Poder viral do Twitter estimula ofertas do varejo brasileiro no serviço

Domingo - 21 - Junho - 2009 at 3:30 pm | In Marketing, Tecnologia | Leave a Comment
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Twitter está se tornando, para alguns varejistas brasileiros, um novo canal de vendas. Entre os fatores que atraem a participação, está o retorno dos usuários e a possibilidade de um ‘tweet’ promover um viral da marca de forma positiva.

O serviço, que possui 9 milhões de usuários, funciona como um sistema ‘opt-in’ para os consumidores, de quem a empresa consegue se aproximar, aponta o Chief Executive Officer da consultoria e.life, Alessandro Lima.

Além disso, a divulgação invade menos a privacidade. “É uma forma de seguir a empresa com mais rapidez, porque você consulta sempre que quiser. Se o usuário ‘retwittar’ a oferta, vai ter o dado compartilhado com mais 70 pessoas,  a média de seguidores de cada usuário”, diz Lima.

Os benefícios remetem à atuação em mídias sociais, no geral, que englobam a possibilidade não só de conseguir uma venda pelo canal, mas também acompanhar a opinião dos usuários sobre os produtos. “É o início de um viral, e este tipo de divulgação pode até substituir o e-mail”, opina o CEO.

Uma das empresas que se aproveita da popularidade da ferramenta para tornar virais suas promoções é aDell, cujo perfil brasileiro promove ofertas diárias que duram 3h, além de destacar promoções e lançamentos para compras online.

A estratégia inspira-se na iniciativa da matriz da Dell, que em cerca de 6 meses vendeu 1 milhão de dólares em produtos usando o Twitter. Embora não revele números para o Brasil, a gerente de marketing online para América Latina da Dell, Mirvane Goulart, diz que “o volume de vendas é contabilizado e segue de acordo com as expectativas”.

Tecnisa também descobriu o potencial de divulgar sua marca ao lançar promoção exclusiva para usuários de redes sociais, na segunda-feira (27/04). “Em um dia, a divulgação no Twitter gerou mais cadastros que um anúncio online no formato display”, conta o gerente de redes sociais, Roberto A. Loureiro.

Embora exista a dificuldade de se trabalhar com uma oferta cujo tíquete médio é de 300 mil reais, Loureiro anseia pelos resultados. “Nossa conversão, por enquanto, foi muito boa, mas ainda analisaremos a qualidade do que conseguimos”, aponta.

Entre outros perfis de empresas brasileiras que divulgam ofertas com frequência no Twitter também destacam-se SubmarinoSubmarino ViagensSESC SPCamiseteria.

Vivoblog usou o espaço para divulgar, nesta terça-feira (28/04), uma oferta para a participação do ensaio aberto de uma peça no Teatro Vivo. As empresas, contudo, exploram pouco as possibilidades.

“Não podemos esquecer ainda que estamos no início da integração do e-commerce com redes sociais”, adianta Lima. O executivo ressalta que, mesmo com a efetividade das ofertas, as empresas precisam saber influenciar.

“O modelo de promoção é legal, mas é preciso também tirar proveito da comunicação informal, o boca-a-boca, já que hoje é possível achar um consumidor na fase inicial da decisão de compra”, conclui.

Fonte: IDGNow!

Decepções: confira 7 deslizes da indústria de tecnologia em 2008

Quinta-feira - 18 - Dezembro - 2008 at 6:33 am | In Uncategorized | Leave a Comment
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Nem tudo são flores no setor de tecnologia. Empresas que outrora lideraram o mercado e produtos promissores transformaram-se em grandes micos ao longo deste ano. O Yahoo, por exemplo, um dos grandes players do setor de internet, dispensou em meados do ano a oferta da Microsoft, que pretendia comprar a companhia por uma oferta inicial de 44,6 bilhões de dólares. De lá para cá, a companhia perdeu metade de seu valor de mercado e o então Chief Executive Officer (CEO,) Jerry Yang, foi afastado da direção da empresa.

Outra empresa que está mal das pernas é a Motorola. No terceiro trimestre deste ano, a empresa perdeu quase 400 milhões de dólares em seu terceiro trimestre fiscal, o que levou à demissão de milhares de funcionários no mundo inteiro. Além disso, os executivos da Motorola terão seus salários reduzidos para cortar custos. Veja abaixo essas e outras decepções do mercado de tecnologia

Yahoo à deriva
O ano começou agitado para os executivos do Yahoo: a empresa entrou na mira da Microsoft, que se prepara para enfrentar o Google no segmento de buscas online. A gigante de Redmond ofereceu 44,6 bilhões de dólares pelo portal de internet no início do ano. Mas o então Chief Executive Officer (CEO) do Yahoo, Jerry Yang, dispensou a oferta, dizendo que ela estava abaixo do real valor de mercado da companhia.

Yang, que apostava em um acordo de publicidade com o Google para reforçar a receita da empresa, manteve a decisão mesmo sofrendo pressões dos acionistas, entre eles, o mega investidor Carl Icahn. Mas a parceria entre Google e Yahoo não foi adiante. Como resultado, Yang foi afastado da direção da companhia – que ainda procura por um novo CEO.

A empresa chegou a cogitar um novo acordo com a Microsoft, mas o CEO da empresa de Redmond disse que não está mais interessado em comprar a empresa. Por outro lado, a Stebe Ballmer sinalizou que pode comprar a divisão de buscas do Yahoo antes do fim do ano. Em seu último trimestre fiscal, os resultados foram desapontadores: o lucro da empresa caiu 64% e a empresa anunciou a demissão de 10% de seus funcionários, incluindo o corte de 4 pessoas no Brasil.

Motorola em queda livre
O ano também não foi nada animador para a Motorola. A empresa começou 2008 anunciando que estudava vender ou separar sua divisão de celular. Outrora lucrativa, a divisão de telefones móveis sofre intensa competição de outras fabricantes (como Nokia, Samsung, Sony Ericsson e Apple) e tem perdido importância no faturamento da empresa., que já chegou a liderar o mercado de celulares, mas hoje está na terceira posição.

Em seu terceiro trimestre fiscal, a Motorola chegou a divulgar um prejuízo de cerca de 400 milhões de dólares. A explicação foi a incapacidade de controlar os custos de maneira equilibrada com a sua receita em queda. Os planos para vender a unidade de celulares foram adiados e a empresa vai apostar no desenvolvimento de aparelhos equipados com o Android, sistema operacional para celulares desenvolvido pelo Google.

Os problemas financeiros levaram às demissões de 3 mil funcionários. Já os executivos da empresa foram poupados – mas o mesmo não se pode dizer de seus salários. Os diretores executivos da empresa terão seus salários reduzidos em até 25% para ajudar a empresa nesse período de crise.

iPhone 3G por 1.000 reais no Brasil
O iPhone é, sem dúvida, um dos produtos de tecnologia mais desejados de todos os tempos. Por isso, quando a Apple anunciou que a versão compatível com redes 3G seria vendida em vários países além dos EUA, os usuários brasileiros ficaram empolgados com a possibilidade de comprar o celular com tela sensível ao toque de forma legalizada, no País.

A animação, porém, recebeu um banho de água fria quando as operadoras Claro e Vivo anunciaram o preço do celular da Apple no Brasil: entre 900 reais e 1.500 reais, com mensalidades entre 71 reais e 585 reais. No começo de dezembro, a TIM anunciou que venderia o celular com o preço variando entre 700 reais e 1.300 reais, com mensalidades entre 93 e 299 reais. Veja aqui uma tabela comparativa dos preços do iPhone no Brasil.

A morte do HD DVD
Durante alguns anos, Toshiba e Sony travaram uma batalha para saber qual de seus formatos de disco de alta definição – o HD DVD ou o Blu-ray, respectivamente – se tornariam o padrão do mercado. Em fevereiro deste ano, a Toshiba jogou a toalha e confirmou que iria parar de fabricar o HD DVD, entregando a vitória ao Blu-ray. A decisão foi tomada após o formato perder o apoio de importantes empresas, como os estúdios Warner, as varejistas Best Buy e Wal-Mart e a rede de locadoras Netflix.

Apesar de vencedora, a Sony foi pouco beneficiada. A tecnologia não ganhou um grande impulso com o fim da disputa. No Brasil, a adoção da mídia de alta definição ainda é lenta. Para a fabricante japonesa, uma explosão no consumo do Blu-ray só deve acontecer a partir de 2011. Um dos motivos é que o formato enfrenta competição de um outro setor: as empresas que oferecem downloads de filmes em alta definição.

Panes da Telefônica e na internet
No comecinho de julho, uma falha nas redes da Telefônica tirou do ar o atendimento de serviços essenciais, como delegacias da Polícia Civil, unidades do Detran e Poupatempo, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, bancos privados além de milhares de usuários que dependiam da banda larga da operadora.

Mais de três semanas após o problema na Telefônica, um relatório do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações de Campinas (CPqD) apontou como responsável pela pane uma falha conjunta entre hardware e software em roteadores no interior de São Paulo.

A inoperância da rede de banda larga por 36 horas causou nada menos que 24 milhões de reais de prejuízo à Telefônica, já que a provedora foi forçada a isentar do pagamento o equivalente a cinco dias de serviço de todos os clientes afetados pela pane.

Esta foi uma das diversas ‘baleiadas’ que os internautas enfrentaram este ano, incluindo panes em Orkut, Gmail, Amazon, MobileMe e no Twitter, que emprestou o termo ‘baleiar’ por suas consecutivas quedas.

OLPC não deslancha
A idéia da fundação One Laptop Per Child (OLPC) é muito bacana: oferecer notebooks leves e com menos recursos, que serão usados como ferramentas educacionais para crianças em países em desenvolvimento.  A idéia da fundação foi tão boa que ajudou a expandir o mercado de laptops ultraportáteis, ou netbooks. Na prática, porém, o projeto só foi implementado no Peru e na Colômbia, em fase de testes. Cerca de 200 mil laptops serão distribuídos nesses países.

Em novembro, a Amazon começou a vender os notebooks de baixo custo XO nos EUA, como parte do programa Get One, Give One (Compre um, Doe um). O programa foi aberto para compradores do mundo inteiro em dezembro. Apesar dos avanços, o objetivo da OLPC está longe de ser concluído.

O fogo de palha do Cuil
O Cuil é um mecanismo de buscas criado por ex-engenheiros do Google para competir com o maior buscador da web. A notícia gerou grande buchicho antes do lançamento do serviço, que prometia ser até mais eficiente que o Google. Na prática, porém, o novo mecanismo de busca não cumpriu a promessa e sua participação no mercado norte-americano de buscas atingiu apenas 0,007% em junho, pouco após o lançamento. Enquanto isso, sem ameaças, o Google só ganhou participação e já domina 72% das buscas feitas nos EUA, segundo dados da Hitwise, de outubro.

Autor: Pedro Marcos [www.uol.com.br]

Aumenta presença feminina em cargos de “TI”

Domingo - 9 - Março - 2008 at 1:06 am | In Carreira | Leave a Comment
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Pesquisa realizada recentemente pela consultoria Catho On Line mostra que o número de mulheres em cargos de liderança simplesmente dobrou nos últimos dez anos. Segundo a empresa de recrutamento e recolocação profissional, isto se deve ao fato de que as mulheres estão cada vez mais estudando, se aprimorando e se preocupando com suas carreiras.

As mulheres atualmente vão muito além da graduação, elas fazem pós-graduação, MBA, inúmeros cursos extracurriculares e falam mais de um idioma. Ainda segundo a Catho, tudo isto têm feito com que elas se tornem candidatas cada vez mais bem preparadas para atuarem no mercado de trabalho e conquistem cada vez mais postos de liderança. Hoje muitas mulheres são gerentes, diretoras, CIOs e CEOs.

A Xerox do Brasil, por exemplo, recentemente nomeou duas mulheres para cargos de gerência de duas importantes áreas. Ticiana Neves, 34 anos, assumiu a gerência de Marketing para Cor da Área de Alto Volume (PSG), e Tatiana Sondahl, 33 anos, é a nova gerente de marketing da linha para produtos de escritório. Em fevereiro deste ano, a Panduit Corp. também nomeou uma mulher, Gabriela Meraz, ao cargo de diretora de eventos globais e marketing de relacionamento da empresa.

Além disso, cursos que eram predominantemente masculinos, como engenharia e ciências da computação, têm atraído cada vez mais garotas e a área de TI, a exemplo do que já aconteceu em muitos outros mercados nos quais elas já conquistaram posição de destaque, como medicina, direito, jornalismo e ciências, também vêm atraindo programadoras, desenvolvedoras, analistas e consultoras.

Em TI as mulheres, estatisticamente, ainda são minoria. Mas hoje vêm conquistando cada vez mais cargos e aumentando a sua participação nesta área. De acordo com Ilana Lissker, sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos, esse ganho de terreno deve-se à maior valorização de algumas características, sabidamente femininas, em posições gerenciais.

“No mercado de TI, entre os CIOs, podemos destacar a sensibilidade como uma característica valorizada, já que as mulheres conseguem entender melhor seus subordinados, trabalham melhor com suas dificuldades, são boas ouvintes e, ao mesmo tempo, sabem cobrar e ter uma postura firme”, explica ela.

Thayse Nonaka, diretora comercial da Dzyon Software, empresa de software há 20 anos no mercado, é um bom exemplo do que estamos falando. A jovem executiva assumiu recentemente a área comercial da companhia e esta ganhou uma nova metodologia de trabalho.

Lá, Thayse busca dar igual importância à tecnologia e ao lado humano e vem conquistando ótimos resultados de venda. Além disso, a diretora comanda somente mulheres em seu departamento.

De acordo com ela, a opção pelo sexo feminino não foi uma questão de escolha, mas de constatação. “Elas têm uma sensibilidade maior e conseguem entender melhor do que os homens as necessidades dos clientes, pois se envolvem mais e conseguem captar sentimentos”, revela.

Thayse conta ainda que a área de desenvolvimento de sistemas da Dzyon Software também é formada, em sua maioria, por mulheres. “Na área de desenvolvimento de software, o fato de o sistema ser concebido por elas o torna mais humano e dá certo conforto aos clientes”, comenta. “A empresa tem recebido um feedback positivo dos clientes que apontam que nosso grande diferencial é o toque feminino”, completa.

Diante do quadro, o domínio das mulheres no mercado de TI é uma questão de tempo. “Pode-se notar que nos processos de seleção para cargos de CEO e CIO não há uma exigência, por parte das empresas contratantes, com relação ao sexo. É uma área notadamente mais masculina do que feminina, mas observamos uma mudança significativa, já que as mulheres também têm grande credibilidade e capacidade de gestão, como os homens”, comenta Ilana, da Search.

Segundo ela, com presença cada vez mais expressiva no setor, são grandes as chances da próxima geração de líderes de tecnologia ser mais feminina e entre os principais diferenciais do chamado sexo frágil estão a sensibilidade para entender o subordinado e trabalhar melhor com as dificuldades do mesmo, jogo de cintura, flexibilidade e postura firme.

Fonte: Convergência Digital

CEO de 23 anos é o mais jovem bilionário do mundo

Sexta-Feira - 7 - Março - 2008 at 12:28 am | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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Segundo a revista Forbes, o americano Mark Zuckerberg, 23 anos, se tornou o mais jovem membro da seleta lista dos bilionários. O fundador e CEO do site Facebook ficou na 785ª posição do ranking de mais ricos do mundo, com US$ 1,5 bilhão. Divulgada ontem, a lista traz o maior número de jovens bilionários que já possuiu. No total, são 50 bilionários com menos de 40 anos de idade, 25 dos quais aparecem na lista pela primeira vez. Desses, 60% conseguiram uma fortuna de 10 dígitos a partir do zero, como os criadores do site Google, Sergey Brin e Larry Page; John Arnold, que trabalhava na Enron; e o indiano Sameer Gehlaut, que criou o site de home broker Indiabulls. Zuckerberg fundou seu site de relacionamentos em fevereiro de 2004, de seu quarto na universidade de Harvard. No mesmo ano, ele desistiu da faculdade. A Microsoft, do agora terceiro homem mais rico do mundo, Bill Gates, pagou US$ 240 milhões em outubro passado por 1,6% do Facebook, fazendo com que a empresa de Zuckerberg passase a valer US$ 15 bilhões. Segundo a Forbes, o americano deve ser o mais jovem bilionário do mundo. Entre os 10 jovens mais ricos com menos de 40 anos que a Forbes destaca, apenas Zuckerberg e mais dois ganharam seus dinheiros a partir do zero. Os outros sete garantiram a fortuna por herança. O americano John Arnold, 34 anos, conseguiu por conta própria seus US$ 1,5 bilhão. Ele teria garantido US$ 750 milhões para a Enron em 2001, aos 27 anos, e abriu o próprio negócio após a falência da empresa. Hoje, ele administra seu hedge fund, a Centaurus Energy. Já o chinês Xiaofeng Peng, 33 anos, garantiu seus US$ 2,5 bilhões fabricando equipamentos para energia solar com sua empresa LDK Solar. Outra chinesa, Yang Huiyan, 26 anos, é a pessoa mais rica de seu país, mas por causa da herança que ganhou de seu pai, Yeung Kwok Keung. Seus US$ 7,4 bilhões foram conquistados quando seu pai transferiu toda sua cota da empresa Country Garden a ela. Veja a lista dos mais jovens bilionários: 1º – Mark Zuckerberg, 23 anos (Facebook) – US$ 1,5 bilhão
2º – Hind Hariri, 24 anos (herdeira) – US$ 1,1 bilhão
3º – Albert Von Thurn, 24 anos (herdeiro) – US$ 2,3 bilhões
4º – Yang Huiyan, 26 anos (herdeira) – US$ 7,4 bilhões
5º – Fahd Hariri, 27 anos (herdeiro) – US$ 2,3 bilhões
6º – Aymin Hariri, 29 anos (herdeiro) – US$ 2,3 milhões
7º – Begumhan Faralyali, 31 anos (herdeira) – US$ 1 bilhão
8º – Shivinder Singh, 32 anos (herdeiro) – US$ 2,5 bilhões
9º – Xiaofeng Peng, 33 anos, (LDK Solar) – US$ 1,5 bilhão
10º – John Arnold, 34 anos (Enron) – US$ 1,5 bilhão

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