Pessoas de sucesso traçam metas para alcançar seus objetivos! Você já sabe aonde quer ir?

O passo inicial do caminho de desenvolvimento de líderes é o autoconhecimento, identificar o que realmente lhe dá satisfação, saber em quais competências deverá colocar mais foco para chegar a um desempenho melhor. Saber o que quer!!! E para que quer!!! Traçar metas para consegui-lo.

Metas representam o que queremos! Conduzem-nos para frente! E neste caminho temos que ter claro o que desejamos conquistar; aonde queremos chegar; em quanto tempo e com quais recursos.

Existem dois tipos de metas a serem trabalhadas:

– Uma relacionada ao planejamento de carreira, onde há a preparação para mudanças que pode ser uma promoção, acúmulo de cargos, transferências em geral etc. Neste caso, o foco é o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para a mudança.

– A outra está relacionada com a situação presente, no desenvolvimento de competências importantes para melhores resultados no dia a dia.

Como coach constato que as mulheres executivas que tem conhecimento dos princípios da formulação de uma meta (ver Mapa Mental) geram resultados positivos por estarem motivadas, comprometidas e com foco.

As metas precisam ser positivas, específicas, estimulantes e realistas. Os registros sobre elas com o cumprimento de suas realizações são imprescindíveis para a conquista do objetivo proposto. Sem eles, giramos e giramos, sempre no mesmo nível. Não há crescimento, não há evolução.

O próximo passo após a definição da meta é ter um momento de investigação sobre os recursos existentes. O que você tem (competência técnica ou comportamental e habilidades) que lhe ajuda a conquistar a meta, e o que está faltando desenvolver.

A Capacidade de satisfação do ser humano está relacionada à sua necessidade de desafio, crescimento e desenvolvimento, à sua capacidade de se empenhar profundamente na realização de uma meta ou missão.

Entre os recursos que deverão ser avaliados estão o tempo e dinheiro disponíveis, pessoas envolvidas, objetos (livros, equipamentos, tecnologia.) e modelos a seguir “Você conhece alguém que já obteve êxito em atingir “aquela” meta”?

Depois das metas definidas chegou o momento de agir! Que atitude tomará para atingir essa meta? Como as transformará em atos? Quais serão as consequências para as outras pessoas?

Só há aprendizado quando o conhecimento é aplicado na prática.

Então mãos à obra!!!

Suely Novoa – Administradores

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Em busca de emprego? Saiba quais os setores que mais resistem à crise

A desaceleração da economia acabou com a bonança do mercado de trabalho brasileiro – mas o que isso quer dizer, na prática, para quem está desempregado ou quer mudar de emprego? Onde procurar e o que esperar do mercado em um cenário de crise?

Nos últimos anos, se tornaram relativamente comuns nos grandes centros urbanos brasileiros casos de profissionais que pulavam de um emprego a outro, atraídos por salários mais altos e melhores condições de trabalho.
Do outro lado do balcão, os empresários reclamavam da alta “rotatividade” dos trabalhadores e ofereciam benefícios para reter funcionários.

Agora que a crise chegou ao mercado de trabalho, mais brasileiros estão perdendo seus empregos, e a competição pelos postos disponíveis está cada vez mais acirrada. As oportunidades também demoram mais para aparecer, como relatam consultorias de Recursos Humanos ouvidas pela BBC Brasil.

Nesta quinta-feira, foi anunciado que o desemprego, medido pela pesquisa PME, do IBGE, ficou em 7,5% em julho, contra 6,9% de junho e 4,9% do mesmo período do ano passado. Segundo o instituto, foi a maior taxa para julho desde 2009.

A rápida desaceleração do mercado, porém, não quer dizer que as boas oportunidades desapareceram por completo. “Alguns setores estão mais resilientes, gerando emprego, ainda que em ritmo mais lento”, diz Raone Costa, economista da Catho-Fipe que está desenvolvendo um estudo para mapear a abertura de vagas na economia.

Márcia Almstrom, diretora da ManpowerGroup, e Natasha Patel, da consultoria Hays, concordam:

“O contexto econômico está mais desafiador – ou seja, está mais difícil para todo mundo. Mas embora as oportunidades estejam menos numerosas, elas continuam a existir”, diz Almstrom.

“Até porque, além dos setores que estão relativamente bem, também temos as substituições nas empresas que estão se reestruturando. Há uma procura por profissionais mais ecléticos e flexíveis, aqueles que conseguem se sair bem em um contexto de crise.”

“É algo natural em momentos de baixo dinamismo econômico: se há muita gente chorando vai ter alguém vendendo lenço”, resume Henrique Bessa, diretor da consultoria Michael Page.

Tanto Almstrom quanto Bessa relatam que, no geral, as empresas estão oferecendo salários mais baixos do que há alguns meses.

“As companhias estão repensando seus padrões salariais e estão muito mais cautelosas em assumir compromissos que representem gastos fixos”, diz a consultora da ManpowerGroup.

Ambos recomendam que, antes de sair em busca de um novo trabalho, o profissional tente identificar o que exatamente está motivando o seu desejo de mudança.

“Você pode querer mudar porque quer trabalhar mais perto de casa, deseja atuar em outro segmento ou não aguenta mais seu chefe. Mas se a motivação for a remuneração, precisa estar ciente de que hoje está mais difícil uma mudança com ganhos salariais significativos”, diz Almstrom.

“Para evitar armadilhas, o trabalhador também precisa considerar os riscos de trocar de empresa, deve se informar bem sobre as perspectivas do setor em que vai atuar. Se a nova companhia passar por dificuldades, por exemplo, um cenário possível é que ele seja cortado antes mesmo de conseguir provar sua eficiência”, completa Bessa.

No que diz respeito às diferenças setoriais, há certo consenso de que, enquanto as empresas da área de petróleo e gás, construção civil, montadoras e a indústria de transformação têm sofrido um “impacto brutal” com a desaceleração, no setor de serviços há um pouco mais de vigor.

Bessa diz que também pode haver oportunidades em setores exportadores ou aqueles que, por questões estruturais, têm boas perspectivas de crescimento no longo prazo.

Seria esse o caso da área de saúde, por exemplo, uma vez que o envelhecimento da população tende a aumentar a demanda por esses serviços. “Também as áreas de educação e tecnologia têm boas perspectivas”, diz ele.

Abaixo, confira uma lista de alguns setores e áreas de atuação que, apesar de não estarem imunes à crise econômica, segundo os consultores, ainda têm mostrado alguma resiliência na geração de empregos e oferecem oportunidades para bons profissionais.

1. Tecnologia
Segundo a Catho, site de empregos líder no Brasil, entre os cargos com mais vagas abertas estão analista/técnico de suporte, desenvolvedor e programador.

Para o cargo de diretor de TI, o salário médio seria superior a R$ 17 mil, e para o de gerente de TI, superior a R$ 7 mil, diz a Catho.

“Os sites de internet, empresas de tecnologia e startups têm conseguido seguir na contramão (do aumento do desemprego) e se manter em crescimento. E o que é melhor: com salários atraentes”, diz nota da empresa.

Patel, da Hays, confirma que a área ainda está mostrando algum dinamismo no que diz respeito a contratações. “Empresas de todos os setores estão tendo de investir nessa área. E, em especial, vemos uma grande demanda por desenvolvedores”, diz ela.

2. Saúde
Henrique Bessa, da Michael Page, diz que as boas perspectivas de longo prazo fazem com que os serviços da área de saúde mantenham as contratações mesmo em meio à crise.

Essa é uma das áreas em que muitas famílias resistem em fazer cortes quando são obrigadas a enxugar o orçamento. E fenômenos como o envelhecimento da população e maior acesso a planos de saúde privados contribuem para criar boas perspectivas para o setor.

Hoje, o segmento já representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e deve continuar a atrair muitos investimentos – inclusive de fora do Brasil, uma vez que, desde o início do ano, está permitida a entrada de estrangeiros nessa área.

“Independentemente dos ciclos econômicos, esse é um setor que deve continuar crescendo e atraindo investidores que ‘pensam o Brasil’ no médio e longo prazo”, diz Bessa.

3. Educação
Os cortes e incertezas ligados a programas governamentais da área de Educação, como o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) e o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), tiveram impacto negativo sobre a rede privada de ensino superior.

Mas o mercado de trabalho do setor de Educação como um todo tem mostrado grande resistência em meio à desaceleração, segundo Bessa e Natasha Patel, diretora da consultoria Hays.

“Trata-se de um segmento que atrai muitos investimentos porque exige um aporte inicial relativamente baixo se comparado, por exemplo, à exploração de petróleo ou à construção civil e, no longo prazo as perspectivas são de crescimento”, diz Bessa.

“Por isso, não me surpreende que haja uma resiliência na geração de vagas tanto nas funções acadêmicas quanto nas administrativas.”

4. Seguros e setor financeiro
“Os profissionais da área financeira ainda são relativamente demandados, mas os que podem se mover com mais facilidade são aqueles que têm um entendimento mais amplo dos negócios – ou seja, que sabem não só o que é preciso para enxugar os custos, mas também como ampliar as vendas”, opina Almstrom.

Os setores de seguros e os bancos, em particular, estão resistindo bem à desaceleração da economia, apesar de analistas manifestarem alguma preocupação com um aumento dos índices de inadimplência e com a exposição de alguns grupos a empresas que podem passar por dificuldades em função das repercussões da operação Lava Jato.

“Dentro desse setor, há uma demanda crescente por alguns profissionais específicos, como os da área de compliance (que cuida dos controles e regras de transparência), em função dos escândalos internacionais recentes”, diz Bessa.

“Para quem busca uma oportunidade em banco, porém, também é preciso ter em conta que a saída do HSBC do Brasil deve ter um efeito no aumento dos candidatos no mercado. De fato, já estamos recebendo um número maior de currículos de profissionais desse banco.”

5. Vendas
“O profissional de vendas é quem pode virar o jogo no momento de escassez. Por isso, há uma grande procura por aqueles que de fato conseguem trazer resultado nessa área em empresas de todos os segmentos”, diz Almstrom.

“É claro que muitas redes estão enxugando seu quadro de pessoal. Mas, no geral, as empresas têm um limite para cortar pessoal de vendas ou reduzir contratações, já que isso pode afetar muito seus resultados.”

Natasha Patel, da Hays, diz que no varejo, em particular, um dos efeitos da desaceleração parece ter sido tornar o consumidor mais sensível a preço. “Mas isso também representa uma oportunidade para alguns segmentos específicos”, diz.

“Na área de supermercados, por exemplo, um destaque são os estabelecimentos que fazem vendas no atacado. E, se a construção civil está desacelerando as contratações, vemos uma maior resiliência das redes que vendem produtos para a casa. Ou seja, as pessoas podem estar desistindo de comprar um novo imóvel, mas, em vez disso, muitas estão reformando o antigo.”

6. Agronegócios
A Confederação Nacional da Agricultura reclama que a inflação elevada, a retração no PIB e as taxas de juros crescentes estariam inibindo as atividades da agropecuária brasileira.

Mas o agronegócio ainda deve ter um desempenho melhor que o resto da economia.

Entre os setores que estão crescendo se encontram a produção de carnes e os produtos florestais.

“Eles estão se beneficiando bastante do aumento das exportações, agora que o real está mais desvalorizado”, diz Bessa. “Por isso, também vale a pena olhar para esses setores.”

BBC | Brasil

Estamos preparados para a mudança?

As últimas semanas foram a prova de como a mudança na forma de trabalho pode assustar e até mesmo “cegar” sobre o que está acontecendo ao redor do mundo.

Não é questão da mudança ou disputa de uma empresa ou área, é questão da nova forma de construir negócios e consequentemente gerar novos trabalhos. É apenas a ponta do iceberg.

Mostrando cada vez mais que o sucesso do passado recente não é nenhuma garantia de sucesso presente ou futuro. Que estabilidade e segurança não existe mais. Que o tamanho da empresa não importa mais. Que o diploma da faculdade que você tem já não serve mais para muita coisa.
Que a sociedade cada vez mais terá influência nas decisões e regulamentações.
Que o conflito só favorece a inovação e mudança.
Que o que mais importa no final de tudo é sua capacidade e velocidade de ADAPTAÇÃO.

Netflix no Brasil acaba de ultrapassar o faturamento e audiência de grandes canais de tv aberta do país. Resultado, esta sendo alvo das próprias emissoras e órgãos de regulamentação. Cada vez que isso acontece, mais mídia, seguidores, assinantes, faturamento e participação no mercado ela ganha.

Whatsapp cada vez mais vem tirando receita de operadoras de telefone e mudando a própria forma tradicional de venda dos seus serviços. Resultado, está sendo alvo das próprias operadoras e órgãos de regulamentação. Cada vez que isso acontece, mais mídia, usuários e participação no mercado ela ganha.

Uber a mesma coisa com o mercado de táxi no Brasil. A cada protesto dos taxistas, mais aumenta o poder e admiração pelo Uber. A inovação é o novo herói do momento e qualquer coisa que se coloque contra será o vilão.
Airbnb com o mercado hoteleiro a mesma coisa. A maior rede de hotéis do mundo que nunca construiu um único hotel e naturalmente gera revolta por aqueles que tiveram que gastar muito cimento e dinheiro para isso.

Novos exemplos não param de surgir, nas mais diferentes áreas.

A reflexão que fica é: Quando a mudança chegar (se é que não chegou ainda e você não percebeu) no seu trabalho, na sua área… Você vai estar preparado ou vai querer remar contra a maré também?

A pergunta é QUANDO e não SE chegar. E o que você está fazendo hoje para se adaptar a ela.

Quando chegar, é muito provável que você tenha até mesmo que mudar de profissão, de trabalho ou o seu negócio completamente.

Se você ainda acha que se formou para atuar em uma profissão e vai viver ela para o resto de sua vida, sinto muito. Naturalmente vamos mudar algumas vezes de trabalho e até de área ao longo das próximas décadas, isso é um processo natural da inovação e do modelo de economia que estamos passando.

Com isso volta o que já falei, quanto mais habilidades e conhecimentos complementares tivermos, mais fácil será essa transição.

Provavelmente, daqui a 5 ou 10 anos estarei atuando em áreas completamente diferentes das que atuo hoje e já preciso começar a pensar nisso agora.

As maiores editoras não produzirão livros.
O maior banco não terá agência.
A maior universidade não terá paredes.

Tudo liderados por pessoas fora da sua área de atuação e formação.

“Ah mais na minha área isso não acontece…”

Quem imaginaria que uma classe bastante conservadora, protegida por “regras”, passada de pai para filho, sem nenhuma interferência com o mundo digital, poderia estar passando pela maior transformação de sua história justamente pela internet?

Não existe mais distinção entre o mundo online e o físico. O online muda a forma como as pessoas e empresas se relacionam, prospectam e fazem negócios. E isso vale para qualquer área.

Bancos, universidades e todo os “tradicionais” mercados que se cuidem (quem trabalha neles também), é apenas o começo e temos a grande oportunidade de fazer parte dessa história (como heróis ou vilões).

João Cristofolini (Administradores)

Seja Criativo!

Não é o bastante dizer que liderança é uma arte. E uma pesquisa mostrou que gerentes podem ser melhores líderes se eles literalmente pegarem seu lápis de artista e sua caneta de poeta, e aprender como usar suas habilidades criativas que freqüentemente são esquecidas.

O mundo dos negócios, cheio de problemas complexos sem respostas fáceis, precisa de uma liderança que seja criativa e contagiante, capaz de inspirar e sustentar criatividade por toda a empresa. E é essencial expandir as competências de um gerente (constantemente e em todas as áreas da organização) para um pensamento criativo e inovador.

Uma forma que está sendo utilizada por alguns gerentes é descobrir a intuição, o sentimento e a imaginação através de métodos artísticos, como o desenho, a pintura, a dança, a poesia, a música. Não é preciso saber desenhar, o importante é imaginar e criar.

O objetivo desse tipo de atividade é ajudar (os gerentes e suas equipes) a desenvolver uma maneira de pensar mais intuitiva, imaginativa e sensitiva. Com o passar do tempo, acabamos usando mais o lado racional do cérebro: somos mais analíticos, usamos mais números, criamos métodos. E o lado emocional fica em segundo plano, mesmo sendo a peça chave do nosso desenvolvimento.

É engraçado, e talvez um pouco triste, o que o tempo faz com a gente: ficamos “quadrados”, pensamos demais, queremos analisar tudo. Mas se nossa natureza é sensitiva, porque é que tentamos gerenciar nossa equipe de maneira racional e fria?

Estava assistindo certa vez um programa que passa nos Estados Unidos de “reallity show” que se chama “O Aprendiz” (inclusive há uma versão brasileira desse programa). Para ser rápido: esse programa basicamente é uma competição entre profissionais que querem uma vaga em uma das empresas do empresário Donald Trump. Esses profissionais são reunidos em grupos e uma curiosidade dessa edição é que foram inicialmente recrutados profissionais que são formados (fizeram faculdade) e profissionais que não são formados.

Foram feitos dois grupos: os “BookSmarts” (espertos do livro) e os “StreetSmarts” (espertos da rua). O esperado era que os profissionais formados ganhassem nas tarefas dadas, mas o contrário foi acontecendo semana após semana.

A diferença entre os grupos é muito clara: enquanto os formados sentam para votar em quem será o líder e fazer todos os cálculos e análises “necessárias”, os não formados colocam a mão na massa, de maneira criativa!

Se os formados não tivessem enterrado sua criatividade e soubessem imaginar (se fossem sensitivos), teriam uma imensa vantagem sobre os não formados. Mas o fato é que isso normalmente não acontece, infelizmente. E quem tem a atitude correta vence quem tem a habilidade correta.

A maioria dos profissionais concorda que a criatividade é a força impulsora para as empresas não somente criarem novos produtos e serviços, mas também para resolver problemas e desafios diários. Muitos ainda acreditam que a criatividade não pode ser ensinada, mas que deve ser encorajada.

Ser criativo é pensar diferente. É pensar de mais de uma maneira e olhar com vários outros olhos. E para isso, é necessário que você esteja disposto a quebrar velhos hábitos e repassar isso pra equipe de uma maneira saudável.

E encorajar essa criatividade é na verdade aceitar também o fato de que, infelizmente, você verá algumas pessoas pegarem o caminho errado, tentando se aproveitar da situação. Para evitar isso, você como gestor deverá se certificar de que a energia criativa está sendo usada para o benefício da empresa. Não parece, e não, é fácil: pois você terá que constantemente direcionar a “liberdade” criativa dos funcionários para os objetivos estratégicos e operacionais da organização.

Eu sinceramente acho que todas as pessoas são criativas, a sua maneira. O que nos diferencia são as barreiras que temos para essa criatividade. Por isso, a melhor forma de começar a incentivar a criatividade (para você e para a sua equipe) é conhecer as barreiras de cada um e ajudá-los a arriscar enquanto se divertem. Criatividade e diversão estão diretamente relacionadas!

Há várias maneiras de encorajar a criatividade no trabalho. Pense em todas as coisas que estimulam o lado direito do cérebro, como as já citadas nesse artigo: faça um concurso de desenho, de música, de pintura. Peça para que cada funcionário traga o “seu” brinquedo predileto. E ao invés de fazer a próxima reunião na sala de sempre, porque não ir a um museu, a um parque, a uma pizzaria?

Seja criativo! Deixe a imaginação fluir e não tenha medo de errar, de achar que as pessoas não vão gostar. Para terminar, lembre-se que parte de ser criativo em qualquer campo é ter a coragem de comunicar e vender suas idéias, mesmo quando outras pessoas a criticarem. É sempre mais fácil dizer “não” do que “sim”. Nem todas as suas idéias serão aceitas, mas lutar por elas também faz parte do processo criativo.

Raúl Candeloro – Portal do Marketing

PENSANDO FORA DA CAIXA

Vivemos, hoje, num ambiente cercado de armadilhas, competitivo e altamente dinâmico. A todo instante surgem fatos novos e obstáculos diferentes. O desenvolvimento de estratégias que permitam identificar novas tendências torna-se imprescindível. Este é o ponto chave da questão: largar na frente e, assim, agregar diferenciais competitivos a sua empresa.

Quantas vezes você ofereceu uma solução total ou sob medida para determinado cliente? Saiba que a essência da sua resposta pode indicar o seu verdadeiro grau de intimidade com seu cliente.

Este grau de intimidade vai além da satisfação, pois significa dar ao cliente benefícios e resultados do produto / serviços adquiridos, além de orientar toda a atividade empresarial para o cliente, preocupando-se em desenvolver uma relação duradoura.

O diferencial não é a mercadoria nem o preço, mas os valores agregados ao relacionamento empresa-cliente. Relacionamento, mais do que um substantivo, é um conceito: o elemento humano como valor. Crie vínculos de mão-dupla, de longo prazo. Faça com que compradores sejam clientes, mais do que isso, sejam advogados da marca. Para isso, estabeleça uma relação emocional, transforme a venda num momento mágico.

Competitividade é ter o foco do cliente (e não o foco no cliente), ter atitude, antecipar-se a idéias e conceitos e, o mais importante – conquistar o coração do cliente. Preço qualquer empresa pode oferecer, e não garante fidelidade. O que garante fidelidade do cliente, é um tratamento diferenciado.

Quando a aplicação planejada do marketing fica envolvida ao ato de vender e as duas práticas ficam integradas, de tal forma que os leigos (quase sempre um cliente)não identifica quando trata-se de uma e quando trata-se de outra; é sinal que a corporação tem sua equipe de marketing alinhada a equipe de vendas. Neste caso a única previsão é o sucesso. O vendedor não deve vender produtos, mas experiências.

Cláudio Tomanini

15 regras para se tornar um líder respeitado

Uma vez respeitado, suas opiniões serão levadas em consideração mais facilmente e suas ideias atingirão o sucesso de forma mais rápida, porque os outros estarão dispostos a ajudá-lo.

Para liderar, é preciso conquistar o respeito daqueles que o cercam. Uma vez respeitado, suas opiniões serão levadas em consideração mais facilmente e suas ideias atingirão o sucesso de forma mais rápida, porque os outros estarão dispostos a ajudá-lo.

O site Life Hack publicou 15 regras para ganhar o respeito e se tornar um líder influente. Confira abaixo um resumo desses pontos:

1. Encontre o seu estilo e inspire. O auto-conhecimento é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como líder. Saber o estilo que você usa para liderar, o ajudará a usá-lo de forma melhor.

2. Demonstre integridade. A falta de integridade pode arruinar o respeito que você conseguiu conquistar junto aos seus funcionários e colaboradores. Mas lembre-se que integridade não é apenas evitar escolhas antiéticas, mas intencionalmente moldar uma cultura de valores e serviços ao seu redor.

3. Termine seu trabalho de casa. Quanto mais você souber sobre algo, mais preparado você está para conquistar essa coisa. Líderes se informam e se mantém informados.

4. Invista em si mesmo. Líderes investem em aprendizado e em experiência. Quanto mais você souber, mais e melhor você poderá ajudar.

5. Gerencie sua marca. A percepção de sua marca pelo público é importante, por isso, um bom líder constantemente procura por um feedback para garantir que sua empresa não está sendo percebida negativamente.

6. Concentre-se no futuro. O trabalho do líder é focar no futuro em benefício dos constituintes. Estabeleça uma visão e mantenha-se no caminho para conquistar sua meta. Resista à tentação de passar muito tempo resolvendo problemas do dia-a-dia se eles estão lhe custando o progresso da sua ideia.

7. Entenda melhor as pessoas. Conheça sua equipe e crie uma cultura na qual as pessoas se sintam apoiadas pessoalmente, e não apenas profissionalmente.

8. Posicione as pessoas profissionalmente. Ao conhecer seus funcionários, você será capaz de colocá-los nas funções mais adequadas às suas habilidades, o que lhes permitirão maior crescimento profissional e sucesso.

9. Elogie. Se alguém faz um bom trabalho, garanta que ela saiba disso. Não importa a forma, seja por e-mail ou uma remuneração extra, se você pode assegurá-los que fez um ótimo trabalho, o faça.

10. Treine e defenda. Se você quer que as pessoas que você lidera o respeitem, deixe-os sabendo que você está ao lado deles. Defenda-os, ajude-os e isso influenciará em seu favor.

11. Construa parcerias. É impossível fazer tudo com maestria, por isso, se cerque de pessoas que possuam as qualidades que lhe faltam.

12. Pergunte antes de falar. Líderes ouvem. Não assuma que você já sabe a resposta para uma pergunta que você nem mesmo fez. Seja cético.

13. Antecipe e otimize. Sempre pense a frente. Se pergunte sobre o mercado, possibilidades de erros e se há algo a mais que você pode fazer. Tudo isso ajudará a criar melhores planos para o futuro.

14. Assuma riscos. Sem riscos, sem recompensas. Simples assim.

15. Espere grandeza. Nunca se acomode, pois líderes são persistentes até encontrarem a perfeição. Os seus melhores dias podem estar logo a frente e para isso é preciso trabalhar duro.

Administradores

Liderança e gestão, o que diferencia uma da outra?

Há provavelmente tantas definições de liderança quanto pessoas interessadas no assunto. Muitos de nós formamos nossos pensamentos e definições baseados no que nos dizem as pessoas à nossa volta. Para muitas delas, a imagem de liderança vem carregada de poder formal e autoridade. Para outras, remete à visão de oradores eloquentes que inspiram com palavras e pensamentos. Cada indivíduo traz sua personalidade única e talentos para sua posição de liderança. Mas, um bom ponto de partida para definir liderança é separá-la de gestão.

Liderança foca em ajudar as pessoas a entenderem para onde o time está indo e por que tal destino foi escolhido. Gestão ajuda as pessoas a entenderem como ajustar o curso para chegar até o destino definido.

Muitas pessoas vão dizer que uma boa liderança vale mais para o sucesso de uma empresa do que uma excelente gestão. É o mesmo que dizer que velocidade é mais importante para um atleta que a força. A verdade é que ambos são críticos para o sucesso.

Nesses quase 34 anos em que trabalhei na indústria, percebi o quão raro é um gestor excelente e como ele raramente é apreciado e recompensado. Em muitas organizações, quando um indivíduo contribui com excelência é logo promovidos para uma posição de gestão. A conclusão é a de que se alguém é excelente numa área operacional está naturalmente capacitado a gerir outros indivíduos da mesma área. Nada poderia ser menos verdadeiro.

Embora existam algumas pessoas que podem facilmente dar esse salto, excelência em uma área e habilidade para gerenciar pessoas da mesma área são dois conjuntos bem diferentes de qualificação.

Nesse meu trabalho em TI tem sido doloroso ver profissionais muito talentosos tecnicamente, que entraram nesse campo por conta de certos conhecimentos e habilidades, serem convidados a atuar de forma pouco familiar e natural, gerenciando os esforços de outros profissionais técnicos.

Minha experiência diz que há escassez de gestores de qualidade. Pessoas que possam ajudar times a executar e a entregar resultados são um bem precioso. Muitas organizações não valorizam ou recompensam gestores. No entanto, sem eles, jamais poderiam ter alcançado o sucesso.

Portanto, nessa nossa discussão sobre liderança vs gestão, pretendo ser bem claro: valorizo ambas as qualidades, lembrando que são bem diferentes.

Três perguntas
Acredito que o jeito mais simples de diferenciar liderança e gestão é identificar três perguntas que precisam ser respondidas pelos times para terem sucesso. As duas primeiras estão ligadas à liderança. A terceira, à gestão.

Pergunta 1: Para onde estamos indo?

A primeira questão a ser respondida por um líder é “para onde estamos indo”

A essência da liderança é definir a direção da organização. Um líder deve trabalhar com seu time para explicar a eles o seu destino.

Há um ditado antigo que diz que se você não sabe para onde está indo, pode não gostar de onde vai chegar! Saber onde está indo e comunicar essa direção para seu time é a primeira responsabilidade de um líder.

Muitos livros que li abordam esse tópico quando falam de liderança. Eles acreditam que a responsabilidade primária de um líder é determinar e comunicar ao time qual é o destino.

Pessoalmente, acredito que existe uma segunda pergunta que precisa ser respondida pelos líderes.

Pergunta 2: Por que nós estamos indo para lá?

Para conseguir o apoio de uma pessoa para uma visão compartilhada é necessário que ela “compre” a ideia do que você está tentando fazer. Uma boa forma de conseguir que isso aconteça é responder por que planeja ir naquela direção. Quando estava subindo na carreira de gestão, o trabalho era muito claro. Como membro do time, era cobrado a fazer aquilo que o chefe pedia, simplesmente. Sem questionamentos!

Mas as coisas mudaram. Muitos de nós lideramos exércitos “voluntários”! As pessoas podem procurar e escolher dentre muitas oportunidades e empregadores.

Se você realmente espera conseguir envolver as pessoas ao seu redor e conseguir grandes realizações, precisa ajudá-las a enxergar os motivos que o levaram a planejar a rota e e qual o destino esperado se ela for seguida conforme o planejado.

Ao definir o curso e explicar porque você está voltando-se para a direção escolhida, todo líder deve se preparar para responder duas partes da pergunta: por que você, como líder, planeja ir para esse destino e por que todos devem acompanhá-lo.

A segunda parte da questão pode ser ainda mais importante para as pessoas que lidera. A conclusão é que muitos querem que você explique “o que há lá para elas.” Por que, dentre todos os lugares possíveis, esse, particularmente, foi o escolhido. O que, desse destino, o tornou especial, diferente, importante? O que, sobre esse destino, o inspirou e deu energias para colocar os esforços necessários para chegar lá? Por que elas deveriam querer ir para lá com você? O que, nessa jornada, atende às suas necessidades, esperanças, sonhos e desejos?

Supondo que caso você consiga criar o mesmo nível de motivação e excitação neles que existe em você, obterá em troca muito mais energia com menos esforço.

Grandes objetivos requerem grande esforço e grande paixão. Conseguir pessoas envolvidas nas possibilidades, é crítico para a criação desse tipo de envolvimento.

Pergunta 3: Como chegaremos lá?

Uma vez que o líder tenha articulado a visão de onde o time está indo e porque as pessoas deveriam estar animadas em irem para lá, a gestão precisa assegurar que o time execute a estratégia. É trabalho dos gestores ajudar a desenhar o plano de como sair de um ponto para chegar a outro. Essa conquista depende, em parte, da definição do trajeto a ser feito para o destino escolhido.

Já a gestão é responsável por trabalhar com o time para identificar e planejar os passos necessários para ir de um lugar ao outro. Os gerentes precisam trabalhar com seus times para guiar, suportar e prover as ferramentas, orientação, motivação e reconhecimento que construirão a ponte entre o agora e o  futuro.

Larry Bonfante – IDGNow!