Coca-Cola Brasil entra no mercado de café

A Coca-Cola Brasil anunciou que lançará em agosto o Café Leão, produto com grãos 100% arábica, cultivados, torrados e embalados no país. A iniciativa marca a entrada da empresa no segmento de cafés, por meio da Leão, marca de origem brasileira com 115 anos de atuação no segmento de chás. O Café Leão será o primeiro da companhia no mundo para o consumo em casa.

Segundo a Coca-Cola, a produção do Café Leão envolverá uma rede de pequenos e médios cafeicultores do cerrado mineiro e das montanhas do Espírito Santo.

O produto estará disponível em duas torras: escura, com a bebida encorpada e equilibrada com aroma e sabor intensos; e média, com aroma e sabor balanceados com dulçor marcante.

Inicialmente, o Café Leão será encontrado no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, com a previsão de chegar aos principais pontos de venda de todo o país a partir de janeiro de 2017. Em setembro, os consumidores brasileiros também poderão adquirir o Café Leão em canais de e-commerce.

O produto está disponível em quatro embalagens: 500g em grãos de torra média, 500g em grãos de torra escura (preço sugerido de R$ 25 cada), 250g moído de torra média e 250g moído de torra escura (preço sugerido de R$ 9,50 cada).

Novos produtos
A companhia já atua nos segmentos de águas, chás, refrigerantes, néctares, sucos, energéticos e bebidas esportivas, entre sabores regulares e versões de baixa ou zero caloria.

A Coca-Cola Brasil está concluindo a compra da Laticínios Verde Campo, de Lavras (MG), e fará sua estreia no segmento de lácteos no país.

Na categoria de refrigerantes, a mais recente inovação é a Coca-Cola com Stevia e 50% menos açúcares. O produto tem em sua receita o adoçante natural stevia e metade do açúcar da Coca-Cola original.

Junto com a engarrafadora mexicana Coca-Cola Femsa, a The Coca-Cola Company fechou um acordo para a compra do negócio de bebidas à base de soja AdeS na América Latina. A operação está sujeita à aprovação das autoridades regulatórias e ao cumprimento de condições estabelecidas no acordo.

G1

Cinco setores promissores para empreender em 2015

Especialistas apontam áreas como tecnologia, agronegócio, alimentação, educação e turismo como boas alternativas para investimento.

Internet das coisas
Vinícius Machado, gestor de projetos da ABStartups, aposta no crescimento do mercado de internet das coisas. O conceito se refere a conectar itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores. Isto inclui desde eletrodomésticos até itens de uso pessoal, como tênis e óculos (caso do Google Glass). “O movimento maker está crescendo rapidamente no país, reforçando a criação de soluções de hardware e automação para objetos. Muitas startups estão começando a atacar problemas nesta área”, ressalta.

Tecnologia para o agronegócio
Vinícius destaca, ainda, a grande demanda por tecnologia entre as empresas do agronegócio. Para ele, muitos empreendedores deste setor estão olhando além do óbvio e buscando opções para aumentar a inteligência, reduzir custos e aumentar a qualidade de sua produção.

Alimentação
Já André Friedheim, diretor internacional da Associação Brasileira de Franchising (ABF), aposta que investir na alimentação é cada vez mais um bom negócio, pois o consumo de comida fora de casa está crescendo, especialmente nas grandes cidades. “O número de shoppings está aumentando bastante fora do eixo Rio-São Paulo, e as praças de alimentação são um componente muito valorizado neles, pois chamam muitos clientes para as lojas”, justifica.

Educação e treinamento
André também destaca os negócios ligados a educação e treinamento, sejam eles presenciais ou à distância, em áreas como inglês, computação, programação e cursos preparatórios para concursos públicos. “Com o mercado concorrido que temos hoje, as pessoas estão buscando se capacitar para ter um diferencial. Eles têm um apelo especialmente grande junto à classe C, que nos últimos anos ganhou acesso à faculdade e agora quer um algo a mais”, aponta.

Turismo e lazer
Finalmente, André aposta suas fichas no setor de turismo e lazer. Além do fato de o Brasil estar em evidência e se preparar para receber as Olimpíadas de 2016, ele acredita que esta área está se profissionalizando bastante. “Grandes redes hoteleiras chegaram ao país, adquirindo hotéis familiares, e elevando a qualidade a outro patamar. Além disso, o Brasil está recebendo muitas coisas de turismo corporativo, o que é um ótimo mercado”, encerra.

Terra

 

 

 

Por que perdemos vendas?

O Brasil, passa por um momento, nunca antes visto, sempre se falou em globalização, mas até pouco tempo, por sermos um país emergente não tínhamos sentindo a globalização em sua essência, problemas econômicos de nosso país impediam que empresas multinacionais viessem vender seus produtos aqui ou até mesmo produzi-los. Porém hoje a situação mudou e essas empresas com suas tecnologias revolucionárias desembarcaram em terras “tupiniquins”, e apesar dos pesares, as empresas brasileiras tem suportado com muita competência a competição. Neste cenário o consumidor acaba ganhando com variedade de ofertas no mercado.

Contudo, mesmo em empresas com uma estrutura completa, com departamentos de marketing afinados ainda perdem vendas, independente da empresa ser estrangeira ou nacional, isso por que nossos vendedores acabam por cometerem alguns erros como:

Planejamento falho ou inexistente
O vendedor antes de sair a campo tem que planejar como vai ser a abordagem, que estrategia irá utilizar, determinar quais serão as possíveis concessões que ele pode fazer ao cliente.

O grande problemas hoje dos vendedores, é não acreditar no poder que ele tem, e temer o poder do comprador.

Falta de conhecimento
Outro problema que afeta diretamente o sucesso nas vendas é a falta de conhecimento em técnicas de vendas: o vendedor tem que buscar capacitação além do que é oferecido pelas empresas e faculdades, vender é a arte de pintar a guerra com um pincel e pouca tinta, por isso ele deve dominar as estrategias e táticas de negociação, conhecer as necessidades do comprador e da sua empresa.

Não estipular metas e objetivos
É extremamente importante para que as vendas aconteçam de maneira saudável, que o vendedor planeje seus objetivos e coloque metas para serem cumpridas. Esse planejamento é necessário para não se perder, e para que ao final de cada venda eles saibam se foi uma negociação boa ou ruim.

Fraqueza emocional
Pessoas são instáveis em sua essência, nos deixamos levar por emoções e não adianta acharmos que somos fortes sempre, situações adversas acontecem e por isso os vendedores tem que se capacitar, buscar treinamentos, mentores e tudo que a administração moderna oferece em técnicas, para que mesmo em situações de estresse, como por exemplo, o mês está acabando e falta aquela venda para fechar a meta, pressão em casa por algum motivo ou outras variáveis que estamos expostos e para fechar uma venda, muitas vezes concessões são feitas sem planejamento, resultando em prejuízos futuros, para a empresa no qual representa e para si próprio.

Medo de perder
Como falei acima, vender é uma guerra, e assim como uma guerra perde-se a batalha mas não perde-se a guerra. Os vendedores tem medo de perder e acham que só ele pode perder, mas o comprador não, e acabam seguindo normas dos compradores. O comprador tem metas e prazo para entregar o produto e tambem possui metas, ele tem que ter a mercadoria sua ou de outro vendedor.

Falta de persistência
Vendedores perdem vendas por não acreditarem em seu produto e em seu serviço, falta acreditar que sua visita foi bem feita e que a compra não foi efetivada, muitas vezes porque, o comprador está em dúvida, e não tem tempo para correr atrás de um vendedor.

Por isso tem que acreditar, ligue para o comprador, mande e-mail, peça uma feedback dê sua proposta, pergunte se ele entendeu, se precisa de mais alguma informação, coloque-se a disposição do mesmo, não espere, você tem metas, o comprador também.

Achar que preço é determinante para uma venda.
Apenas preço bom não quer dizer que a venda é sua, não torre preço, e nem queime sua comissão, não é bom pra você nem para empresa que vende.

Se sua empresa tem uma ótima estrutura, entrega sempre no prazo, produtos de boa qualidade, você tem que vender não só o produto, mas todo o processo, seu preço é o mais caro, porém sua entrega é a mais rápida.
Pergunte ao comprador o que ele precisa, lembre-se ele também tem prazo, o cliente dele pode querer um produto de melhor qualidade e está disposto a pagar, esse pode ser um desejo do comprador, então venda o que você tem, venda o seu preço sua marca sua estrutura, se a venda não for sua, é porque o cliente ainda não esta preparado para ter seu produto, mas ele pode se preparar, esteja você preparado para quando isso acontecer, e o ajude para que isso aconteça, e ele te ajudará em todo o processo, venda também seu “know-how” em negócios, agregue valor ao seu produto, o vendedor também é um “produto ” a ser “vendido”, se venda mostre que você pode ajudar.

Rodrigo Angelotto – Administradores

Coca-Cola quer que você olhe para a vida real

Nova campanha da empresa, apresenta solução para os viciados em redes sociais e smartphones, para que passem mais tempo com pessoas reais.

A Coca-Cola é a mais nova empresa a lançar uma campanha contra as mídias sociais – ironicamente, nas redes sociais.

No novo vídeo, a gigante de refrigerantes sugere que você pare de prestar tanta atenção ao seu celular e redes sociais, para interagir com aqueles que estão fisicamente com você. O que chama atenção no comercial, entretanto, não é a temática que vem sendo constantemente discutida, mas a abordagem.

A Coca sugere que os viciados em smartphones e redes sociais usem uma espécie de cone, como os utilizados em animais, para não olharem seus dispositivos, mas sim observar o que se passa no “mundo real”.

Segundo o Adweek, o cone não será comercializado, mas no fim do vídeo pode-se ler que o produto estará disponível apenas em lojas selecionadas. Sendo verdade ou não, provavelmente o vídeo será muito compartilhado entre amigos que se vêem nas mesmas situações nas redes sociais.

Confira o vídeo abaixo:

Administradores

Mais de 1 bilhão de pessoas usam redes sociais

De acordo com números da União Internacional de Telecomunicações (ITU, em inglês), o número de pessoas que acessam todos os tipos de mídias sociais ultrapassou 1 bilhão. No entanto, só o Facebook, com seus 900 milhões de usuários, responde por 90% desse número.

Também estão no topo o Twitter, com 200 milhões de usuários e o LinkedIn , com cerca de 120 milhões de perfis. O QQ, da China, o Vkontakte, da Rússia, e o Orkut, da Google, mais utilizado no Brasil, estão longe de uma grande participação, segundo o órgão. O relatório “Tendências na Reforma das Telecomunicações” também confirmou que os dispositivos móveis são o principal modo pelo qual as pessoas acessam as redes.

Isso acontece, em partes, porque embora o uso da banda larga continue crescente, uma assinatura fixa para esse serviço ainda está distante da realidade da maioria. Dados do próprio ITU afirmam que nos últimos cinco anos o número de usuários de banda larga quase dobrou, ficando em 591 milhões no início de 2012, mas seu crescimento ainda é bastante desigual: dentre esse número, a penetração dos países  em desenvolvimento é de apenas  4,8%, enquanto que a dos países desenvolvidos é de 26%.

Uma grande parte do problema ainda é a acessibilidade. Na África, por exemplo, o preço médio mensal da assinatura de banda larga é maior do que três vezes a renda familiar média. No geral, 5 bilhões de pessoas no mundo nunca experimentaram nem mesmo a internet de baixa velocidade, ou apenas experimentou por meio de acesso público ou compartilhado”, diz a ITU. Mas nos países em desenvolvimento, angariar usuários móveis ativos também é difícil.

A organização ressalta que apenas 8,5% da população desses países possuíam acesso à banda larga móvel em 2011, com só 5% do uso proveniente de países de baixa renda. Isso significa que até existem usuários de mercados emergentes usando o FB via smartphones, mas é mais provável que estejam utilizando algo mais parecido com um feature fone.

Tudo isso nos leva a acreditar que apesar de toda a tecnologia que anda lado a lado com o Facebook, este também pode começar a ver um crescimento de uso por meio de aparelhos menos sofisticados.

Karen Carneti – IDGNow

Em defesa do Marketing

Saio em defesa do Marketing. Mas é preciso? Tenho certeza: sim! Infelizmente, hoje em dia as pessoas, a grande mídia, os políticos e até maus profissionais da área tratam o Marketing de forma vulgar e jocosa. É um ultraje a quem se dedica com afinco à área. Engana-se quem pensa que Marketing é uma caixa de ferramentas envolvendo apenas eventos de promoção de produtos, preços e/ou serviços.
É, sim, um moderno mecanismo de administrar e de pensar holisticamente uma empresa e/ou uma marca. E em todo este contexto é preciso ressaltar o papel da internet – uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que a web dá voz às estratégias e a profissionais sérios, também cria uma bolha de ignorância com internautas vulgarizando a ideologia da empresa moderna.

Que fique claro: não é mais possível que isso aconteça. Precisamos entender e disseminar a ideia de que o Marketing é uma ideologia, uma forma de agir e de pensar. Marketing é, de uma vez por todas, organizar-se na perspectiva do mercado e do consumidor. Muitos criticam o Marketing pelo simples prazer de criticar. Criticam algo que não entendem, não conhecem e não estudam.

Será que os críticos, por mais levianos que sejam, já refletiram, por exemplo, sobre o valor sócio-econômico e cultural das marcas no mundo atual? Para começar, a necessidade que as marcas possuem de inovar diariamente resulta em uma enorme importância social. A inovação acarreta benefícios à comunidade em forma de novos empregos, dinheiro injetado na economia, produtos e serviços mais rápidos e modernos.

Será que, por exemplo, a corporação Procter & Gamble desenvolveria tantos produtos de custo mais baixo e qualidade adequada se não houvesse marcas para associar todo seu investimento e risco? Será que as empresas de telefonia nos países em desenvolvimento estariam motivadas a melhorar a vida das pessoas em lugares remotos, como interior do Peru, Índia e Paquistão? Digo que não. As marcas são parte vital desta equação.

Mais: o Marketing e suas marcas também são um grande mecanismo de proteção ao consumidor. Para começar, se não houvesse marcas, como os órgãos de proteção ao consumidor funcionariam? Averiguar o quê? Além disso, toda marca e profissional de Marketing que se preze necessita manter a lealdade do consumidor. Isto acarreta produtos cada vez mais confiáveis e seguros, especialmente nos dias atuais, com consumidores que se manifestam por meio de inúmeros megafones e com a linha entre o influenciador e o não influenciador cada vez mais tênue.

Marketing é absolutamente tudo que uma empresa faz. O resto é utopia, pois a única razão para a existência de qualquer empresa é o cliente. O que o administrativo, o departamento de comunicação, comercial, enfim, os setores de uma empresa acham não tem relevância sem a validação do consumidor, que é o juiz, pois o objetivo primário de qualquer empresa é o lucro. Sendo assim, saio em defesa do Marketing.

Gabriel  Rossi – Mundo do Marketing

O que é Gestão Estratégica

Há uma grande diferença entre Gestão Estratégica e Planejamento Estratégico. O     Planejamento Estratégico é um processo gerencial que diz respeito à formulação     de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em     conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Já a     Gestão Estratégica é uma forma de acrescentar novos elementos de reflexão e ação     sistemática e continuada, a fim de avaliar a situação, elaborar projetos de     mudanças estratégicas e acompanhar e gerenciar os passos de implementação. Como     o próprio nome diz, é uma forma de gerir toda uma organização, com foco em ações     estratégicas em todas as áreas.
Dentro da Gestão Estratégica existem vários passos. Inicialmente é realizado um     Diagnóstico Estratégico, onde são realizados os levantamentos das situações     atuais da empresa, buscando assim avaliar a existência e a adequação das     estratégias vigentes dentro da instituição, bem como se estão oferecendo os     resultados esperados. Dentro do Diagnóstico Estratégico, são levantadas     informações como a competitividade da empresa, o portifólio de produtos, ações     de mudanças, vulnerabilidade às ameaças existentes, quantidade de recursos     estratégicos disponíveis e projetos futuros.
Em seguida é realizada uma verificação sobre a Prontidão Estratégica, ou seja, o     envolvimento e disponibilidade da direção da empresa em relação ao futuro, as     ações tomadas pela alta administração para solucionarem eventuais “janelas”     estratégicas, a atenção às mudanças que podem afetar de forma positiva ou     negativa, obstáculos institucionais, estatuários, culturais, a existência de     perfeita comunicação interna, a existência de sistema de reconhecimento de     equipe, que venham de encontro com a Missão, Visão e Valores da empresa, etc.
Posteriormente inicia-se o processo de seleção das prioridades em função da     gravidade dos problemas encontrados dentro da organização e assim é estabelecida     uma seqüência lógica para a implementação das ações, com foco nos mais     importantes em primeiro plano. Tal ação é conhecida como Direcionamento     Estratégico, ou seja, é o momento que se define o direcionamento que a     instituição precisa seguir para sobreviver ou se sobressair em determinado     cenário.
Como o conceito de estratégia relaciona-se diretamente com visão de futuro, uma     empresa precisa ter sua visão focada no futuro. Deve então, manter a Vigilância     Estratégica, ou seja, deve observar, acompanhar, questionar, vasculhar o     horizonte, no tempo, no espaço, à procura de possíveis riscos e oportunidades     que possam exigir, oportunamente, ações antecipadas e respostas estratégicas ou     contramedidas da organização.
Enfim, para uma empresa atuar com uma Gestão Estratégica precisa apurar todos     seus processos e sua real situação e desenvolver ações corretivas constantes,     focando seus objetivos e metas e desenvolvendo suas estratégias de forma a     manter sua sobrevivência, crescimento e diferenciação competitiva.

Wagner Campos – Portal do Marketing