Brasil é 59º em ranking de países mais conectados

Sexta-Feira - 27 - Março - 2009 at 12:51 am | In Portais de Notícias, Tecnologia | 1 Comment
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O Brasil ocupa a 59ª posição no ranking anual do índice WEF (World Economic Forum) Networked Readiness, que mede a disponibilidade e o uso de tecnologia da informação e comunicações, como o acesso a telefones móveis e serviços de internet. A Dinamarca tem a economia mais conectada do mundo, colocando-se junto aos vizinhos nórdicos em uma boa posição para se recuperar do atual declínio econômico global, informou em relatório o Fórum Econômico Mundial nesta quinta-feira.

Dentre as 134 economias listadas pelo indicador, patrocinado pela Cisco, a Suécia foi a segunda colocada e os Estados Unidos ficaram em terceiro lugar, seguidos por Cingapura em quarto e pela Suíça na quinta posição. Países pobres, incluindo Bangladesh, Burundi, Zimbábue, Timor Leste e Chade foram os piores colocados.

No relatório, o WEF informou que investir em serviços e infra-estrutura de telecomunicações pode ajudar na “competitividade geral e no progresso”, colocando os países em melhor posição para tirar proveito de um eventual retorno do crescimento econômico.

Internet de alta velocidade deve agora ser vista como “parte da infra-estrutura básica de qualquer país e um dos fundamentos da economia”, afirma o estudo, recomendando aos países que ficaram em baixa colocação para fazer tudo que estiver ao alcance para melhorar sua conectividade.

“As comunicações móveis desempenham um importante papel em economias em desenvolvimento, facilitando de maneira importante o crescimento e o desenvolvimento econômico”, informou o indicador.

A seguir estão alguns destaques do índice:

Dez melhores: Dinamarca, Suécia, Estados Unidos, Cingapura, Suíça, Finlândia, Islândia, Noruega, Países Baixos e Canadá

Dez piores: Nicarágua, Camboja, Nepal, Bolívia, Etiópia, Bangladesh, Burundi, Zimbábue, Timor Leste e Chade

Emergentes asiáticos: China ocupa a 46ª posição e a Índia o 54º lugarAmérica Latina e Caribe: Barbados ficou na 36ª posição, Chile na 39ª, Porto Rico na 42ª, Jamaica na 53ª, Costa Rica na 56ª e o Brasil assumiu a 59ªa colocação

Norte da África: Tunísia ficou em 38º lugar; Egito em 76º; Marrocos em 86º e Argélia em 109º

Oriente Médio: Israel ficou na 25ª posição, Emirados Árabes Unidos na 27ª, Catar na 29ª, Arábia Saudita na 40ª, Jordânia na 44ª, Omã na 50ª e o Kuwait na 57ª colocação.

Fonte: Reuters

O Que Fazer Nesta Crise?

Segunda-feira - 3 - Novembro - 2008 at 11:34 am | In Management, Portais de Notícias | Leave a Comment
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Toda crise tem sete fases:

Fase 1 - Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato.
Fase 2 - Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.
Fase 3 - O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.
Fase 4 - O problema é muito grave mas as medidas emergenciais surtirão efeito.
Fase 5 - Pânico geral e salve-se quem puder.
Fase 6 - Comissões de inquérito e caça aos culpados.
Fase 7 - Identificação e prisão dos inocentes.

Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar “que esta crise é igual ou pior que a de 1929”, como vários já falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por aqui.

Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco mas não o seu emprego.

Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses.

Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses.

Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva.

Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa.

A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier, especialmente se for notícia ruim.

Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.

Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria.

Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na “alta”.

Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que “não pegou”. Problema a menos.

Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos.

O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas.

Nosso Banco Central, adotou o que venho alertando há anos a países e famílias – a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa.

Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas.

Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas reservas, a competência de Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro (Coppead) a comandar o nosso Banco Central, e já se nota a diferença. Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há anos venho defendendo.

Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no Brasil em vez de conseguir fama no rádio e na televisão mostrando o que poderia dar errado.

Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e mais poderosos.

Stephen Kanitz [www.administradores.com.br]

Até o final deste ano o mundo terá 4 bilhões de celulares

Sexta-Feira - 26 - Setembro - 2008 at 12:47 am | In Tecnologia | Leave a Comment
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O número de usuários de celular em todo o mundo deve atingir 4 bilhões até o final deste ano, número que, em tese, fará com que a porcentagem de habitantes do planeta com um telefone móvel alcance os 61% ante 12% em 2000, informa a União Internacional de Telecomunicações (UIT), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela entidade, economias emergentes em rápido crescimento, como Brasil, Rússia, Índia e China são as que mais impulsionam o crescimento da telefonia celular. Juntas, essas nações deverão somar 1,3 bilhão de usuários de celular neste ano, dos quais 600 milhões estarão apenas na China.

Segundo a UIT, o número de usuários de telefone móvel tem crescido 25% ao ano pelos últimos oito exercícios. Em 2007, ele chegava perto de 3 bilhões e atingia 48% da população. A entidade destaca, entretanto, que o número é de linhas, e não de pessoas, e que por isso pode haver duplicidade, na medida em que alguns clientes possuem mais de um celular, enquanto outros podem dividir uma única linha com outro usuário.

“Apesar dos dados sugerirem um crescimento impressionante, a UIT alerta para a necessidade de os dados serem interpretados com cuidado. Apesar de, em teoria, uma penetração de 61% sugerir que pelo menos a cada segundo uma pessoa esteja usando um celular, isso não é necessariamente o caso. De fato, as estatísticas refletem o número de clientes, não de pessoas”, afirma a UIT no levantamento.

Reuters

Vale: Sucesso Made in “Brazil”

Sexta-Feira - 29 - Fevereiro - 2008 at 11:38 am | In Portais de Notícias | Leave a Comment
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O lucro da Vale cresceu 29,4 por cento no quarto trimestre, para 4,4 bilhões de reais, ajudando a maior mineradora do mundo a registrar em 2007 o quinto ano de lucro recorde da companhia, de 20 bilhões de reais.

Maior produção e o aumento do preço do minério de ferro em 9,5 por cento no ano passado foram fatores decisivos para o que a empresa chamou de um balanço “saudável com endividamento de baixo risco”.

Em contrapartida, a valorização do real, da ordem de 7 por cento no último trimestre do ano, e a queda de alguns metais não-ferrosos, como o níquel e o cobre, contribuíram para uma geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortizações) menor do que o esperado.

O Ebitda da empresa no quarto trimestre ficou 19 por cento abaixo do mesmo período do ano anterior, caindo para 6,4 bilhões de reais. Segundo a Vale, isso aconteceu principalmente pela queda do lucro operacional no segmento de metais não ferrosos.

“A redução do Ebitda da empresa é consequência principalmente da redução do lucro operacional verificado no segmento de metais não-ferrosos causada pela queda de 23,9 por cento observada no preço médio em reais realizado nas vendas de níquel e pela redução do volume vendido desse metal em 6,9 por cento”, informou a companhia.

No quarto trimestre a receita da Vale atingiu 15,5 bilhões de reais, contra 16,7 bilhões de reais há um ano, justificada pelo impacto negativo da valorização do real frente ao dólar, de 1,846 bilhão de reais, e da perda com a variação nos preços dos metais de 135 milhões de reais.

Pelo critério contábil norte-americano (USGAP), a Vale lucrou 2,6 bilhões de dólares no quarto trimestre de 2007, contra 1,6 bilhão de dólares há um ano. Estimativa média de analistas ouvidos pela Reuters apontava para lucro de 2,3 bilhões de dólares.

Por esse mesmo critério, o Ebitda da empresa foi de 3,5 bilhões de dólares no quarto trimestre, ante 2,6 bilhões de dólares no mesmo período de 2006. Analistas previam em média Ebitda de 3,9 bilhões de dólares.

ANO RECORDE

Primeiro ano em que a mineradora canadense de níquel Inco, adquirida em 2006, aparece totalmente consolidada no balanço da Vale, 2007 registrou vários recordes para a companhia além do lucro de 20 bilhões de reais. A receita anual de 66,4 bilhões de reais também é a maior da história da empresa e 42,1 por cento superior a 2006. Somente a Inco contribuiu com 17,2 bilhões de reais na receita.

Segundo a Vale, isso foi possível devido aos recordes de vendas de minério de ferro e pelotas, somando 291 milhões de toneladas métricas, além de embarques recordes de níquel (268 mil toneladas métricas), de cobre (300 mil toneladas métricas), alumina (3,253 milhões de toneladas métricas) e alumínio primário (562 mil toneladas métricas).

As exportações da empresa, também recordes, totalizaram 12,5 bilhões de dólares, alta de 29,4 por cento em relação ao ano anterior. A Vale contribuiu com 28,8 por cento do superávit da balança comercial brasileira no ano passado.

A China manteve seu posto de maior compradora individual da Vale, participando com 17,5 por cento da receita total da companhia. A compra de minério e pelotas pela China em 2007 totalizou 96,2 milhões de toneladas, bem próximo às 100 milhões de toneladas previstas pela Vale.

Depois da China o maior comprador foi o Brasil, com 14,6 por cento da receita, e o Japão, com 11,3 por cento do total.

Fonte: Agência Reuters - Brasil 

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