casa o stress adquirido no ambiente de trabalho, afetando ainda mais sua qualidade de vida.

A análise de todos esses fatores nos faz perceber o quanto é importante a boa administração do tempo. Agora é hora de repensar como você organiza as horas do seu dia, como divide suas atividades para que não se torne mais um entre as pessoas estressadas e nem sofra as conseqüências dessa doença no campo profissional ou pessoal. Livros ou softwares de gestão de tempo podem ajudar nessa tarefa, mas com certeza, o maior desafio é a disposição para mudar.

Christian Barbosa – www.administradores.com.br

Paixão, Carreira e Sucesso

Segunda-feira - 2 - Março - 2009 at 12:34 pm | In Carreira, Management | Leave a Comment
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Naturalmente estamos inclinados a conseguir o melhor. Nosso empenho assim como nosso desejo costuma ocorrer em termos máximos. Talvez, tenhamos problemas com a duração, direção e intensidade destes esforços. Com trocar os pés pelas mãos, vez ou outra… Mas, nada que inviabilize as tentativas. Aliás, o fato é que, quase sempre o lado negro da força não é falta de “motivação”. Em uma disposição regular de caráter nada parece impedir nosso rumo a um objetivo. Costuma haver o contrário: os que assim desejam, os mais velozes e empreendedores parecem ser sempre “freados” em suas iniciativas. Às vezes isto é prudente, a maioria, não. Mas, isto é outro assunto. Quero dizer: Não existem impossibilidades comprovadas, nem mesmo em situações as quais não dominemos completamente as ferramentas, processos ou os saberes. Busque 100% em tudo! Na organização ou livre iniciativa.

Exemplos: Quem é que, quando garoto, não tentou alcançar aquela bola improvável e acabou marcando um gol de placa? Jovem foi conversar com a princesa inatingível e terminou namorando firme? Adulto, empenhou num projeto todo seu potencial, não porque o chefe ou o consultor recomendaram com aquela lenga-lenga sobre vantagem competitiva. Mas, porque o correto seria daquela forma, queria-se fazer o excelente (em outras palavras: o racional 360º) e de outra maneira não seria aceitável! Quantas vezes não atingimos o “sucesso”, pelo simples motivo de nos encontrarmos unidos a uma única disposição realizadora, mesmo possuindo toda uma complementaridade dissociada de nós: a organização, as tarefas, as metas, as normas, os outros.

Tudo fez parte, em algum momento, de alguma estratégia para a consecução dos objetivos? Não! Tudo estava de acordo com nossas possibilidades e conforme nossa visão de conjunto. Como atingimos este patamar? Bom, em primeiro lugar havia a qualificação e sensibilidade. Depois, não é um lugar, um espaço de provas, e sim um tempo. E no tempo, uma configuração de condições, cuja causa é o fluxo de interação entre corpo, consciência, mundo e realidade. Seja qual for a situação, se estivermos ali por inteiro podemos obter excelência a priori e desempenho contínuo. O ser se diz de muitos modos, no entanto o fator humano, para ser estratégico deve dar-se por inteiro.

Atuando de forma integral, ultrapassamos expectativas e concretizamos realizações. Os dispositivos e crenças que empregamos são aliados e não resistentes à ação. Este é o modo ontológico, em que a lacuna que nos falta para a expertise é preenchida pelo aprendizado junto ao processo que se desenrola e no qual estamos imersos. Tornamo-nos o que somos, por que nos fazemos assim ao ir de encontro a este direcionamento. Ocorre que estas situações somente se dão, caso estejamos apaixonados pelo que fazemos. Isto não se põe num contrato. É uma visão-percepção que orienta os nossos passos, pensamentos, habilidades e sentimentos. É a simpatia total com o objeto de nossas atenções, em uma palavra: é o que os compêndios gastam centenas de páginas para dizer e nós o fazemos num instante, quando afirmamos nossa totalidade. Como já disseram: nada de grande se faz sem uma dose de paixão.

Eu sou esta fração que se agiganta, quando integrada ao espetáculo da vida. E as organizações são apenas uma instância desta condição. Elas não estão lá para vivermos ou justificar nossa existência e, sim, vivemos para que – estando lá – consigamos empreender as soluções necessárias. Estamos no alvorecer de uma nova época das relações, onde a lei não será a crueza dos “mercados”, mas a justiça das transações. Como? Isto mesmo! Desde a extração da commodity até o produto final, a cada etapa, deveremos responder uma pergunta e oferecer uma garantia: O processo é sustentável ou causou dano ao ambiente e às comunidades? O lucro é resultante da otimização de processos e novas tecnologias ou da redução irresponsável da qualidade e segurança? Há um todo ético? Carreiras estáveis serão aquelas que mapearem estas respostas e empreenderem as soluções diversificadas para o amanhã.

Luís Sérgio Lico – www.portaldomarketing.com.br

Plano B, carreira e sucesso

Quarta-feira - 17 - Setembro - 2008 at 12:04 am | In Carreira, Management | Leave a Comment
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Abrir o próprio negócio, transformar o dom em uma segunda profissão, aceitar uma nova oferta de trabalho para conciliá-la à carreira. Conheça o sucesso de quem tem declarado e consolidado um plano B.

Fazer da aptidão uma profissão nem sempre é possível, por conta da necessidade de se obter uma remuneração compatível com os custos da vida moderna. Dessa forma, inúmeros profissionais deixam de lado o que sabem fazer “naturalmente” para se focarem em ter uma carreira de sucesso, quase sinônimo de salários altos. Porém, o que a grande maioria dos profissionais não sabe é que ter um plano B paralelo à carreira, desde que as duas atividades tenham a mesma importância, pode ser a saída para casar satisfação pessoal com uma renda adequada.

Há quem se considere realizado somente em conseguir relacionar o trabalho tradicional, aquele focado apenas na remuneração, com a vida pessoal ou familiar. Contudo, quem trabalha com algo relacionado ao dom ou vocação que possui, mesmo que esse seja um plano alternativo à carreira já construída, tem mais chances de se sair bem depois de uma reviravolta na carreira, como uma demissão inesperada, uma falência etc.

Dominic de Souza começou sua carreira como vendedor. Após anos de experiência na área, Souza viu que a arte de vender não era inata; ela seguia alguns passos. Baseado nisso, Dominic desenvolveu uma metodologia de vendas, a WinnersMap. Com ela, o especialista abriu o próprio negócio, escreveu um livro e se tornou palestrante. Em paralelo à vida de metodologista, Dominic se tornou Country Manager da DQ&A, multinacional holandesa especializada em Ad Operations. 

Ciente da importância de um plano B, Dominic agregou a nova tarefa à vida pessoal, e hoje é um profissional completo, que tem a experiência e satisfação da carreira de empresário refletida na carreira de executivo. “Assim que a DQ&A me convidou para ser Country Manager, me senti motivado em encarar o desafio. A oportunidade de canalizar o conhecimento que tenho com a experiência de vendas e a WinnersMap para uma carreira paralela me impulsionou. Aceitei o desafio e estou plenamente satisfeito, desempenho os dois papéis com a mesma importância e o mesmo valor”, afirma Dominic. 

Para quem acha que o caminho é simples, Dominic alerta: “Passei por muitos processos seletivos antes de me vincular à DQ&A, pois os contratantes questionam a real dedicação do candidato. Existe a insegurança por parte de algumas empresas, que acham que os executivos que investem em projetos paralelos não conseguem manter o foco, porém isso não é uma ameaça na hora da contratação, já que as duas tarefas são perfeitamente conciliáveis, e os resultados apresentados deixam a empresa segura”, fala o Country Manager.

Dominic aponta as características exclusivas desses profissionais, que os tornam destaque no mercado de trabalho. “Os que possuem um plano B têm coragem de tomar decisões e assumir riscos, e essas peculiaridades são necessárias nas grandes corporações”, diz Souza.

Ter outra carreira aliada ao seu próprio negócio transmite a imagem de alguém que não quer apenas trabalhar por dinheiro, e sim por gostar do que faz. Além disso, o cenário atual do mercado mostra que é praticamente impossível prever a própria situação financeira dentro de dez anos, o que aumenta as chances de surgirem novas profissões e carreiras, diferentes das atuais. Um plano B, nessas horas, é fundamental.

 

Dominic de Souza

Tire sua carreira da vala comum

Quinta-feira - 31 - Julho - 2008 at 12:14 am | In Carreira | Leave a Comment
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Mudar é difícil. E mudar o rumo de uma carreira parece ser ainda mais. Há tanta coisa em jogo que o risco da mudança pode, em tese, colocar tudo a perder. “O ideal é sair do terreno do possível e partir para o que é melhor”, diz o filósofo e professor Mario Sérgio Cortella. Como fazer isso? “Arriscando com audácia”, afirma Cortella. Na prática funciona assim:

 

  • Há uma vaga para ganhar o mesmo que você ganha na empresa dos seus sonhos? Vá. No mínimo, você vai conhecer outras pessoas e derrubar ou reforçar um mito
  • Pintou a chance de dar uma palestra em uma universidade? Vá. Lembre-se que uma coisa puxa a outra. O coordenador do curso pode lembrar do seu nome em uma próxima vez e assim vai
  • Ouça as críticas feitas a você. Essa é uma ótima chance para saber o que os outros pensam a seu respeito e tentar arrumar sua imagem — ou reforçá-la
  • Você teve uma idéia para escrever um livro? Desenvolva um pouco mais o assunto, veja nas grandes livrarias se este tema já não foi abordado e converse com alguns editores. Pode nascer daí um best-seller

 

São idéias simples que podem tirar sua carreira da vala comum do mercado de trabalho. “Mudar é estar em desequilíbrio momentaneamente. Ninguém disse que seria fácil, mas muitas vezes mudar é a única saída”, afirma Cortella. Portanto, mãos à obra.

Qual é a sua vocação?

Terça-feira - 15 - Julho - 2008 at 7:23 am | In Carreira | Leave a Comment
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Muitos jovens nesta época do ano ficam frente a frente com o desafio do vestibular. É um momento especial, recheado de emoções, angústias e reflexões. Ah, diriam alguns, é simples: se gostar de matemática faça Engenharia! Se gostar de história e geografia faça Direito! Se gostar de química e biologia faça Medicina! Será que é tão fácil assim?

O problema vivenciado pelos jovens vestibulandos, porém, não é tão simples como resolver uma equação do segundo grau, nem como descrever em detalhes as grandes navegações do século XVI, nem tão pouco como falar sobre o funcionamento de uma célula. A questão que está na cabeça dos vestibulandos não tem cinco alternativas e apenas uma delas é a correta.

Com a expansão das faculdades e o aumento significativo dos cursos superiores disponíveis (meio ambiente, oceanografia, ciências atuariais, relações internacionais, turismo etc.) os jovens ficam cada vez mais expostos aos estímulos de muitas carreiras e profissões e isso tende a ser um ingrediente a mais no processo de decisão: ter muitas opções pode causar ainda mais confusão!

A pressão familiar ou a forma como o jovem percebe o que os pais esperam dele; a sua ambição e a sua necessidade de independência; o tempo e o dinheiro disponível; o status e o reconhecimento da profissão; os sonhos e anseios que são associados ao seu futuro são apenas algumas das questões que passam pela cabeça da maior parte dos vestibulandos. Conciliar todos esses fatores ao mesmo tempo e agora nem sempre é possível.

Uma variável, porém, tem pressionado cada vez mais os jovens: a empregabilidade. Afinal, todos, sem exceção, acreditam que vão trabalhar na área que escolheram e vêem a faculdade como a “porta de entrada” no mercado (a maioria precisa de um estágio ou de um emprego ao mesmo tempo em que estudam). As empresas, por sua vez, querem experiência, mesmo para as vagas de estágio.

As faculdades, neste contexto, têm boa parte da responsabilidade sobre o futuro profissional dos estudantes. Pesquisas recentes apontam que o índice de desemprego entre os jovens é o dobro da média de outros segmentos da sociedade brasileira. Consciente dessa situação e buscando alternativas para apoiar os jovens no ingresso do mercado de trabalho, colaboro com iniciativas inovadoras tais como o “Prêmio FECAP” que valoriza o potencial profissional dos estudantes. A instituição de ensino da qual faço parte tem clareza de que a excelência na qualidade de ensino é um dos requisitos para que os jovens alcancem sucesso em sua vida profissional.

Sabemos que ter um diploma, simplesmente, não significa muita coisa. Com o aumento vertiginoso de cursos superiores uma parte dos estudantes fica seduzida em fazer cursos “bons, bonitos e baratos”, mas descobrirão, em pouco tempo, que o curso escolhido por esse critério não era tão superior assim e aprenderão que a imagem nem sempre corresponde com a realidade. Há jovens que pensam que ter o diploma é fator suficiente para alcançar um lugar ao sol. Enganam-se, pois com um mercado de trabalho cada vez mais exigente, há poucas chances para quem “está na média” e contenta-se com o regular, perfil típico de quem busca simplesmente um diploma. Para quem já passou pela experiência de decidir “o que fazer” sabe a importância de se seguir uma profissão que tenha vocação.

As empresas, os governos e as ONG´s precisam das pessoas que querem fazer a diferença e têm capacidade e condições para isso. O suposto dilema entre “fazer o que gosta” ou “o que dá dinheiro”, na verdade, é pouco pertinente. Se não fizer o que gostar, provavelmente, será um profissional mediano e, portanto, dificilmente alcançará sucesso no mercado de trabalho e, principalmente, sentir-se realizado com o que faz.

A minha experiência como vestibulando não foi muito simples, mas pude aprender um pouco sobre como decidir. Os “erros” fortaleceram as minhas escolhas e, talvez, esse é um recado importante: não ter medo de errar possibilita fazer escolhas com mais tranqüilidade e, assim, aumentamos as chances de acertar.

Recomendo, contudo, que a escolha leve em consideração a qualidade do ensino, a seriedade e o compromisso da faculdade com a formação superior. Informar-se sobre como o curso e a faculdade têm sido avaliados pelo MEC, Ministério da Educação, é um bom caminho. Saber a opinião de quem já estudou e como estão no mercado de trabalho é uma alternativa. Observar os que já estão formados, as suas atividades, as suas características e obrigações pode ser útil, pois podemos nos questionar: será que fazendo o que aquela pessoa faz serei feliz?

Decidir o que prestar no vestibular, portanto, não é simples. Mas também não é definitivo: Gilberto Gil, por exemplo, é formado em administração, mas nem por isso deixou de ser um dos melhores cantores brasileiros. Kandinski, o pintor genial, era economista. Os integrantes do Casseta e Planeta são formados em arquitetura e engenharia e descobriram ainda durante o período universitário que poderiam transformar o humor em profissão, pois era o que tinham prazer em fazer. A vocação profissional, assim, não fica limitada à escolha do curso, por isso encontramos com freqüência médicos que são administradores, engenheiros diretores de banco, advogados liderando ONG´s etc.

A informação é o caminho mais seguro para escolher a faculdade, o que prestar no vestibular e a carreira a seguir. Se acertar, muito bem, se errar, não há problemas, é possível aprender sempre. O vestibular da vida é construído de erros e acertos e cada um tem o direito de tentar o que acredita ser o seu rumo.

Autor: Edson Sadao

MBA: Diferencial na carreira e no currículo

Segunda-feira - 24 - Março - 2008 at 11:19 am | In Carreira | 1 Comment
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A competitividade no mercado de trabalho exige dos profissionais cada vez mais atualização e preparação para lidar com novos desafios. O diploma de graduação já não é mais um diferencial, mas apenas a base para buscar o mercado. Quem quer se desenvolver profissionalmente, no entanto, tem que se especializar.

O MBA (Master in Business Administration) é um diferencial cada vez mais requisitado nas empresas e, nas de grande porte, chega a ser um critério de seleção de candidatos ou de promoção dos profissionais que já atuam na companhia.

O curso é uma forma de atualização voltada a profissionais graduados de diversas áreas que necessitam reciclar seus conhecimentos, ter mais oportunidades na organização que trabalham ou, ainda, incorporar valor ao currículo, na busca de um novo emprego.

Esse tipo de especialização propicia ao profissional profundidade acadêmica com um foco mais prático e atual, voltado para as novas exigências do mercado no mundo globalizado, e pode ser feito por várias vezes em áreas distintas.

No Brasil, a procura por programas de especialização como o MBA começou por volta da década de 90, depois da abertura de mercado iniciada no governo Collor. Na época, houve uma grande demanda das empresas por cursos de especialização que capacitassem seus profissionais para enfrentar a competitividade de mercado. Esses cursos, no entanto, não existiam no País nessa época, e muitos profissionais tinham de negociar com suas empresas para fazê-los no exterior. Para isso, elas precisavam dispor de grandes investimentos em tempo e dinheiro.

Hoje em dia, a especialização é comum em muitas instituições brasileiras e várias empresas continuam fazendo parcerias com seus colaboradores, a fim de patrocinar os cursos de MBA e promover um investimento a curto prazo, já que, em cerca de dois anos (tempo aproximado de duração do curso), ela tem um profissional mais atualizado, mais competitivo e, portanto, mais atuante na estratégia de crescimento da empresa.

Cabe, no entanto, cautela na escolha dos cursos: o profissional deve buscar informações e referências – de preferência com outros alunos – sobre o programa e a instituição que os oferecem, para não perder tempo e dinheiro em cursos que não correspondem à qualidade dos internacionais, padrão buscado geralmente pelas empresas. No Brasil, já existem escolas que oferecem cursos de MBAs em parceria com instituições de renome no exterior, o que proporciona aos alunos a oportunidade de vivenciar experiências necessárias para entender e participar do mundo internacional dos negócios.

Vale lembrar que o investimento é válido para profissionais de todas as áreas e em diversas fases da carreira. Quem está disponível no mercado e quer turbinar o currículo, além de adquirir novos conhecimentos ao fazer o curso de MBA, também tem a oportunidade de conhecer novas pessoas e fortalecer sua rede de relacionamentos, o chamado network, cuja manutenção é fundamental nos dias de hoje. Dessa forma, o programa de especialização aumenta a empregabilidade do profissional.

O MBA também é extremamente interessante para profissionais que deixaram de atuar na área operacional para trabalhar numa área estratégica para a empresa. Por isso, muitas empresas que possuem um plano de carreira para seus profissionais já incluem o MBA em seus investimentos em gestão de pessoas. Essa parceria é, sem dúvida, um grande diferencial para o crescimento da empresa e do profissional. Neli Barboza

Os maiores absurdos em entrevistas de emprego!

Quarta-feira - 19 - Março - 2008 at 9:19 am | In Carreira | Leave a Comment
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Parece até piada, mas esses erros abaixo realmente são de verdade.

Já dizia o ditado: “A primeira impressão é a que fica”.  

Profissionalismo é a palavra-chave em uma entrevista de emprego, além da postura, pró atividade e boa comunicação.

Lista dos absurdos:

- Um candidato atendeu seu celular durante uma entrevista. Além disso, pediu ao entrevistador que saísse da sala pois tratava-se de “uma conversa particular”.

- Um candidato assegurou ao entrevistador que não ficaria muito tempo no emprego, pois esperava receber uma herança de um tio que estava muito mal de saúde.

- Uma pessoa aproveitou a entrevista para pedir ao entrevistador que a levasse até em casa.

- Um candidato cheirou suas axilas a caminho da sala de reuniões.

- Uma pessoa negou-se a entregar uma mostra de sua caligrafia, dando como motivo o fato de que toda sua escrita era feita para a CIA e era considerada “informação secreta”.

- Ao lhe perguntarem o motivo de haver sido demitido do emprego anterior, um candidato respondeu que havia batido em seu último chefe;

- Quando lhe ofereceram algo para comer antes da entrevista, um candidato recusou explicando que não queria “encher o estômago” antes de sair para beber.

- Apresentando-se para um posto de contador, uma pessoa assegurou ser “forte em relacionamentos sociais” e não “em números”.

- Um candidato puxou a descarga do banheiro durante uma conversa pelo telefone com o entrevistador.

- Em plena sala de reuniões, durante a entrevista, um candidato pegou um pente e começou a pentear os cabelos.

Outros erros comuns:

- Roupas inadequadas

- Falar mal do chefe anterior/atual

- Parecer desinteressado

- Parecer arrogante

- Não responder de forma direta

- Agir e falar de maneira negativa

- Falta de preparo, irritação

Fonte: www.CareerBuilder.com

A Importância de um bom Currículo

Terça-feira - 26 - Fevereiro - 2008 at 8:11 am | In Carreira | Leave a Comment
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Muitas pessoas não sabem da importância de um bom Currículo. Por isso, muitas vezes fazem por fazer e não se preocupam com seu conteúdo e qualidade.

Ele é visto somente como um pedaço de papel sem importância. Para quem tem esse pensamento, um alerta. O documento pode ser essencial na seleção de profissionais em determinada empresa. O formato e as informações constantes no currículo selam o seu destino: a lista de melhores candidatos ou a lata de lixo.

“O currículo é uma das melhores formas de marketing pessoal. É por meio dele que uma empresa avalia o perfil de um profissional”. Explica o consultor da Aims – Internacional Management Search, José Kantek. De acordo com o especialista em Marketing, Propaganda e Gestão Empresarial Alexander Baer, as empresas buscam pessoas que melhor saibam vender sua marca. “Um profissional que sabe trabalhar suas qualidades, tem melhor potencial para a venda da marca da empresa”, disse Baer.

Um bom currículo deve ser sucinto, claro e objetivo, sem rasuras ou informações inúteis. Nada de informar cursos não compatíveis com a área de atuação desejada ou exagerar nas qualidades.

DICAS:

  • Marketing pessoal não é propaganda enganosa. Ter autoconhecimento é fundamental para que você mostre a sua essência.
  • É interessante fazer uma pesquisa para saber o que os outros acham de você. Aprenda a usar essas análises a seu favor.
  • A busca de motivação ajuda na luta pelos objetivos e a melhorar relacionamentos.
  • Planeje. Cada um deve estipular metas a curto, médio e longo prazos para os planos de vida.
  • Uma rede de contatos é uma grande ferramenta de marketing. Mantenha seus relacionamentos sempre atualizados. Cada pessoa que passa por sua vida pode ajudar a gerar negócios.
  • Tenha espírito empreendedor. A atualização e reciclagem profissional torna você um profissional com uma marca própria.
  • Dê atenção aos que o cercam. A valorização de outras pessoas pode resultar em uma boa imagem na mente daqueles indivíduos.
  • Tenha ação, ação, ação, ou seja, atitude para fazer acontecer.
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