Felicidade Profissional

“A felicidade profissional é como o vento: não existe vento bom ou ruim, as pessoas é que buscam desculpas para o fracasso.”

Clientes felizes dão mais lucros. Isso é a felicidade profissional: ajudar os outros a serem felizes. Isso é contribuir com o mundo através do seu trabalho.

A diferença entre os que encontraram a felicidade profissional e aqueles que não dão em nada é que os vencedores procuram trabalhar suas dificuldades, enquanto os perdedores só vivem contra o mundo, contra todos.

A felicidade profissional é como o vento: não existe vento bom ou ruim, as pessoas é que buscam desculpas para o fracasso.

Isso pode ser visto claramente em uma empresa. Um gerente de produto pode dizer que seu lançamento não emplacou porque não havia dinheiro para o marketing, ou porque o país está em crise, ou a equipe comercial é um problema. Mas será que ele fez mesmo tudo o que era necessário para gerar as vendas?

Um gerente de sucesso antecipa os problemas que encontra e lida com eles sabendo que é preciso ter a mente focada no que funciona e desenvolve um olhar para o que precisa ser feito. Ele não busca uma causa para o que não consegue realizar.

Esse mesmo foco e olhar, você que busca a felicidade profissional deve desenvolver.

Lembre-se que a forma como lidamos com os problemas é uma escolha nossa assim como a felicidade profissional.

Roberto Shinyashiki

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7 passos para organizar a empresa em 2016 e vencer a crise

Todo início de ano é igual: fazemos listas, planejamos novos objetivos e pensamos sobre nossos sonhos. No âmbito profissional, é o momento de estabelecer novos rumos ou refazer o planejamento da empresa. A principal dificuldade em se estabelecer metas e traçar objetivos, conforme explica o especialista em Gestão e Marketing Weder Carneiro, é seguir os planos ao longo do ano.

“Selecione as três metas mais importantes das 10 que você gostaria de realizar em 2016, colocando, inclusive, as datas em que elas devem acontecer”, ensina o empreendedor. Ao estabelecer os três principais objetivos, é possível dar os primeiros passos na construção do crescimento da empresa. É necessário estabelecer prioridades, comunicar aos funcionários e esclarecer como os objetivos serão alcançados.

Weder Carneiro detalha os passos principais que devem ser dados para que a empresa se programe devidamente e drible a crise em 2016.

1. Contextualize a situação inicial: veja como está o cenário, o histórico dos fatos positivos e negativos para o negócio, a situação atual e, caso tenha dúvidas, busque informações para saná-las. “É necessário olhar para a empresa, para o mercado e, especialmente, ter os objetivos alinhados aos valores, missão e visão do negócio”, explica.

2. Identifique as possibilidades: no planejamento, existem geralmente várias opções de como resolver os problemas ou abrir novos caminhos. “Veja quais são suas possibilidades profissionais: pode ser um curso, uma parceria, investir em um treinamento ou em melhorias na empresa”. Ele explica que deve-se listar as opções e decidir por aquela mais realista.

3. Execute o planejamento: trabalhe confiante na direção dos seus sonhos e ambições. “Ou você toma a dianteira nos seus rumos profissionais ou eles se darão ao acaso: você pode escolher qual opção quer”, alerta Weder, que ressalta a importância de comunicar as metas da empresa da forma mais clara possível aos funcionários. “Deve-se alinhar os objetivos do negócio com os funcionários, que precisam saber aonde a empresa quer chegar; que tipo de clientes vai priorizar; qual o portfólio de serviços vai prestar; e como será essa entrega para o cliente”. Desta forma, o funcionário terá maior capacidade de participar e auxiliar no planejamento, desde que a comunicação seja limpa e clara. “Se o atendimento precisa ser efetivo, é necessário explicar o que isso significa, já que cada um pode interpretar a palavra de formas diferentes”, ensina o especialista.

4. Mensure seus passos: enquanto está trabalhando lembre-se de, eventualmente, analisar se está no caminho certo. Reveja seu planejamento e analise sua evolução. É importante analisar sempre o caminho e a direção que está tomando. “No caso de um objetivo que se pode alcançar em curto prazo, é importante fazer revisões semanais para avaliar o progresso. Projetos com prazos mais longos podem ser divididos em quatro passos ou mais, e ter revisões após a realização de cada um deles”, ensina o empreendedor.

5. Comemore suas conquistas: tanto quanto o esforço, a recompensa também precisa ser estabelecida. Conseguiu atingir as metas? Festeje, dê-se um presente. “Essa recompensa é merecida e faz muito bem à mente”.

6. Lembre-se que tudo é um ciclo: a caminhada do sucesso demanda ações contínuas. “Assim, tão importante quanto crescer é continuar trabalhando para atingir novos objetivos, novas metas e novos ganhos”, lembra o especialista.

7. Aposte nos softwares e na própria crise: já existem diversas ferramentas gratuitas na internet, ou mesmo aplicativos para celular, que ajudam a definir o projeto, as tarefas, quem irá participar e de que forma. Como 2016 não promete ser um ano fácil na economia brasileira, Weder Carneiro destaca o valor de proximidade com o cliente. “Estudos realizados nos Estados Unidos apontaram crescimento em milhares de empresas que apostaram no relacionamento com o cliente e na publicidade, mesmo durante a grande crise americana de 2008 e 2009”, conclui.

Weder Carneiro – Administradores

Frustradas com prejuízos, operadoras tentam “se vingar” do WhatsApp

Algumas das principais operadoras de telefonia móvel do país iniciaram –ainda que de forma velada– uma disputa contra o WhatsApp em uma “tentativa desesperada” de nomear culpados aos seus próprios prejuízos. É o que dizem especialistas em telecomunicação e em direito digital entrevistados pelo UOL Tecnologia, que afirmam ainda que os ganhos proporcionados pelo aplicativo de bate-papo são bem maiores do que as possíveis perdas.”As chamadas de voz deixaram de ser a principal funcionalidade da telefonia móvel não só no Brasil, mas no mundo. O tráfego de dados tem ganhado cada vez mais espaço, e as operadoras precisam se adaptar a essa nova realidade”, aponta Carlos Affonso, diretor do ITSrio (Instituto de Tecnologia e Sociedade) e professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Segundo ele, é natural que os usuários deixem de enviar SMS e de fazer ligações diante da gama de opções que são bem mais baratas e práticas. “E não estamos só falando de WhatsApp.”

No segundo trimestre de 2015, a operadora Telefônica Brasil –dona da marca Vivo– perdeu 56% do seu lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro da Claro Telecom Participações foi de R$ 3,3 milhões, sensível recuo ante resultado positivo de R$ 308 milhões obtido em 2014. A queda no lucro da TIM no Brasil foi de 16%. Já a OI chegou a registrar prejuízo de R$ 401 milhões no primeiro trimestre de 2015.

Mas, como relata o senador Walter Pinheiro (PT-BA) –que atua à frente de temas ligados à telecomunicação e tecnologia no Congresso Nacional–, as operadoras mais ganham do que perdem com aplicativos como o WhatsApp. “Mesmo que o usuário acesse a plataforma a partir do Wi-Fi, há sempre alguém que está pagando por essa conexão às empresas de telefonia. Ou seja, as empresas ganham muito com esses serviços e reclamam de boca cheia”, relata.

Para Adriano Mendes, advogado especialista em tecnologia e sócio do escritório Assis e Mendes, a reclamação das teles é uma “estratégia comercial” e uma maneira de conseguir “tirar dinheiro do Facebook” –dono do WhatsApp. “Está claro, que o problema é com o Facebook. Até porque contraditoriamente as operadoras atacam o WhastApp, mas de certa forma isentam o Skype, que é da Microsoft”, afirma.

Segundo ele, a polêmica é “misteriosamente” levantada em meio a negociação para a implementação do Internet.org –projeto da rede social que leva serviços da rede gratuitamente a populações carentes– no Brasil, serviço que é oferecido pelas teles.

Regulamentar ou não?

Uma possível regulamentação –defendida pelo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, mas rejeitada pelo presidente da Anatel, João Rezende–, segundo Mendes, representaria um retrocesso legislativo e tecnologia. “Voltaríamos ao tempo da reserva de mercado, em que não podíamos usar computador que não fosse fabricado no Brasil. Isso isolaria o país dos avanços tecnológicos, além de encarecer as inovações disponíveis.”

O senador diz desconhecer a existência de qualquer projeto de lei sobre a regulamentação de apps que esteja tramitando no Senado ou na Câmera. “Isso seria negar o Marco Civil”, aponta Pinheiro. “Não dá para entrarmos em um novo tempo –da computação em nuvem e da internet das coisas– e mantermos a regra de divisão de chamada dos anos 1980.”

“Esses aplicativos estão dentro da lei e não há nenhuma regulamentação que impeça o funcionamento deles no país”, relatou Mendes. “Ilegal seria se as operadoras quisessem impedir o funcionalmente do WhatsApp ou de qualquer outra aplicação. Algo que infringiria a neutralidade da rede prevista no Marco Civil.”

A reivindicação das operadoras, segundo a agência de notícias Reuters, se refere ao serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo. Segundo elas, a oferta do serviço se dá por meio do número de telefone móvel do usuário, outorgado pela Anatel e “pagos” pelas empresas de telefonia. As teles pagam cerca de R$ 26 para a ativação de cada linha móvel e R$ 13 anuais de taxa de funcionamento.

Mas, como explica Luiz Moncau, professor da Faculdade de Direito da FGV Rio (Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro), o WhatsApp usa o número de celular –“que pertence ao usuário e não à operadora”– apenas como um identificador. “Não quer dizer, no entanto, que o app esteja pirateando a infraestrutura da telefonia móvel para permitir as ligações. O recurso é viabilizado pela internet, assim como o Skype, que usa como identificador o e-mail.”

Affonso aponta a distinção de responsabilidade entre o WhatsApp e as operadoras para justificar a legalidade do serviço, bem como a “infundada necessidade de uma tratativa igualitária”. “As empresas de telefonia integram a camada de infraestrutura, já o WhatsApp está ligado à camada de aplicações. Ou seja, a responsabilidade de um é estrutural a do outro se restringe a conteúdo.”

Para o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade, as empresas de telecomunicação precisam reconhecer as mudanças do mercado e adaptar os seus modelos de negócios à nova realidade. “Não adiante querer brigar, será mais do que necessário aprender a conviver com serviços como o WhatsApp –que não é o único e nem será o último a movimentar o setor.”

Já o senador Pinheiro diz ser necessário o maior investimento em banda larga, bem como na qualidade dos serviços prestados pelas operadoras. “Se o serviço é ruim e caro, é óbvio que os clientes vão buscar alternativas mais baratas.

Larissa Leiros Baroni –UOL

9 razões para as indústrias avançarem para o varejo

De algum tempo para cá, indústrias dos mais diversos ramos têm implantado operações de varejo físico, algumas através da abertura de pontos de venda próprios, muitas através da concessão de franquias. O que as leva a isso, de forma geral, é um (ou mais de um) dos seguintes motivos:

1. Assegurar ao consumidor final uma experiência de compra positiva associada à sua marca e a seus produtos
De fato, já não basta fabricar produtos de qualidade, com matérias primas de primeira e design caprichado. Afinal, consumidor que busca apenas o produto pode, de forma geral, adquiri-lo pela Internet. Se o cara sai de casa e vai até um ponto de venda, geralmente busca – mais do que apenas o produto – toda uma experiência que vai desde o atendimento, a disponibilização de informações confiáveis, a possibilidade de experimentar o produto, passa pela arquitetura, layout, iluminação, temperatura e decoração do ponto de venda e pode chegar até aos cheiros que ali se sentem.

2. Escapar, ainda que apenas circunstancial e parcialmente, da “ditadura” dos grandes varejistas
Não faz muito tempo, no relacionamento entre as indústrias e seus clientes grandes varejistas, o poder costumava estar do lado daquelas. Não mais. A balança do poder hoje pende para o lado dos grandes compradores, que, em muitos casos, conseguem impor às indústrias regras cada vez mais rígidas e ônus cada vez mais elevados. Portanto, criarcanais alternativos ou complementares junto aos quais tenha um poder de barganha maior, passou a ser parte da estratégia de qualquer empresa, fabricante do que quer que seja, que pretenda se manter viva por um longo tempo.

3. Obter maior controle sobre a forma como seus produtos são expostos e vendidos
Cada vez mais, um ponto de venda precisa ser um ambiente controlado, um verdadeiro cenário, onde iluminação, mobiliário, disposição, cores e até cheiros, sem falar nas atitudes dos vendedores, contribuem para realçar os atributos dos produtos ali expostos. E é muito difícil, para não dizer impossível, que um fabricante consiga impor ao varejo multimarca a forma como quer ver seus produtos expostos e vendidos. O pouco que possa conseguir nesse sentido – se conseguir alguma coisa – quase sempre lhe custará muito caro.

4. Interagir diretamente com os consumidores, ouvindo sem intermediários o que eles têm a dizer e observando em tempo real seu comportamento de compra
Dados e informações obtidos através de terceiros sempre podem chegar viciados pelo viés de quem coletou e retransmitiu a informação. Basta lembrar da brincadeira infantil do “telefone sem fio” para se dar conta do quanto isso é verdade. Manter o dedo no pulso do mercado, cara a cara com o consumidor final, com o olho no olho deste, funciona melhor do que qualquer focus group e tem sido um dos maiores benefícios que as indústrias percebem quando criam suas redes de pontos de varejo monomarca. E esse é um dos motivos pelos quais sou contra a criação de showrooms onde os produtos são apenas expostos, não vendidos. Para mim, é fundamental que a loja monomarca permita observar consumidores fazendo compras para valer.

5. Comunicar ao mercado, de forma mais efetiva, os atributos e diferenciais da marca e dos produtos
Imagine você se, em lugar de ser vendido em suas “boutiques”, o café Nespresso estivesse à venda em qualquer supermercado, ao lado de produtos similares de várias outras marcas (afinal, na visão de muita gente, “café é tudo igual”). Seria viável comunicar realmente o posicionamento da marca à dona de casa com o carrinho cheio de detergente, sucrilhos, carne e manteiga que passa pela gôndola onde o produto estivesse exposto? É comum que um consumidor, ao entrar numa boutique Nespresso, mude até sua atitude. Ali, não se compra café. Ali se compra Nespresso. E, por isso, a gente se dispõe a pagar um valor por quilo do produto que, por mais bacana que fosse a marca, se nos fosse cobrado em qualquer supermercado, certamente nos faria gritar desaforos na cara do gerente.

6. Aumentar as vendas em outros canais, via fortalecimento da marca, já que um ponto de varejo monomarca bem posicionado funciona como um outdoor
O fato de gerar uma maior intimidade do consumidor com a marca e os produtos, costuma resultar numa imagem de marca ainda mais forte, o que acaba contribuindo para elevar as vendas em outros canais. Minha experiência na criação de redes de pontos varejo monomarca mostra que, de forma geral, a implantação de um deles em qualquer mercado tende a aumentar as vendas dos produtos da marca nos canais multimarca que atuam naquele mesmo mercado. Em cidades, bairros ou shoppings onde a Nike inaugura uma Nike Store, as vendas de seus produtos nas demais lojas que operam naquele mesmo espaço costuma crescer.

7. Gerar uma oportunidade para o consumidor ter acesso e interagir com sua linha completa de produtos num único ponto de venda
Um bom exemplo disso são as lojas monomarca Havaianas que a Cherto Consultoria ajudou a conceber. Até a criação dessa rede de pontos de venda, havia produtos da marca que a maioria dos consumidores não chegava sequer a saber que existiam por não estarem disponíveis em nenhum ponto de venda acessível.

8. Passar a contar com um “laboratório de testes”
Para testar, avaliar e aperfeiçoar novos produtos, novos serviços, novos sistemas, novos processos, novas formas de vender, expor ou apresentar produtos e o que mais seja interessante testar, sem as restrições naturalmente impostas pelos canais de vendas multimarca.

9. Criar uma espécie de “escola prática”, um padrão de operação no qual os demais canais de vendas possam se inspirar e se espelhar
No caso da Havaianas, a criação da rede de lojas monomarca ajudou a convencer varejistas multimarca de que, ao contrário do que estes acreditavam, os produtos de maior valor agregado (e preços mais elevados) vendem bem e que, portanto, vale a pena oferecê-los também em suas lojas.

Se você exerce (ou pretende exercer) papel relevante na gestão de um fabricante do que quer que seja, pense nos exemplos de sucesso de seus colegas de outras empresas, do mesmo ramo ou de outros, que criaram pontos de venda exclusivos e pondere se não está mais do que na hora de sua organização seguir o mesmo caminho. E não demore, pois neste momento é certo que um concorrente seu está tendo a mesma ideia. A fila anda!

Marcelo Cherto – Mundo do Marketing

10 mudanças que vão impactar os profissionais de TI em 2013

Final de ano é sempre uma boa oportunidade para analisar as prioridades para o ano seguinte. Na agenda dos CIOs, dez temas ganharão atenção especial na área de Tecnologia da Informação. Veja abaixo.

10. “O meio é a mensagem”. Frase do filósofo Marshall McLuhan ainda ressoa em nosso mundo repleto de telas incluindo TV, desktop, tablet e smartphone. Como você pode otimizar o meio do usuário para melhorar a mensagem de negócios?

9. “Todo o software vai olhar o mundo assim como o Facebook.” A observação é do CEO da Salesforce.com, Mark Benioff. Ele prediz um mundo em que o software é autoexplicativo. Como isso muda o papel do CIO?

8. “Acumular dados sobre você não é apenas um hobby estranho das corporações. É seu modelo de negócios. Você é seu produto.” A frase é do senador norte-americano Al Franken, que fala sobre o potencial que Big Data tem de gerar grandes oportunidades para a indústria. Quais são as implicações para os negócios?

7. “Simplicidade é a sofisticação final.” O ditado de Leonardo da Vinci nos lembra que a era da complexidade de TI deve acabar. Quais sistemas legados você vai aposentar neste ano?

6. “O todo é maior do que a soma das suas partes.” Aristóteles não estava pensando em nuvem ou dispositivos móveis, mas seu aforismo ainda se aplica à tecnologia. Como você vai integrar essas ferramentas para criar oportunidades de negócios?

5. “É a tecnologia casada com as artes liberais, casada com as humanidades que faz nosso coração cantar.” Steve Jobs lembrou a importância do quesito design. Onde o CIO pode aplicar um bom design para fazer um bom trabalho?

4. “A resistência à mudança é muitas vezes apenas uma falta de clareza.” O autor de livro de negócios Dan Heath acertou. Como você pode esclarecer a missão de suas tropas de TI?

3. “Nunca erre para realizar algo.” O técnico de basquete John Wooden tocou em um importante ponto: você está trabalhando duro sem agregar valor ao negócio?

2. “Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não podem aprender, desaprender e reaprender.” O futurista Alvin Toffler viu o valor da aprendizagem ao longo da vida. O que você vai reaprender este ano?

1. “É melhor você começar a nadar ou vai afundar como uma pedra, pois os tempos estão mudando.” Bob Dylan provavelmente não sabe muito sobre CIOs, mas nós sim. Existe algum executivo C-level adeptos a mudanças? Lembre-se: mantenha sempre um bom trabalho!

Michael Friedenberg, CIO/EUA – IDGNow

 

Branding como ferramenta de gestão

Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Um estudo que realizamos mostra como os próprios CEOs estão ansiosos por verem esse instrumento e suas manifestações aplicadas no dia-a-dia da organização. Na medida em que o valor das marcas representa uma fração substancial do valor da empresa como um todo ou da sua capitalização de mercado, não há mais justificativas para que elas façam parte apenas do job description dos profissionais de marketing. Branding hoje é o instrumento de gestão potencialmente mais eficaz na construção de valor e de sustentabilidade na vida das organizações.

A história das empresas nos mercados caminhou de uma disputa entre produtos, para uma concorrência das suas respectivas formas de propaganda e comunicação em geral, até chegar ao estágio que começou a se descortinar: uma competição entre as realidades simbólicas de suas marcas. Branding é, em certo sentido, a continuação e a negação da Revolução Industrial. É a continuação por se tratar da forma suprema de relacionamento entre produção e consumo.

Por outro lado, é a negação porque Branding é o princípio da desmaterialização da economia, onde cada vez operaremos mais com bits simbólicos e menos com átomos, em todas as relações com os stakeholders das empresas. Por tudo isso, Branding é ou deveria ser sempre pauta do boardroom. Mas a verdade é que ainda não é, ou é muito pouco.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios? As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.

1. O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2. Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância. Por exemplo: quando a marca se aventura em novos mercados de produtos e serviços sem ter licença perceptual ou autoridade reconhecida para isso. O mercado está cheio de casos de marcas de boa estatura que, no entanto, movidas por vaidade corporativa sentem-se no direito de atuar em áreas novas onde não são reconhecidas como um player natural.

3. A importância da humildade: Louis Gerstner (ex-CEO da IBM) disse algumas vezes o seguinte: “A desk is a dangerous place from which to view the world”. Não sei se, originalmente, a frase é dele, mas acabou sendo para mim. Branding é um processo alimentado por um conhecimento real dos clientes, consumidores e stakeholders em geral. Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores. Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige.

4. A preservação da identidade: branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós do Grupo Troiano de Branding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade.

Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.

Jaime Troiano – Mundo do Marketing

Em 2013, notebooks aguentarão dez dias longe da tomada

Segundo Intel, máquinas que utilizarem sua linha de processadores terão autonomia de 24 horas de uso ininterrupto e dez dias em stand by.

Pensa estar com sorte quando a bateria do seu notebook dura mais de cinco horas? Espere para ver a próxima linha de processadores da Intel, chamada, provisoriamente, de Haswll. A companhia fez uma promessa ousada: as máquinas da plataforma aguentarão até 24 horas longe da tomada.

A evolução em relação ao produto atual – o Sandy Bridge – é ainda mais expressiva quando comparada à autonomia do computador em estado de hibernação.
Segundo a fabricante, nesse caso, o computador resistirá a dez dias sem recargas – 20 vezes mais do que a capacidade atual.

Se a Intel cumprir sua palavra, o usuário poderá levar seu notebook a uma viagem de cinco dias, por exemplo, sem se preocupar com o esgotamento da bateria – desde que o utilize com moderação. Mensagens e atualizações nas redes sociais poderiam ser visualizadas sem peso na consciência.

Antes do Haswell ser lançado, porém – deve chegar somente em 2013 – os chips Ivy Bridge aparecerão, com sua arquitetura de 22 nanômetros. O desempenho em relação à linha atual será até 40% maior, e o consumo de energia até 50% menor.

IDGNow! – Melanie Pinola