Campus Party 2016 discute futuro da tecnologia

A Campus Party 2016, nona edição do evento de tecnologia e cultura pop e nerd, acontece entre os dias 26 e 31 de janeiro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

A edição deste ano tem foco nas tecnologias que construirão o futuro. Para isso, a organização convidou para o palco principal palestrantes como Michel Smit, presidente-executivo da Energy Floors, empresa que desenvolveu uma pista de dança que gera energia elétrica conforme as pessoas dançam sobre ela.

Além dele, participam Thaisa Bergmann, astrofísica brasileira conhecida por sua pesquisa com buracos negros, Grant Imahara, participante do programa “Mythbusters”.

Veja abaixo a programação completa do palco Feel the Future, o principal do evento:

26 de janeiro de 2016
20:00   Cerimônia de abertura
21:00   Palestra Feel The Future

27 de janeiro de 2016
11:45   O Futuro das Tecnologias Educativas
13:00   Eugene Chereshnev
14:30   Como desacelerar o aquecimento global e criar novas fontes e energias
15:45   Inspiracional + Motivador + Uma dose de realidade que nem tudo são flores
20:00   Grant Imahara

28 de janeiro de 2016
13:00   Daniel Matros
14:30   Humanos, tecnologia e o futuro da educação
18:15   Another Week = Cartoon Network
20:00   Michel Smit
21:30   Como ganhar dinheiro e viajar o mundo ao mesmo tempo

29 de janeiro de 2016
14:30   “O mundo real de volta ao relacionamento online” Happn.
17:00   O futuro das profissões
20:00   Steve Gershik
21:15   Se a Crise Nos Muda, a Palestra Muda. (3.0)

30 de janeiro de 2016
10:30   Como quebrar o recorde de 13 mil PCs numa mesma rede, de David Garpenstahl
13:00   Thaisa Storchi Bergmann.
14:30   A vida na era das novas sensações
15:45   O Fator humano e os desafios da Tecnologia da Informação
20:00   Cerimônia de encerramento

G1

Bing, da Microsoft, ganha mercado na disputa entre buscadores

A participação de mercado da Microsoft no segmento de busca na internet aumentou modestamente em junho, primeiro mês da nova ferramenta de busca Bing, segundo dados recentes da empresa de pesquisa ComScore.

A Microsoft ficou com 8,4% do segmento de buscadores dos Estados Unidos em junho, contra 8% no mês anterior, basicamente às custas do concorrente Yahoo, cuja fatia de mercado caiu para 19,6%, ante 20,1% em maio.

O Google manteve sua liderança no mercado inalterada em 65% em junho frente ao mês anterior.
“Dada toda a publicidade e propaganda em torno do Bing, nós estávamos esperando um aumento mensal”, afirmou Mark Mahaney, analista do Citi, em uma nota emitida logo após a divulgação dos números.

“Mas nós achamos que é muito cedo – precisamos de três a quatro meses para determinar uma tendência – e o movimento de junho não foi importante o suficiente para fazermos qualquer comunicado sobre se o Bing mudará o jogo no mercado de buscas”, disse Mahaney. “Continuamos vendo o Bing como um produto bastante sólido, mas que tem pela frente uma longa batalha até o topo.”

A Microsoft vem despejando investimentos sobre seus negócios nada lucrativos de serviços on-line em um esforço para competir com o domínio do Google no mercado de buscas na internet.

Ainda há a possibilidade de a Microsoft fechar uma parceria com o Yahoo para juntar suas forças em publicidade on-line, após a desistência da tentativa da Microsoft de comprar o Yahoo no ano passado.

G1 – Reuters

Celular do Google “G1” chega às lojas no final do mês

O iPhone ganhou um novo concorrente. Foi apresentado o G1, primeiro celular a usar o software Android, desenvolvido pelo Google. O aparelho chegará às lojas dos EUA em 22 de outubro por US$ 179, preço inferior ao do iPhone, vendido por US$ 199. 

Operado nos Estados Unidos pela T-Mobile e fabricado pela HTC, o G1 é um celular com tela de 3 polegadas sensível ao toque, teclado “embutido” na parte inferior e a particularidade de funcionar com o software da empresa líder na internet. Clientes da operadora T-Mobile já podem fazer pedidos pelo site dedicado ao lançamento.


Os analistas que tiveram acesso ao telefone concordam que ele não supera o iPhone em design, mas opinam que apresenta algumas vantagens para o usuário. No G1, todos os aplicativos serão de graça e o usuário poderá utilizar vários ao mesmo tempo. As empresas apostam na participação da comunidade de desenvolvedores para fazer do G1 um aparelho “à prova do futuro”.

Por enquanto, o G1 será oferecido exclusivamente com a T-Mobile, mas o Google convidou todas as operadoras a comercializar telefones que funcionem com o Android, cujo código é aberto, gratuito e permite às companhias telefônicas economizar em licenças de software. 

Para o Google, que ganha grande parte de suas receitas graças à publicidade na internet, o G1 é mais um passo rumo ao sonho de uma sociedade permanentemente conectada à rede e aos serviços do buscador. 

Surpresa

 

Sergey Brin e Larry Page, co-fundadores do Google, fizeram uma aparição surpresa — de patins — durante o evento de apresentação do G1, realizado em Nova York. “É muito importante para mim, um geek [fã de tecnologia], ter um telefone que pode ser modificado e sofrer inovações, assim como acontece nos computadores”, afirmou Brin, segundo a agência de notícias Associated Press.

 

Ele disse já ter desenvolvido uma aplicação para o Android: quando o usuário joga o aparelho para o ar, o software registra quanto tempo leva até cair, usando um sensor do próprio aparelho. Para Page, a indústria de telefones celulares, que vende 1 bilhão de aparelhos por ano em todo o mundo, representa uma tremenda oportunidade para o Google.
Coincidindo com seu décimo aniversário, o buscador declarou que vai “apostar forte na web móvel” nos próximos anos. O Android foi apresentado em novembro de 2007 e faz parte de uma parceria entre o Google e outras dezenas de empresas chamada Open Handset Alliance.
 

 

Loja de música

O celular G1 funcionará em parceria com o site Amazon para o download de músicas, o que o coloca em concorrência direta com o iPhone da Apple.
“Comemoramos o lançamento do G1 da T-Mobile, que colocará um grande catálogo de músicas a preços bons ao alcance das mãos de um número ainda maior de consumidores, em um número ainda maior de lugares”, declarou a Amazon em um comunicado.
O anúncio foi feito horas antes de a T-Mobile informar sobre seu novo celular, o primeiro a usar o sistema operacional Android desenvolvido pela Google. 

 

 

(Foto: Reuters)

 Fonte [www.g1.com.br]